Eleições municipais: TSE faz cerimônia de verificação dos sistemas para 2º turno

Procedimento também foi realizado antes do primeiro turno das eleições

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iG Último Segundo

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TSE realiza testes do sistema de votação às vésperas da eleição
José Cruz/Agência Brasil – 27/11/2023

TSE realiza testes do sistema de votação às vésperas da eleição

Neste sábado (26), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou a verificação dos sistemas responsáveis pelo recebimento e totalização dos votos das eleições . Neste domingo (27), acontece o segundo turno das eleições municipais em todo o país.

cerimônia faz parte do cronograma de fiscalização dos sistemas eleitorais, que consiste em uma série de testes para assegurar a transparência do processo eleitoral. O mesmo processo foi feito antes do primeiro turno, que aconteceu no início do mês.

Com a Cerimônia de Verificação da Integridade e Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, a Justiça Eleitoral garante que os sistemas são os mesmos assinados na cerimônia de lacração dos sistemas digitais, isso é feito por meio de uma verificação de assinatura digital.

O intuito é assegurar que os sistemas em operação no  TSE  não passaram por nenhuma mudança desde 5 e 10 de dezembro, quando os sistemas foram lacrados.

De acordo com as informações do Tribunal, o processo realizado neste sábado foi concluído com sucesso e não foram apontadas e irregularidades. Hoje, foram verificados três sistemas que cuidam do recebimento e transmissão da totalização dos votos . São eles:

  • Sistema de Gerenciamento da Totalização (SISTOT): acompanha o recebimento e gerencia as totalizações dos resultados a partir de arquivos processados pelo Receptor de Arquivos de Urna;
  • Receptor de Arquivos de Urna (RecArquivos): recebe pacotes gerados pelo Transportador de Arquivos e os coloca à disposição para serem consumidos pelo Sistema de Gerenciamento da Totalização;
  • Informação de Arquivos de Urna (InfoArquivos): fornece ao Transportador de Arquivos a situação dos arquivos enviados e recebidos na base de dados da Justiça Eleitoral.

Toda a cerimônia ainda foi acompanhada por representantes de entidades convidadas para fazer a fiscalização do procedimento, entre eles estavam:

  • Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Câmara dos Deputados;
  • Agência Brasileira de Inteligência (ABIN);
  • ⁠Polícia Federal (PF);
  • ⁠Senado;
  • ⁠Tribunal de Contas da União (TCU);
  • ⁠Sociedade Brasileira de Computação (SBC);




Eleições municipais de 2024: veja o calendário para o segundo turno

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 33,9 milhões de eleitores voltarão às urnas para escolher seus prefeitos em 51 municípios

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Atualizada às 

Segundo turno das eleições acontece neste domingo (27)
José Cruz/Agência Brasil – 27/11/2023

Segundo turno das eleições acontece neste domingo (27)

segundo turno das Eleições Municipais de 2024 está marcado para este domingo (27).  De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 33,9 milhões de eleitores voltarão às urnas para escolher seus prefeitos em 51 municípios brasileiros, sendo 15 capitais.

Confira o calendário dos últimos dois dias da campanha eleitoral:

25 de outubro (sexta-feira):

  • Fim da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.
  • Prazo final para debates eleitorais e para indicação de fiscais e delegados pelos partidos.
  • As Forças Armadas não podem se aproximar dos locais de votação sem ordem judicial, exceto em estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes.

26 de outubro (sábado):

  • Último dia para uso de equipamentos de som em campanhas, distribuição de material gráfico e realização de caminhadas, carreatas ou passeatas.
  • Proibição de transporte de armas e munições por colecionadores, atiradores e caçadores (CACs).

27 de outubro – dia do segundo turno (domingo):

  • Votação das 8h às 17h. Eleitores que estarão fora de seus domicílios eleitorais podem apresentar justificativas de ausência nos cartórios eleitorais.
  • Realização dos testes de integridade das urnas eletrônicas em cada estado.
  • Apuração dos votos a partir das 17h, com divulgação dos resultados na sequência.




