TJPB mantém prisão de pastor acusado de aplicar golpe milionário em fiéis

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu, na sessão desta terça-feira (5), manter a prisão preventiva do pastor Péricles Cardoso de Melo. A decisão foi no julgamento do habeas corpus relatado pelo desembargador Joás de Brito Pereira Filho. O pastor se encontra preso por ordem do Juízo da 2ª Vara Regional Criminal de Mangabeira, na Capital.

Segundo a polícia, ele teria praticado crime de estelionato contra diversas vítimas, utilizando-se da influência que tinha como pastor da Igreja Assembleia de Deus em Mangabeira I. De acordo com a investigação, o pastor pedia contribuição para o pagamento de uma casa para a igreja, sendo que as prestações seriam pagas pela Igreja Central.

As vítimas emprestavam seus cartões de crédito e estes eram utilizados para pagamento de dívidas do pastor. Geralmente ele pagava as dívidas contraídas com o cartão de crédito emprestado por terceiros, mas em tempos recentes deixou de honrar o compromisso. Uma das vítimas chegou a dizer que estava com uma dívida de R$ 400 mil reais no cartão de crédito.

Ao julgar o habeas corpus, a Câmara Criminal, acompanhando o voto do relator, entendeu que o decreto de prisão preventiva está devidamente fundamentado. “A fundamentação utilizada pelo juiz primevo é legítima, porquanto ancorada em elementos concretos que indicam o grau de periculosidade do paciente e a alta gravidade dos delitos em tela”, frisou o desembargador Joás de Brito Pereira em seu voto.

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Justiça mantém prisão de Pe. Egídio que é conduzido a presídio especial em João Pessoa

 

O Padre Egídio Carvalho, acusado de desviar cerca de R$ 140 milhões do Hospital e Fundação Padre Zé, teve sua prisão mantida após audiência de custódia realizada na tarde desta sexta-feira (17) no Fórum Criminal de João Pessoa. Ele foi encaminhado para o Presídio Especial, localizado na região do 5º Batalhão da Polícia Militar, no bairro Valentina Figueiredo, destinado a presos com curso superior e direito a cela especial.

Amanda Duarte e Jannyne Dantas, também investigadas pelos desvios no hospital, tiveram suas situações definidas pelo juiz. Duarte será mantida em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, enquanto Dantas será encaminhada ao Presídio Feminino Júlia Maranhão em João Pessoa. As investigações do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) apontam que o religioso liderava um esquema criminoso que ocorreu entre 2013 e setembro deste ano.




Justiça nega pedido de prisão contra Padre Egídio, suspeito de desvio milionário

Padre Egídio Carvalho é centro de uma investigação sobre desvios no Hospital Padre Zé, em João Pessoa

O juiz José Guedes, da 2ª Vara Criminal de João Pessoa, negou o pedido de prisão do Padre Egídio Carvalho. A informação foi inicialmente divulgada pelo comunicador Emerson Machado, da Rádio Correio FM, e confirmada pela reportagem do Portal MaisPB. O religioso é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e pela Polícia Civil por suspeita de desvio de recursos destinados ao Hospital Padre Zé, na Capital.

Egídio foi alvo de uma operação no início do mês após vir à tona o escândalo envolvendo o padre. A investigação que embasou a Operação Indignus mostra que o Padre Egídio Carvalho, ex-diretor do Hospital Padre Zé, em João Pessoa, é o verdadeiro proprietário de imóveis de luxo. A suspeita é que Carvalho seja dono de 10 apartamentos, alguns considerados de elevadíssimo alto padrão.

As primeiras provas apontam possíveis desvios de recursos públicos destinados a fins específicos, por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às referidas entidades.

As condutas indicam aprática, em princípio, dos delitos de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.

Empréstimo de R$ 13 milhões também é investigado 

A Força-Tarefa que apura as suspeitas de desvios no Hospital Padre Zé, em João Pessoa, deve investigar onde foram investidos os mais de R$ 13 milhões solicitados por meio de empréstimos em nome da instituição durante a gestão do Padre Egídio Carvalho junto ao Banco Santander e a Caixa Econômica.

