Vídeo: Sergio Moro puxa papo com Alexandre de Moraes, mas é ignorado

Senador Sergio Moro se encontrou com o ministro Alexandre de Moraes, tentou puxar assunto, mas foi ignorado

Vídeo: Sergio Moro puxa papo com Alexandre de Moraes, mas é ignorado

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Sergio Moro e Alexandre de Moraes se encontraram em evento do PP
Reprodução/SBT

Sergio Moro e Alexandre de Moraes se encontraram em evento do PP

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) protagonizou uma tentativa de diálogo na última sexta-feira (19) com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, porém, foi prontamente ignorado. O momento, capturado pelas câmeras do SBT, ocorreu durante o Fórum Brasileiro de Inteligência Artificial, realizado em Brasília pela Fundação Milton Campos, uma instituição associada ao PP.

Enquanto ambos participavam do evento, Moro tentou engajar Moraes com uma pergunta: “Como é que as coisas estão lá? Agitadas?”. No entanto, o ministro Moraes apenas sorriu, evitando qualquer resposta ou interação.

No decorrer do evento, Moraes discursou, sendo agraciado com aplausos de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), incluindo o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Durante sua fala, Moraes também fez um apelo a Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, instando à celeridade na aprovação da lei que estabelece regulamentação para o uso da inteligência artificial no Brasil.

Expressando sua preocupação, Moraes enfatizou: “Aí entramos naquele ciclo vicioso: se não há regulação, há necessidade da Justiça regulamentar, e aí o Judiciário é acusado de usurpar o Legislativo. Se não existe uma regulação, é necessário decidir”.

O ministro também abordou a postergação da votação do Projeto de Lei das Fake News. “Desculpe a sinceridade, mas perdemos a oportunidade de regulamentar essa questão recentemente. Sou a favor de uma regulamentação minimalista, no caso das big techs e das redes sociais. Não devemos especificar tudo, apenas standards [diretrizes básicas], para avançarmos nessa regulação”, concluiu, encerrando seu posicionamento sobre a temática da regulamentação digital no país.




STF atinge maioria para declarar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro; acompanhe

Em julgamento nesta quinta-feira (22), o plenário do STF mandou todos os casos de Lula na Operação Lava Jato para o DF

Ex-juiz Sergio Moro já foi declarado suspeito da condução do caso do triplex do Guarujá
Marcos Oliveira/Agência Senado

Ex-juiz Sergio Moro já foi declarado suspeito da condução do caso do triplex do Guarujá

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (22) para declarar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na condução dos casos do ex-presidente Lula na Operação Lava Jato . Após o placar chegar a 7 a 2, o ministro Marco Aurélio pediu vista.

Votaram pela suspeição de Moro os ministros Gilmar Mendes, Kassio Nunes, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Rosa Weber. Por enquanto, são vencidos os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barros.

Acompanhe ao vivo:

Ao acompanhar o entendimento de Gilmar Mendes, Rosa Weber disse que “plenário não é instância revisora de decisão da turma”. Já o ministro Lewandowski se posicionou acerca de comentário feito pelo ministro Barroso, que fez duras críticas à corrupção no Brasil, a qual ele considera “sistêmica” e “institucionalizada”.

“Não há como o Brasil se tornar desenvolvido com os padrões de ética pública e privada que temos aqui. Precisamos de um pacto de integridade”, disse Barroso.

Lewandowski afirmou que criticar a atuação da Lava Jato não significa que há conivência com a corrupção e também falou sobre as mensagens da Vaza Jato que mostraram troca de informações entre procuradores do Ministério Público com Moro pelo aplicativo Telegram. “Mas isso foi produto de um crime, ministro. Então para o senhor o crime compensa”, respondeu Barroso.

Antes deles, Alexandre de Moraes  acompanhou os ministros Kassio Nunes e Gilmar Mendes pela manutenção da suspeição de  Moro , conforme já havia sido decidida pela Segunda Turma da Corte.

Para Moraes, o plenário do STF não pode reanalisar matéria já julgada pela turma. “Nós estaríamos subvertendo a própria ordem regimental”, afirmou. O entendimento é contrário ao do relator, ministro Edson Fachin, que negou nesta quinta-feira (22) recurso da defesa do petista e votou pela extinção da decisão que declarou o ex-juiz suspeito.

