Tovar Correia Lima confirma saída do PSDB e anuncia filiação ao MDB

A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN João Pessoa.

Foto/ Reprodução
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O deputado estadual Tovar Correia Lima confirmou, na manhã desta terça-feira (27), que deixará o PSDB para se filiar ao MDB durante a próxima janela partidária, prevista para ocorrer nos próximos 30 a 40 dias. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN João Pessoa.

Segundo o parlamentar, a decisão é fruto de diálogos internos e do alinhamento com o grupo político ao qual sempre esteve ligado. Tovar revelou que tinha duas opções de migração partidária, mas que a escolha pelo MDB foi construída de forma coletiva.

“Vou sim para o MDB. Eu sempre fui um homem muito de grupo, muito ligado aos aliados com quem caminho politicamente. Temos formado duas chapas para a campanha proporcional, o PSD e o MDB, e após muitas conversas, a decisão foi migrar para o MDB na janela partidária”, afirmou.

O deputado destacou que a mudança vem sendo debatida com importantes lideranças do MDB, entre elas o senador Veneziano Vital do Rêgo, além dos deputados Anderson Monteiro, Dr. Romualdo e Felipe Leitão.

“A gente tem dialogado com o senador Veneziano e com deputados que integram esse campo político. Essa migração deve acontecer nos próximos 30 a 40 dias”, reforçou.

Durante a entrevista, Tovar também confirmou presença no evento político que acontecerá na próxima sexta-feira (30), em Campina Grande, no bairro do Catolé. Na ocasião, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima deverá declarar apoio à pré-candidatura do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo da Paraíba.

“Estarei sim. Já confirmei presença no evento e sigo as decisões do grupo político do qual faço parte”, declarou.

Tovar ressaltou ainda sua forte ligação com o grupo liderado por Pedro Cunha Lima, Romero Rodrigues e Cássio Cunha Lima, reafirmando que suas decisões políticas seguem as orientações desse núcleo.

“Tenho uma aliança muito forte com esse grupo. Está Pedro, está Romero, está Cássio, e é justamente por isso que sigo as orientações políticas deles”, disse.

De acordo com o deputado, o evento também marcará a apresentação de uma carta de compromissos e propostas discutidas entre Pedro Cunha Lima e Cícero Lucena, abordando temas estratégicos para o futuro da Paraíba.

“Todos conhecem as posições claras de Pedro sobre pautas importantes, como a primeira infância e outras questões que ainda serão amplamente debatidas”, concluiu.

Por: Fonte: RepercutePB




Cícero Lucena oficializa filiação ao MDB e lança movimento para disputar Governo da Paraíba




Diretório Municipal do MDB de João Pessoa divulga nota de apoio a Cícero Lucena

A Comissão Municipal do MDB de João Pessoa divulgou, nesta terça-feira (21), uma nota oficial saudando o retorno do prefeito e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, aos quadros do partido.

A decisão foi recebida com entusiasmo pelos integrantes da legenda, que classificaram o reencontro como um “gesto de coerência com sua trajetória pública” e um passo importante para o fortalecimento de um projeto político de alcance estadual e nacional.

De acordo com o comunicado, assinado pelos dirigentes Assis Freire, Camilo França Filho e Clóvis Moreno Neto, a volta de Cícero representa não apenas o retorno a uma “casa política”, mas também a reafirmação de um compromisso com o desenvolvimento da Paraíba e com a construção de soluções para os desafios enfrentados por João Pessoa e pela sociedade paraibana.

“A presença do prefeito Cícero Lucena no MDB fortalece nosso partido e representa um passo importante na consolidação de uma agenda política responsável, moderna e voltada para os reais interesses da população”, diz o texto.

A nota ressalta ainda que a história política de Cícero Lucena se confunde com os avanços de João Pessoa nas últimas décadas, e que sua liderança será fundamental na formulação de políticas públicas voltadas ao bem-estar da população da Capital e de todo o Estado.

“Reafirmamos nosso compromisso com a construção coletiva e democrática de soluções para os desafios que enfrentamos e saudamos o retorno de uma liderança cuja história se confunde com os avanços da nossa capital”, conclui o comunicado.

O retorno de Cícero ao MDB ocorre em um momento estratégico, marcado pela consolidação de alianças e pela definição de caminhos para as eleições estaduais de 2026.




