PT rejeita substituir Ricardo Coutinho após indeferimento de candidatura

Foto: Reprodução

A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) descartou, nesta segunda-feira (12), substituir a candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho na disputa pelo Senado após indeferimento do petista em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), na última sexta-feira (09).

“Seguimos confiantes. É uma questão de justiça para com o Ricardo Coutinho. Ele tem a preferência da maioria do eleitorado da Paraíba”, disse Gleisi Hoffmann ao jornalista Felipe Nunes. Com isso, o PT buscará reverter a inelegibilidade do ex-governador através de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF).

O prazo para um possível mudança encerra nesta segunda. Só há exceção à regra em caso de falecimento, quando a substituição pode ser efetivada após a data.

No julgamento realizado pelo TRE-PB, Ricardo foi considerado inelegível para a disputa eleitoral deste ano, tendo em vista a condenação por abuso de poder político, com viés econômico, praticado nas eleições de 2014.

Com informações do site Agenda Política




CCJ da Assembleia rejeita texto que torna igrejas como atividade essencial na Paraíba

(Assembleia Legislativa da Paraíba / Foto: Assessoria)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) rejeitou nesta sexta-feira (5), o texto de projeto de Lei, de autoria do deputado Jutay Meneses (Republicanos), que torna igrejas e templos de qualquer culto religioso como atividade essencial em todo o Estado.

Com a medida, o texto que seria votado no plenário da Casa de Epitácio Pesoa foi ‘engavetado’ pela Comissão que é formada pelo presidente Ricardo Barbosa, Edmilson Soares, Hervázio Bezerra, Camila Toscano, Wallber Virgolino e Wilson Filho.

A decisão da Assembleia vem na contramão da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), que aprovou, durante sessão ordinária nessa quinta-feira (4), um projeto de lei que classifica as atividades como essencial na Capital paraibana.

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Mourão rejeita golpe convocado por Eduardo Bolsonaro: ‘Me poupe’

“Me poupe. Ele é deputado, ele fala o que quiser. Assim como um deputado do PT fala o que quiser e ninguém diz que é golpe. Ele não serviu Exército. Quem vai fechar Congresso? Fora de cogitação”, disse o vice-presidente, general Hamilton Mourão

Mourão e Eduardo Bolsonaro
Mourão e Eduardo Bolsonaro (Foto: Reuters | Câmara dos Deputados)
Revista Fórum – O vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), voltou a ironizar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (Sem Partido-SP), que nesta quarta-feira (27), ao lado de Olavo de Carvalho, defendeu uma “reação enérgica” contra o Supremo Tribunal Federal (STF) em razão da operação desencadeada pela PF contra a milícia digital que propaga fake news para defender o pai, Jair Bolsonaro.

“Me poupe. Ele é deputado, ele fala o que quiser. Assim como um deputado do PT fala o que quiser e ninguém diz que é golpe. Ele não serviu Exército. Quem vai fechar Congresso? Fora de cogitação, não existe situação para isso”, afirmou Mourão ao blog da jornalista Andreia Sadi, no portal G1.

Em março, usou a mesma ironia, chamando o filho de Jair Bolsonaro de “Eduardo Bananhinha”, após declarações do deputado que causaram uma crise diplomática com a China.

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