João anuncia R$ 42 milhões para festas juninas da Paraíba

O governador João Azevêdo anunciou, nesta terça-feira (14), investimentos em torno de R$ 42 milhões no apoio aos festejos juninos da Paraíba, em 2024.  Deste montante, R$ 16 milhões são para ‘O Maior São João do Mundo’, em Campina Grande.

O anúncio foi feito em solenidade no Garden Hotel, em Campina Grande.  O governador defendeu o investimento como incentivo e retorno econômico para o Estado.

“São investimentos que passam pela mídia (divulgação), pelo Salão do Artesanato, pelo apoio a 160 quadrilhas, pelo festival de quadrilhas, além de toda a  estrutura de Segurança e Saúde”, elencou.

O gestor destacou os investimentos no São João de Campina Grande e disse esperar que a cidade vai “surpreender com uma grande festa”.

“O São João se consolida cada vez mais e a participação popular cada vez maior. Queremos fazer que o São João seja uma festa inclusiva para que todas as pessoas tenham oportunidade de aproveitar”, defendeu.

Veja vídeo 

MaisPB




Deputado Taciano Diniz fiscaliza ações e constata paralisação de obra de pavimentação em Itaporanga

Deputado Taciano Diniz fiscaliza ações e constata paralisação de obra de pavimentação em Itaporanga
O deputado estadual, Dr. Taciano Diniz esteve, na tarde dessa sexta-feira (24), vistoriando a obra de pavimentação em intertravado da comunidade São João, em Itaporanga. A execução da obra é fruto de uma emenda parlamentar individual impositiva nº 207/LOA-2022, destinada por Taciano, no valor de R$ 500 mil.

De acordo com o parlamentar, durante vistoria foi constatado, através dos moradores, que a obra está paralisada há pelo menos 15 dias, o que para ele não há justificativa, devido ao fato de o recurso integral estar na conta da prefeitura desde maio de 2023.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar mostrou como se encontram as obras paralisadas e afirmou que continuará cobrando das autoridades competentes, que a obra continue avançando.

“Infelizmente, dialogando aqui in loco, com os moradores da comunidade, constatamos que a obra de pavimentação está paralisada há mais de quinze dias. Destinamos os recursos na conta da prefeitura desde maio de 2023, o recurso integral no valor de R$500 mil. Vamos continuar cobrando a retomada do início das obras, para que em breve, possamos estar entregando para toda comunidade São João toda a pavimentação em intertravado”, destacou.

A comunidade São João é uma das mais populosas do município de Itaporanga. A pavimentação das ruas da comunidade é uma reivindicação antiga dos moradores.




MPF investiga governo Bolsonaro por desvio de R$ 26,4 bilhões do Fundo Pis/Pasep

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para investigar a suspeita de um rombo ao patrimônio público no valor de R$ 26,4 bilhões, registrado durante o último ano de governo de Jair Bolsonaro. O MPF recebeu uma série de denúncias sobre retiradas de recursos do Fundo Pis/Pasep pelo governo Bolsonaro para “emprego em outras finalidades”.

De acordo com a coluna Radar, da Veja, o inquérito foi aberto no dia 7 deste mês, mas não são conhecidas as autoridades da gestão Bolsonaro que estejam na mira da investigação.

“As questões versadas nos autos ainda demandam diligências para a formação do convencimento ministerial acerca das medidas a serem eventualmente adotadas, não cabendo, por outro lado, o arquivamento do procedimento”, diz o MPF no inquérito, segundo a coluna.

Fundo PIS/Pasep

Fundo contábil instituído em 1975 mediante a unificação do fundo do Programa de Integração Social (PIS) com o fundo do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), ambos criados em 1970.

No PIS, são cadastrados os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), enquanto que os trabalhadores empregados nas repartições públicas da União, estados, municípios, suas autarquias e empresas públicas são cadastrados pelo Pasep. Desde 1988, o Fundo PIS-Pasep não conta com a arrecadação para contas individuais.

A Constituição alterou a destinação dos recursos provenientes das contribuições para o PIS e o Pasep, que passaram a ser alocados no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para o custeio do programa de seguro-desemprego, do abono salarial e para financiamento de programas por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Apesar de a Lei Complementar 26/75 estabelecer a unificação do PIS e do Pasep, os dois programas têm patrimônios e agentes operadores distintos: Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, respectivamente.




