João Azevêdo anuncia reajuste salarial linear de 10% para todos os servidores do Estado

 

Governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), durante entrevista – Foto: Secom PB.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), anunciou nesta segunda-feira (2) um reajuste linear de 10% para todos os servidores estaduais, contemplando ativos, aposentados, pensionistas e comissionados. O anúncio foi feito durante o programa semanal Conversa com o Governador, transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara FM e nas plataformas oficiais do Governo do Estado.

“Depois de muito esforço, decidimos dar um aumento linear de 10%. Isso é o dobro da inflação do ano. É um reajuste que vai beneficiar a todos, incluindo ajustes naturais relacionados ao salário mínimo”, afirmou o governador.

O reajuste será retroativo a janeiro de 2026, com pagamento já previsto para fevereiro, contemplando também valores não pagos anteriormente. Para as forças de segurança, além do reajuste, será incorporado o remanescente da Parcela Provisória de Incorporação (PPI) e concedido aumento de 10% na bolsa dos guardas militares da reserva. A medida beneficiará policiais militares, bombeiros, policiais civis e servidores civis vinculados à segurança.

No caso do magistério estadual, o reajuste de 10% supera os 5,4% fixados pelo Governo Federal para o piso nacional em 2026. Além disso, professores prestadores de serviço que recebiam o salário mínimo passarão a receber o Piso Nacional referente à jornada de 30 horas, equivalente a R$ 3.847,97, a partir de março. A incorporação dos valores remanescentes da PPI para os profissionais da educação será concluída em junho, beneficiando também servidores aposentados.

O governador destacou ainda a valorização de carreiras e a revisão de tabelas salariais, contemplando:

Grupo ANS (661 servidores de nível superior) – correção de 100% na tabela de vencimentos;

Grupo de Políticas Públicas e Gestão Governamental (146 servidores) – revisão de 50%;

Técnicos Administrativos (1.541 servidores) – implantação do PCCR, garantindo proporcionalidade histórica e progressão na carreira.

“Estamos dando um reajuste que, para muitas categorias, é maior que a inflação acumulada desde 2019. Isso é um resgate extraordinário, fruto da riqueza que conseguimos gerar no Estado. Recentemente, recebemos um estudo que mostra que 97% dos municípios da Paraíba tiveram um crescimento muito significativo em seu PIB. Todos eles, 97% dos municípios, registraram aumento do PIB. Isso é graças a medidas como essa”, afirmou Azevêdo.

Outras medidas específicas incluem ajustes salariais para profissionais da Orquestra Sinfônica, da comunicação institucional e implementação de PCCR para diversas categorias, beneficiando mais de 2.348 servidores ativos, inativos e pensionistas, com impacto total adicional de R$ 46,5 milhões por ano.

Ao todo, o conjunto das medidas representa um acréscimo de R$ 1,13 bilhão à folha de pagamento estadual em 2026, beneficiando mais de 100 mil servidores e suas famílias. Segundo o governo, as ações são resultado de uma gestão fiscal responsável, que permite conciliar valorização do servidor, manutenção das carreiras públicas e equilíbrio das contas do Estado.

“O mais importante não é apenas anunciar o reajuste, é garantir que ele seja pago. Estamos preparados para honrar todos os compromissos e fortalecer a valorização do serviço público na Paraíba. Volto a dizer: é um aumento diferenciado. Não quero fazer comparações, mas todo mundo sabe o que está acontecendo no Brasil. Portanto, não tenho dúvida de que este será um dos maiores aumentos concedidos no país”, concluiu o governador.

Assista abaixo o anúncio feito pelo governador João Azevêdo:

 




VIA CRUCIS DO SERVIDOR PÚBLICO Por Francisco Nóbrega dos Santos

VIA CRUCIS DO SERVIDOR PÚBLICO

Por Francisco Nóbrega dos Santos

O Projeto de Lei que deu origem a Lei Complementa 101, de 04 de Maio de 1990, trouxe ao povo brasileiro, esperança de que a vida do País em devaneio, iria respirar com um pouco de oxigênio econômico, nos saturados meios de sobrevivência, já transita na via trintenária.

Alguns, em lamentável frustração, viram suas esperanças, em tese, escorrerem pelos ralos do esgoto da política eleitoreira, tornando sua fé e credibilidade, pelos rumos, no tocante aos servidores públicos, de modo particular, dos Estados e Municípios, sem a expectativa dos dias melhores, firmados nos discursos eleitoreiros.