Senador Veneziano abre as portas do MDB para Cícero e Adriano Galdino

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Veneziano Vital do Rêgo

O senador Veneziano Vital do Rêgo abriu as portas do MDB para o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), e para o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), a fim de que as duas lideranças possam fortalecer o bloco de oposição na disputa de 2026.

Veneziano afirmou, durante entrevista à Rádio BandNews de João Pessoa, que, caso Cícero e Aguinaldo resolvam deixar o bloco situacionista, o MDB estará de portas abertas para o diálogo em relação ao próximo pleito.

“Se, por exemplo, eles tomarem a decisão de se desligar, a gente passa a conversar. Não há dificuldades da nossa parte, do MDB, como também de outras legendas, em recepcioná-los. Afinal, trata-se de dois nomes que têm peso e importância no cenário político estadual”, declarou Veneziano.

O momento atual indica que Cícero e Adriano Galdino vêm manifestando o desejo de se candidatar ao governo da Paraíba em 2026.

Ambos concorrem com outros nomes da base governista, a exemplo do vice-governador Lucas Ribeiro. No entanto, tanto Cícero quanto Adriano ainda não manifestaram intenção de deixar a base.

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Justiça Eleitoral indefere DRAP do Progressistas, PSB e MDB em Rio Tinto

A Justiça Eleitoral da 055ª Zona Eleitoral de Rio Tinto/PB indeferiu o pedido de registro do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) apresentado pelo partido Progressistas – Órgão Municipal de Rio Tinto. A decisão foi tomada após o partido não cumprir as exigências legais previstas no Código Eleitoral e na Resolução TSE n. 23.609/2019.

Apesar do edital ter sido publicado e o prazo para impugnações ter expirado sem contestação, o Progressistas não apresentou toda a documentação necessária para o registro do DRAP. Mesmo após ser notificado para corrigir a falha, o partido não forneceu os documentos faltantes.

O juiz eleitoral Judson Kildere Nascimento Faheina destacou que o pedido de registro precisa ser subscrito por pessoas legitimadas, como o presidente do partido ou um delegado registrado no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP). No caso do Progressistas de Rio Tinto, o pedido foi assinado por Fábio da Cruz Marques, que não é presidente do partido nem delegado registrado no SGIP, contrariando as normas vigentes.

Além disso, o partido não respondeu à notificação do Cartório Eleitoral para regularizar a situação. Com isso, o pedido foi indeferido, impedindo o Progressistas de participar das Eleições 2024 em Rio Tinto/PB.

Situação semelhante ocorreu com as coligações proporcionais do PSB e MDB. Devido à decisão, os candidatos a vereador desses partidos estão “indeferidos com recurso”. A decisão já foi publicada e as partes envolvidas serão notificadas. Após o trânsito em julgado, os autos serão arquivados.

www.reporteriedoferreira.com.br/MaisPB

 




MDB vai filiar Raíssa Lacerda e Toinho Pé de Aço; partido quer ampliar bancada na CMJP

A suplente de vereadora Raissa Lacerda (Avante) vai se filiar no MDB, na próxima semana. Foi o que garantiu ao Blog do Anderson Soares o presidente do MDB de João Pessoa, Mikika Leitão. Ele também afirmou que o vereador Toinho Pé de Aço (PMB) vai ingressar no partido, no entanto, só quando abrir a janela partidária, prevista para abril de 2024.

O MDB hoje conta com dois vereadores na Câmara de João Pessoa (Mikika e coronel Sobreira). A meta, segundo o presidente municipal da legenda, é eleger quatro vereadores. “Na última eleição conseguimos eleger dois vereadores sem ter uma boa calda. Vamos para esta eleição mais fortes e pretendemos eleger quatro vereadores”, destacou.




Veneziano manda recado para Romero: “Não quer ficar, não fique. Não quer apoiar, não apoie”

O senador Veneziano Vital do Rêgo comentou nesta segunda-feira (31), durante entrevista à Rádio Arapuan FM, a nomeação de aliados seus na gestão do prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), em Campina Grande.

Veneziano ressaltou que o objetivo é ajudar o governo municipal e não trazer problemas políticos para o prefeito.

O senador aproveitou para mandar um recado ao deputado Romero Rodrigues (Podemos), que vem com a relação desgastada com Bruno.