PL e PT têm mais candidatos no 2º turno, com favoritismo à direita

Foto: Reprodução

Eleitores voltarão às urnas no próximo domingo (27) para definir o segundo e último capítulo das eleições municipais de 2024 com um roteiro bem similar ao do primeiro. Apesar de PL e PT terem o maior número de candidatos nas 51 cidades com campanha em andamento, o favoritismo maior está à direita.

Os municípios que terão segundo turno para a definição do próximo prefeito somam 22% do eleitorado nacional e englobam 15 das 26 capitais estaduais.

O PL de Jair Bolsonaro e de Valdemar Costa Neto é o campeão de nomes em disputa por essas grandes cidades, 23. O longínquo segundo lugar é do PT de Lula, com 13.

O resultado do primeiro turno e as pesquisas e projeções do segundo apontam, porém, que apesar de o PT ainda figurar nesta segunda fase como um dos principais concorrentes, a preponderância nessa eleição é da direita e da centro-direita.

Um resumo do primeiro turno pode ser dividido entre o mapa geral das mais de 5.500 prefeituras do país e, depois, o cenário nas 103 maiores cidades, aquelas que reúnem quase 40% do eleitorado nacional.

Na disputa geral, o PSD levou a melhor, com 878 prefeituras, desbancando por pouco o reinado que o MDB (847 prefeitos eleitos) exercia eleição após eleição nos grotões. Em seguida vieram PP (743), União Brasil (578), PL (510) e Republicanos (430). O PT ficou na nona posição, com 248 eleitos, recuperando-se levemente dos tombos verificados nas disputas de 2016 e 2020.

Nos grandes centros urbanos, que é onde os partidos têm seus principais quadros e investem seus maiores recursos, o PL foi vencedor do primeiro turno. Elegeu dez prefeitos e manteve outros 23 candidatos na disputa.

A seguir, vieram os mesmos cinco do painel geral, com algumas mudanças de posição: União Brasil (8), PP (7), PSD (6), MDB (5) e Republicanos (4). O PT ficou em décimo, com 4 eleitos.

À exceção do PT e de parte do oposicionista e bolsonarista PL, o conjunto desses partidos se destaca, na maior parte, pela ausência de diretrizes ideológicas coesas e por um forte componente fisiológico, com foco em emendas parlamentares e cargos, contemplando em seus quadros o chamado “centrão”.

Tirando o PL, todos os cinco ocupam ministérios no governo Lula, além, obviamente, do PT.

Das 13 cidades em que o partido de Lula disputa o segundo turno, algumas derrotas são dadas como muito prováveis, como a da candidata Maria do Rosário em Porto Alegre.

O principal nome defendido pelo PT nessa eleição nem da sigla é e também enfrenta um cenário dificílimo: Guilherme Boulos (PSOL), candidato de Lula em São Paulo, aparece 18 pontos percentuais atrás de Ricardo Nunes (MDB) na mais recente pesquisa do Datafolha.

As principais apostas para tentar minimizar o péssimo resultado são Fortaleza, Natal, Cuiabá e Mauá.

“Eu acho que para o Lula ficou bom. Vamos pegar duas cidades emblemáticas, né? Rio de Janeiro e Recife [que reelegeram Eduardo Paes, do PSD, e João Campos, do PSB]. Se você pegar Belo Horizonte [Fuad Noman, do PSD], está indo bem”, diz Jilmar Tatto, secretário de comunicação do PT, citando nomes de fora do partido, mas que são aliados de Lula.

“Tem que pegar um por um, depois da eleição, e começar a articular o palanque de 2026 [da candidatura de Lula à reeleição], vinculado a reestruturação do governo, já pensando a eleição de 2026.”