Segundo o ministro Gilmar Mendes, porém, não ficou demonstrado no posicionamento de Fachin que a  declaração de incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba  tornou os demais processos nos quais Moro atuou ficaram esvaziados.

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Lava-Jato critica Bolsonaro e cita ‘forças poderosas’ contra a operação

 

Integrantes da força-tarefa de Curitiba afirmaram que a fala do presidente indica desconhecimento

‘Acabei com a Lava Jato, porque não há mais corrupção no governo’, diz Bolsonaro

Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba criticaram a fala do presidente Jair Bolsonaro, que disse ter acabado com a operação porque não há mais corrupção no governo federal .

Em nota publicada nesta quinta-feira (8), os integrantes do Ministério Público Federal (MPF) afirmaram que a fala do presidente indica desconhecimento sobre os trabalhos e a necessidade de sua continuidade.

“Sobretudo, reforça a percepção sobre a ausência de efetivo comprometimento com o fortalecimento dos mecanismos de combate à corrupção “, afirmaram os procuradores.

No comunicado, a Lava-Jato destacou que é uma operação conjunta de várias instituições do Estado e que ainda se faz necessária.

Os procuradores lembraram a deflagração da 76ª fase da operação nesta quarta-feira (7), quando houve a apreensão de quase R$ 4 milhões em espécie no endereço de um dos investigados.

“O apoio da sociedade, fonte primária do poder político, bem como a adesão efetiva e coerente de todos os Poderes da República, é fundamental para que esse esforço continue e tenha êxito”, afirmaram os integrantes da força-tarefa.

No comunicado, eles reforçaram o compromisso na busca da promoção de justiça, apesar do que chamaram de “forças poderosas” em sentido contrário.

A fala do presidente aconteceu em um evento no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (7). Bolsonaro disse ter “orgulho” da atuação do seu governo no combate à corrupção, mas acrescentou que “não é virtude, é obrigação”.

“Eu desconheço lobby para criar dificuldade para vender facilidade. Não existe. É um orgulho, uma satisfação que eu tenho, dizer a essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava-Jato. Eu acabei com a Lava-Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação”, disse Bolsonaro, durante a cerimônia.

O discurso foi criticado pelo ex-ministro Sergio Moro , que foi responsável pelos processos da operação até deixar o cargo de juiz para assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro.

Moro rebateu mais tarde, sem citar a frase do presidente. O ex-ministro publicou nas suas redes sociais:

“As tentativas de acabar com a Lava Jato representam a volta da corrupção. É o triunfo da velha política e dos esquemas que destroem o Brasil e fragilizam a economia e a democracia. Esse filme é conhecido. Valerá a pena se transformar em uma criatura do pântano pelo poder?”.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Ig




