Trump ainda não está fora de perigo

 

“Os sinais vitais nas últimas 24 horas foram muito preocupantes, e as próximas 48 horas serão críticas para o seu tratamento”, disse seu chefe de gabinete Mike Meadows

(Foto: Divulgação)

 

247 – O chefe de Gabinete da Casa Branca, Mike Meadows, foi quem trouxe uma declaração alarmante sobre o estado de saúdo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Os sinais vitais nas últimas 24 horas foram muito preocupantes, e as próximas 48 horas serão críticas para o seu tratamento”, disse ele a repórteres no lado de fora do hospital Walter Reed, para onde Trump foi transferido na sexta. “Nós ainda não estamos em um caminho claro para a recuperação.”

Ontem, em vídeo Trump disse estar se sentindo melhor. Confira na reportagem da Sputnik:

O presidente dos EUA disse que, quando chegou ao Centro Médico Militar Walter Reed, após teste positivo para COVID-19, não estava se sentindo muito bem, mas agora se sente “muito melhor”.

O presidente Donald Trump publicou um vídeo em sua conta no Twitter neste sábado (3) para agradecer aos médicos pelo “trabalho incrível que têm feito” e disse que agora se sente “muito melhor”, acrescentando que sua esposa Melania também está se sentindo bem.

“Quando eu cheguei aqui, eu não me sentia tão bem. Agora me sinto muito melhor. Nós estamos trabalhando duro para que eu me recupere completamente. Eu tenho que voltar porque ainda temos que tornar os Estados Unidos grandes de novo”, disse Trump.

​Ele acrescentou que “os próximos dias serão o verdadeiro teste”, em função do curso natural da doença. O presidente agradeceu a todos pelo apoio e disse que estava lutando por todos os americanos.

“Eu não posso ficar preso em um quarto lá em cima [na Casa Branca], totalmente seguro, e dizer “o que tiver que acontecer vai acontecer”. Como um líder, eu tenho que confrontar os problemas”, destacou Trump.

Segundo o presidente norte-americano, sua infecção foi “algo que aconteceu”, assim como foi com “milhões de pessoas pelo planeta”. Ele disse que pretende voltar em breve para terminar a campanha presidencial.

“Voltarei em breve e estou ansioso para terminar a campanha”, disse ele. “Vamos vencer esse coronavírus ou como você quiser chamar, e vamos vencê-lo com força”, concluiu.

Trump teve que entrar em quarentena e suspender seus eventos de campanha depois de testar positivo para o novo coronavírus há dois dias. Trump, aparentemente, foi infectado por sua assessora Hope Hicks, que tem viajado ao lado do presidente, incluindo Cleveland, onde ocorreu o debate presidencial com o candidato democrata Joe Biden.

 

www.reporteriedoferreira.com.br    Por Brasil 247 




Robert Trump, o irmão mais novo do presidente dos EUA, morre aos 71

 

O presidente Donald Trump emitiu a seguinte declaração sobre o falecimento de seu irmão mais novo, Robert Trump:

“É com grande pesar que compartilho que meu maravilhoso irmão, Robert, faleceu pacificamente esta noite. Ele não era apenas meu irmão, ele era meu melhor amigo. Sentiremos muita falta dele, mas nos encontraremos novamente. Sua memória viverá em meu coração para sempre. Robert, eu te amo. Descansa em paz”.

Robert Trump, 71, o irmão mais novo do presidente, foi internado no hospital na sexta-feira e descrito como “muito doente”, segundo fontes.

Nenhum outro detalhe foi conhecido, mas foi relatado anteriormente que ele estava em estado crítico no New York Presbyterian / Weill Cornell Medical Center no Upper East Side de Nova York.

“Eu tenho um irmão maravilhoso”, disse o presidente Trump em entrevista coletiva na sexta-feira. “Temos um ótimo relacionamento há muito tempo, desde o primeiro dia. Foi à muito tempo. E agora ele está no hospital. E espero que ele esteja bem, mas ele é legal, ele está passando por um momento difícil. . ”

Trump o visitou, um de seus quatro irmãos, depois de voar para Nova Jersey e, em seguida, pegar um helicóptero para Manhattan.

“Estou indo para o hospital”, disse Trump ao pousar em Nova Jersey. “Eu espero que você esteja bem”.

A Casa Branca não divulgou detalhes sobre o motivo da hospitalização de Robert Trump, mas as autoridades disseram que ele estava gravemente doente.