O presidente do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, diz que o partido está no páreo nas três cidades que disputa o segundo turno no estado. Mauá, Diadema e Sumaré.

“Os números estão mostrando uma recuperação, mas muito aquém do que já fomos. O nosso desejo é voltarmos a ser o que fomos antes de 2013, mas não tem como fazer essa comparação porque depois de 2013 houve uma mudança radical na composição e no papel dos partidos.”

Já o PL de Bolsonaro tem ao menos 10 de seus 23 candidatos nos grandes centros ou favoritos ou disputando palmo a palmo.

Pesquisa Quaest divulgada na quinta-feira passada (17), por exemplo, mostrou Emília Corrêa (PL) 20 pontos percentuais à frente de Luiz Roberto (PDT) em Aracaju (SE), o que pode dar ao partido de Valdemar ao menos três capitais —a sigla já levou Rio Branco (AC) e Maceió (AL) no primeiro turno.

O partido ainda disputa em situação de empate ou próximo de empate em Fortaleza, Manaus, Cuiabá, Belo Horizonte, Palmas e Goiânia, entre as capitais.

Valdemar credita o sucesso a Bolsonaro, que se filiou ao partido em 2021 e catapultou a escalada do partido de médio para grande. “É o Bolsonaro. Bolsonaro é um fenômeno.”

Já o PSD de Gilberto Kassab aposta as principais fichas na reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, que tem aparecido nas pesquisas ligeiramente à frente de Bruno Engler (PL), e em Eduardo Pimentel em Curitiba.

Integrantes da cúpula do partido dizem ter expectativa de superar o MDB não só em prefeituras, mas também em população governada.

O MDB tem três nomes com grande favoritismo nas nas maiores capitais do país. Além de Nunes em São Paulo, Sebastião Melo em Porto Alegre e Igor Normando em Belém.

O União Brasil (resultado da fusão de DEM e PSL) tem nomes fortes em Goiânia, Natal e Campo Grande.

O PP é favorito para levar João Pessoa. O Republicanos, que reelegeu Lorenzo Pazolini em Vitória no primeiro turno, está em cinco disputas nessa segunda fase, mas em nenhuma capital.

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Ricardo Coutinho contraria o PT e anuncia neutralidade no segundo turno em João Pessoa

A posição de Ricardo Coutinho enfraquece a mobilização pretendida pelo partido em torno do esforço de unificação das forças progressistas no segundo turno em João Pessoa

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PT), anunciou neste domingo (13) sua decisão de permanecer neutro no segundo turno das eleições para a Prefeitura de João Pessoa. O posicionamento coloca Coutinho em desacordo com a Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), que havia orientado seus filiados a apoiarem a candidatura de Cícero Lucena (Progressistas) como estratégia para impedir a ascensão do ex-ministro Marcelo Queiroga (PL), candidato alinhado ao bolsonarismo.

Em seu pronunciamento, Ricardo justificou sua escolha afirmando que não vê diferença substancial entre as candidaturas de Cícero e Queiroga e que não poderia “rebaixar seus sonhos” ao apoiar qualquer um dos projetos. “Não preciso de muitas palavras para dizer que não consigo me encaixar em nenhuma dessas duas candidaturas”, declarou.

Posicionamento contrário à orientação do PT

A decisão de Coutinho vai contra a resolução tomada pelo PT no último dia 8, em que o partido recomendou engajamento na campanha de Cícero Lucena como forma de evitar a vitória de Marcelo Queiroga, identificado como representante da extrema-direita. O ex-governador seguiu o mesmo caminho de neutralidade do ex-prefeito Luciano Cartaxo, cujo posicionamento já havia gerado repercussão no cenário político local.