O PLJ – PARTIDO DA LAVA JATO: Escrito Por Rui Leitao 

O PLJ – PARTIDO DA LAVA JATO: Escrito Por Rui Leitao
Inicialmente os propósitos pareciam confiáveis. A Lava Jato surgia dando a esperança de que realmente vinha para combater a corrupção no Brasil. Os primeiros movimentos ofereciam essa perspectiva. Os procuradores do Ministério Público Federal, comandados por Deltan Dallagnol, conquistaram a confiança da sociedade brasileira, contando com a ajuda da grande mídia corporativa nacional.
O que se espera de uma “força Tarefa” que assume a responsabilidade de investigar atos de corrupção num país? Que seja isenta e apartidária. Aos poucos deu para perceber que a chamada “República de Curitiba” tinha outros objetivos. Uma estranha associação entre procuradores de justiça e julgadores, dava a demonstração de que havia um projeto político por trás dessas boas intenções. Não tardou muito para que isso ficasse evidenciado.
Se apresentando como uma cruzada de “cidadãos de bem” contra corruptos, na verdade mostrou ser uma ação reacionária ideologicamente de extrema direita. O Ministério Público Federal do Paraná assumiu o papel de “polícia política”, numa articulação com o poder julgador, na pessoa do Juiz Sérgio Moro, que, por sua vez, adotou uma postura comportamental de favorecimento parcial à acusação. Se estabeleceu, para delírio da imprensa elitista, uma fúria persecutória contra os partidos de esquerda e a maior liderança popular do país, com o intuito de viabilizar politicamente a ascensão da direita ao poder.
Usaram despudoradamente as instituições democráticas como armas contra os adversários escolhidos e montagem de um palanque para dar força ao discurso que ajudasse a desgastar a já enfraquecida credibilidade da atividade política. Definiram a “anti-política” e o “antipetismo” como bandeiras dessa operação que se dizia “contra a corrupção”. O juiz Moro desenvolveu uma estratégia política enquanto exercia o papel de chefe das investigações, desconsiderando a obrigação que um magistrado deve ter, mantendo-se distante das partes antes de julgar. Fez, então, triunfar na eleição de 2018 a tese de que “os fins justificam os meios”. Tanto é verdadeira essa compreensão que o Partido da Lava Jato aderiu à candidatura do presidente eleito, ganhando, por compensação, o cargo de Ministro da Justiça.
O PLJ, entretanto, percebeu que o “outsider” que ajudou a eleger, não estava disposto a alimentar a ambição política do pessoal da “República de Curitiba”. Ameaçados de darem continuidade ao projeto que idealizaram, seus integrantes resolveram romper saindo do governo e se posicionando como adversários com vistas à eleição de 2022. Já lançaram candidato à presidência e estão em plena campanha. Não é preciso muito esforço para saber quem seja. Claro, o comandante maior do Partido da Lava Jato, o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro.
Nas eleições de 2018 o procurador Deltan Dalagnol já cogitou em disputar o mandato de senador pelo Paraná. Naquele ano o PLJ já estava consolidado, ao arrepio das leis. Se bem que obediência ao que se possa entender como legalidade nunca foi o forte da República de Curitiba. As revelações do Intercept, todavia, deixaram o “rei nu”. O PLJ já não tem condições de se exibir como o promotor da justiça e do combate à corrupção. Não se combate a corrupção praticando atos que violentam o Estado Democrático de Direito. Vamos em frente.
www.reporteriedoferreiar.com.br    Por Rui Leitão, Jornalista, advogado e escritor.



Reunião do Ministério teve de tudo: palavrões, briga entre ministros, discussão sobre PF e críticas à China

Está explicado por que Jair Bolsonaro não quer obedecer à ordem do Ministro Celso de Mello, decano do STF, de entregar para investigações o vídeo da reunião ministerial citada pelo ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro

Reunião do Ministério citada por Sergio Moro em depoimento à PF
Reunião do Ministério citada por Sergio Moro em depoimento à PF (Foto: Divulgação/ Marcos Corrêa/PR)

 A coluna da jornalista Bela Megale traz um relato da reunião ministerial citada por Sergio Moro em seu depoimento na Polícia Federal no sábado passado.

Autridades presentes na reunião confirmaram à coluna que Bolsonaro falou sobre a troca de comando da Polícia Federal, conforme o ex-ministro tinha denunciado. A reunião foi cenário para vários problemas.

Bolsonaro estava de “péssimo humor”, segundo os presentes, reclamou com ministros e ameaçou demitir qualquer um, inclusive o então ministro da Justiça, Sergio Moro. A ameaça foi feita quando o Bolsonaro abordou a troca comando da PF no Rio e na direção-geral do órgão.

Durante a reunião, Bolsonaro também se queixou a Moro das prisões de pessoas que estavam em lugares vetados por causa da pandemia do coronavírus.

Os relatos dão conta de que Bolsonaro falou muitos palavrões e que alguns presentes fizeram críticas à China.

Houve também um bate-boca entre os ministros Paulo Guedes (Economia) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

Os generais do Palácio do Planalto, que ocupam os mais importantes postos no governo avaliam que a publicação do vídeo seria muito ruim, informa a colunista do Globo.
www.reporteriedoferreira.com.br     / Brasil 247




Entenda quais são as acusações de Moro contra Bolsonaro

Se não conseguir provar acusações contra o presidente da república, Sergio Moro também pode responder por crimes

Moro e Bolsonaro

Sergio Moro presta depoimento na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba

Neste sábado (2), o ex-ministro da justiça Sergio Moro presta depoimento na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Moro é ouvido por expressar, segundo ele, a interferência do presidente Jair Bolsonaro no comando e investigações da Polícia Federal.

Entenda quais são as acusações do ex-ministro da justiça contra o presidente da república e quais podem ser as implicações contra o próprio Sergio Moro, caso não consiga provar as alegações.