Robert Trump teria passado uma semana na unidade de terapia intensiva próxima ao Hospital Mount Sinai em junho.

Robert Trump já havia trabalhado para seu irmão mais velho na Trump Organization e recentemente abriu um processo em nome da família Trump para impedir a publicação de um livro revelador de uma sobrinha do presidente intitulado “Too Much Is Never Enough”.

www.reporteriedoferreira.com.br   / Ig




Agência reguladora vai investigar Correios dos EUA conforme cresce preocupação com atraso de votos

 

Pessoa coloca carta em caixa do Serviço Postal dos EUA em Filadélfia, nesta sexta-feira (14) — Foto: Rachel Wisniewski/Reuters

A Agência reguladora interna do Serviço Postal dos Estados Unidos está investigando cortes de gastos que atrasam entregas e alarmaram parlamentares antes das eleições presidenciais, na qual até metade dos eleitores norte-americanos poderão votar por correspondência, disse um assessor parlamentar nesta sexta-feira (14).

O inspetor-geral do Serviço Postal também vai examinar possíveis conflitos de interesse envolvendo o novo diretor-geral, Louis DeJoy, que doou US$ 2,7 milhões para o presidente Donald Trump e seus colegas republicanos, de acordo com Saloni Sharma, uma porta-voz da senadora democrata Elizabeth Warren, que pediu a investigação.

DeJoy possui milhões de dólares em ações de concorrentes e clientes do Serviço Postal, de acordo com um formulário de transparência financeira de sua esposa.

O gabinete do inspetor-geral está “conduzindo um grupo de trabalho para abordar as preocupações levantadas”, disse a porta-voz Agapi Doulaveris.

A investigação acontece ao mesmo tempo em que o Serviço Postal está alertando Estados de que existe um “risco considerável” de os eleitores não terem tempo suficiente para preencher e enviar seus votos respeitando as leis estaduais atuais, que permitem que estes solicitem cédulas a poucos dias da eleição. O jornal “The Washington Post” reportou que o Serviço Postal avisou um total de 46 dos 50 Estados e do Distrito de Columbia.

As cartas ressaltam a possibilidade de um número significativo de votos pelo correio para a eleição presidencial de 3 de novembro não ser contado se estes forem devolvidos muito tarde.

“As autoridades eleitorais estaduais e municipais precisam entender e levar em conta nossos padrões operacionais e cronogramas recomendados”, disse a porta-voz do Serviço Postal, Martha Johnson.

Votos por correio

Fachada de agência do Serviço Postal dos Estados Unidos em Filadélfia, em foto de 14 de agosto — Foto: Rachel Wisniewski/Reuters

As autoridades eleitorais estão correndo para se preparar para uma avalanche de votos pelo correio, já que os norte-americanos estão evitando aglomerações devido à pandemia de coronavírus, que levou muitos Estados a facilitarem esta modalidade de votação.

O presidente Donald Trump, que aparece atrás do rival democrata Joe Biden em pesquisas de opinião, rejeita uma votação postal em larga escala, dizendo sem provas que ela pode levar a uma fraude. Biden e outros democratas acusam Trump de tentar desestimular o voto pelo correio por acreditar que isso aumentaria suas chances de se reeleger.

www.reporteriedoferreira.com.br  / G1




Mourão desafia Trump e diz que Brasil não teme consequências se escolher Huawei

Mourão desafia Trump e diz que Brasil não teme consequências se escolher Huawei

Na contramão do discurso de Jair Bolsonaro, o vice-presidente fez elogios à empresa chinesa para instalar a conexão 5G no Brasil. Segundo Hamilton Mourão, a empresa combatida por Donald Trump tem “uma capacidade acima de muitos concorrentes”

(Foto: Agência Brasil | Reuters)

 

247 – Dias depois de o Brasil ser ameaçado pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, que falou em ‘consequências’ caso o governo brasileiro escolhesse a Huawei para executar a conexão da tecnologia 5G no país, o vice-presidente, Hamilton Mourão, fez elogios à empresa chinesa.

A Huawei é constantemente combatida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acusa a companhia de servir à espionagem do governo chinês. Enquanto o governo brasileiro de Jair Bolsonaro tem posicionamento totalmente submisso a Trump, o discurso de Mourão destoa ao elogiar os chineses, como já aconteceu no passado.