Quando a Lei de Responsabilidade Fiscal, LRF (LEI DE RESTRIÇOES AO FUNCIONÁRIO), antiga denominação dada AO SERVIDOR DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA OU INDIRETA, SEM EXCLUSÃO DE AUTARQUIAS OU EMPRESAS PÚBLICAS.

Os gestores, numa visão de esperteza, com a complacência dos órgão fiscalizadores, sem exclusão do próprio judiciário, de primeira última instâncias, transformaram tais assertivas, em manobras orçamentárias, com as limitações das despesas correntes, nas quais eram regidos encargos de Pessoal, inserindo nos Orçamentos Anual e Plurianual, valores que vedam qualquer reajuste nos salários ou proventos dos servidores da Administração Pública.

Desse modo, paridade entre os ativos e inativos, deixou de existir, em cruel desrespeito à isonomia, que dava um pouco de fôlego a inativos e pensionistas, muitos desses que sobrecarregam seus desempenhos, contribuindo para o progresso político dos gestores público.

Basta se fazer um paralelo entre os servidores que ocupam cargos de Assessoramento ou Direção, na atual conjuntura para se perceber a disparidade entre essas duas condições.

Numa simples visão dos poderes, constata-se a distância gigante entre ativos ou inativos.

Por outro ângulo, verifica-se na proposta da Lei Orçamentária, onde se estabelece que as despesas de pessoal, rezam como suporte orçamentário, associado as receitas restritas, para fixar 60% das receitas correntes, para custeio de ativos, inativos, pensionistas, além encargos previdenciários, tão restritos que inviabilizam o mínimo reajuste de salários, proventos e benefícios,cuja realidade contribui para miserabilidade do servidor, de modo especial, dos Estados e Municípios.

Convém ressaltar que, considerando que os ativos, muitos na iminência de uma aposentação, ainda dispõem de um força, quase coercitiva, constituída pelo Direito a Greve, não obstante a tecnologia que força restrição do número de admissão de servidores, tenha ocupado espaço, onde existe uma questão social que os fabricantes de normas restritivas implicitamente, existe como corolário de Direitos Humanos, a sobrevivência humana, que para os cofres públicos pesa na proposta orçamentária, no intuito de aumentar as despesas de capital destinadas a obras que rendem mais dinheiro. Não para a Administração, que se obriga a cumprir o princípio da anualidade, além da equidade RECEITA + DESPESA, porém do enriquecimento sem causa.

Os DiReitos Humanos, data vênia, criados para proteção dos frágeis, excluem do raio de atuação os inativos ou pensionistas, que, em muito, contribuíram na atividade, hoje morrem à míngua face ao distanciamento do poder de compra.

Existem casos em que muitos, pelo mérito do exercício de funções de chefia, direção ou assessoramento, mantêm essas vantagens incorporadas, como complemento porém congeladas em ínfimos valores, criam distanciamento do poder aquisitivo. Isso é DESUMANO, à ótica de Direitos Humanos, mundialmente respeitado no Mundo, com exceção do BRASIL. Vote e volte sempre.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Por Francisco Nóbrega dos Santos- Advogado, jornalista, poeta, escritor




Pagamento do funcionalismo público estadual referente a julho será efetuado nesta quarta (30) e quinta-feira (31) será efetuado nesta quarta (30) e quinta-feira (31)

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O pagamento do funcionalismo público estadual referente ao mês de julho será efetuado nesta quarta-feira (30) e quinta-feira (31). No primeiro dia, recebem os aposentados e pensionistas e, no segundo dia, os servidores da ativa das administrações direta e indireta.

O anúncio foi feito pelo governador João Azevêdo, nesta segunda-feira (28), durante o programa semanal Conversa com o Governador, transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara.

“Serão R$ 780 milhões injetados na economia paraibana, o que reflete diretamente nas vendas do varejo que atingiu 9,1% de crescimento no mês passado, representando o maior índice do Brasil, o que significa, verdadeiramente, que as pessoas estão com condições de consumir porque além de pagarmos os servidores em dia, também fazemos o pagamento em dia dos fornecedores e temos atraído empresas para o Estado, resultado da nossa capacidade de investimento e ambiente seguro de negócios”, frisou o chefe do Executivo estadual.