A informação foi repassada pelo novo diretor do hospital, Padre George Batista, durante coletiva de imprensa realizada ao lado do arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, no dia 10 de outubro.

“Existem dois empréstimos na Caixa e no Santander  feitos entre o ano passado e esse ano. No Santander, é de R$ 600 mil e na Caixa aproximadamente R$ 12,4 milhões. O empréstimo foi feito na antiga gestão [Padre Egídio]. Somando tudo dá cerca de R$ 13 milhões. Para onde foi esse dinheiro? A Força-Tarefa está investigando e no período certo vai revelar”, disse George.

Por conta do crédito, a unidade de saúde perde mensalmente cerca de R$ 250 mil que são transferidos através do recursos oriundos do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a unidade precisa de cerca de R$ 1,3 milhão para se manter, sendo cerca de R$ 1 milhão de verbas enviadas pelo SUS e o restante através de doações.

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Polícia Civil pede prisão preventiva de médico flagrado agredindo ex-companheira

CASO JOÃO PAULO CASADO

A delegada da Mulher de João Pessoa, Cláudia Germano, protocolou na tarde desta segunda-feira (11) o pedido de prisão preventiva do médico João Paulo Souto Casado, ex-diretor do Ortotrauma de Mangabeira, acusado de agredir a ex-companheira.

Em entrevista ao Portal MaisPB, a delegada explicou que a Polícia Civil tentou localizar o médico, mas não conseguiu e por isso ele é considerado foragido.

“Nós estamos representando pela prisão preventiva tendo em vista que o acusado está foragido. Diligências foram feitas para interrogar ele, mas ele não se encontrava mais no local onde mora. Pedimos a prisão para que a gente possa garantir o cumprido da lei”, disse Cláudia.

O pleito ainda vai ser analisado junto à Justiça da Paraíba.

Entenda o caso 

A delegada Cláudia Germano pediu a prisão do médico João Paulo Casado por agressões a esposa. Os vídeos da violência vazaram nas redes sociais nesse final de semana.

O diretor técnico do Hospital Ortotrauma de Mangabeira, João Paulo Casado, foi afastado das funções na noite desse domingo (10). Nesta segunda-feira (11), a Secretaria de Estado da Saúde também anunciou o afastamento dele da função que exercia na rede estadual de saúde.

A penalidade aconteceu após a divulgação de imagens do profissional de saúde agredindo fortemente uma mulher dentro de um elevador e do carro. A violência foi registrada no ano passado, mas tornada público pelo portal Paraíba Feminina.

Em nota, a secretária de Saúde de João Pessoa, Janine Lucena, disse que as cenas são inadmissíveis e ao tomar conhecimento da ocorrência acionou de imediato o prefeito Cícero Lucena (PP) para que o servidor fosse afastado.

O governador João Azevêdo (PSB) e o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), exoneraram o médico dos cargos.

O que diz a defesa 

A defesa do médico João Paulo Casado, gravado agredindo a ex-companheira dentro do elevador no ano passado, disse, na manhã desta segunda-feira (11), estranhar a divulgação do vídeo que mostra a agressão logo após cortar o pagamento da mensalidade do curso de medicina da vítima.

Em nota assinada pelo advogado Aécio Farias, o médico afirma que “após não mais ceder às extorsões para a manutenção do pagamento de mensalidade da faculdade de medicina de sua ex-esposa, no valor de R$ 10.670,00, e ajuizar ação de divórcio, são exibidos vídeos cujas origem e autenticidade são contestadas”.