A declaração de Mourão foi dada em uma entrevista coletiva com correspondentes estrangeiros em São Paulo, noticiou reportagem do Globo. Questionado se temia a possibilidade de o Brasil sofrer retaliações se abrir espaço para a Huawei, respondeu: “Em absoluto”. “Sabemos que esta empresa Huawei tem uma capacidade acima de algumas concorrentes”, completou.

www.reporteriedoferreira.com.br  /  Brasil 247




TRUMP PROMETE DEFENDER CORCOVADO: Escrito Por Gilvan de Brito 

TRUMP PROMETE DEFENDER CORCOVADO: Escrito Por Gilvan de Brito
Nos últimos meses uma onda de ativistas rebeldes nos Estados Unidos, em protesto contra o assassinato de George Floyd, por um policial de Mineápolis, tem provocada a derrubado de várias estátuas de personalidades, particularmente daqueles que apoiaram a escravidão, no passado. Pegando carona nesse movimento o presidente Donald Trump prometeu, na sua plataforma de governo, se reeleito em novembro próximo para um segundo mandato, proteger a estátua do Corcovado, no Brasil, “de ataques da esquerda”.
Ninguém entendeu o porquê: o Corcovado fica no Brasil, onde ele não tem autoridade para proteger monumentos públicos; não há nenhuma ameaça da esquerda brasileira contra o Corcovado. E, mais: O Corcovado nunca foi tido como símbolo racista. Trump, acusado de omissão no combate ao Coronavírus, e por isso está perdendo votos dos simpatizantes, parece que anda meio desesperado onde, no seu país, o vírus já matou mais de 130 mil pessoas, 58 mil num só dia, como se registrou na semana passada.
www.reporteriedoferreira.com.br  Por Gilvan de Brito, Jornalista, advogado e escritor.



Trump reclama de ‘extremismo radical’ e admite que reduziu testes para esconder casos de Covid-19

Por G1

 

O presidente Donald Trump discursa no BOK Center, em Tulsa (Oklahoma) — Foto: Sue Ogrocki / AP Photo

O presidente Donald Trump discursa no BOK Center, em Tulsa (Oklahoma) — Foto: Sue Ogrocki / AP Photo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomou sua campanha eleitoral em Tulsa, Oklhoma, com um comício com aglomerações em um período ainda crescente disseminação de coronavírus no país. Durante discurso aos seus seguidores ele reclamou do “extremismo radical” dos democratas e admitiu ter ordenado reduzir os testes de detecção de Covid-19 para reduzir número de casos.

“Os democratas querem preencher os tribunais com extremistas”, disse Trump em seu primeiro comício após à pandemia.

O presidente norte-americano voltou aos seus tópicos favoritos: as desqualificações de seu rival nas eleições presidenciais de novembro, o candidato democrata Joe Biden; culpar a China por não ter controlado a propagação do vírus; e reivindicar como presidente da ‘lei e ordem’.

“Se Biden chegar ao poder, será o fim dos EUA, já que é controlado pela esquerda radical”, afirmou.

O encontro ocorreu em um clima de forte tensão, uma vez que foi o maior evento em um espaço fechado – um estádio com capacidade para 19.000 pessoas – nos EUA desde o início da pandemia.

O presidente Donald Trump discursa no BOK Center, em Tulsa (Oklahoma) — Foto: Nicholas Kamm / AFP

O presidente Donald Trump discursa no BOK Center, em Tulsa (Oklahoma) — Foto: Nicholas Kamm / AFP

Sem máscaras e distanciamento social

O complexo BOK Center não lotou. Houve distribuição de máscaras, mas ninguém foi forçado a usar a proteção. Pelas imagens divulgadas pelas agências internacionais de notícias, também não houve distanciamento social dentro do complexo.

Maior parte dos apoiadores do presidente Donald Trump dispensou máscaras e não obedeceu ao protocolo de distanciamento social — Foto: Evan Vucci / AP Photo

Maior parte dos apoiadores do presidente Donald Trump dispensou máscaras e não obedeceu ao protocolo de distanciamento social — Foto: Evan Vucci / AP Photo

Sem processo

Para participar do comício foi necessário comprometer-se a não processar a equipe eleitoral de Trump, mesmo que alguém contraia Covid-19 no local.

Um outro evento próximo ao local utilizado pelo bilionário americano, organizado pela equipe do vice-presidente Mike Pence, foi suspenso por falta de gente.

A pandemia já matou mais de 119.000 pessoas e infectou 2,2 milhões nos EUA. Neste sábado, foram registrados mais 30 mil contaminados.

Redução nos testes

Trump defendeu seu plano de fechar as fronteiras e mostrou ceticismo sobre os testes para saber a magnitude do contágio.