Moro acusa Bolsonaro de:

Obstrução à investigação, crime previsto na Lei de Organização Criminosa para quem atrapalha uma investigação – no caso, Bolsonaro estaria fazendo isso na Polícia Federal, obstruindo investigações contra crimes, segundo acusação Moro;

Falsidade ideológica, que consiste inserir em um documento público ou particular uma informação falsa – Moro não assinou o documento de desligamento de Maurício Valeixo do cargo na PF, como publicado no Diário Oficial, fato justificado por Bolsonaro;

Coação no curso de processo, quando há emprego de violência ou grave ameaça para interferir em um processo judicial;

Prevaricação, é o crime em que o funcionário público age de forma a satisfazer questões pessoais em sua atuação;

Advocacia administrativa, crime em que funcionário público patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública;

Se Moro não conseguir provar acusações

Procuradoria Geral da República mencionou que se os fatos não ficarem provados, Moro pode responder pelos crimes de calúnia e denunciação caluniosa.

Sobre isso, há controvérsias segundo especialistas, já que o crime de denunciação caluniosa implica que o acusador (no caso, Moro) saiba que o acusado (Bolsonaro) seja inocente e mesmo assim preste depoimentos falsos. Se Moro realmente acreditar e puder provar sua visão de acusações, a denunciação caluniosa não seria cabível.

O inquérito é delicado pois dependendo do que for provado contra Bolsonaro, Moro pode em um segundo momento responder por crime de corrupção passiva privilegiada,  em que um sujeito deixou de denunciar um ato ilegal de autoridade superior para conseguir proteção, ou para benefício de manter sua posição.

www.reporteriedoferreira.com.br Por ig




Celso de Mello abre inquérito para investigar acusações de Moro contra Bolsonaro

No discurso em que anunciou sua saída do governo, ex-ministro afirmou que o presidente tentou interferir nas atividades da Polícia Federal

celso de mello
Nelson Jr./SCO/STF

Celso de Mello autorizou investigação de acusações de Moro contra Bolsonaro

O ministro Celso de Mello , do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (27) a abertura do inquérito para investigar o conteúdo do discurso de despedida de Sergio Moro do governo.

No discurso, proferido na última quinta-feira, Moro acusa o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir nas atividades da Polícia Federal. No pedido de abertura de inquérito, o procurador-geral da República, Augusto Aras, quer saber se Bolsonaro cometeu crime e também se Moro falou a verdade. Ou seja: ambos são alvo da investigação.

No pedido de abertura de inquérito, Aras informou que pretende apurar crimes como falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação e obstrução de Justiça.

Entre as providências, o procurador-geral solicitou que o Supremo interrogue o ex-ministro. Aras também quer que Moro mostre “documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.

www.reporteriedoferreira.com.br    Por Agência O Globo 




Sérgio Moro fala em demissão após Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

Presidente tenta agora impedir que Moro saia de fato do governo. Ministro vê intenção de trocar diretor da PF como uma desautorização de Bolsonaro a ele

(foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
(foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)

O ministro Sergio Moro, da Justiça, falou ao presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (23/4), que sai do governo se ocorrer a troca de comando da Polícia Federal. Bolsonaro esclou ministros que tentam, agora, impedir a saída de Moro.

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Bolsonaro anunciou ao ministro que o atual diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, deve ser demitido para dar lugar a um nome que tenha maior proximidade com o Planalto. Moro, porém, vê na troca um ato extremo de desautorização, que ocorreria para proteger aliados atualmente na mira da corporação, e disse que, saindo Valeixo, ele também sai.
A intenção de fazer a troca ocorre em meio ao andamento de um inquérito, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do Procurador-geral da República, Augusto Aras, que mira deputados bolsonaristas. Eles são suspeitos de atuar para financiar e incentivar manifestações contra o Supremo e o Congresso
.
As manifestações foram convocadas em várias cidades para pedir um “novo AI-5”. O próprio presidente participou de um ato em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília.

Resistência da corporação

As tentativas de trocar o diretor-geral da PF encontram resistência não só de Moro, mas também de delegados e agentes. É consenso que, se concretizadas, enfraquecerão o ministro da Justiça.
Dentro da corporação, a notícia da troca foi recebida como uma bomba por agentes e delegados. A Presidência não havia se manifestado sobre o caso até a última atualização desta matéria. Já a assessoria do Ministério da Justiça disse apenas que a saída de Moro “não está confirmada”.