Luxa comanda treino no Vasco, e jogadores são avisados de promessa de pagamento de salário

A apresentação do técnico Vanderlei Luxemburgo e a promessa de pagamento de pelo menos parte dos salários atrasados marcaram o começo de 2021 do Vasco. Na tarde deste sábado, no CT do Almirante, o treinador foi apresentado ao elenco e deu início ao trabalho que visa manter o time de São Januário na Série A do Brasileirão.

Luxa não foi a única novidade. Alexandre Pássaro, ex-São Paulo, novo diretor executivo, também participou da reapresentação do grupo. Ao conversar com os atletas, o presidente eleito Jorge Salgado, ao lado de Alexandre Campello, atual mandatário, anunciou a captação de recursos para começar a regularizar as pendências financeiras.

Vanderlei Luxemburgo está de volta ao Vasco — Foto: Marcos Ribolli

Vanderlei Luxemburgo está de volta ao Vasco — Foto: Marcos Ribolli

Pelo apurado pelo ge, a nova direção vascaína pretende pagar o mês de outubro (CLT e imagem) e duas parcelas do acordo de repactuação de vencimentos no próximo dia 5. Não há previsão, porém, para o depósito da remuneração de funcionários, que também sofrem com atrasos.

Salgado, ao se manifestar em uma rede social, afirmou ter confiança no sucesso da missão de escapar do rebaixamento:

– Em nome dos vascaínos disse o que esperamos deles: garra, coragem, luta e dedicação total à missão de manter o Vasco na Série A.

O treino foi comandando por Luxa. Inicialmente, , o grupo de atletas foi dividido em dois para um trabalho físico de intensidade e resistência. Na sequência, mais uma divisão, dessa vez em três grupos para uma atividade de posse de bola, em campo reduzido.

O Vasco volta a treinar neste domingo, com atividades pela manhã e pela tarde – algo que não vinha ocorrendo com Ricardo Sá Pinto. O próximo jogo é diante do Atlético-GO, dia 7, em Goiânia.

Comum em toda a temporada, o atraso salarial está assim dividido em São Januário:

  • Funcionários: novembro e 13º.
  • Jogadores: outubro, novembro e 13º (CLT) e direitos de imagem (nem todos recebem) e o acordo de repactuação feito em março
  • www.reporteriedoferreiracom.br      .Por Hector Werlang — Rio de Janeiro



Presidente da CMJP garante que vereadores da capital não terão reajuste nessa legislatura

Nessa quinta-feira (02), o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, João Corujinha (Progressistas), descartou a possibilidade de apreciar o Projeto de Lei Complementar (PLC) que reajusta o salário dos vereadores na Capital, após a tese ser levantada nas redes sociais.

Segundo ele, a matéria foi apresentada em 2019 e por isso ainda consta no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL) da Casa, no entanto, não chegou nem chegará a ir a plenário.

“Esse projeto foi apresentado no ano passado por isso que consta no SAPL, mas nunca foi ao plenário. O projeto não foi colocado em pauta e nem será”, destacou.

Ele ressaltou que o parlamento é sensível ao atual momento atípico vivido pela população em meio à pandemia do coronavírus e por isso a Câmara continuará sem reajuste, até o fim desta legislatura, que se encerra em janeiro de 2021.

“Não é momento para se pensar nisso. Os vereadores estão há oito anos sem aumento e devemos completar 12 anos sem aumento até o fim dessa legislatura. É um projeto a ser arquivado.”, adiantou João Corujinha.

www.reporteriedoferreira.com.br




Projeto que propõe reajuste de salários dos vereadores de João Pessoa tramita na Câmara

Caso aprovado, o salário do futuro presidente da Câmara, por exemplo, pode chegar a quantia de 28,4 mil.

Câmara Municipal de João Pessoa
Câmara Municipal de João PessoaFoto: Divulgação

Tramita na Câmara Municipal de João Pessoa um projeto que discute sobre o reajuste dos salários dos vereadores. O prazo para definição estende-se até este ano. Caso haja aprovação, a adequação será implantada no exercício 2021 – 2025.

