Deputado Chió: “Governo Lula vai ter que conversar e se curvar ao famoso centrão”

O deputado estadual Chió (Rede) detalhou, nesta terça-feira (29), como o governo de transição do Governo Lula está lidando com as tentativas de aprovar a PEC de Transição no Congresso Nacional. A equipe do petista, que conta com o membro da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), quer manter o Auxílio Brasil em R$ 600 nos próximos quatro anos.

Para isso, o governo de transição, comandado pelo vice-presidente da República eleito, Geraldo Alckmin (PSB), quer tirar o valor de R$ 175 bilhões do teto de gastos até 2026. Mas encontra resistência no Congresso por falta de articulação nesse contexto. Para Chió, será preciso ceder e negociar com o “famoso centrão”.

“O presidente Lula está aqui em Brasília justamente dialogando com o Congresso para garantir esse orçamento. Hoje mesmo, os partidos da base do presidente Lula, inclusive, já declararam apoio à reeleição do Arthur Lira, para garantir essa governabilidade, esse bom diálogo do Poder Executivo com o Poder Legislativo, para garantir recursos como o Auxílio Emergencial, nos valores que Lula projetou, sejam garantidos”, disse o deputado ao Programa Hora H, da Rede Mais Rádios.

“Infelizmente, no Brasil, o governo vai ter que conversar e se curvar ao famoso centrão. É isso que tem ocorrido aqui em Brasília, para garantir esse mínimo de propostas que possam ser efetivadas a partir de 2023 para o povo brasileiro”, concluiu.

Nesta terça-feira, a PEC da Transição juntou a assinatura de 28 senadores da República, para que a matéria comece a tramitar oficialmente no Senado Federal. O texto inicial foi enviado ao Senado, mas foi adiado três vezes por falta de acordo no Congresso, sobre o valor e a duração do projeto.

 

www.reporteriedoferreira.com.br/ MaisPB




Paraibanos representam apenas 1,5% da equipe de transição de Lula que tem mais de 400 integrantes

O presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva, acompanhado de seu vice, Geraldo Alckmin e de coordenadores da transição

Os seis paraibanos convidados para fazer parte da equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), representam apenas 1,5% do número total de integrantes existentes na lista. Dividida em 31 grupos técnicos, a equipe já conta com 418 integrantes e com a possibilidade de aumentar esse número.

Fazem parte desse super time – no sentido numérico -, o deputado estadual Chió (Rede Sustentabilidade), o deputado federal Gervásio Maia (PSB) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), além o médico paraibano eleito deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro, Dimas Gadelha. São quase 100 parlamentares incluídos na transição.

Também passaram a integrar a equipe, nesta terça-feira (29), o presidente estadual do PV, Sargento Dênis Soares e a cantora e secretária de Estado da Juventude da Paraíba, Madu Ayá.

Gervásio Maia não quis comentar se o número de paraibanos envolvidos era pequeno e alegou que o seu partido, o PSB, buscou levar a representatividade de todos os estados. “São muitos que integram por todo o país e ideia que se buscou foi de fazer com que, na comissão de transição, todos aqueles estados em que o partido tem representatividade pudesse se fazer presente”, destacou em entrevista ao Sistema Arapuan.

Já o deputado Chió participou nesta terça-feira (29), de um Grupo de Trabalho sobre Desenvolvimento Regional, com a equipe de transição do presidente Lula. Antes de viajar, ele se reuniu representantes de instituições e segmentos ligados à economia solidária, saneamento básico, habitação, abastecimento de água e agropecuária.

“Foi um momento de muita troca com professores das nossas universidades, representantes de instituições, presidentes de sindicatos, e paraibanos que pensam e trabalham diariamente em vertentes do nosso desenvolvimento regional. O nosso mandato concluiu um documento com todas as sugestões, propostas e diagnósticos desses segmentos, para que possamos debater de forma oficial com a equipe de transição em Brasília”, antecipou Chió.

A equipe de transição de Lula ainda aguarda novos nomes, principalmente na Defesa, já que alguns grupos técnicos não foram definidos.

Integrantes são renumerados?

Apesar de tantos nomes, nem todos os participantes da equipe de transição recebem salário. Atualmente, 20 deles são remunerados com salários que vão de R$ 2.700 a R$ 17,3 mil. Porém, a lei permite até 50.

PEC do Estouro começa a tramitar na CCJ do Senado

Com tantos integrantes, a maioria deles inclusive com grande poder de negociação no Congresso Nacional, a equipe de transição de Lula conseguiu, enfim, uma vitória. A chamada PEC do Estouro conseguiu 28 assinaturas – mínimo era 27 – para começar a tramitar.

Dois paraibanos ajudaram nessa conquista: Veneziano – integrante da transição – e a mãe dele, a senadora Nilda Gondim.

A PEC quer viabilizar o pagamento do Auxílio Brasil (ou Bolsa Família, caso o nome venha a ser alterado), atingiu o número mínimo de assinaturas necessário para o início da tramitação e já foi registrada no sistema do Senado.

www.reporteriedoferreira.com.br/Fonte83

 

 




Lula convida União Brasil a fazer parte da base do futuro governo

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), convidou na manhã desta terça-feira o União Brasil para fazer parte da base do futuro governo. O petista se reuniu com os líderes do partido na Câmara e no Senado, Elmar Nascimento (BA) e Davi Alcolumbre (AP), no hotel em que ele está hospedado, na região central de Brasília. Os parlamentares ouviram a proposta, mas não bateram martelo sobre a adesão.

