João Pessoa assina ordem para reforma do Mercado Central da Capital

A Prefeitura de João Pessoa assinou a ordem de serviço para iniciar a reforma e ampliação do Mercado Central, um projeto que tem investimento previsto de R$ 31,9 milhões e conclusão estimada para o final de 2027. A reforma do Mercado Central contempla uma série de melhorias e ampliações para modernizar o espaço.
Na primeira fase da obra, serão reformados o bloco de frutas e verduras, os galpões de cereais e de carnes, o bloco de alimentação, o setor administrativo e as lojas. As intervenções incluem a troca de piso, pintura, instalação de revestimento cerâmico, novas bancadas e a modernização das redes elétricas.
Na etapa seguinte, será feita a ampliação da estrutura do Mercado Central com a construção de um espaço de apoio para os trabalhadores da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), uma base de segurança, um galpão de roupas e uma escola gastronômica.
O espaço destinado à Emlur contará com sala de descanso, cozinha, banheiros e depósito para materiais. A base da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania terá salas de atendimento, central de monitoramento, copa e cela para detenção.
O novo galpão de roupas terá 61 boxes equipados com instalações elétricas, iluminação, acessibilidade e revestimentos. A escola gastronômica será equipada com cozinha, sala destinada à imprensa, estrutura acessível e estacionamento.
Além dessas reformas e ampliações, o projeto inclui a construção de um Edifício Garagem para disponibilizar vagas de estacionamento reguladas pela zona azul.
Três pessoas foram assassinadas em dois dias no Mercado Central, em João Pessoa. Num dos crimes, uma mulher foi vítima de bala perdida, nessa segunda-feira (16). O secretário de Segurança de João Pessoa, João Almeida, alegou que não existe um problema de insegurança nos mercados, pois os crimes tratariam-se de acerto de contas. “Uma execução poderia acontecer em qualquer lugar, infelizmente foi no mercado e ainda havia uma senhora inocente que pagou com a própria vida. Crimes de execução tem que ser combatidos não no seu ato, mas na sua origem”, disse.