;SP: Pablo Marçal causa confusão com Ricardo Nunes e debate termina em soco; veja vídeo

 

Segurança de Pablo Marçal agride marqueteiro de Ricardo Nunes
Reprodução/Flow

Segurança de Pablo Marçal agride marqueteiro de Ricardo Nunes

O final do debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo , realizado nesta segunda-feira (23) no Flow Podcast , foi marcado por agressão física. Duda Lima , marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB) , levou um soco no rosto de um segurança de Pablo Marçal (PRTB) , após uma discussão nos bastidores.

A confusão começou quando Marçal, em suas considerações finais, chamou Nunes de “bananinha” e insinuou que o prefeito seria preso pela Polícia Federal, desrespeitando as regras do debate. Carlos Tramontina, o mediador, interrompeu e expulsou o candidato do estúdio.

Fora das câmeras, um dos seguranças de Marçal discutiu com Lima e o atingiu com um soco no rosto, deixando o marqueteiro ensanguentado. A equipe de Nunes afirmou que tomará as medidas legais contra o agressor.

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Nunes Marques interrompe julgamento do STF sobre demissão de não vacinados

Com isso, segue válida decisão do ministro Luís Roberto Barroso que permite a medida

Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF
Nelson Jr./SCO/STF

Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu o julgamento em que a Corte discutia se referendava ou não uma decisão liminar dada pelo ministro Luís Roberto Barroso permitindo a demissão de trabalhadores não vacinados contra a Covid-19 . Com isso, continua válida a determinação de Barroso.

No mês passado, Barroso suspendeu trechos da portaria do Ministério do Trabalho que proibiu demissões de não vacinados contra a doença. Ele considerou a medida inconstitucional, com a ressalva de pessoas que têm expressa contraindicação médica para receber os imunizantes, “para as quais deve-se admitir a testagem periódica”.

O julgamento estava ocorrendo no plenário virtual, em que os ministros votam pelo sistema eletrônico da Corte. Até o momento, além de Barroso, mais três ministros já haviam votado, acompanhando-o: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, e Cármen Lúcia. Assim, dos dez ministros, quatro foram favoráveis à suspensão da portaria do Ministério do Trabalho, ou seja, pela possibilidade de demitir não vacinados.

Nunes Marques fez um “pedido de destaque”, retirando o julgamento do ambiente virtual. Com isso, ele será retomado no plenário físico. Não há data marcada ainda para isso. Barroso é o relator de quatro ações questionando a portaria do Ministério do Trabalho. Elas foram apresentadas pelos partidos Rede Sustentabilidade, PSB, PT e Novo.

A portaria foi editada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social em 1º de novembro sob o argumento de evitar demissões em massa e a criação de uma “justa causa” que não está prevista na CLT. Ao justificar a portaria, a pasta equiparou a demissão de não vacinados contra a Covid-19 a práticas discriminatórias em razão de sexo, origem, raça, entre outras.

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Agência O Globo