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Prisão de Silvinei: Moraes aponta ‘condutas gravíssimas’ em decisão

Ministro do STF destacou ainda que liberdade do ex-diretor da PRF poderia interferir no andamento de investigações

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Silvinei Vasques foi preso nesta quarta-feira (9) em operação da PF
Tomaz Silva/Agência Brasil

Silvinei Vasques foi preso nesta quarta-feira (9) em operação da PF

Na decisão que autorizou a prisão de Silvinei Vasques nesta quarta-feira (9) , o ministro Alexandre de Moraes apontou que o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) utilizou irregularmente a máquina pública com o intuito de interferir nas eleições do ano passado.

“As condutas imputadas a Silvinei Vasques são gravíssimas e as provas apresentadas, bem como as novas diligências indicadas pela Polícia Federal como imprescindíveis para a completa apuração das condutas ilícitas investigadas, comprovam a necessidade da custódia preventiva para a conveniência da instrução criminal”, escreveu o ministro do Supremo Tribunal Federal.

Ele também concordou com a PF no ponto onde a corporação indica que a manutenção da liberdade de Silvinei poderia interferir nas investigações acerca da possibilidade de interferência da PRF no pleito eleitoral de 2022, principalmente no que diz respeito ao depoimento de dois servidores.

Os profissionais citados são Naralúcia Leite Dias, ex-chefe do Serviço de Análise de Inteligência da PRF, e Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de Análise de Inteligência da corporação.

Alexandre de Moraes aponta ainda que há fortes indícios de que Vasques cometeu crimes como prevaricação, restrição ou impredimento do exercício do direito político e abuso de autoridade.

Blitz e interferência nas eleições

A Polícia Federal encontrou provas de que as blitz no segundo turno das eleições  foram intencionalmente direcionadas para prejudicar a votação de Lula.

Os investigadores encontraram imagens com o mapeamento das cidades da região Nordeste onde Lula teve mais de 75% dos votos no primeiro turno em celulares de policiais rodoviários.

Também foram descobertas conversas sobre uma reunião da cúpula da Polícia Rodoviária em que Silvinei teria determinado a realização de um “policiamento direcionado” às cidades em que Lula obteve mais votos.




Bolsonaro nos EUA: ‘Inelegibilidade, sim. Prisão, só se for arbitrariedade’

O ex-presidente Jair Bolsonaro
Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP

Jair Bolsonaro (PL) admitiu nesta terça-feira (14) que pode se tornar inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após realizar uma reunião com embaixadores estrangeiros para espalhar mentiras sobre o sistema eleitoral brasileiro. O encontro aconteceu em julho do ano passado no Palácio do Alvorada, em Brasília. O ex-presidente, no entanto, classificou sua “eventual prisão” como “arbitrariedade”.

A declaração de Bolsonaro foi dada durante evento com empreendedores brasileiros em Orlando, nos Estados Unidos. Ao ser questionado se pretende concorrer ao Planalto em 2026, ele respondeu que “existe essa possibilidade de inelegibilidade, sim. A questão de prisão, só se for uma arbitrariedade”.

Bolsonaro também mencionou que há possibilidade de voltar ao Brasil no dia 29 de março, mas relatou que estudará a situação do país uma semana antes para definir se irá mesmo retornar. O ex-mandatário está nos Estados Unidos desde o final de dezembro do ano passado.

“Eu sempre marco uma data para voltar, a data agora marcada é dia 29 desse mês. Quando falta uma semana, a gente estuda a situação, como é que tá o Brasil, como estão os contatos aqui!”, disse.

No evento, Bolsonaro também destacou que Michelle Bolsonaro não é candidata a nenhum cargo Executivo. Ele afirmou que a ex-primeira-dama chegou a “ser lançada” à Presidência para 2026, mas “ficou revoltada”.

O ex-presidente destacou, porém, que Michelle tem habilidades políticas, como boa oratória, e que há possibilidade dela concorrer a um cargo no Legislativo.

Michelle, que viajou ontem para os EUA, também esteve no evento. Esse foi o primeiro reencontro do casal após o escândalo das joias sauditas.

