PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Universidade Popular da Paraíba, em 1913, e seus temas avançados Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Universidade Popular da Paraíba, em 1913, e seus temas avançados - PARA ONDE IR
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Universidade Popular da Paraíba, em 1913, e seus temas avançados
Sérgio Botelho
– Logo após a sessão solene de instalação, em 15 de janeiro de 1913, a direção da Universidade Popular iniciou os trabalhos práticos de organização dos ciclos de conferência. O primeiro passo foi a definição dos temas a serem abordados e a identificação de pessoas capacitadas a tratá-los de forma acessível.
Mais de quarenta temas foram propostos, e apresentados nas semanas subsequentes, abrangendo áreas como higiene pública, educação, economia agrária, direitos das mulheres, história do Brasil, relações internacionais, ação social, moralidade pública, cooperativismo e saúde mental. Esses temas foram atribuídos a conferencistas voluntários, todos residentes na cidade ou fortemente ligados à vida intelectual da capital paraibana.
Entre os convidados figuravam nomes que brilhavam no campo das ideias, como o jornalista, escritor e poeta Carlos Dias Fernandes, e a advogada e professora Catharina Moura, recém‑formada com distinção na Faculdade de Direito do Recife, escalada para falar sobre os direitos políticos da mulher. A escolha foi ousada e colocou uma mulher, como naturalmente deveria ser, no centro de um tema ainda tabu no início do século XX.
Leia mais:
(Na foto, o Teatro Santa Roza, onde houve a instalação da Universidade Popular)
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Sergio Botelho- jornalista, escritor, poeta.



Faculdade da Paraíba proíbe uso de shorts, minissaias e roupas ‘inadequadas’

Cajazeiras

Uma medida adotada pela Pró-reitoria de Graduação do Centro Universitário Santa Maria, em Cajazeiras, Sertão paraibano, surpreendeu a comunidade acadêmica. Foram fixadas regras para as vestimentas dos alunos e proibido o uso de shorts, minissaias e decotes.

A determinação, conforme a portaria normativa emitida, tem por base o código de ética, postura acadêmica, filosofia e valores da instituição particular.

“Fica proibida a entrada de pessoas da comunidade acadêmica da UNIFSM trajando shorts curtos, minissaias, cropped curto, roupas com decotes e transparência ousadas, roupas coladas ao corpo inadequadas”, diz a portaria.

Segundo a instituição, o objetivo é garantir o respeito a todos e a ação tem caráter educativo e não punitivo.

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Ataque em universidade deixa pelo menos 22 mortos no Afeganistão

 

Até o momento, nenhum grupo assumiu autoria do ataque. 22 ficaram feridos

Forças de segurança chegam à Universidade de Cabul

Um grupo de homens armados invadiram a universidade de Cabul, no afeganistão, em um ataque deixou 22 mortos e 22 feridos. De acordo com informações do governo, três agressores foram mortos em confronto.

Segundo relato de um estudante da universidade, que tem cerca de 17 mil alunos, o grupo estava armado com pistolas e fuzis. No momento do confronto, uma feira de livros ocorria no campus.

Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. O Talibã, que atualmente participa de negociações de paz com o governo do Afeganistão, negou o ataque.

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Universidade Johns Hopkins retira Brasil do mapa global de informações sobre coronavírus

A decisão foi tomada após o governo Bolsonaro decidir maquiar as estatísticas para esconder o número real de mortes

Brazil's President Jair Bolsonaro wearing a protective mask speaks with journalists, amid the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil May 12, 2020.
Brazil’s President Jair Bolsonaro wearing a protective mask speaks with journalists, amid the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil May 12, 2020. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 – Os números de casos e mortes do Brasil exibidos no levantamento global da Universidade Johns Hopkins, referência sobre Covid-19, foram retirados do ranking neste sábado. Em nota, a Universidade afirma que a exclusão se deve à suspensão da divulgação dos históricos pelo Ministério da Saúde. Portal nacional passou por alteração após sair do ar. Saiba mais sobre o caso:

SÃO PAULO (Reuters) – O governo Jair Bolsonaro busca tornar invisíveis os mortos pela Covid-19 no país, disseram neste sábado secretários de Saúde dos Estados ao rebaterem declarações dadas pelo empresário Carlos Wizard, secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, de que os dados das secretarias são “fantasiosos”.

Wizard disse, de acordo com reportagem do jornal O Globo, que o ministério fará uma recontagem das mortes por Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, pois alguns gestores locais teriam inflado os números para obter uma fatia maior do orçamento de combate à pandemia. Ele não apresentou quaisquer evidências da alegação que fez.

Em nota, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) afirmou que a declaração de Wizard revela “profunda ignorância sobre o tema”.

“A tentativa autoritária, insensível, desumana e antiética de dar invisibilidade aos mortos pela Covid-19, não prosperará”, diz a nota, que ainda afirma que Wizard “insulta a memória de todas aquelas vítimas indefesas desta terrível pandemia e suas famílias”.

Desde a última quarta-feira, o Ministério da Saúde, comandado interinamente pelo general Eduardo Pazuello, passou a divulgar os dados sobre a pandemia de Covid-19 no país às 22h —o dado saía entre 16h e 17h durante a gestão de Luiz Henrique Mandetta e às 19h sob comando de Nelson Teich.

Os dados divulgados na sexta trouxeram apenas o número de novos casos e novas mortes causadas pela doença, sem informar os totais, como era feito até então. Além disso, o site do ministério da Saúde onde eram divulgadas várias informações relativas à pandemia (covid.saude.gov.br) foi retirado do ar na noite de sexta-feira e neste sábado mostra apenas a mensagem “Portal em manutenção”.

Indagado na sexta-feira sobre o atraso na divulgação dos dados, Bolsonaro —que já minimizou a Covid-19 chamando-a de “gripezinha” — afirmou: “Acabou matéria do Jornal Nacional”, numa referência ao telejornal da TV Globo transmitido pouco depois do horário em que os dados da doença costumavam ser informados pelo ministério.

Apesar da tática de publicação dos números fora do horário do telejornal, na sexta-feira o Jornal Nacional interrompeu transmissão da novela da emissora para transmitir os números da doença.

Até sexta-feira, o Brasil tinha 645.771 casos confirmados de Covid-19, com 35.026 mortos, segundo cálculos com base nos números informados anteriormente pelo ministério.

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