Paraíba vai receber verbas do governo federal para investimentos em Segurança Pública

A Paraíba está entre os cinco estados mais beneficiados com as mudanças nos critérios de partilha do FNSP (Fundo Nacional de Segurança Pública).  As alterações reduzirão as verbas transferidas a 14 estados em 2021 em relação ao primeiro ano do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

São Paulo, o mais populoso do país, é o maior prejudicado. Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Roraima também estão entre os cinco que tiveram percentuais de participação reduzidos com a nova metodologia do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em contrapartida, Santa Catarina, Paraíba, Tocantins, Acre e Maranhão aparecem como os cinco mais beneficiados.

A lista completa de quem ganha com a fórmula do governo tem, em sua maioria, estados do Norte e Nordeste, onde Bolsonaro busca ampliar apoio visando a reeleição. No Nordeste, por exemplo, ele é avaliado negativamente pela maioria dos eleitores dos nove estados da região.

O Distrito Federal, por onde o titular da Justiça e Segurança Pública, ministro Anderson Torres, cogita disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, também teve a cota ampliada.

O FNSP tem por objetivo viabilizar recursos para atividades e ações nas áreas de segurança pública e de prevenção à violência, incluindo a compra de equipamentos, viaturas e capacitação dos agentes de segurança. Quase todo o dinheiro transferido aos estados é oriundo da arrecadação das loterias administradas pela Caixa.

Embora esteja prevista a revisão anual dos critérios, os percentuais atualmente em vigor deverão ser mantidos em 2022, segundo afirmou o ministério à Folha.

De uma participação de 6,66% que tinha em 2019, o estado administrado pelo governador João Doria (PSDB), um dos principais adversários políticos de Bolsonaro, terá direito a 4,31% em 2021.

Neste ano, portanto, São Paulo receberá R$ 31,1 milhões dos R$ 722 milhões previstos pelo ministério para serem distribuídos.

É um valor bem próximo aos R$ 25,3 milhões a que terá direito o Distrito Federal, com população e extensão geográfica bem menores.

De acordo com dados do governo, as transferências do FNSP à gestão Doria no biênio 2019-2020 somaram R$ 93,1 milhões. Ao Distrito Federal, por sua vez, foram destinados R$ 48,7 milhões no mesmo período.

Os dados mostram como em 2021 a diferença do que cabe a cada um deles na repartição dos recursos diminuiu significativamente.

Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança afirmou que os critérios de rateio dos recursos do FNSP foram definidos após amplo debate e concordância dos representantes das secretarias de Segurança Pública das cinco regiões do país, mas não forneceu detalhes sobre como a nova metodologia foi discutida.

Em julho passado, três meses após Torres ser empossado ministro, a pasta anunciou a criação de uma porcentagem mínima a ser observada nos repasses. Nenhuma unidade da Federação pode receber menos do que 3,5% —ou seja, R$ 25,3 milhões. Para que isso fosse possível, reduziu o dinheiro dos estados que enfrentam mais desafios na área da segurança.

O piso estabelecido pelo ministério fez o Distrito Federal, por exemplo, escalar alguns décimos percentuais. Em 2019, ele tinha direito a 3,06% de participação. Neste ano, serão os 3,5%.

Pelos novos critérios, 94,5% do dinheiro do fundo estarão comprometidos com a divisão igualitária, restando 5,5% a serem repartidos segundo as características locais.

De oito critérios estabelecidos ainda na gestão do ex-ministro Sergio Moro em 2019, o ministério ampliou para 24, segundo portaria assinada pelo atual titular da Justiça em julho deste ano.

O texto diz que as variáveis utilizadas para definição dos critérios de rateio levam em consideração aspectos geográficos, populacionais e socioeconômicos.

Extensão territorial, número de portos e aeroportos, faixa de fronteira, efetivo policial, IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e IVC (Índice de Violência Criminalizada) estão entre os indicadores observados pelos técnicos do governo.

Eles têm pesos variados no cálculo que define quanto cada estado ou o Distrito Federal deve receber. Na fórmula, o IDH, por exemplo, responde a 10%.

Tamanho da população da unidade federativa em relação à população total do país é o critério com maior peso individual na composição dos percentuais, representando um quinto do total (20%).

Alguns critérios como apreensão de armas e drogas devem ser também considerados. Segundo a portaria do Ministério da Justiça, esses tópicos serão regulamentados pela pasta em até dois anos, contados desde julho, quando a norma foi publicada.

O ministério, em nota, afirmou que “foi estabelecido o percentual mínimo de 3,5% dos recursos do FNSP para cada ente federado e o restante distribuído conforme o resultado de cada ente, em face às variáveis”.