Ricardo Coutinho argumentou que sua escolha é uma “objeção de consciência” e criticou duramente tanto Queiroga quanto Cícero Lucena. Ele ainda acusou o aliado de Cícero, o governador João Azevêdo, de ter conivência com facções criminosas que atuam nas periferias de João Pessoa. “Vou seguir a voz da minha consciência e a razão de que uma outra política é possível e necessária. Não posso rebaixar meus sonhos, trocando-os pela inutilidade de um voto em alguém que é um bolsonarista convicto e que adicionou a essa condição uma relação perigosa e nefasta com as facções criminosas que controlam as periferias da nossa Capital sob o olhar complacente e conivente de João Azevêdo”,
afirmou.entou Coutinho em tom crítico.

Para ele, votar em qualquer um dos candidatos não reduziria o poder da extrema-direita no Brasil nem alteraria o cenário para as próximas eleições presidenciais de 2026. “Não existem diferenças de conteúdo entre essas candidaturas, e o voto em algum dos dois não estaria reduzindo o poder da extrema-direita no Brasil, hoje e em 2026″, completou.

Impacto político da decisão

A posição de Ricardo Coutinho já era esperada, contudo, não deixa de criar mais um impasse dentro do PT e enfraquecer a mobilização pretendida pelo partido em torno do esforço de unificação das forças progressistas no segundo turno em João Pessoa.

O cenário eleitoral na capital paraibana ganha ainda mais complexidade com a postura crítica de lideranças importantes como Coutinho e Cartaxo, evidenciando as dificuldades para a formação de alianças no campo da esquerda.

Por  Poder Paraíba




Nem Queiroga, nem Cícero: Luciano Cartaxo diz que não tem candidato em João Pessoa e ‘libera’ eleitorado

 Luciano Cartaxo decidiu que não irá fazer campanha para nenhum dos dois candidatos que vão disputar o segundo turno na capital.

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Luciano Cartaxo (Foto: reprodução)

Luciano Cartaxo (PT), deputado estadual e ex-candidato a prefeito de João Pessoa, emitiu na manhã desta quinta-feira (10) nota com seu posicionamento no segundo turno das Eleições 2024.  Cartaxo decidiu que não irá fazer campanha para nenhum dos dois candidatos que vão disputar o segundo turno na capital.

Ao longo da nota, Cartaxo diz que a informação de seu posicionamento ocorre “em respeito aos 50 mil pessoenses que confiaram o voto a prefeito de João Pessoa” e agradece pela votação.

O segundo turno, como definido pelo calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ocorrerá em 27 de outubro.

| Veja nota de Luciano Cartaxo: 

NOTA

”Em respeito aos 50 mil pessoenses que me confiaram seu voto para prefeito de João Pessoa, informo que não vou fazer campanha para nenhum dos candidatos que estão na disputa neste 2º turno. Mais uma vez agradeço àqueles que verdadeiramente estiveram ao nosso lado nesta caminhada. E reitero que o povo de João Pessoa sempre poderá contar com o meu trabalho para melhorar a qualidade de vida de todas e todos!”

– Luciano Cartaxo

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João Pessoa terá segundo turno entre Cícero Lucena e Marcelo Queiroga

Por Parlamentopb

Favorito em todas as pesquisas, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP) terá que disputar o segundo turno com o médico Marcelo Queiroga (PP). Não era esse o panorama traçado pelas principais pesquisas que apontavam a possibilidade de Cícero vencer o pleito já no primeiro turno.

Desde o início da apuração, Marcelo figurou no segundo lugar e permaneceu assim até o fim.

Cícero Lucena se aproximou muito de obter 50% dos votos mais um, o que encerraria a eleição da capital da Paraíba neste domingo, mas ele terminou com 205.122 votos ou 49,16% dos válidos. Marcelo Queiroga teve 90.840 votos ou 21,77%.

Confira a votação de todos os candidatos de João Pessoa.




