Cícero entrega Unidade de Saúde da Família no Planalto da Boa Esperança




“É em função do povo que nós governamos”, diz Lula ao anunciar R$ 18,3 bilhões em obras do Novo PAC Seleções

Presidente Lula durante cerimônia de divulgação dos resultados do Novo PAC Seleções, nesta quarta-feira (8), em Brasília – Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quarta-feira, 8 de maio, investimento de R$ 18,3 bilhões em projetos de cinco modalidades do Novo PAC Seleções, dos eixos Água para Todos e Cidades Sustentáveis e Resilientes. Estados e municípios participaram ativamente do processo e receberão recursos para a construção de 6.050 equipamentos e obras para melhorar a qualidade de vida nas cidades e no campo.

“O dinheiro não é nem para amigo nem para adversário. O dinheiro é para as necessidades vitais do povo brasileiro, que continua sendo povo em qualquer cidade que ele mora, governada por qualquer partido político. É em função do povo que nós governamos”, afirmou o presidente Lula durante a divulgação dos resultados do Novo PAC Seleções Cidades, no Palácio do Planalto.
Os empreendimentos são de urbanização de favelas e produção habitacional, regularização fundiária, saneamento, eliminação de risco, qualificação de áreas públicas, elaborados de forma integrada, considerando as realidades regionais e urbanas das cidades, além de renovação de frotas de ônibus e componentes sobre trilhos, conforme divulgado no lançamento do programa.

Lula destacou a importância de se investir em contenção de encostas e saneamento básico para levar saúde e segurança para a população. “Quando a gente faz investimento numa encosta, a gente está mais do que fazendo investimento numa encosta. A gente está garantindo que pessoas não mais vão morrer por conta de um deslizamento de terra em qualquer lugar desse país. Quando a gente faz financiamento de um tratamento de esgoto, não está apenas fazendo tratamento de esgoto. A gente está fazendo investimento na saúde, está fazendo investimento na qualidade de vida das pessoas. Isso não aparece numa placa, mas aparece na longevidade das pessoas que vão viver mais e vão viver decentemente”, argumentou.




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Brasília equilibra o Brasil:  Por Valter Nogueira 

Brasília equilibra o Brasil:  Por Valter Nogueira

A semente plantada no Planalto Central brasileiro pelo visionário Juscelino Kubitscheck dá frutos no tempo atual, promovendo o equilíbrio regional, quanto à questão de descentralização populacional e de recursos financeiros. Estamos falando de Brasília, a capital federal do Brasil e a sede de governo do Distrito Federal, localizada na região Centro-Oeste do país.   Hoje, a cidade completa 61 anos.

Sem Brasília, provavelmente o Rio de Janeiro seria, hoje, a maior cidade do país, em número de habitantes, e com concentração de poder e renda. Com certeza,  estaria maior que São Paulo. E, ainda, mais longe das demais regiões do país; Brasília está melhor localizada em relação aos demais rincões.

Por sorte, e em tempo, Kubitscheck arrancou a capital brasileira do litoral do Sudeste e a replantou no Planalto Central do Brasil. E, assim, o que antes não passava de um lugar no meio do nada, que parecia não vingar, hoje é a terceira maior cidade do país, com cerca de 3 milhões de habitantes e com um dos aeroportos mais movimentados da Nação.

Brasília é o centro político do Brasil e é uma das únicas cidades modernas do mundo a receber o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Através do planejamento realizado desde a sua fundação, ela atrai pessoas de diversos lugares do mundo.

E o grande arquiteto Oscar Niemeyer tinha razão quando afirmava, na década de 1960, que Brasília era a cidade do futuro. Segundo depoimentos de amigos de sua geração, Niemeyer costumava a encontrar amigos que, insistentemente, diziam não gostar de Brasília – tipo, cidade para não morar – , no que ele respondia:

– Mas Brasília não foi feita pra a gente, pra nossa geração. Quem vai gostar de Brasília são os jovens de hoje.

É possível que, à época, tenha dito também: quem viver, verá!

No Centro do País

Brasília foi erguida no meio do cerrado, em menos de quatro anos, a partir de uma concepção modernista de urbanismo e arquitetura. A cidade foi o ápice do projeto desenvolvimentista do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961), conhecido pelo lema “Cinquenta anos em cinco”.

Cidade sem esquinas

A cidade de Brasília não possui esquinas, se levado em conta o encontro das principais  ruas e avenidas, que costumam ser em formato de uma tesoura, em vez de esquinas a cada quarteirão.

Política

Diferente dos demais municípios do Brasil, a capital do país não tem eleições para prefeito e vereador. O eleitor da capital federal vota apenas para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado distrital.

