Ex-marido e mulher presa na Bahia são indiciados pela morte da policial penal Edvânia, em Patos

O ex-marido da policial penal Edivânia Vieira da Silva e uma mulher suspeita presa na Bahia foram indiciados pelo assassinato de Edivânia. O crime ocorreu no início de novembro de 2025, dentro da casa da vítima, no bairro Jardim Magnólia, no município de Patos, no Sertão da Paraíba.

As investigações da Polícia Civil apontam que Edivânia foi morta por questões financeiras e passionais. Ela havia contratado empréstimos e o marido tinha uma amante. As brigas do casal e esses fatores resultaram no plano do assassinato da policial penal.

Logo após a morte de Edivânia, o ex-marido dela foi encontrado no município de Caetés, em Pernambuco, suspeito de envolvimento no crime. As investigações, então, levaram a Polícia Civil a prender a mulher suspeita na Bahia.

Edivânia foi encontrada morta dentro de casa após familiares e amigos não conseguirem contato com ela por telefone.

Palamentopb




Policial penal é assassinada dentro de casa em Patos

Uma policial foi assassinada dentro de casa, na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba. O crime aconteceu na manhã deste sábado (8), por volta das 11h, no bairro Jardim Magnólia.

A policial penal Edivânia Vieira da Silva. O Corpo de Bombeiros esteve no local e acionou a Polícia Civil.

A Delegacia de Homicídios de Patos informou o caso como homicídio e disse que já iniciou as diligências das investigações para o esclarecimento e a elucidação completa do caso.

Não há informações de suspeitos e da motivação do crime.

 




Policial penal mata vizinho durante confusão em prédio no bairro de Água Fria, em João Pessoa

Um policial penal matou um vizinho após uma discussão, na noite desta terça-feira (21), no segundo andar de um prédio localizado no bairro de Água Fria, nas proximidades da Granja dos Promotores, em João Pessoa. A vítima foi identificada como Osvaldo Umbelino Alves Bisneto, de 48 anos.

Segundo informações do Tenente Pereira, do 5º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, moradores relataram que os envolvidos já tinham desentendimentos anteriores. Testemunhas informaram que Osvaldo teria chegado ao local portando um revólver visível na cintura, em tom de intimidação, e se dirigido ao agente penal Rafael Lourenço da Silva, de 36 anos, que também residia no prédio.

O policial penal afirmou que reagiu em legítima defesa, após perceber que a vítima teria sacado a arma no momento da confusão. Ele permaneceu no local, entregou sua pistola e aguardou a chegada das autoridades. De acordo com os relatos, o policial teria efetuado aproximadamente quatro disparos.

“Ele chegou com a arma na cintura, e no momento do confronto pegou a arma, então o policial penal reagiu atirando”, explicou o Tenente Pereira.

A vítima morreu ainda no local. A arma que seria de Osvaldo foi encontrada ao lado do corpo. O armamento pertencente ao policial penal também foi apreendido para análise.

A área foi isolada e a perícia foi acionada para realizar os primeiros levantamentos e coletar vestígios que integrarão o inquérito a ser conduzido pela Polícia Civil, responsável pela investigação do caso.