Campina Grande terá 2º turno entre Bruno Cunha Lima e Jhony Bezerra

A apuração dos votos foi concluída em Campina Grande por volta das 18h45 e haverá segundo turno da Rainha da Borborema. O resultado é uma grande surpresa por causa do crescimento do médico Jhony Bezerra (PSB) que vai ao segundo turno enfrentando o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), que disputa a reeleição.

Bruno teve 110.807 votos ou 48,22% dos votos válidos. Jhony obteve 79.471, ou 34,58% dos votos válidos. Inácio Falcão (PCdoB) foi o tereiro colocado com 16.448 ou 7,16%. Em quarto veio Arthur Bolinha (NOVO) com 16.282 (7,09%). O quinto lugar coube e André Ribeiro (PDT) com 5.386 votos ou 2,34%. E o sexto foi o professor Nelson Júnior (PSOL) com 1.403 votos ou 0,61%.

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Eleições 2020; 57 prefeitos foram eleitos no segundo turno em todo o país

O resultado do segundo turno das eleições brasileiras foi conhecido, na maioria das cidades, em pouco mais de 60 minutos de apuração. Por causa da diferença de horário em relação a Brasília, Rio Branco, no Acre, foi a última cidade a conhecer seu novo prefeito: Tião Bocalom (PP), que derrotou a atual prefeita, Socorro Neri (PSB).

Os números das urnas apontam um predomínio do MDB, que elegeu dez cidades, do PSDB que elegeu oito (sete nas regiões sul e sudeste, e Porto Velho) e do Podemos, que elegeu sete prefeituras neste domingo.

Apesar de contar com quatro vitórias neste domingo (duas em Minas Gerais e duas em São Paulo), o PT amarga um ponto baixo na sua trajetória: pela primeira vez o partido não elege prefeitos para as capitais desde a redemocratização. O Novo elegeu seu primeiro nome à prefeitura, em Joinville (SC).

Confira abaixo os eleitos no segundo turno das eleições brasileiras em 2020:

 

 




Ibope aponta vitória de Cícero Lucena com 58% em JP; Nilvan tem 42%

Cícero Lucena e Nilvan Ferreira (Foto: Reprodução / Imagem compartilhada no WhatsApp)

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) aponta o candidato Cícero Lucena, do Progressistas, com 58% dos votos válidos, na disputa pelo segundo turno em João Pessoa.

O levantamento mostrou que o emedebista Nilvan Ferreira tem 42% dos votos válidos.

Cícero Lucena (PP) – 58%

Nilvan Ferreira (MDB) – 42%

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

  • Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 602 eleitores da cidade de João Pessoa
  • Quando a pesquisa foi feita: 27 e 28 de novembro
  • A pesquisa foi encomendada pela TV Cabo Branco
  • Número de identificação na Justiça Eleitoral: PB 00983/2020
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.



Mais de 700 policiais fazem segurança do segundo turno, em João Pessoa segurança do segundo turno, em João Pessoa

Foto: divulgação/Polícia Militar

A Operação Voto Seguro II, para o 2º segundo turno das Eleições 2020, em João Pessoa, vai contar, ao todo, com 718 policiais militares. Além disso, estarão disponíveis 211 viaturas, entre carros, motos, vans e outros veículos.

A operação começa nesta sexta-feira (27) com comboios circulando pelos bairro utilizando, inclusive, drones.

Os policiais estarão nos mais de 200 locais de votação para receber as urnas que ficarão sob vigilância. O esquema de segurança contempla também o policiamento nas comemorações.

Os policiais vão atuar na segurança das urnas nos locais de votação, rondas ao redor dos locais de votação para coibir condutas proibidas e policiamento para evitar confronto entre militâncias antes, durante o pleito e nas comemorações.

No 1º turno, foram apreendidos mais de R$ 100 mil em ações para coibir a compra de votos, além, de 419 denúncias de crimes eleitorais verificados pela PM, 159 pessoas conduzidas até as delegacias da PF ou Polícia Civil, além de 17 armas de fogo e 70 veículos apreendidos.

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