Jovem de é executado com tiros na cabeça em João Pessoa

Um adolescente de 15 anos foi morto a tiros na noite desta quarta-feira (29), no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa. A vítima foi atingida por cerca de seis disparos de arma de fogo, efetuados com munições de diferentes calibres.

De acordo com informações preliminares repassadas pelo delegado Douglas Garcias, o jovem era usuário de drogas. A Polícia Civil investiga se o crime pode ter ligação com supostas dívidas relacionadas ao tráfico.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. Equipes da Polícia Científica estiveram no local para realizar a perícia, e o caso seguirá sob investigação para identificar os envolvidos e esclarecer os detalhes do assassinato.

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Opinião/RedeMais: em confrontos diretos, Cícero vence todos os cenários

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinião, contratada pela Rede Mais, mostra que o prefeito Cícero Lucena (PP) vence todos os adversários em cenários simulados de eventual segundo turno. Os dados foram divulgados na noite desta sexta-feira (29), no Programa de Rádio Hora H, na Rádio POP FM de João Pessoa, e no Portal MaisPB.

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Cícero Lucena (45,1%) X Ruy Carneiro (29,4%) 

Em simulação de confronto direto com o deputado federal Ruy Carneiro (Pode), Cícero Lucena (PP) venceria com 45,1% dos votos, se as eleições fossem hoje na capital paraibana. O parlamentar do Podemos teria 29,4% da preferência do eleitorado pessoense.

De acordo com o levantamento, 17,6% dos eleitores entrevistados dizem que votariam branco, nulo ou em nenhum dos dois nomes. Já 7,9% se dizem indecisos ou não souberam responder ao questionamento.

Fonte: Instituto Opinião

Cícero Lucena (45,4%)  x Luciano Cartaxo (28,5%)

Noutro cenário entre Cícero Lucena (PP) e Luciano Cartaxo (PT), o prefeito venceria com 45,4%, dos votos, se as eleições fossem hoje na capital paraibana. O petista teria 28,5% da preferência do eleitorado da capital.

Conforme o levantamento, nesse cenário, 17,8% são os eleitores que admitem voto branco, nulo ou em nenhum dos dois, enquanto 8,3% estão indecisos ou ainda não sabem em quem votar.

Fonte: Instituto Opinião

Cícero Lucena (49,5%) X Nilvan Ferreira (25,3%) 

O Instituto Opinião também simulou o confronto direto entre Cícero Lucena (PP) e Nilvan Ferreira (PL). Nesse cenário, o gestor pessoense também lidera com 49,5% contra 25,3% do radialista.

Nesta simulação, brancos, nulos e nenhum são 17,9% dos entrevistados pelo Opinião e 7,3% se disseram indecisos ou não ainda não souberam responder ao questionário.

Fonte: Instituto Opinião

Cícero Lucena (51,6%) X Cida Ramos (17,3%) 

O prefeito Cícero Lucena (PP) alcança 51,6% das intenções de voto contra 17,3% da deputada estadual Cida Ramos (PT), em simulação de confronto direto, conforme os dados do Instituto Opinião.

Nesse cenário, brancos, nulos e nenhum são 23,3% das respostas, enquanto 7,8% dos entrevistados estão indecisos ou não souberam responder.

Fonte: Instituto Opinião

Cícero Lucena (52,4%) X Marcelo Queiroga (17,8%) 

No último cenário de confronto direto, o Instituto Opinião avaliou a preferência do eleitorado numa eventual disputa entre o prefeito Cícero Lucena (PP) e o médico Marcelo Queiroga (PL). Caso as eleições fossem hoje e apenas os dois estivessem concorrendo, Lucena atinge 52,4% das intenções de voto contra 17,8% do ex-ministro.

Conforme os dados, brancos, nulos e nenhum são 21,4% das respostas dos eleitores, enquanto 8,4% dos entrevistados estão indecisos ou não souberam responder.

Fonte: Instituto Opinião

Com 33,3%, Cícero lidera na pesquisa estimulada

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), lidera a corrida pela sucessão eleitoral de 2024. Ele tem 33,3% das intenções de voto, seguido do deputado federal Ruy Carneiro (Pode), com 14,5%, do radialista Nilvan Ferreira (PL), com 13,6% e do deputado estadual Luciano Cartaxo (PT), com 12,3%. Os três estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

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O médico Marcelo Queiroga (PL) aparece na última colocação, com 3,1% da preferência do eleitorado da capital paraibana. Brancos, nulos e nenhum somam 11,9%, enquanto indecisos ou não sabem são 11,3% dos entrevistados.

Cícero também lidera na espontânea

No levantamento espontâneo (quando os nomes não são apresentados no questionário), Cícero Lucena também lidera. O prefeito é lembrado por 20% dos eleitores, Nilvan Ferreira por 2,9%, Ruy Carneiro por 2,8% e Luciano Cartaxo por 2,6%.

