DESCASO OU OMISSÃO VOLUNTÁRIA? POR FRANCISCO NÓBREGA DOS SANTTOS

DESCASO OU OMISSÃO VOLUNTÁRIA?
POR FRANCISCO NÓBREGA DOS SANTTOS

Durante toda minha vida de estudo e trabalho sempre ouvi um provérbio que diz: A inteligência anda pelo caminho certo e a esperteza pelos atalhos.
Como no Brasil, somente os expertos ocupam cargos políticos, que são transitórios, de duração temporárias, os inteligentes procuram a vida privida, que divergem da transitoriedade.

 

Os detentores do comando efêmero e rentável, usam de artifícios para uso o enriquecimento rápido, os que escolhem o desenvolvimento na via privada, somam a inteligência, sobrepondo-se a esperteza, encurtando os caminhos da desfaçatez, impondo seu mecanismo, para burlar, de forma ostensiva, o comando do poder público, (Poder de Polícia Administrativa) inserido no art. 78 do Código Tributário, que regula a prática de atos e abstenção de fatos ainda aplicável, que deveria, para fortalecer a conjugação inteligência-esperteza, não permitir que uma forma ou fórmula se sobreponha à outra. Ou seja a inteligência contra a esperteza.
É de fácil percepção que os governantes, de forma aleatória, criam normas, como regras de conduta ou comportamento, sem exercer o Poder de Polícia Administrativa, de fiscalizar e aplicar medidas coercitivas, contra o desvio de conduta ou de comportamento.

 

Em linhas gerais, percebe-se que os órgãos governamentais anunciam o índice de infração, em números manipulados, sem a percepção de que a indústria, de modo especial de produtos alimentícios, ao invés da moderação da volúpia lucrativa, jogam no mercado produtivo, os mesmos produtos, os mesmos preços, com redução de dimensão, sob a visão omissa dos pretensos fiscalizadores, como uma forma, perceptível de iludir a boa fé do consumidor, que aasiste uma cínica manobra sob pesos e medidas, com ostensiva redução de conteúdo, em invólucros, (laticínios, plásticos caixas ou papéis, numa simulação de inalteração de preços.

 

Tive a curiosidade de acompanhar venda de alimentos (enlatados ou não), com latas, sacos ou caixas, utilizando as dimensões tradicionais dos invólucros, no caso produtos em pó ou em grãos, com reduzida quantidade, diminuta alteração dos preços, em consideráveis redução do conteúdo, só perceptível ao ser utilizado.
A exemplo disso, se alguém comprar produtos como leite, outros produzidos por Multinacionais ou fabricantes locais, percebe-se a redução do volume à metade, com diminuição insignificante de preço.
Basta observar alimentos como biscoitos produzidos pelas grandes e famosas empresas, incluindo nutrientes semelhantes a leite, farinhas, grãos, massas e líquidos, percebe-se como o consumidor é lesado, sob os olhares negligentes dos órgãos fiscalizadores, que se tornaram burocráticos, sem qualquer atividade externa atuante. É preciso que se dê um basta nessa OMISSÃO.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Francisco Nóbrega dos Santos- Advogado, jornalista, poeta, escritor




A OMISSÃO NA POLÍTICA:  Por Rui Leitao 

A OMISSÃO NA POLÍTICA:  Por Rui Leitao

A participação política é uma obrigação cidadã. Recusá-la é, no mínimo, uma postura irresponsável. Paulo Freire já nos ensinava que: “Todos nós temos atos políticos, só que uns são mais preocupados com o bem-estar da sociedade e outros mais preocupados em levar o indivíduo ao seu ápice de realizações dos seus desejos; respetivamente uma mais inclusiva e outra mais excludente”. Temos visto muita gente falar que detesta política e que prefere não debater qualquer assunto que trate desse tema. São os que se afirmam “isentos”. Na verdade, são omissos. E omissão é sinônimo de covardia, passividade, comodismo.

Decidem ficar “em cima do muro”, como se diz na linguagem popular. Neles está ausente o espírito público, porque só pensam em si próprios. Platão afirmava que: “o castigo dos bons que não fazem política, é serem governados pelos maus”. É exatamente por isso que o maior medo de um governo mal intencionado é o povo consciente”. Teme os que tenham senso crítico e se posicionem politicamente, vendo nesse comportamento uma ameaça ao sistema vigente. Quanto maior for o número de pessoas omissas, com o discurso de que estão descrentes com a política, mais favorecida fica a escassez dos valores éticos e princípios morais. Os corruptos se beneficiam dessa ausência de participação cidadã dos autoproclamados “apolíticos”. Fazer política não é, necessariamente, vincular-se a um partido ou defender uma ideologia. É preciso entender que a política faz parte da nossa vida. É a forma de participação na sociedade a qual estamos inseridos.

