É campeã! Bia Souza brilha no judô e conquista 1º ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris

Brasileira venceu a israelense Raz Hershko na final do torneio acima de 78 kg

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Bia Souza conquista medalha de ouro ao derrotar isralense em final do judô
Alexandre Loureiro/COB

Bia Souza conquista medalha de ouro ao derrotar isralense em final do judô

Bia Souza venceu a israelense  Raz Hershko na final do torneio acima dos 78 kg do judô dos Jogos Olímpicos de Paris nesta sexta-feira (2), e garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas.

A brasileira derrubou a israelense no início da luta, conquistando o wazari. Bia foi inteligente, esfriou a luta, e conseguiu manter a vantagem até o final, conquistando o ouro.




Paris 2024: Espanha bate França em final frenética no futebol masculino

Partida que parecia se encaminhar para uma vitória tranquila dos espanhóis teve reviravolta com pênalti no fim e decisão na prorrogação

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Atualizada às Espanha e França se enfrentaram no Parque dos Príncipes

Reprodução/@fifaworldcup_es

Espanha e França se enfrentaram no Parque dos Príncipes

Espanha conquistou o Ouro Olímpico no futebol masculino em Paris, ao bater a França na final, em partida com muitos altos e baixos. Os franceses abriram o placar no início, mas sofreram a virada em menos de 15 minutos depois. A Espanha abriu 3×1, mas no segundo tempo os donos da casa reagiram e levaram o jogo para a prorrogação, em pênalti nos acréscimos.

A França começou melhor o jogo, com muita posse de bola, deixando a Espanha desconfortável no jogo. Não à toa, os donos da casa abriram o placar com 11 minutos de jogo, em um chute na lateral da grande área de Enzo Millot. Pelo ângulo surpreendente, o goleiro Arau Tenas falhou no lance e cedeu o 1×0 para a França.

Depois disso, os franceses recuaram e deram espaço para os espanhóis trocarem passes. Com uma posse de bola muito longa, a Espanha foi avançando gradualmente, até que Baena deu uma bela assistência para Fermín López, que finalizou livre na entrada da área para empatar o jogo, com 18 minutos.

Com a confiança de volta, a Espanha conseguiu a virada já aos 25 minutos do primeiro tempo, após mais uma jogada em trabalhada. Juan Miranda avançou pela lateral-esquerda e cruzou para Abel Ruíz, que chutou em cima do goleiro Reestes. Entretanto, o arqueiro francês acabou dando rebote, que caiu nos pés de Fermín López. O meia não perdoou em fez o seu segundo gol do dia para selar o 2×1.

A França sentiu psicologicamente a virada e a Espanha se empolgou de vez. Tanto que no ataque seguinte ao segundo gol, os espanhóis fizeram o terceiro. Mais um golaço, desta vez com Baena, em cobrança de falta. O goleiro Reestes nem pulou na bola. Com isso, o jogo foi para o intervalo com 3×1 para a seleção espanhola.

Na volta para a segunda etapa, a França conseguiu voltar melhor, finalizando mais e retomando um pouco mais da posse de bola. Mas, a Espanha se manteve forte defensivamente no início do segundo tempo.

Com 28 minutos do segundo tempo, o técnico Santi Denia, da Espanha percebeu que a França vinha ganhando cada vez mais volume de jogo e decidiu mudar a equipe. Entraram Juanlu Sánchez e Benabé para adicionar mais energia para marcação e quem sabe recuperar o controle da partida.

Mesmo com as substituições, a Espanha não conseguiu conter a pressão francesa. Os donos da casa diminuíram o placar com 34 minutos do segundo tempo, em jogada de bola parada. Olise cobrou uma falta lateral no meio da área, a desviou em Akliouche, que fez o gol do 3×2 e mateve a França viva para o fim da partida.

Após cobrança de escanteio aos 44 minutos, o VAR chamou o árbitro brasileiro  Ramon Abatti para rever um possível pênalti para a França. O juiz foi até a tela e marcou a penalidade já nos acréscimos. Jean-Philippe Mateta, que é um dos atletas com mais de 23 anos convocados, foi o escolhido para a cobrança. O atacante deslocou o goleiro e levou a partida para a prorrogação de forma heroica.

Prorrogação

O atacante Sergio Camello jogou ‘água no chopp’ da torcida francesa ao colocar a Espanha à frente no placar. De cavadinha, o espanhol decretou o 4×3 aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação, mostrando novamente a força mental da ‘Fúria’.

O segundo tempo da prorrogação foi de muita posse de bola para a França, mas já sem muita força para levar perigo. A seleção espanhola colocou números finais ao jogo no último lance, em contra-ataque que Camello teve campo livre e ficou cara a cara com o goleiro francês. O atacante marcou seu segundo gol no jogo, sendo os dois de cavadinha.