Em um comentário surpreendente, ele enfatizou que os testes são uma “faca de dois gumes”, porque quando mais testes são feitos mais casos são detectados.

“Testar é uma faca de dois gumes. Testamos até agora 25 milhões de pessoas. Provavelmente são 20 milhões a mais do que qualquer outro país. Aqui está a parte ruim: quando você faz tantos testes, encontra mais pessoas, encontra mais casos. Então, eu disse ao meu pessoal: diminuam os testes, por favor”, completou.

Realizar uma manifestação em um espaço fechado contradiz as recomendações de especialistas dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), cuja orientação é evitar grandes reuniões presenciais onde é difícil manter pelo menos dois metros de distâncias das pessoas.

O local escolhido por Trump para retomar sua campanha pela reeleição é o mesmo de um dos piores massacres de afro-americanos da história, ocorridos em 1921, quando até 300 negros morreram nas mãos de grupos brancos.

“Somos o partido de Abraham Lincoln e o partido da lei e da ordem”, disse Trump, referindo-se ao presidente republicano que promoveu a abolição da escravidão no meio da guerra civil (1861-1865).

Pena para quem pisar na bandeira

Sobre os protestos generalizados, que causaram a destruição de estátuas e monumentos da Confederação, o presidente foi direto ao acusar manifestantes de “anarquistas e incendiários”.

“Eles querem demolir nossa herança … Deveríamos ter legislação para que, se alguém quiser queimar a bandeira e pisar nela, seja preso por um ano”, afirmou.

Mais comícios

Depois de Oklahoma, Trump voltará à estrada nas próximas semanas com comícios para sua campanha eleitoral na Flórida, Arizona e Carolina do Norte, todos os principais estados que podem decidir o resultado das eleições de 3 de novembro.

www.reporteriedoferreira.com.br Por G1




Trump diz que se tivesse seguido Brasil teria 2 milhões de mortes por covid-19

O presidente norte-americano, Donald Trump, comparou as estratégias para o enfrentamento da pandemia de covid-19 tomadas pelo Brasil e os Estados Unidos (EUA). Ele estimou que, caso as medidas de isolamento social fossem flexibilizadas, “assim como no Brasil”, o país poderia ter registrado o óbito de 2,5 milhões de pessoas pela doença.

Trump analisou que a decisão pelas medidas de quarentena nos EUA fez com que, pelo menos, dois milhões de vidas fossem salvas. O chefe do Executivo do país também mencionou que o Brasil segue modelo similar ao adotado pela Suécia, que enfrenta dificuldades durante a pandemia. “Se você olha para o Brasil, eles estão passando por um momento bem difícil. E, à propósito, eles continuam seguindo a Suécia. A Suécia também está passando por dificuldades terríveis. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1,5 milhão, talvez, 2,5 milhões de vidas ou até mais “, afirmou.

O modelo inicial adotado pela Suécia de manter o funcionamento de restaurantes e algumas escolas, por exemplo, foi criticado pelo epidemiologista Anders Tegnell, que participou da elaboração dessas diretrizes sanitárias. O país europeu vive a evolução da doença e registra 42.939 diagnósticos confirmados e 4.639 óbitos pela doença, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil é o terceiro país no mundo em número de mortes pela doença, após os Estados Unidos e Reino Unido. Conforme a atualização feita na noite de ontem (4) pelo Ministério da Saúde, o país atingiu 34.021 mortes e 614.941 pessoas diagnosticadas com a doença.

Congresso em Foco




Protestos nos EUA entram na 7ª noite; cidades registram confrontos após toque de recolher

Por G1

 Integrantes do Serviço Secreto enfrentam manifestantes durante protesto pela morte de George Floyd nas proximidades da Casa Branca, em Washington, na segunda-feira (1) — Foto: Reuters/Jonathan Ernst

Integrantes do Serviço Secreto enfrentam manifestantes durante protesto pela morte de George Floyd nas proximidades da Casa Branca, em Washington, na segunda-feira (1) — Foto: Reuters/Jonathan Ernst

Os Estados Unidos voltaram a registrar confrontos nesta segunda-feira (1º), sétimo dia de protestos contra o racismo. As maiores cidades do país decretaram toque de recolher para tentar conter o tumulto após noites de violência.

As manifestações desta segunda ocorrem uma semana após a morte de George Floyd, um ex-segurança negro morto em Minneapolis após um policial ajoelhar sobre seu pescoço durante abordagem (leia mais no fim da reportagem).