Calendário de pagamentos:

30/07 – pagamento dos salários dos servidores aposentados, pensionistas e reformados

31/07 – pagamento dos salários dos servidores da ativa das administrações direta e indireta

 

 AVANÇOS NA SEGURANÇA – Os avanços na valorização das forças de segurança da Paraíba foram destaques pelo governador João Azevêdo durante o programa “Conversa com o Governador” nesta segunda-feira (28). Ele citou a realização de concursos, a incorporação da Bolsa Desempenho e a Lei de Organização da Polícia Militar entre os exemplos de melhorias. Ainda no programa, João registrou o trabalho da Polícia Civil da Paraíba na localização de pessoas desaparecidas, sendo a instituição policial que mais localiza pessoas desaparecidas, entre os 16 estados das regiões Norte e Nordeste. Os números são do Ministério da Justiça.




Presidente do Sindspol PB Antonio Erivaldo se congratula com o servidor pelo seu dia

Presidente do Sindspol PB – Sindicato dos servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba Antonio Erivaldo Henrique de Souza , se congratular com todos os servidores em particular integrantes da Segurança Pública. O presidente lembra dos benefícios conseguidos pela categoria depois de árdua luta.

Há mais de dezesseis anos que se tentava junto ao Congresso Nacional a tão almejada aprovação da Lei Orgânica das Policiais Civis, o que veio acontecer este ano, o que consideramos uma relevante vitória, concluiu  Erivaldo

 

28 DE OUTUBRO DIA DO SERVIDOR PUBLICO

Parabéns a todos trabalhadores (as) em serviços públicos, em especial vocês da Segurança Pública paraibana, pelo compromisso, dedicação e responsabilidade, servindo e protegendo a sociedade.
HOJE E DIA DE REAFIRMAR NOSSA LUTA POR:
a) Promoções;
B) Reajuste salarial;
C) Nivelamento do salário dos Delegados aos Procuradores;
D) Proporcionalidade de 2/3, dos vencimentos dos Delegados para os demais integrantes do Grupo (GPC-600);
(E) Paridade e integralidade.

SINDSPOL/PB Na Luta!

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Publicada Medida Provisória que define reajuste de servidores públicos do estado da Paraíba

O valor, de acordo com o documento, fica reajustado a partir de 1º de janeiro de 2022.

DOE destee sábado (22) traz Medida Provisória que define reajuste de servidores estaduais. (Foto arquivo)

Foi publicada na edição deste sábado (22) do Diário Oficial do Estado (DOE), a Medida Provisória (MP) de nº 303 que define o reajuste para o servidor público estadual do Poder Executivo. O valor fica reajustado a partir de 1º de janeiro de 2022. O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), já havia anunciado ontem (21) que estenderia o reajuste que concedeu aos policiais

De acordo com o documento,  fica concedido reajuste salarial de 10% no vencimento para diversas categorias (Diário Oficial abaixo) e se estende para efetivos, inativos e pensionistas da Administração Direta e Indireta.

De acordo com a MP, “os proventos e pensões dos servidores públicos inativos que não gozam de paridade ficam reajustados no percentual de 10%”. Conforme o documento acessado  o menor vencimento e menor remuneração atribuídos aos servidores públicos estaduais será de R$ 1.212,00. Já para os servidores do magistério, o reajuste é de 31,3%, valendo também a partir de 1º de janeiro.

Além disso, consta ainda as remunerações das Polícias Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, Civil e Penal. Elas estão nos anexos I, II e III desta Medida Provisória. De acordo com o documento, a Medida Provisória entra em vigor após sua publicação.

Com esse aumento implantado já nos contracheques do mês de janeiro, o impacto anual na folha de pagamento do estado será de R$ 840 milhões, sendo R$ 253 milhões só com as forças de segurança.

Confira abaixo o Diário Oficial do Estado deste sábado (22)




PENALIZAÇÃO BRUTAL – SERVIDOR PÚBLICO Por Francisco Nóbrega dos Santos

PENALIZAÇÃO BRUTAL – SERVIDOR PÚBLICO
Por Francisco Nóbrega dos Santos

A História narra por Mestres e estudiosos do ramo, origem e evolução da
ciência do direito, afirmam que, graças à participação da inteligência humana viera
nascer uma entidade soberana, capaz de dirigir e ordenar o ESTADO. E esse, de
maneira soberana, tornou-se capaz de subjugar o egoísmo do homem, além de
proteger e preservar interesses individuais e coletivos. Daí,numa evolução natural,
surgiram normas de regras e condutas do homem no ambiente social.