“O MDB não está participando da gestão de Bruno para ser complicador, nem vai se permitir a quem quiser não estar, não esteja por outras razões. Não vão utilizar o MDB ou a mim como justificativa para qualquer tipo de comportamento pessoal. Essa história de usar pretexto outro, não, assuma: não quer ficar, não fique! Não quer apoiar, não apoie!”, disparou.

Sobre a relação política com o prefeito Bruno Cunha Lima, com participação na chapa majoritária em 2024, Veneziano ressaltou que o MDB não fez imposição nenhuma ao dialogar o apoio, mas avisou que o partido vai cobrar reciprocidade.

“O MDB precisa ter a reciprocidade política dos seus gestos, mas não vai ser fazendo exigências ou condicionando”, declarou.

www.reporteriedoferreira.com.br/Blog do Max Silva




OS “AUTÊNTICOS” DO MDB Por Rui Leitao

OS “AUTÊNTICOS” DO MDB Por Rui Leitao

Na década de setenta, mais precisamente a partir de 1974, um grupo de parlamentares da oposição começou a fazer pressão junto ao deputado Ulysses Guimarães, presidente do MDB, para endurecer o discurso contra a ditadura. Ficou conhecido como o “MDB autêntico”. Entre os vinte e três deputados que corajosamente se posicionaram de forma mais radical contra o governo militar, estava o paraibano Marcondes Gadelha.

Segundo nosso conterrâneo, “o grupo tinha a clara determinação de fazer a abertura, o fim dos atos institucionais, especialmente o AI 5, a anistia, o retorno dos direitos civis, o fim da censura, eleições diretas em todos os níveis, repatriamento dos exilados e devolução dos direitos aos cassados”. Portanto, pregava a volta da democracia ao país. Nomes destacados da política nacional compunham essa turma de destemidos integrantes da Câmara Federal que se insurgia contra as arbitrariedades cometidas pelo governo, entre os quais nos lembramos de Alencar Furtado (PR), Fernando Lyra (PE), Chico Pinto (BA), Freitas Nobre (SP), Marcos Freire (PE), Lysâneas Maciel (GB), Paes de Andrade (CE).

O movimento ganhou força na eleição do presidente Geisel. Eles entenderam que o MDB deveria lançar uma anticandidatura e escolheram Ulysses Guimarães para desempenhar esse papel. O objetivo era aproveitar a disputa eleitoral, ainda que indireta, para armar um palanque onde os discursos de contestação ao regime pudessem ser feitos por todo o Brasil. Para tanto, percorreram o país, ao lado do candidato. Teria ficado acertado que no momento da votação, doutor Ulysses retiraria sua postulação e faria um pronunciamento em protesto ao processo de eleição indireta que estava sendo realizado. Isso não aconteceu. O candidato do MDB se manteve firme na disputa, contrariando a ideia dos “autênticos”, que reagiram se abstendo de votar no colégio eleitoral.

Na hora da proclamação dos votos, lançaram um manifesto à Nação dizendo: “devolvemos nossos votos ao grande ausente, o povo brasileiro, cuja vontade, afastada do processo, deveria ser fonte de todo o poder”. Esse episódio provocou um racha no partido de oposição. Distinguiam-se na bancada do MDB no Congresso, os “moderados” e “os autênticos”. A direção do partido, por exemplo, não admitia a inclusão dos “autênticos” na sua Comissão Executiva.

As atitudes de ousadia continuaram e se tornaram mais fortes nos anos seguintes, quando o país se viu envolvido numa grande crise econômica. Findava-se naquele período o chamado “milagre econômico brasileiro”. Os “autênticos” apostavam na insatisfação cada vez mais crescente da população. Se antes os motivos de descontentamento do povo eram exclusivamente por causas políticas, violação dos direitos humanos e cerceamento de nossa liberdade, acumularam-se razões produzidas pelo agravamento da crise econômica, atingindo diretamente o poder de compra dos brasileiros.

À distância, eu procurava acompanhar os desdobramentos dessa divisão no partido oposicionista, mas torcendo para que os “autênticos” se fortalecessem na luta em defesa do retorno à democracia em nosso país. Ali nasceu minha admiração pelo jovem parlamentar Marcondes Gadelha, com quem tive a honra de conviver mais de perto por ocasião da sua candidatura ao governo do Estado, anos mais tarde.