Parabéns, Brasília!

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Valter Nogueira- Jornalista, Radialista  e Escritor.




MP 936: Bolsonaro sanciona projeto que autoriza redução de jornada e salário

Decreto que prorroga os prazos máximos dos acordos por mais 60 dias no caso da suspensão e mais 30 dias, de redução salarial, já está pronto

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a medida provisória ( MP ) 936 , que autoriza as empresas a negociarem com seus empregados acordos de suspensão temporária do contrato de trabalho e redução de salário, durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Segundo técnicos do governo, já está pronto o decreto que prorroga os prazos máximos dos acordos por mais 60 dias no caso da suspensão e mais 30 dias , de redução salarial .

MP 936: Bolsonaro sanciona projeto que autoriza redução de jornada e salário

Pablo Jacob / Agência O Globo

MP 936: Bolsonaro sanciona projeto que autoriza redução de jornada e salário

A expectativa é que o decreto seja publicado no mesmo dia da sanção. O presidente anunciou a sanção em suas redes sociais.

As empresas interessadas na prorrogação terão que renegociar com os funcionários acordos já fechados e assegurar estabilidade temporária no emprego por igual período. Editada no início de abril, a MP autoriza a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias e redução de salário e jornada, por 90 dias.

A ampliação dos prazos dos acordos por decreto foi incluída na proposta pelo Congresso Nacional , obedecido o limite do período de calamidade pública de 31 de dezembro.

De acordo com a MP , as empresas podem reduzir salários em 25%, 50% ou 70%. Segundo balanço do governo, já foram oficializados 12 milhões de acordos de suspensão de contrato e redução salarial.

Durante a vigência desses acordos, a União entra com uma contrapartida do seguro desemprego para ajudar a complementar a renda dos trabalhadores. A estimativa é de um gasto total de R$ 51,2 bilhões e até agora foram desembolsados R$ 13,9 bilhões.

Senado concluiu a votação da MP no dia 16 de junho, mas a sanção acabou atrasando devido a questões burocráticas na redação final do texto encaminhado ao Planalto . Havia também uma discussão sobre a mudança de mérito na proposta aprovada pela Câmara .

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Igg




Bolsonaro usa helicóptero e anda a cavalo para prestigiar ato na Esplanada contra STF e Congresso

Depois, desceu e caminhou para cumprimentar seus apoiadores que estavam em frente ao Planalto.

Em seguida, andou a cavalo diante de manifestantes. o presidente não deu declarações. (Foto: Reprodução)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) requisitou um helicóptero oficial para sobrevoar a Esplanada dos Ministérios neste domingo (31) e prestigiar mais uma manifestação a favor de seu governo e contra o STF (Supremo Tribunal Federal) e o Congresso.

Depois, desceu e caminhou para cumprimentar seus apoiadores que estavam em frente ao Planalto. Ele não utilizava máscara, obrigatória no Distrito Federal como medida de combate à Covid-19. Em seguida, andou a cavalo diante de manifestantes. o presidente não deu declarações.

Na domingo passado (24), o presidente também havia utilizado um helicóptero para sobrevoar a área.

Neste domingo, uma carreata e pessoas à pé se dirigiram à Praça dos Três Poderes, onde um grupo se aglomerou à espera do presidente da República.

O helicóptero, em um passeio de 40 minutos, deu pelo menos seis voltas na Esplanada e pousou por volta das 12h no Palácio do Planalto. Após cumprimentar apoiadores, o presidente retornou ao Alvorada de helicóptero.

Como tem ocorrido constantemente, o STF foi o principal alvo das palavras de ordem e das placas carregadas por manifestantes.

Placas afirmavam: “Supremo é o povo” e “Abaixo a ditadura do STF”. Faixas faziam ataques ao Supremo e pediam intervenção militar. Congressistas foram chamados de corruptos.

Manifestantes demonstraram ainda apoio aos ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Abraham Weintraub (Educação). “Fake news não é crime”, dizia uma faixa. O número de manifestantes deste domingo era um pouco maior do que o da semana passada.

Neste sábado (30), sem compromissos oficiais previstos, Bolsonaro também usou um helicóptero, desta vez para visitar cidades de Goiás que ficam próximas a Brasília.
De acordo com imagens publicadas por apoiadores nas redes sociais, sem usar máscara, o presidente causou aglomeração em uma lanchonete no município de Abadiânia, contrariando orientações sanitárias e repetindo cenas provocadas por ele durante a pandemia do coronavírús.