Nesse processo evolução, configurado por múltiplas relações de indivíduos para
indivíduos, grupo para grupo foi o Estado induzido a traçar normas de relações
humanas estabelecendo também de relações e agrupamentos humanos.
Nesse desenvolvimento necessário, a prática do direito consuetudinário,
necessariamente fora transmudada para a codificação, que passou a denominação de
direito positivo.

Quando surgiram as constituições codificadas (escritas), nasceu a noção da
ampliação dos ramos de direito que, a princípio, direito público, sob a égide da
soberania do Estado, para posteriormente, derivar-se o direito privado.
Dentre essa ramificação do direito, de modo especial, do direito público, onde,
com a distinção e o direcionamento para a gestão pública, houve a necessidade de, no
gênero do direito público, destinar uma espécie para gerir, de forma, particularizada o
direito administrativo, com poder de gestão e poder de império.

E nessa força vinculante e de múltiplo alcance, particularizou-se gestão publica,
com a centralização dos poderes de imensuráveis e atribuições.
Daí, se tornou necessário o alcance da inteligência humana, para instituir o
corpo diretivo que, obviamente não dispensaria o material humano, sem o qual não
seria impulsionada a máquina administrativa.

Como consequência da necessidade de acionar o mecanismo, nasceu o
funcionalismo, onde seus entes e agentes seriam denominados funcionários públicos,
com estabilidade ou vitaliciedade,vinculação, exclusividade e, sobretudo,
remuneração.

As constituições e as normas infraconstitucionais encarregaram-se da
regulamentação em que seriam definidos direitos e obrigações para os componentes
de cargos e funções, temporários ou permanentes.

Ante a ampliação dos poderes e a ingerência de um poder fortalecido pela
política eleitoreira, o serviço público tornou-se cabide de emprego, onde se formavam
redutos eleitorais, o que onerava os cofres públicos.

por fim, adveio da Carta Magna de 1988, demagogicamente denominada
Constituição Cidadã, muitos privilégios foram cortados. Todavia a máquina pública, no
tocante aos direito da categoria, identificada com funcionalismo, receber o
nomenclatura de servidor público, gozando estabilidade mas com restrições
mutiladoras e direitos sangrados, penalizando, desse modo, uma classe indispensável
ao bom desempenho da missão de conduzir o serviço público.

A cada dia surgem normas que interferem na particularidade do Direito
Administrativo, por exemplo, a Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita os encargos
financeiros com dotações de custeio de despesas com folhas (ativos ou inativos), de
forma proposital e congela a remuneração dos agentes públicos, preservando os
direitos do entes ou agentes políticos.

E assim, enquanto existem restrições de direitos para quem impulsiona a
administração pública, mantêm-se intocáveis os reajustes dos cargos políticos. Isso,
numa Pais onde o crime compensa, os servidores públicos recebem uma
CONDENAÇÃO BRUTAL, com o congelamento de vencimentos e restrições de
remuneração, sem respeito à estabilidade. Mexam-se. A lei não socorre os que
dormem.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Francisco Nóbrega dos Santos- Jornalista, advogado e escritor




Governo quer cortar 25% de salário de servidores até 2024 para compensar gastos

 

Foto: Agência Brasil

Ministério da Economia tenta conter impacto da crise causada pelo novo coronavírus

O governo trabalha na elaboração de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução em 25% dos salários e da jornada de trabalho dos servidores públicos federais de todos os Poderes, de acordo com a minuta do projeto ao qual O GLOBO teve acesso. O dinheiro poderia ser direcionado para ações de combate ao coronavírus na área da saúde.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tem cobrado do governo que a proposta de reequilíbrio fiscal diante da crise provocada pela pandemia deve ser de iniciativa do Executivo.

Se a PEC que está sendo elaborada pelo Planalto para ser enviada ao Congresso for aprovada pelos parlamentares, passará a valer imediatamente e a redução dos salários permanecerá vigente até o fim de 2024.

A redução dos salários não seria válida, no entanto, para os funcionários públicos com salários mais baixos.

Também não valeria para estados e municípios. Mas parlamentares e juízes poderiam entrar no corte de contracheques.

“Até 31 de dezembro de 2024, autorizada a redução da jornada de trabalho dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional em até 25%, com adequação proporcional de remuneração”, diz trecho da PEC do governo, que completa:

“Somente será aplicável aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, aos membros de qualquer dos Poderes, aos detentores de mandato eletivo e aos demais agentes políticos  com remuneração superior a três salários mínimos”.

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