Em pronunciamento na Casa Branca, o presidente Donald Trump reforçou o pedido para que governadores e prefeitos contivessem a violência. Caso contrário, disse ele, as Forças Armadas podem ser convocadas.

Agentes de segurança dispararam bombas de gás lacrimogêneo para afastar manifestantes das imediações da Casa Branca, em Washington, nesta segunda-feira (1º) — Foto: Evan Vucci/AP

Agentes de segurança dispararam bombas de gás lacrimogêneo para afastar manifestantes das imediações da Casa Branca, em Washington, nesta segunda-feira (1º) — Foto: Evan Vucci/AP

Veja abaixo resumo sobre os protestos desta segunda-feira (1º)

  • Enquanto Trump discursava, forças de segurança entraram em confronto com manifestantes em frente à Casa Branca, em Washington. O tumulto continuou momentos depois de o toque de recolher entrar em vigor na capital, às 20h (de Brasília), mas a situação se acalmou, depois. Houve prisões.
  • Nova York terá pela primeira vez toque de recolher desde o início dos protestos, a partir da 0h (de Brasília). Após uma manifestação tranquila à tarde, vândalos saquearam comércios em Manhattan.
  • Em Filadélfia, outra grande cidade que vem registrando protestos, houve novas cenas de violência. Policiais usaram armas não letais contra um grupo que ocupou uma rodovia interestadual depois do toque de recolher.

Tensão em Washington

Presidente Donald Trump passa ao lado de muro pichado em Washington, nos EUA, ao seguir para igreja nesta segunda-feira (1º) — Foto: Tom Brenner/Reuters

Presidente Donald Trump passa ao lado de muro pichado em Washington, nos EUA, ao seguir para igreja nesta segunda-feira (1º) — Foto: Tom Brenner/Reuters

Na capital Washington, policiais lançam bombas de gás lacrimogêneo em um grupo que estava próximo da Casa Branca, onde o presidente fazia pronunciamento. A manifestação começou tranquila, com poucos incidentes, mas os confrontos começaram momentos antes de Trump iniciar o discurso, por volta das 19h30 (de Brasília).

Após o tumulto, os manifestantes se dispersaram. Houve prisões. Policiais e militares fecharam parcialmente as ruas e avenidas ao redor da Casa Branca para impedir novos protestos no local.

Para tentar conter a tensão na sede do poder norte-americano, o governo pediu o envio da Guarda Nacional a Washington com um destacamento de 600 a 800 pessoas de cinco estados diferentes dos EUA.

Laudos apontam morte por asfixia

George Floyd estava sub custódia policial quando foi morto por agente branco — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

George Floyd estava sub custódia policial quando foi morto por agente branco — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

Nesta segunda-feira, dois novos laudos de autópsias declararam que a morte de Floyd foi homicídio por asfixia, causada pela pressão do joelho do policial Derek Chauvin sobre seu pescoço.

Ambas conflitam com a autópsia inicial, apresentada pela cidade de Minneapolis, que dizia que não havia “nenhum achado físico que suporte o diagnóstico de asfixia traumática ou estrangulamento”.

Chauvin foi detido e acusado de homicídio culposo (sem intenção de matar) e assassinato em terceiro grau (quando é considerado que o responsável pela morte atuou de forma irresponsável ou imprudente).

Terence Floyd, irmão de George Floyd, participa de homenagem ao irmão nesta segunda (1º) no local em Minneapolis onde o ex-segurança foi detido — Foto: Lucas Jackson/Reuters

Terence Floyd, irmão de George Floyd, participa de homenagem ao irmão nesta segunda (1º) no local em Minneapolis onde o ex-segurança foi detido — Foto: Lucas Jackson/Reuters

Também nesta segunda-feira, o irmão de George Floyd, Terence, pediu paz durante uma homenagem ao irmão. “Não parem de protestar, mas levantem um símbolo da paz”, disse, durante um ato no local onde a detenção aconteceu.

www.reporteriedoferreira.com.br Por G1




Em vídeo, Anonymous exalta protestos e ameaça expor crimes da polícia dos EUA

Nas imagens divulgadas pelas redes sociais, o grupo exige que agentes envolvidos sejam responsabilizados pela morte de George Floyd

Por iG Último Segundo  – Atualizada às 

Anonymous

Reprodução

Grupo foi o responsável por retirar do ar o site da polícia de Minneapolis, cidade em que George Floyd foi morto

Depois de ficar um tempo longe dos holofotes, o grupo de hackers Anonymous aproveitou os protestos que se espalham pelos EUA após a morte de George Floyd , homem negro que foi morto por um policial branco durante uma abordagem, para ressurgir e ameaçar: vai expor “podres” e crimes da polícia norte-americana ao mundo.