No início da madrugada deste domingo, um grupo de pessoas mascaradas carregando tochas protestou em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Os manifestantes eram liderados por Sara Winter, investigada no inquérito contra fake news que tramita no STF.

Ela é um dos líderes do chamado movimento “Os 300 do Brasil”, grupo armado de extrema direita formado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que acampam em Brasília.

Com máscaras, roupas pretas e tochas, o grupo, formado por poucas dezenas de pessoas, desceu a Esplanada e, segundo imagens divulgadas por eles nas redes, se posicionou em frente ao Supremo.

Mais cedo, Bolsonaro voltou a fazer ataques à imprensa em publicação em redes sociais.

“O maior dos FAKE NEWS é o ‘gabinete do ódio’ inventado pela imprensa”, afirmou, em referência ao grupo alvo de investigação no inquérito das fake news.

“Até o momento a Folha, Globo, Estadão… não apontaram uma só fake news produzida pelo tal ‘gabinete'”, afirmou.

Depois, Bolsonaro falou em “mídia podre” e citou ações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre disparos de mensagens em massa de WhatsApp na campanha eleitoral.
“Será que, se eu chamar essa imprensa e negociar com ela alguns BILHÕES DE REAIS em propaganda, tudo isso se acaba?”, afirmou.




O CERCO ESTÁ SE FECHANDO: Escrito Por Rui Leitao 

O CERCO ESTÁ SE FECHANDO: Escrito Por Rui Leitao
O cenário político nacional ultimamente tem vivido em permanente estado de alerta. Especialmente nos ambientes palacianos. Todo dia tem uma novidade revelando que o cerco está se fechando. O nervosismo é perceptível. As reações, comumente raivosas, tornaram-se assim como que meio desesperadas. Muita gente afundando no pântano que eles mesmo criaram. É aquela situação em que se vêem com enorme dificuldade em explicar o inexplicável.
Fatos novos se sucedem numa avalanche de denúncias que deixa desnorteados seus protagonistas. O desdobramento desses acontecimentos cada vez mais complica a vida dos que até pouco tempo se apresentavam como combatentes da corrupção e vestais da moralidade e da ética na política. Máscaras caindo. Atônitos, saem disparando metralhadoras giratórias na tentativa de abater adversários antes que caiam por terra. A estratégia, ao que se percebe, não tem produzido bons resultados.
Quem antes era estilingue, de repente se tornou vidraça. É sintomática a postura de intranquilidade. Os dias coloridos vão se tornando sombrios. Ficam apreensivos porque o desencanto avança na mesma velocidade que o encantamento. Se amedrontam em perceber que estão à beira de um abismo, e não têm como voltar. As decepções produzidas comprometem as expectativas tão planejadamente construídas. Sobra uma desilusão difícil de se conter. Aquela angústia de ver que os que depositaram credibilidade nos seus discursos começarem a cair no desapontamento.
As mentiras e os fingimentos que até então eram considerados como verdades, aos poucos vão virando pó. Ninguém consegue mostrar por muito tempo uma personalidade que não lhe pertence. Como também não há como se manter demonstrando ser o que não é, por toda a vida. A farsa tem data marcada para se findar. Eles ignoram que a verdade pode demorar, mas aparece. E quando surge, geralmente, é em condições de surpresa. Sem tempo de armar defesas ou táticas de ludibrio.
O desnudamento é sinônimo de libertação. À medida que vamos conhecendo a verdade, vamos nos livrando dos ardis a que nos submeteram. Aos nossos olhos surge a oportunidade de enxergarmos o que estava obscurecido. Passamos a viver a transformação do entendimento e nos entregamos ao império da lógica e do discernimento. As vendas que puseram em nossos olhos estão sendo retiradas e a escuridão de antes se transforma em luz esclarecedora da realidade.
O cerco está se fechando. Amanhã será outro dia, como diria Chico Buarque. Esperemos. Não há como inibir os eventos que transpareçam a verdade que teimaram em nos esconder. O poder mal utilizado não tem condições de se manter por muito tempo. A verdadeira justiça vive na consciência de cada um.
www.reporteridoferreira.com.br Por Rui Leitão- Jornalista, advogado e escritor



Bolsonaro diz que Moro tem compromisso com o ego e não com o Brasil

Sergio Moro pediu demissão na manhã desta sexta e afirmou em discurso de despedida que o presidente tentou interferir na Polícia Federal

Jair Bolsonaro

José Dias/PR

Jair Bolsonaro fez pronunciamento sobre saída de Moro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que Moro tem “compromisso consigo próprio e com seu ego, e não com o Brasil”. “Uma coisa é admirar uma pessoa, outra é trabalhar com ela”, disse também o presidente. Ele falou ainda que Moro teria condicionado a troca do comando da PF a sua indicação para uma vaga do Supremo Tribunal Federal.

“Torci muito para dar certo”, disse Bolsonaro sobre a relação com Moro. O presidente também disse que “fica difícil a convivência com uma pessoa que pensa bastante diferente de você” e que a saída do ex-juiz vai “deslustrar sua ilustre biografia”, em referência ao

Bolsonaro convocou uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (24) após pronunciamento do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que após pedir demissão na manhã desta sexta afirmou que o presidente tentou interferir na atuação da Polícia Federal.

Sobre as acusações, Bolsonaro afirmou que nunca pediu para ter acesso a informações de investigações da Polícia Federal. Ele disse ainda que não precisa pedir a ninguém para trocar o comando da Polícia Federal. O presidente relembrou ainda da investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco, questionando se seria interferência na PF ele pedir para seu filho Carlos ir na portaria filmar o controle de entrada, referindo-se à suspeita de que um dos homens presos pelo crime teria estado em sua casa no dia do assassinato.

Depois de quase 40 minutos de fala, Bolsonaro começou a ler um pronunciamento, quando afirmou estar “decepcionado e surpreso com seu comportamento”. “Não se dignou a me procurar e preferiu uma coletiva de imprensa”, disse. “Desculpa, sr. ministro, mas o senhor não vai me chamar de mentiroso”, completou.

Demissão de Valeixo

Em seu pronunciamento, Bolsonaro reforçou que o próprio Valeixo pediu para sair do comando da Polícia Federal e que ao comunicar ao então ministro Sergio Moro que a exoneração seria publicada no Diário Oficial, Moro exigiu indicar o substituto. O presidente não teria aceitado a condição imposta pelo ex-juiz.

Segundo Bolsonaro, Moro teria imposto ainda uma outra condição para permanecer no governo. “Você pode trocar o comando, em novembro, quando eu for indicado para o Supremo Tribunal Federal”, teria dito o então ministro. “Isso é desmoralizante para mim”, completou Bolsonaro.

O presidente disso ainda: “Não posso aceitar minha autoridade confrontada por qualquer ministro. Assim como respeito a todos, espero o mesmo. Confiança é uma via de mão dupla”.

Facada

Em diversos momentos de sua fala, o presidente relembrou a facada da qual foi vítima durante a campanha eleitoral de 2018. Ele disse que “quase implorou” para que se apurasse “quem matou Jair Bolsonaro”. “Entre o meu caso e o da Marielle, o meu está muito mais fácil de solucionar”, completou, repetindo a referência à investigação do assassinato de Marielle.

Bolsonaro afirmou que enquanto estava no hospital se recuperando da facada, o então juiz federal Sergio Moro pediu para visitá-lo. Bolsonaro teria recusado a visita porque “não queria aproveitar do prestígio dele para conseguir a vitória no segundo turno”.

Em sua fala, Bolsonaro se dirigiu a Moro: “o senhor disse que tinha uma biografia a zelar, eu digo a vossa senhoria que eu tenho o Brasil a zelar”.

Ignorando a recomendação de distanciamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2), o presidente apareceu ladeado por quase todos os seus ministros. Apenas o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava usando máscara de proteção.

Além dos ministros, o deputado Eduardo Bolsonaro  (PSL-SP) também estava ao lado do presidente, assim como o vice-presidente Hamilton Mourão.

Assista:

*Matéria em atualização.

www.reporteriedoferreira.com.br Por G1




Revista Veja teria conseguido resultado de exame de Bolsonaro para Coronavírus

(Foto: Isac Nobrega/PR)

Circula entre jornalistas neste momento a informação de que a direção da revista Veja avalia se publica ou não o resultado do exame de Bolsonaro para o Covid-19, o Coronavírus.

A revista teria conseguido a resultado que contraria às declarações do presidente que afirmou que não estava infectado.

O exame teria dado positivo para o vírus.

A se confirmar essa informação, o impeachment de Bolsonaro pode ser requerido por crime de responsabilidade contra a saúde pública.

Este é o assunto predominante entre os jornalistas credenciados no Planalto diante da alta expectativa em torno do presidente que terminou a manhã sem comparecer à entrevista coletiva convocada pela Comunicação do Governo.

No clima de alta expectativa em torno ainda da saída do Ministro Henrique Mandetta do Ministério da Saúde, repercute também a decisão do Governo Americano de mandar todos seus concidadãos do território brasileiro.

www.reporteriedoferreira.com.br    Originalmente publicado na Revista Fórum.