Ainda são citados o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) tem 0,9% das citações, Marcelo Queiroga (0,6%), a petista Cida Ramos (0,5%), Cabo Gilberto (0,4%), Wallber Virgolino (0,4%), Cássio Cunha Lima (0,1%), Estela Bezerra (0,1), Pastor Sérgio Queiroz (0,1%), Tibério Limeira (0,1%). Brancos, nulos e nenhum são 10,9% 57,3% dos eleitores estão indecisos ou não souberam responder.

Dados técnicos – A pesquisa do Instituto Opinião foi realizada em João Pessoa, nos dias 26 e 27 desta semana de dezembro e ouviu 800 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança estimado é de 95%.

As entrevistas foram realizadas nos bairros Altiplano Cabo Branco, Alto do Céu, Alto do Mateus, Bairro dos Estados, Bancários, Bessa, Brisamar, Cabo Branco, Castelo Branco, Centro, Cidade dos Colibris, Cristo Redentor, Cruz das Armas, Ernesto Geisel, Expedicionários, Funcionários, Grotão, Ilha do Bispo, Ipês, Jaguaribe, Jardim Cidade Universitária, Jardim Oceania, Jardim Veneza, João Agripino, João Paulo II, José Américo, Manaíra, Mandacaru, Mangabeira, Miramar, Oitizeiro, Padre Zé, Paratibe, Roger, Tambaú, Tambauzinho, Torre, Treze de Maio, Valentina Figueiredo e Varjão.

www.reporteriedoferreira.com.br/MaisPB




A REGULAÇÃO MIDIÁTICA Por Rui Leitao 

A REGULAÇÃO MIDIÁTICA Por Rui Leitao

É um tema que tem gerado muita polêmica. Mas como compreender e aceitar que metade da mídia brasileira esteja nas mãos de apenas 5 famílias, influenciando a formação da opinião pública? Esse oligopólio midiático nos bombardeia diariamente com informações estrategicamente elaboradas na conformidade dos seus interesses políticos, econômicos e sociais.

É muito poder nas mãos de poucas pessoas. Isso restringe a pluralidade de ideias e opiniões, contrariando os princípios básicos de uma democracia, porque interfere, inclusive, nas escolhas e decisões das pessoas. Por isso esses empresários que dominam a mídia nacional procuram fazer com que se acredite que a “regulação” é sinônimo de “censura”. E se negam a promover um debate transparente e diverso sobre o tema “regulação midiática”.

São muitos os países democráticos que asseguram o pluralismo cultural e a diversidade de expressão das várias correntes de pensamento, impedindo a formação de monopólios na comunicação. No Brasil a Constituição, em seu artigo 220, determina que “a mídia não pode, direta ou indiretamente, estar sujeita a monopólio ou oligopólios”. Dispositivo que nunca foi regulamentado, exatamente porque não interessa à mídia tradicional do país.

A democratização dos meios de comunicação em nosso país esbarra no fato de que muitos dos proprietários de rádios e TVs são políticos, ainda que isso seja vedado, também, pela Constituição, em seu artigo 54 quando não permite a “participação de políticos em exercício de mandato no quadro societário de empresas concessionárias de radiodifusão”. Prevalece, portanto, o interesse privado, político e religioso, em detrimento do interesse público. Os grupos sociais minoritários permanecem sendo excluídos.

Sem a regulação da mídia nunca conseguiremos ter uma comunicação de massa realizada nos valores fundantes de liberdade, igualdade e democracia. O professor de direito norte-americano Stephen Holmes é enfático ao afirmar que “o poder privado no setor midiático representa uma ameaça tão grande à liberdade quanto ao poder público”. O poder econômico que controla a mídia brasileira busca pautar atos e decisões dos indivíduos e grupos sociais, de acordo com as suas necessidades e desejos.

Na sociedade contemporânea a comunicação exerce papel central e decisivo. Portanto, a democratização de acesso aos meios de comunicação assegura a defesa do bem comum, tornando-se promotora do interesse público. Nos espaços democráticos há a necessidade de que todos participem das discussões sobre assuntos a serem decididos pelas instituições públicas. Urge, então, que se pense na adoção da regulação da mídia, adequada, não arbitrária, definindo limitação de conteúdo e de procedimentos, mas respeitando a noção de ideal democrático e republicano. O poder midiático precisa ter um nível de comprometimento com o interesse público em absoluta compatibilidade com o que lhe atribuiu a Constituição de 1988. Só assim alcançaremos efetivamente o Estado Democrático de Direito.

Rui Leitão- Advogado, jornalista, escritor e poeta