Em vídeo divulgado na última quinta-feira (28) e que já soma mais de dois milhões de visualização nas redes sociais, o  Anonymous exaltou as manifestações do que chamam de “primavera norte-americana” e mandaram um recado para a polícia do país, em especial para o Departamento de Polícia de Minneapolis .

“Os policiais envolvidos na morte de George Floyd devem ser responsabilizados, presos e acusados por este crime, ou então eles poderão achar que tem uma licença para matar. O povo está cansado da corrupção e violência de uma instituição que prometeu protegê-lo”, afirma o vídeo.

Na sequência, o grupo ressalta que a população agora sabe que a polícia serve apenas para “satisfazer as necessidades das classes dominantes” e não para manter a segurança de todos: “vocês são o mecanismo que eles usam para manter o sistema global de opressão “.

Falando especificamente da polícia de Minneapolis , o Anonymous acusou o departamento de ter um “longo registro de violência e corrupção” e que a morte de Floyd é “só a ponta do iceberg”, afirmando que muitas outras mortes ocorreram pelas mãos dos agentes.

“Infelizmente, nós não confiamos na instituição para garantir que haja justiça. Então, vamos expor seus muitos crimes para o mundo. Nós somos uma legião. Podem aguardar”, finaliza o vídeo.

Site fora do ar e rádios hackeados

Apesar do ressurgimento, o Anonymous não assumiu a autoria da queda do site da polícia de Minneapolis, que está fora do ar desde a noite do último sábado (30). Entretanto, um perfil nas redes sociais que diz ser relacionado ao grupo compartilhou a informação de que o site estava fora do ar, dando a entender que poderia ter alguma relação com o ocorrido.

Além do ataque ao site, o sistema de rádio da polícia de Chicago, no estado de Illinois, também foi alvo dos hackers. Segundo informações da imprensa norte-americana, os rádios deixaram de informar crimes e passaram a tocar a música “f.. the police”, do grupo N.W.A, que quer dizer, basicamente, “f..-se a polícia”.

Nascido em 2003, o ficou conhecido por lutar pelos direitos do povo e contra governos. A partir de 2008, o grupo ficou mais associado ao hacktivismo voltado para promover a liberdade de expressão e já esteve envolvido com diversos temas: cientologia, eleições nos países árabes, Julian Assange – responsável pelo Wikileaks -, além de diversas participações em casos de ativismo ao redor do planeta.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig




EUA antecipam bloqueio da entrada de passageiros do Brasil

Decisão começaria a valer na sexta, mas foi antecipada para quarta e impede que qualquer pessoa que esteve no Brasil nos últimos 14 dias entre

Filas vazias em aeroporto
Agência Brasil

Restrição foi feita para evitar mais contaminações pelo novo coronavírus

Os Estados Unidos (EUA) anteciparam nesta segunda-feira (25) o bloqueio à entrada de passsageiros que têm como o origem o Brasil para evitar a proliferação do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A medida passaria a valer a partir de sexta-feira, mas, de acordo com um comunicado da Casa Branca, o vigor dela será a partir desta quarta.

A proibição foi anunciada por autoridades americanas no domingo, dois dias depois de o Brasil ultrapassar a marca de dois mil mortos pela Covid-19 . O anúncio havia sido feito pela secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany. “A ação de hoje irá garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil não se tornem uma fonte adicional de infecções em nosso país. Essas novas restrições não se aplicam aos voos comerciais entre os EUA e o Brasil”, disse.

Com a mudança, a partir desta terça não poderão entrar nos EUA estrangeiros que tiverem passado pelo Brasil nos últimos 14 dias antes de tentarem ingressar no país.

A restrição, no entanto, tem algumas restrições. Elas não serão aplicadas a pessoas que morem nos Estados Unidos, que sejam casadas com um cidadão americano ou que tenham residência permanente no país. Filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes também poderão entrar, desde que tenham menos de 21 anos.

Já para membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA, o bloqueio é suspenso.

Nesta segunda-feira, o Brasil registrou 374.898 casos de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e 23.473 mortes provocadas pela Covid-19 . O país líder no quadro mundial são os Estados Unidos, que tem 1.660.072 contaminações e 98.184 óbitos.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig