Manifestantes fecham BR-230 em protesto contra morte de jovem pela Polícia
Imagem> reprodução Instagram Walter Paparazzo
Manifestantes bloquearam um trecho da BR-230, na tarde deste sábado (13), em Cabedelo, na Grande João Pessoa, em protesto contra a morte de um adolescente morto durante uma ação da Polícia Militar no bairro Renascer.
A Polícia Rodoviária Federal informou que o bloqueio ocorre nos dois sentidos no Km 12 da rodovia federal e as pessoas que participam do protesto exigem a presença da imprensa para poder liberar a via.
No local, a presença de policiais rodoviários federais e militares tentam um negociação para desobstrução rodovia.
Morte do adolescente
A Polícia Militar alega que o adolescente estava armado mas a população nega que ele teria envolvimento com a criminalidade na região. O caso aconteceu em uma praça do Renascer durante a noite da sexta-feira (12).
MaisPB
Em Beirute, manifestantes ocupam o Ministério das Relações Exteriores, “sede da revolução”
No prédio do Ministério das Relações Exteriores, manifestantes exibem uma faixa com os dizeres: “Beirute, cidade sem armas”. O Ministério da Economia também foi invadido
Beirute, capital do Líbano (Foto: REUTERS/Hannah McKay)
247 – Manifestantes libaneses ocuparam na tarde deste sábado (8) o prédio do Ministério das Relações Exteriores em Beirute, capital do Líbano, de acordo com a agência de notícias AFP.
A CNN informou que o ministério foi declarado pelos manifestantes como “sede da revolução popular”. De acordo com o jornalista Mounir Safatli, da mesma emissora, o Ministério da Economia também foi invadido.
No prédio do Ministério das Relações Exteriores, os manifestantes exibem uma faixa com os dizeres: “Beirute, cidade sem armas”.
Milhares de pessoas se reuniram também frente ao Parlamento de Beirute para protestar contra o governo pela precária situação do País, agravada pela explosão no porto da capital.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Brasil 247
Em vídeo, Anonymous exalta protestos e ameaça expor crimes da polícia dos EUA
Nas imagens divulgadas pelas redes sociais, o grupo exige que agentes envolvidos sejam responsabilizados pela morte de George Floyd
Por iG Último Segundo| – Atualizada às
Reprodução
Grupo foi o responsável por retirar do ar o site da polícia de Minneapolis, cidade em que George Floyd foi morto
Depois de ficar um tempo longe dos holofotes, o grupo de hackers Anonymous aproveitou os protestos que se espalham pelos EUA após a morte de George Floyd , homem negro que foi morto por um policial branco durante uma abordagem, para ressurgir e ameaçar: vai expor “podres” e crimes da polícia norte-americana ao mundo.
Em vídeo divulgado na última quinta-feira (28) e que já soma mais de dois milhões de visualização nas redes sociais, o Anonymous exaltou as manifestações do que chamam de “primavera norte-americana” e mandaram um recado para a polícia do país, em especial para o Departamento de Polícia de Minneapolis .
“Os policiais envolvidos na morte de George Floyd devem ser responsabilizados, presos e acusados por este crime, ou então eles poderão achar que tem uma licença para matar. O povo está cansado da corrupção e violência de uma instituição que prometeu protegê-lo”, afirma o vídeo.
Na sequência, o grupo ressalta que a população agora sabe que a polícia serve apenas para “satisfazer as necessidades das classes dominantes” e não para manter a segurança de todos: “vocês são o mecanismo que eles usam para manter o sistema global de opressão “.
Falando especificamente da polícia de Minneapolis , o Anonymous acusou o departamento de ter um “longo registro de violência e corrupção” e que a morte de Floyd é “só a ponta do iceberg”, afirmando que muitas outras mortes ocorreram pelas mãos dos agentes.
“Infelizmente, nós não confiamos na instituição para garantir que haja justiça. Então, vamos expor seus muitos crimes para o mundo. Nós somos uma legião. Podem aguardar”, finaliza o vídeo.
Site fora do ar e rádios hackeados
Apesar do ressurgimento, o Anonymous não assumiu a autoria da queda do site da polícia de Minneapolis, que está fora do ar desde a noite do último sábado (30). Entretanto, um perfil nas redes sociais que diz ser relacionado ao grupo compartilhou a informação de que o site estava fora do ar, dando a entender que poderia ter alguma relação com o ocorrido.
Além do ataque ao site, o sistema de rádio da polícia de Chicago, no estado de Illinois, também foi alvo dos hackers. Segundo informações da imprensa norte-americana, os rádios deixaram de informar crimes e passaram a tocar a música “f.. the police”, do grupo N.W.A, que quer dizer, basicamente, “f..-se a polícia”.
Nascido em 2003, o ficou conhecido por lutar pelos direitos do povo e contra governos. A partir de 2008, o grupo ficou mais associado ao hacktivismo voltado para promover a liberdade de expressão e já esteve envolvido com diversos temas: cientologia, eleições nos países árabes, Julian Assange – responsável pelo Wikileaks -, além de diversas participações em casos de ativismo ao redor do planeta.