O Essencial




Investigações de lavagem de dinheiro em igrejas motivam prisão na Paraíba

Prisão ocorreu na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. (Foto: GOE-PB/Reprodução)

Pelo menos sete igrejas evangélicas foram abertas por um grupo investigado por tráfico de drogas em diversos estados do Brasil.  As investigações do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apontam a lavagem de R$ 23 milhões na compra de templos religiosos, imóveis, fazendas e rebanhos bovinos.
Operação do MP cumpre dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas. — Foto: MPRN/Divulgação
Operação do MP cumpriu dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas. — Foto: MPRN/Divulgação

Na terça-feira (14), a Operação Plata prendeu um homem de 39 anos investigado por integrar o esquema criminoso, na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. De acordo com as investigações, pelo menos outros seis mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão foram cumpridos nos estados do Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e ainda no Distrito Federal.

As investigações foram iniciadas em 2019, com o objetivo de apurar o tráfico de drogas, além do crime de lavagem de dinheiro. O esquema é liderado pelo chefe de uma das maiores facções do Brasil. O esquema de lavagem de dinheiro, de acordo com as investigações do MPRN, já perdura por mais de duas décadas.

MP cumpre mandado em igreja, durante a Operação Plata — Foto: MPRN/Divulgação
MP cumpre mandado em igreja, durante a Operação Plata — Foto: MPRN/Divulgação

As investigações do MPRN apontam que os investigados ocultaram e dissimularam a origem criminosa de seus recursos provenientes do tráfico de drogas por meio do uso de “laranjas” recrutados de várias regiões do país. O dinheiro era lavado com a compra de bens e animais em nome desses laranjas, a maioria familiares. A suspeita é que o esquema tenha movimentado pelo menos a quantia de R$ 23 milhões.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades potiguares de Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino. Houve ainda cumprimento de mandados nas cidades paulistas de São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; em Brasília/DF, Fortaleza/CE, Balneário Camboriú/SC, Picuí/PB, Espinosa/MG e em Serra do Ramalho e Urandi, ambas na Bahia.

A Justiça determinou o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos. Além do bloqueio de bens e imóveis, a indisponibilidade de veículos e a proibição da venda de rebanhos bovinos.

Os presos na operação Plata foram encaminhados ao sistema carcerário do Rio Grande do Norte e estão à disposição da Justiça.

Prisão ocorreu na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. (Foto: GOE-PB/Reprodução)



Lula lembra prisão em Curitiba e chora ao discursar na cerimônia de diplomação

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi diplomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na tarde desta segunda-feira (12), ao lado do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB).

A solenidade foi presidente pelo ministro Alexandre de Moraes e contou com a presença de diversas autoridades, a exemplo de ministros do STF, do governador João Azevêdo (PSB) e dos ex-presidente Dilma Rousseff e José Sarney.

Ao iniciar o discurso, Lula agradeceu à militância do PT, à Dilma e outros políticos pelas vigílias realizadas em Curitiba durante o período que o petista esteve preso na Superintendência da Polícia Federal.

“Eu sei o quanto custou, não apenas a mim. O quanto custou ao povo brasileiro essa espera para que a gente pudesse reconquistar a democracia nesse país. Reafirmo hoje que farei todos os esforços para, juntamente com meu querido companheiro Geraldo Alckmin, cumprir o compromisso que assumi não apenas durante a campanha, mas durante toda a minha vida: fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo as pessoas mais necessitadas”, disse.

Lula também destacou o que chamou de “coragem” do STF para enfrentar “ameaças e agressões” para fazer valer a pena o direito do voto popular.

“Quando se esperava um debate político democrático, a nação foi envenenada com mentiras produzidas no submundo das redes sociais. Eles semearam a mentira e o ódio, e país colheu violência política que só se viu nas páginas mais tristes de nossa história. E no entanto, a democracia venceu”, frisou.

O petista também lembrou os ataques de bolsnaristas contra a urna eletrônica e as ações deflagradas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no dia do segundo turno das eleições, em 30 de outubro.