O problema é que muitos insistem na compreensão de que a política está vinculada, exclusivamente, a processos eleitorais. Esquecem que através dela é que se definem ações efetivas de desenvolvimento da população. Quando nos relacionamos com o mundo estamos “fazendo política”. É a melhor maneira de exercer a cidadania. Tenho dificuldades em conviver com os que carregam a máscara da isenção política. Vejo neles o obstáculo para a condução da nossa própria existência coletiva. Me desculpem a franqueza, mas me parece algo que cheira à hipocrisia. A omissão é também ignorância. Pratica-se a negligência quando alguém, tendo a consciência de que pode fazer algo pelo outro, não o faz. Assim se comporta o omisso político. Já estamos pagando um preço caro pela omissão de muitos que proclamam o discurso simplista de que “odeia a política”. Através dela se enraizam as injustiças sociais, colaborando com tudo aquilo que se imagina estar combatendo. Corrupção, por exemplo. Nossa sociedade não aguenta mais tanta omissão. A opção pelo silêncio ao invés do grito desgasta a esperança.

www.reportriedoferreira.com.br     Por Rui Leitão, Jornalista, advogado e Escitor




A OMISSÃO NA POLÍTICA; Por Rui Leitao

A OMISSÃO NA POLÍTICA; Por Rui Leitao

A participação política é uma obrigação cidadã. Recusá-la é, no mínimo, uma postura irresponsável. Paulo Freire já nos ensinava que: “Todos nós temos atos políticos, só que uns são mais preocupados com o bem-estar da sociedade e outros mais preocupados em levar o indivíduo ao seu ápice de realizações dos seus desejos; respetivamente uma mais inclusiva e outra mais excludente”. Temos visto muita gente falar que detesta política e que prefere não debater qualquer assunto que trate desse tema. São os que se afirmam “isentos”.

Na verdade, são omissos. E omissão é sinônimo de covardia, passividade, comodismo. Decidem ficar “em cima do muro”, como se diz na linguagem popular. Neles está ausente o espírito público, porque só pensam em si próprios. Platão afirmava que: “o castigo dos bons que não fazem política, é serem governados pelos maus”. É exatamente por isso que o maior medo de um governo mal intencionado é o povo consciente”. Teme os que tenham senso crítico e se posicionem politicamente, vendo nesse comportamento uma ameaça ao sistema vigente.

Quanto maior for o número de pessoas omissas, com o discurso de que estão descrentes com a política, mais favorecida fica a escassez dos valores éticos e princípios morais. Os corruptos se beneficiam dessa ausência de participação cidadã dos autoproclamados “apolíticos”. Fazer política não é, necessariamente, vincular-se a um partido ou defender uma ideologia. É preciso entender que a política faz parte da nossa vida. É a forma de participação na sociedade a qual estamos inseridos. O problema é que muitos insistem na compreensão de que a política está vinculada, exclusivamente, a processos eleitorais.

Esquecem que através dela é que se definem ações efetivas de desenvolvimento da população. Quando nos relacionamos com o mundo estamos “fazendo política”. É a melhor maneira de exercer a cidadania. Tenho dificuldades em conviver com os que carregam a máscara da isenção política. Vejo neles o obstáculo para a condução da nossa própria existência coletiva. Me desculpem a franqueza, mas me parece algo que cheira à hipocrisia.

A omissão é também ignorância. Pratica-se a negligência quando alguém, tendo a consciência de que pode fazer algo pelo outro, não o faz. Assim se comporta o omisso político. Já estamos pagando um preço caro pela omissão de muitos que proclamam o discurso simplista de que “odeia a política”. Através dela se enraizam as injustiças sociais, colaborando com tudo aquilo que se imagina estar combatendo. Corrupção, por exemplo. Nossa sociedade não aguenta mais tanta omissão. A opção pelo silêncio ao invés do grito desgasta a esperança.

www.reporteriedoferreira.com.br   Rui Leitão, Jornalista, advogado e escritor