A Espanha conquistou o Ouro, após ter perdido a final de Tokyo 2020 para o Brasil. Jogando em casa, os franceses ficaram com o Prata, de uma geração muito promissora, mas que esteve desfalcada de seus principais nomes.




Ginasta brasileira se machuca, é carregada por equipe e deixa tablado aos prantos

Victória Borges lesionou a panturrilha minutos antes do início da segunda série

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Atualizada às 

Victória Borges foi consolada por colegas de equipe
Foto: Divulgação/CBG

Victória Borges foi consolada por colegas de equipe

O público que marcou presença na Arena La Chapelle nesta sexta-feira (09) para acompanhar as classificatórias da ginástica rítmica dos Jogos Olímpicos, vivenciaram um momento emocionante envolvendo a equipe do Brasil de Ginástica Rítmica.

Victória Borges lesionou a panturrilha minutos antes do início da segunda série, que consiste no uso de fitas e bolas. Mesmo com dificuldades, ela conseguiu concluir a prova. Assim que a música parou, ela começou a chorar, foi carregada pelas companheiras e viu o ginásio aplaudi-la em pé.

Em seguida, Victória foi encaminhada para o centro médico do Ginásio, mas já estava cinte que sua nota foi afetada por conta da lesão. Com o 24.950 na segunda rotação, o Brasil ficou fora da fase final.

Vale destacar que na primeira apresentação, com o arco, o time brasileiro foi bem e pontuou 35.950, e terminou na 4ª colocação. Mesmo com o problema enfrentado com Victoria Borges, o Brasil terminou em 9º lugar – os oito primeiros se classificavam.

Em comunicado, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) esclareceu que a atleta teve uma contratura no músculo gastrocnêmio.

“Usem esse post para despejar o máximo de amor e carinho que vocês têm, comunidade ginástica! Elas merecem! Infelizmente durante o aquecimento para a série mista, a nossa Victoria Borges sofreu uma contratura muscular na panturrilha. Assim, nossas guerreiras entraram em quadra na garra, finalizaram sua apresentação e terminaram a classificatória em nono lugar. Leoas, nosso máximo respeito por vocês. Vocês foram GIGANTES! Guerreiras e com um propósito maior que tudo. ESSE é o verdadeiro espírito olímpico. Gratidão. Gratidão. Gratidão”, disse a Confederação Brasileira de Ginástica nas redes sociais.

A equipe conta com ginastas reservas, mas qualquer substituição só pode ser feita antes do início da competição. Uma vez que as cinco atletas entram em campo, não é permitido fazer alterações para as fases seguintes.

A equipe brasileira é composta por Maria Eduarda Arakaki, Deobrah Medrado, Sofia Pereira e Nicole Pircio, além de Victória Borges.

Para a grandefinal que acontece no sábado, pela manhã, estão classificadas: Bulgária, Itália, Ucrânia, França, China, Israel, Uzbequistão e Azerbaijão.

 




Brasil perde dos EUA e se despede de Tóquio com prata no vôlei feminino

Em dia ruim, seleção foi facilmente batida pelas americanas na grande final

Brasil perde para os Estados Unidos e se despede de Tóquio com prata no vôlei feminino
FIVB

Brasil perde para os Estados Unidos e se despede de Tóquio com prata no vôlei feminino

vôlei feminino do Brasil ficou com a medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio. Na madrugada deste domingo, as brasileiras lutaram, mas tiveram uma atuação ruim e foram facilmente derrotadas pelo forte time dos Estados Unidos, que fez valer seu favoritismo, por 3 sets a 0, com parciais de 21/25, 20/25 e 14/25.

Brasil x EUA - vôlei feminino - Olimpíadas Tóquio. Foto: FIVB
Brasil x EUA - vôlei feminino - Olimpíadas Tóquio. Foto: FIVB / Divulgação / Time Brasil

A partida começou com o Brasil disperso e cometeu alguns erros simples no jogo, principalmente na hora do último passe. As americanas, por sua vez, se mostraram concentradas desde o início e souberam explorar o primeiro set com falhas da Seleção. Diante deste cenário, os Estados Unidos fecharam o primeiro set com boa vantagem em 21/25.

A história não foi diferente no segundo set. O time brasileiro continuou apático e, somado às americanas que se encontravam em dia inspirado, viu as adversárias construírem uma vantagem de nove pontos no placar. O Brasil não se entregou e ainda buscou uma recuperação, mas o prejuízo já era grande demais e a derrota foi sacramentada novamente em 20/25.

No terceiro set, os Estados Unidos voltaram a mostrar sua superioridade. Com o Brasil aparentemente conformado e sem forças para reagir, as americanas voltaram a ter um excelente set e fecharam em 14/25.

Com a prata no vôlei feminino, o Brasil encerra a melhor participação de sua história nas Olimpíadas. Nos Jogos de Tóquio, foram 21 pódios, com sete medalhas de ouro, seis de prata e oito de bronze.

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