Com autoria da mesa diretora, através do vereador o João Corujinha (Progressistas), o projeto de Lei Complementar prevê a mudança no valor de R$ 15.000 para R$ 18.991.

Esta é a segunda vez que desde 2016 há uma tentativa de alteração. Na primeira oportunidade, os salários foram mantidos congelados em razão da crise econômica.

O salário do futuro presidente da Câmara, por exemplo, pode chegar a quantia de 28,4 mil.




Servidores da Prefeitura da Capital receberão salário de junho em 29 e 30, garante Luciano

Cartaxo definiu que a folha do mês de junho será paga nos dias 29 e 30 deste mês, garantindo um aporte de R$ 136 milhões na economia, junto com o 13º, em um intervalo de 16 dias.

Vale lembrar que na última nessa quinta-feira,19 a  PMJP pagou a primeira parcela do 13º salário dos servidores municipais. (Foto: Arquivo)

A Prefeitura de João Pessoa vai pagar os salários de junho dos servidores nos dias 29 e 30. O anúncio foi feito nessa sexta-feira (19) após reunião do prefeito Luciano Cartaxo com a equipe econômica.

Vale lembrar que nessa quinta-feira,19 a PMJP  pagou a primeira parcela do 13º salário de todos os servidores da edilidade  municipal.

O Prefeito Luciano Cartaxo se reuniu com a equipe econômica para avaliar as primeiras medidas de flexibilização e traçar o planejamento financeiro para o segundo semestre deste ano. O gestor definiu que a folha do mês de junho será paga nos dias 29 e 30 deste mês, garantindo um aporte de R$ 136 milhões na economia, junto com o 13º, em um intervalo de 16 dias.

Durante o encontro de trabalho, o prefeito também conferiu os trabalhos de combate à pandemia do novo coronavírus, como a abertura dos 14 novos leitos de UTI esta semana, além do início da distribuição de 20,8 mil cestas nutricionais e kits de higiene.




Reunião de Bolsonaro com governadores: entenda os pedidos e os acordos

Durante a reunião, o presidente discutiu com os governadores os vetos relacionados ao auxílio financeiro a estados e municípios

Por Brasil Econômico 

Bolsonaro

Carolina Antunes/PR – 27.3.20

Bolsonaro conversou com governadores para acordar socorro a estados e municípios

Na manhã desta quinta-feira (21), Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu com governadores para definir diretrizes para lidar com a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Logo no início da conversa, o presidente disse que deve sancionar ainda hoje o projeto de socorro a estados e municípios.

Junto com Bolsonaro, estavam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que pediram união entre os governos federal e estaduais. Boa parte da reunião se destinou a debater sobre este auxílio a estados e municípios , com pedidos de ambos os lados e alguns acordos.

O que Bolsonaro pediu aos governadores

O principal pedido do presidente foi para que governadores o apoiasssem nos vetos que ele propôs ao projeto de auxílio a estados, sobretudo os que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público durante a pandemia do novo coronavírus.

“Nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta – alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento – buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem – isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios – nós possamos vencer essa crise”, argumentou Bolsonaro.

De acordo com Bolsonaro, é importante que haja um consenso nesse sentido. “O mais importante: se possível, sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse o presidente.

O que os governadores pediram a Bolsonaro

Em nome de todos os governadores, o chefe do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que o presidente inicie os pagamentos a estados ainda este mês. “Pedir, presidente, se for a intenção do senhor a sanção, que realmente, se possível, foi uma unanimidade dos governadores, que possa fazer liberação dessa primeira parcela ainda no mês de maio, isso é crucial para os entes federados, porque estamos vivendo um momento de perda brutal de nossas receitas”, pediu o governador.

Ainda em nome de todos, Azambuja pediu que Bolsonaro não vete a parte do projeto que permite que bancos façam aditivos nos contratos de pagamentos de débitos. “Muito importante que mantenha integralidade do artigo 4º”, afirmou. Ele ainda solicitou que Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES definam, junto a estados e municípios, regras para fazer aditivos nos contratos dessas dívidas.

