Festival de Quadrilhas de JP começa hoje,12 e vai premiar três primeiros lugares dos grupos A e B

A abertura do XXVI Festival de Quadrilhas Juninas de João Pessoa acontece neste domingo (12) na área ao lado do Estádio Almeidão, no bairro do Cristo. O espaço será um grande arraiá com direito a apresentações das quadrilhas e shows. Realizado pela Liga das Quadrilhas de João Pessoa, com apoio da Prefeitura da Capital, por meio da sua Fundação Cultural (Funjope), o evento, que começa às 19h, segue até a quinta-feira (16).

“É realmente grande a expectativa e a emoção das quadrilhas e dos quadrilheiros em torno desse Festival, não só pela estrutura e pela tranquilidade e segurança que a Funjope e a Prefeitura oferecem para as quadrilhas, mas sobre tudo pelo fato de ser o primeiro após dois anos de pandemia”, declarou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

Ele disse que as quadrilhas têm se preparado de maneira muito forte e estão trazendo temas muito ligados às nossas identidades culturais, às raízes do forró, à formação do São João. Eles estão com a expectativa e o desejo de fazer um grande Festival de Quadrilhas, forte, que fique na história e que marque do ponto de vista da emoção, da força e da vitalidade das quadrilhas”, acrescentou.

O presidente da Liga das Quadrilhas, Edson Pessoa, disse que os integrantes das quadrilhas juninas estão nos últimos preparativos para o Festival. “Eu estou com o coração hoje batendo forte, com um pouco de ansiedade, que é normal. Fazemos isso há mais de 40 anos, mas sempre tem aquele friozinho na barriga”, admitiu.

As quadrilhas- As três quadrilhas juninas que mais se destacarem nos grupos A e B serão premiadas. No grupo A, os prêmios são de R$ 8 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil para as três melhor avaliadas. Para as quadrilhas do grupo B, a premiação do primeiro lugar é de R$ 5 mil, R$ 3 mil para o segundo e R$ 2 mil para a terceira colocada.

No dia 12, acontece o I Concurso de Rainhas Juninas, Rainhas da Diversidade, Casais de Noivos e Casais Juninos. As quadrilhas entram em cena a partir da segunda-feira (13), com cinco representantes do grupo A. A Junina Flor do Mandacaru, do bairro homônimo, será a primeira; Em seguida, a Junina Tiko Mia, do bairro de Mangabeira I; Logo depois, Zé Monteiro, do Cristo; Sacode Poeira, do Treze de Maio. Para fechar a noite, a Junina Paraíba, do Roger.

Para a terça-feira (14), a programação tem a Junina Botijinha, de Cruz das Armas; Só Risos, do José Américo; Fogueirinha, de Cruz das Armas; Sanfona Branca, de Mangabeira I; e Lageiro Seco, do bairro do Roger. Já na quarta-feira (15), a sequência tem Junina Babado de Xita, do Cristo; Linda Flor do Sertão, de Mangabeira VIII; Ubando, de Mangabeira I; e a Junina Lampião, também de Mangabeira I.

A quinta-feira (16), último dia do Festival de Quadrilhas, começa com a Junina Xamego Caipira, do Colinas do Sul – Gramame; Em seguida, a Junina Aconchego, de Cruz das Armas; Pindura Saia, de Mangabeira Prosind; encerrando com a Junina Mangue Seco, da Comunidade São José.

Shows – Festival de quadrilhas

12 – (Abertura) – Osmídio Neto e Felipe Alcântara

13 – Os Gonzagas e Felipe Santos

14 – Banda Torpedo e Vinícius Mendes

15 – Alberto Bakana e Os 3 do Nordeste

16 – Demétrio Elitizado e James Sousa

 

Da Redação com Assessoria




PF deflagra operação contra quadrilha que utilizava residência da UFPB

A Polícia Federal deflagrou, com o apoio da Polícia Militar do estado da Paraíba, na manhã desta quinta-feira (03) a Operação Residence, com objetivo de cumprir 38 mandados de prisão preventiva, 23 mandados de busca e apreensão e ordens judiciais de bloqueio de valores depositados em contas correntes. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo de Direito da Vara de Entorpecentes da Comarca de João Pessoa/PB.

A Operação, que contou com a participação de aproximadamente 200 policiais federais, nos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima, além de cerca de 60 policiais militares paraibanos, tem por finalidade desarticular o núcleo de comando de grupo criminoso que atua em presídios, e fora deles, no território nacional.

Entenda o caso

A Operação Residence foi originada da análise dos elementos de prova colhidos durante a investigação do grupo criminoso que utilizava um quarto na Residência Universitária da Universidade Federal da Paraíba como base de armazenamento e distribuição de drogas para a Paraíba e estados vizinhos.