“Os inimigos da democracia lançaram dúvidas sobre as urnas, cuja confiabilidade é reconhecida há muito tempo por todo o mundo. Ameaçaram as instituições, criaram obstáculos de última hora para que eleitores fossem impedidos de chegar a seus locais de votação, tentaram comprar o voto dos eleitores com falsas promessas de dinheiro farto desviado do orçamento público”, destacou.

Assista a solenidade na íntegra: 




O fenômeno Lula; Por Ruiz Leitao

Nem a prisão, nem o massacre da mídia corporativa, fizeram diminuir as chances de Lula voltar a governar o país. Ele continua sendo o franco favorito na próxima eleição. O povo brasileiro não esquece o período de desenvolvimento econômico e bem-estar social, com políticas de combate a miséria e a fome, bem como a geração de emprego e renda, promovidos pelo governo Lula. Para muitos o melhor presidente que o Brasil já teve.

Esse fenômeno antropológico se explica pelo fato de que a população se identifica com ele, não esquecendo as políticas públicas de impacto social dos seus governos. A saudade dói no bolso e se manifesta na manifestação favorável de intenção de votos. Tentaram, de todas as formas, elimina-lo do cenário político brasileiro. Em vão. O povo já enxergou que essa estratégia da direita nacional não passa de um ardil político para alijá-lo do processo eleitoral.

Ele transcende os limites partidários, porque se revela como importante elemento mobilizador do nosso povo diante da elite golpista, com capacidade singular para empreender uma marcha com sinais revolucionários. Um olhar histórico sobre a vida do ex-presidente, faz com que sejam colocadas de lado preferências políticas ou ideológicas, quando se afirma a opção de voto nele. Nenhuma outra liderança nacional consegue ter semelhante poder de penetração e aceitação popular, admirado e respeitado pelo mundo inteiro.

Quem se manifesta eleitor de Lula não pode ser classificado como petista, esquerdista, comunista, ou qualquer outra forma de xingamento tão utilizada pelos que se posicionam contra a democracia e a justiça social. Ele voa alto nas pesquisas, exatamente por que sabe se movimentar na política, dialogando com todos os que pretendem resgatar o Estado Democrático de Direito, independente de filiação partidária ou paixões de motivação ideológica. Ele é agregador. Promotor da união e da concórdia, em nome de uma causa maior: defender a democracia e promover o desenvolvimento sócio-econômico do país. Existe luz no final do túnel. Graças a Deus.




Polícia apura denúncia de maus-tratos a idosos em abrigo, proprietário está preso

O proprietário do abrigo de idosos, Cuidarte, foi conduzido na noite desse domingo (4) para a Central de Flagrantes, no Geisel, após denúncia de maus-tratos a idosos. Ele foi detido pela Polícia Militar.

A Polícia Militar foi acionada na noite deste domingo pela Vigilância Sanitária para apoiar uma denúncia ao Ministério Público da Paraíba. A Polícia Militar foi até a rua Professor Álvaro Carvalho, que fica em Tambauzinho, no começo da noite. O local era um abrigo de idosos (Cuidarte) e a denúncia era de maus tratos aos idosos que lá estavam.

Segundo os policiais, no abrigo foram confirmadas as denúncias de maus tratos contra os idosos. A equipe da Secretária Municipal de Saúde transferir os idosos Para o Hospital Padre Zé.

Denúncia
O Ministério Público da Paraíba recebeu, ontem, durante o plantão judicial, denúncia sobre uma instituição de longa permanência para idosos, localizada no Bairro Tambauzinho, em João Pessoa. A promotora de Justiça Jovana Tabosa, que estava no plantão, acionou a Polícia Militar e a Vigilância Sanitária para vistoriarem a instituição Cuidarte – Lar de idosos.

De acordo com a promotora, ao chegarem à instituição, os policiais e os agentes da vigilância sanitária constataram que os idosos estavam em situação precária. Foram encontrados 39 idosos e apenas dois cuidadores.