“A definição de um percentual mínimo teve como objetivo fornecer aporte adequado de recursos para que os entes federativos possam dar andamento aos seus planos de segurança pública e defesa social.”

www.reporteriedoferreira.com.br   Folha de S. Paulo




Vereadores de CG querem criar verba de R$ 1,5 milhão para os parlamentares

Um projeto no mínimo controverso em tempos de pandemia está aguardando tramitação nas comissões e consequente aprovação em plenário na Câmara de Campina Grande. Trata-se do Projeto de Lei 151/2021 que cria uma verba indenizatória e abre crédito suplementar na Lei Orçamentária no valor de R$ 1,5 milhão.

Pela proposta, cada parlamentar poderá utilizar até R$ 5 mil mensais para gastos com divulgação e com outras despesas no exercício da atividade parlamentar. Caso deixe de utilizar em um mês, o valor não poderá ser acumulado com o mês posterior.

O projeto é de autoria da Mesa Diretora da Casa e está assinado pelo presidente Marinaldo Cardoso, além dos vereadores Eva Gouveia, Saulo Germano, Valéria Aragão, Jô Oliveira, Saulo Germano e Waldeny Santana.

www.reporteriedoferreira.com.br Por agências

 




Bolsonaro acusa estados de desviarem recursos do combate à Covid-19

Presidente também voltou a colocar em dúvida estatísticas fornecidas pelas secretarias estaduais de Saúde

Jair Bolsonaro acusou estados de desviarem recursos do combate a`Covid-19
José Dias/PR

Jair Bolsonaro acusou estados de desviarem recursos do combate a`Covid-19

O presidente Jair Bolsonaro acusou nesta quinta-feira, sem apresentar provas, “alguns” governadores de desviarem recursos que seriam destinados ao combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus . Bolsonaro não disse quais governadores seriam esses. De acordo com ele, o governo federal fez “tudo que foi possível” em relação à pandemia.

“Nós fizemos tudo que foi possível e mais alguma coisa. Agora, cabe aos governadores gerir esses recursos. O que mais nós temos, por parte de alguns estados, é desvio de recursos. É isso que está acontecendo. Por isso precisamos da Polícia Federal isenta, sem interferência, para poder tratar desse assunto, para poder coibir possíveis abusos”, disse.

Polícia Federal (PF) já realizou ao menos duas operações que investigam possíveis irregularidades na utilização de recursos que deveriam ser utilizados contra a Covid-19 , no estado do Amapá e na prefeitura de Aroiras (PB) .

O presidente também colocou em dúvida o número de mortes registradas pelos estados . Entretanto, a Presidência já informou ao GLOBO, por meio da Lei de Acesso à Informação não ter encontrado documentos provando que governos estaduais inflaram estatísticas.

“Partindo do princípio que o número de óbitos é verdadeiro, porque cada vez mais chegam informações que…No próprio Diário Oficial lá do estado de São Paulo está escrito que, na dúvida, bota coronavírus, para inflar o número e fazer uso político desse”, afirmou o presidente.

Bolsonaro negou que tenha um “embate” com governadores, mas voltou a dizer que a responsabilidade pelas mortes da Covid-19 é deles:

“Não tem embate. Esse problema é pra todo mundo resolver, não é pra ser politizado. O que falta o governo federal fazer? O Supremo Tribunal Federal decidiu, o placar foi a 0, que as medidas para evitar, ou melhor, para fazer que a curva seja achatada, caberiam aos governadores e prefeitos. Não achataram a curva. Governadores e prefeitos que tomaram medidas bastante rígidas não achataram a curva. A curva tá aí”.

Ataques a Doria

O presidente então passou a fazer ataques direcionados ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), seu desafeto, dizendo que ele faz “politicalha”:

“É o governador gravatinha, de São Paulo, fazendo politicalha em cima de mortos, zombando de familiares que tiveram seus entes queridos que morreram por vírus ou outra causa. É uso político dos senhor governador de São Paulo, João Doria, com essas pessoas”.

Questionado sobre a declaração do ministro da Saúde , Nelson Teich , que em teleconferência com governadores na quarta-feira disse que o Brasil está “navegando às cegas” no enfrentamento à Covid-19 , Bolsonaro defendeu o ministro e apontou que “frases soltas” como essa levam ao entendimento de que o titular da pasta não sabe o que está acontecendo.

“Ele falou desde o começo em entrevistas que tem que ter números. E os números ainda não estão concretos, então por enquanto a gente não sabe o que nos espera ainda com certeza. É isso, com toda a certeza, que ele quis dizer”, afirmou Bolsonaro.

www.reporteriedoferreira.com.br    Por Agência O Globo