O que governadores e presidente acordaram

Durante a conversa, Azambuja afirmou que os governadores apoiariam Bolsonaro no veto relacionado aos reajustes salariais. “Acho que é momento da unidade nacional, presidente. Então, a maioria dos governadores entende importante, se assim o senhor achar, vetar esse artigo dos aumentos salariais”, afirmou o governador.

De acordo com Bolsonaro, a sanção do auxílio a estados e municípios deve ser feita ainda hoje, mantendo os vetos. “O governo federal, ao lado aqui dos presidentes da Câmara e do Senado, se Deus quiser sancionará hoje mesmo esse projeto, com vetos, os quais, segundo nosso entendimento e com toda a certeza da maioria senão totalidade dos senhores governadores, deve ser mantido. Isso é bom para todos nós”, afirmou o presidente.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig




Bolsonaro conclama a governadores apoio para congelar reajustes na remuneração de servidores públicos

O presidente Jair Bolsonaro pediu a governadores que apoiem o veto que pretende fazer ao projeto de socorro a Estados e municípios para proibir que o funcionalismo tenha reajustes até o fim de 2021.

Acompanhado de ministros, Bolsonaro realizou na manhã desta quinta-feira, 21, uma videoconferência com governadores, entre eles o governador João Azevêdo, para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.

“Temos que trabalhar em conjunto a sanção de um socorro aos senhores governadores, de aproximadamente R$ 60 bilhões, também extensivo a prefeitos”, disse o presidente na abertura do encontro. “O que se pede apoio aos senhores é a manutenção de um veto muito importante.”

Segundo Bolsonaro,  até o fim do não que vem é o “remédio menos amargo” para o funcionalismo, “mas de extrema importância para todos os 210 milhões de brasileiros”.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente na abertura do encontro.

Segundo dados oficiais, mais de 8 milhões de trabalhadores da iniciativa privada tiveram o salário cortado ou o contrato suspenso. A expectativa da equipe econômica é que 73% dos empregados com carteira assinada vão ser atingidos com uma das duas possibilidades. Outros 51 milhões de brasileiros estão recebendo o auxílio emergencial de R$ 600 porque tiveram a renda atingida pelos efeitos da pandemia.

O presidente se comprometeu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que vetaria o trecho do projeto que blinda uma série de carreiras do congelamento, incluindo as de segurança pública. Da forma como foi enviado ao Congresso, o congelamento garantiria uma economia de R$ 130 bilhões para União, Estados e municípios. Depois das modificações feitas pelos deputados e senadores, a economia caiu para R$ 43 bilhões.

Bolsonaro pediu o apoio aos governadores porque um possível veto dele ao projeto pode ser derrubado por deputados e senadores em sessão do Congresso.

Foi o próprio Bolsonaro que deu aval para que o Congresso aumentasse a lista de categorias que podem ter reajuste até o fim do ano que vem, contrariando as orientações da equipe econômica. Depois, no entanto, o presidente passou a se comprometer, em público, a vetar a possibilidade para reajustes.

Ele tem até o dia 27 de maio para sancionar o socorro aos Estados e municípios, com o veto à possibilidade de aumento salarial para o funcionalismo. Como mostrou o Estadão/Broadcast, o presidente segura os vetos para permitir reajustes a algumas categorias, como as polícias civil e militar do Distrito Federal, cuja autorização para o aumento foi aprovada na semana passada pelo Congresso. Outros Estados, como Mato Grosso e Paraíba, também deram aumentos para servidores nesse período.

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos Estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise. “Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

 

www.reporteriedoferreira.com.br   Com Estadão




Governo-PB abre inscrições para seleção de profissionais de saúde com salários de até R$ 14 mil

O Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), iniciou nesta terça-feira (24) as inscrições para a seleção simplificada de profissionais de saúde. As vagas são para os municípios de Cajazeiras, Campina Grande, João Pessoa, Mamanguape, Patos e Pombal, e visam suprir as demandas dos hospitais, provenientes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). As inscrições podem ser realizadas até o dia 27 de março no site www.portaldacidadania.pb.gov.br . O contrato de trabalho terá validade de 90 (noventa dias) e pode ser prorrogado por igual período.