O líder dessa célula do grupo criminoso, que utilizava a Residência Universitária da UFPB para ocultar suas atividades ilícitas, ocupava relevante função na hierarquia da organização na Paraíba, circunstância que possibilitou a identificação de toda a estrutura criminosa do grupo no estado.

O trabalho investigativo realizado, permitiu descortinar uma grande rede formada para cometer crimes, e revelou o plano de expansão de tal facção criminosa, mediante a realização de disputas violentas com grupo rival por pontos de comércio de entorpecentes, objetivando um domínio territorial para fins de monopolizar o tráfico de drogas na Paraíba.

Crimes investigados

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para fins de tráfico de drogas, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/06, cujas penas somadas poderão chegar à 25 anos de reclusão.

“ Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclusão de 5 a 15 anos e pagamento de R$ 500 a R$ 1.500 dias-multa.

Art. 35. Associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar, reiteradamente ou não, qualquer dos crimes previstos nos arts. 33, caput e § 1º, e 34 desta Lei: Pena – reclusão, de 3 a 10 anos, e pagamento de 700 a 1.200 dias-multa.

Nome da operação

O nome da operação faz alusão ao local que era utilizado como base de armazenamento e distribuição de drogas.

www.reporteriedoferreira.com.br    Assessoria




Operação desarticula quadrilha responsável por roubos, tráfico e comandada por preso do PB 1, na capital

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Uma ação integrada da Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba  (Sesds), por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil, e ainda Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), desarticulou na noite desta quinta-feira (16) uma quadrilha responsável pela prática de crimes contra o patrimônio, tráfico e que seria comandada por um preso da unidade prisional PB 1, em João Pessoa. O trabalho, que ganhou o nome de ‘Operação Coalizão’, resultou na apreensão de três fuzis 556, uma pistola com adaptador  que a transforma em submetralhadora, e de munições calibres 556 e 9 milímetros. Três pessoas suspeitas de integrar o grupo também foram conduzidas à delegacia.

As abordagens aconteceram no bairro de Mangabeira, capital, com o apoio do Grupamento Tático Aéreo (GTA) da Sesds, que acompanhou toda a ação policial, realizada em uma zona de mata. De acordo com as investigações, a quadrilha é responsável por roubos a vigilantes da Universidade Federal da Paraíba, de outros órgãos públicos e de estabelecimentos comerciais, sempre com o objetivo de se apropriar de armas de fogo. Já o tráfico acontecia na localidade conhecida como Torre de Babel, no bairro do Valentina Figueiredo, além de outras áreas da zona sul da cidade.

Para a Polícia, tanto os conduzidos, dois homens e uma mulher, como outros suspeitos de fazer parte da quadrilha e que já foram identificados, agiam sob comando do preso do PB 1. Todo o material apreendido e os suspeitos foram encaminhados à Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel.

A operação Coalizão – O nome que faz referência ao trabalho integrado das instituições envolvidas para desarticular o bando, que seria chefiado pelo apenado e é resultado de investigações realizadas há mais de três meses. Nesta quinta-feira (16), os policiais receberam a informação de que os suspeitos estavam na área de mata, no caminho para a praia da Penha, cercaram o local e conseguiram apreender as armas, conduzindo os suspeitos.

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Polícia Federal deflagra a Operação Proteção II,contra quadrilha especializada em roubos aos Correios e Caixa

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 13, a Operação Proteção II, com objetivo de combater uma associação criminosa dedicada a realização de crimes violentos, tais como roubos à Agências dos
Correios e da Caixa Econômica Federal.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, em endereços residenciais, na cidade de João Pessoa, tendo contado com a participação de 15 policiais federais. As ordens foram expedidas pela 16ª Vara, da Justiça Federal na Paraíba.

ENTENDA O CASO
Na data de 08/05/2018, três homens armados assaltaram um funcionário dos Correios que dirigia uma Van da Empresa, encarregada pela entrega das mercadorias mediante o sistema SEDEX.

Imediatamente após o crime, a Polícia Federal instaurou inquérito policial e conseguiu esclarecer parcialmente o fato, tendo identificado um dos autores do delito. Agora, passados alguns meses de conclusão da primeira investigação, a Polícia Federal teve acesso a informações seguras sobre a identidade dos demais envolvidos nesse
caso, tendo requerido, e a Justiça Federal autorizado, a realização de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos.

CRIMES INVESTIGADOS
Os investigados responderão pelo crime de roubo qualificado, cuja pena pode ultrapassar 10 anos de reclusão.

NOME DA OPERAÇÃO
O nome da operação faz alusão aos efeitos benéficos da atuação do Estado, por intermédio da Polícia Federal, na investigação e elucidação de crimes patrimoniais violentos contra as Agências dos Correios.