O importante é que a reação popular que culminou com o fim da ditadura, deve-se ao estímulo e a intrepidez com que os “autênticos do MDB” desfraldaram as bandeiras de luta que ganharam as ruas num grito de rebeldia e bravura de um povo cansado de ver a democracia sendo desrespeitada, banida do nosso exercício de cidadania.

Rui Leitão- Jornalista, advogado, poeta e escritor.




Simone Tebet (MDB ) e um ministério em que possa deixar uma marca

Simone Tebet em propaganda barrada pelo TSE. Foto: Reprodução/YouTube

Por Paulo Cappelli

Aliados de Simone Tebet no MDB recomendaram que a senadora se articule para tentar assumir um ministério em que possa imprimir uma marca pessoal.

O entorno de Tebet avalia que a Agricultura é uma pasta que caminha sozinha, dando pouca margem para que se deixe uma marca própria, que ajude a alavancar Tebet para 2026.

Entre as opções em que isso seria possível, estão o Ministério do Meio Ambiente, o da Cidadania ou a Educação, todos com forte entrega de políticas públicas e, não à toa, também no raio de interesse do PT.

A presença de Tebet já é dada como certa pelo entorno de Lula. Além de prestigiar uma aliada importante no segundo turno contra Bolsonaro, a participação dela no governo ajudará na relação do governo com forças políticas majoritariamente avessas ao PT, como o agronegócio.




Partidos começam a negociar cargos e ministérios com PT

MDB, PSD, PSB, PSOL e Rede já aparecem como prováveis ocupantes de cadeiras no governo petista

Simone Tebet, Marina Silva e Marcio França
Montagem iG – 05.11.2022

Simone Tebet, Marina Silva e Marcio França

Diversos partidos que irão compor a base do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) já começaram a levar às negociações ps ministérios que gostariam de assumir. Tudo isso, antes mesmo do início oficial da transição do governo federal. Até o momento, aparecem como prováveis ocupantes de cadeiras na Esplanada MDB, PSD, PSB, PSOL e Rede.

A partilha de ministérios é importante para o governo Lula e está diretamente relacionada ao apoio no Congresso que as legendas garantirão ao presidente da República pelos próximos anos.

O MDB tenta emplacar a ex-presidenciável Simone Tebet no Ministério da Cidadania. O cargo é um dos mais cobiçados por ter um orçamento bilionário e comandar programas sociais, em especial o Auxílio Brasil. Outro nome do partido é o do senador eleito Renan Filho (AL). Ex-governador e filho do senador Renan Calheiros, no entanto, a aliança pode se abalar caso o PT decidir apoiar a reeleição de Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara.

O ex-governador do Maranhão Flávio Dino, senador eleito pelo PSB é cotado para o Ministério da Justiça. No entanto, o PSB elegeu apenas 14 deputados e já tem o vice-presidente Geraldo Alckmin. Além disso, há outros nomes da legenda como o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o candidato derrotado ao Senado por São Paulo Márcio França. O PSB já definiu ministérios de interesse: Indústria; Ciência e Tecnologia; e Turismo.

Já o PSD é considerado estratégico e também deve se sentar à mesa. O partido conta com uma representação importante no Congresso. Eles elegeram 42 deputados e 11 senadores, segunda maior bancada da Casa. O foco da sigla é a pasta da Agricultura e o indicado pode ser o senador Carlos Fávaro (MT).

A Rede provavelmente ficará com o Ministério do Meio Ambiente, pasta que a deputada eleita pelo partido em São Paulo Marina Silva já acupou durante o primeiro governo Lula. Caso Marina não vire ministra, o senador Randolfe Rodrigues (AP) surge como um segundo nome para a vaga. A Joenia Wapichana é vista como opção para o Ministério dos Povos Originários, que será criado pelo petista. A deputada Sônia Guajajara (SP) do PSOL também já foi sondada pelo PT para a pasta.

O delegado Andrei Passos é apontado como favorito para assumir a Polícia Federal, com o cargo mais alto da corporação, o de diretor-geral. Andrei começou a trabalhar com Lula após a convenção que oficializou sua candidatura em julho. Passos conquistou a confiança de Lula e de integrantes do time jurídico.

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