O edital, publicado no Diário Oficial desta terça-feira, prevê 346 vagas para médicos, 1.606 para profissionais da enfermagem, 336 para Fisioterapeutas, 10 vagas para o Lacen-PB, 100 vagas para técnico em vigilância em saúde, 50 para técnico em análises clínicas e 5 vagas para videofonista. Algumas destas vagas serão destinadas ao Complexo regulador estadual para Covid-19. O candidato só poderá se inscrever uma vez. Constatada mais de uma inscrição o candidato será excluído do processo. A remuneração varia de um salário mínimo até R$ 14 mil.

A Chamada Pública será feita de forma regionalizada, na qual o candidato concorrerá apenas à vaga da Gerência Regional de Saúde para a qual se inscreveu. Os plantões serão realizados em 40 horas semanais e, de acordo com o secretário estadual de saúde, Geraldo Medeiros, as medidas respeitam legislação em vigor e protegem o profissional de saúde.

“Enfatizamos que este é um momento em que precisaremos de reforço, por uma situação atípica em todo o mundo, porém não devemos deixar de cuidar da saúde dos profissionais. A carga horária e os plantões foi proposta de forma que não exponha os médicos, enfermeiros e demais profissionais ao contato com o paciente durante um tempo prolongado, minimizando o risco de contaminação”, enfatizou o secretário.

As chamadas serão realizadas de forma gradativa, de acordo com a ampliação de leitos nas ondas de combate ao coronavírus. Por conta do risco de aumento de mortalidade do coronavírus (Covid-19), não será permitida a participação de candidatos com mais de 60 anos de idade, ou que se enquadrem em outro grupo de risco da doença.




Servidores do Estado e Prefeitura recebem salários na segunda e terça-feira

Governo do Estado paga salários de servidores na segunda e terça-feira

O Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Administração, informa que o pagamento dos servidores estaduais referente ao mês de março, inicia na próxima segunda-feira (30). Neste primeiro dia, recebem aposentados e pensionistas. Já na terça-feira (31), será efetuado o pagamento dos servidores da ativa, incluindo administração direta e indireta.

O pagamento dos servidores estaduais dentro do mês trabalhado é um compromisso que vem sendo cumprido pelo Governo do Estado, apesar da crise que assola o país por conta do coronavírus (Covid-19).

Servidores da prefeitura de João Pessoa receberão salários de março na segunda e terça

Como vem fazendo nos últimos oito anos, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, assegurou, nesta quinta-feira (26), o pagamento dos servidores municipais para as próximas segunda (30) e terça-feira (31). Apesar da crise sanitária e econômica que afeta o Brasil e outros países do mundo, o gestor segue cumprindo com o cronograma de pagamento dentro do mês trabalhado.

O prefeito fez um apelo para que os servidores, principalmente aqueles com idade acima de 60 anos, evitem usar dinheiro em espécie e priorizem as operações bancárias à distância, dando preferência ao uso de aplicativos. “Seguimos cumprindo um compromisso assumido com a cidade e com os servidores. Ao mesmo tempo, também adotamos medidas importantes de suporte à população, como a distribuição de alimentos em escolas e creches, totalizando mais de 23 mil pessoas beneficiadas, além de 3 mil refeições servidas, por dia, nos restaurantes populares e cozinhas comunitárias”, disse.

De acordo com o cronograma elaborado pela Secretaria de Administração, funcionários inativos da administração recebem na próxima segunda-feira (30). Já os servidores da ativa, da administração direta ou indireta, recebem na terça-feira (31). O secretário Lauro Montenegro explicou que o posto de atendimento bancário que funciona no Centro Administrativo Municipal (Cam), em Água Fria, não estará disponível, tendo em vista o decreto de situação de emergência na capital paraibana, em decorrência da Covid-19.

www.reporteriedoferreira.com.br