Segundo O GLOBO apurou, Lula fará uma série de conversas com outros líderes partidários e, só então, retomará essa conversa. Na reunião, “questões objetivas” teriam ficado de fora. Ou seja, não houve menção a espaço e participação do União Brasil no governo.

Encontro com área econômica

No início desta tarde, Lula também se reuniu a portas fechadas com aliados escalados para comandar a área de economia na transição. O encontro reuniu nomes como Pérsio Arida, Guilherme Mello, Gabriel Galípolo e Nelson Barbosa. Além deles, Fernando Haddad (PT), o favorito para ocupar o posto da Fazenda, esteve presente.

Essa é a primeira vez que o ex-prefeito de São Paulo petista participa de uma reunião oficial da área econômica. Haddad vem tentando vencer as resistências de agentes econômicos que veem com desconfiança a sua indicação para ocupar o principal posto da Esplanada.

Além de formar uma base, entre as preocupações do presidente está a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que libera o pagamento de R$ 600 do Bolsa Família aos mais vulneráveis.

O assunto, além de ser acompanhado por petistas que trabalham na articulação política, também é detalhado pelos e debatido por nomes da área.

Mais tarde, Lula também deve ter reuniões com parlamentares do PSD. O partido de Gilberto Kassab é um dos que devem se aliar ao governo do PT no Congresso a partir de 2023.

 

O Globo Online




Lula diz que não tem ‘problemas em conviver com as Forças Armadas’

O presidente eleito também comentou sobre a nomeação do responsável pela transição de governo na área da Defesa

Por

iG Último Segundo

Lula em Portugal
Reprodução: redes sociais – 18/11/22

Lula em Portugal

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , disse que ‘nunca teve problemas em conviver com as Forças Armadas ‘. A declaração ocorreu durante entrevista coletiva em Lisboa, capital de Portugal , nesta sexta-feira (18) .

“Nunca tive problema de conviver com as Forças Armadas. Nunca tive problema com nenhum militar. O comando das Forças Armadas está muito tranquilo, me conhece e no momento certo vou indicar quem será comandante da Marinha, da Aeronáutica e do Exército. Nunca pensei em ter problema e não acredito que eu tenha”, disse Lula.

O presidente eleito também comentou sobre os nomes para a transição de seu governo. Segundo ele, a definição será feita na semana que vem.

“Não tenho receio e as coisas são criadas a seu tempo. A partir de semana que vem vou assumir coordenação e criar grupos de transição que precisam ser criados. Nunca tive problemas de conviver com as forças armadas. Recuperamos o poder de alimentação dos nossos soldados. Porque soldado sem comer não vale nada. Nunca tive problema com militar nos meus governos e não tô preocupado com o que diz o general Braga Neto. Não me deixo basear com Twitter. Prefiro as notícias sérias”, disse o petista.

O grupo técnico da Defesa ainda não foi divulgado pela equipe de transição de Lula. O coordenador dos grupos temáticos, o ex-ministro Aloizio Mercadante afirmou nesta sexta-feira que o responsável por esta área só será definido com o futuro presidente.

“Teremos uma excelente composição no GT de Defesa, mas só vamos bater o martelo com o presidente. Como ele viajou, teve uma agenda muito pesada, muita coisa acontecendo e repercussão extraordinária da fala dele, vamos aguardar. Não faz diferença nenhuma. É uma instituição secular, organizada, diagnóstica, não tem maiores preocupações em relação a essa agenda”, disse Mercadante.

Além do mandatário português, se encontraram com Lula também o ministro dos negócios estrangeiros de Portugal, João Gomes Cravinho, e o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, e a ministra de negócios estrangeiros de Moçambique, Verónica Nataniel Macamo Ndlhovo.




Veneziano Vital do Rêgo integra equipe de transição do governo Lula

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin anunciou nesta quarta-feira (16) os nomes de mais integrantes da equipe responsável pela transição do governo Jair Bolsonaro para o governo Lula.

Alckmin fez o anúncio na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde trabalha a equipe de transição. Entre os presentes ao anúncio também estavam a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Aloizio Mercadante.

Ex-governador de São Paulo, Alckmin foi nomeado coordenador da equipe de transição e tem feito frequentes anúncios sobre os demais integrantes, as áreas em que atuarão e as funções que deverão exercer.

Entre os nomes anunciados nesta quarta estão os de governadores, deputados, senadores, ex-ministros, ex-parlamentares, especialistas em diversas áreas e lideranças indígenas.

Foram anunciados, por exemplo: Marina Silva, Izabella Teixeria, Flavio Dino, Camilo Santana, Helder Barbalho, Paulo Câmara, Randolfe Rodrigues, Omar Aziz, Neri Geller, Kátia Abreu, Helena Chagas, Miguel Rossetto, Manoela D’Avila, Hélio Doyle, Andre Janones, Tereza Cruvinel, Florestan Fernandes Junio, Sônia Guajajara, Aloysio Nunes Ferreira, Celso Amorim e Marcelo Freixo.

Lista:

Veja abaixo a lista completa (por ordem de anúncio):

AGRICULTURA

Carlos Fávero;
Evandro Gussi;
Joe Vale;
Katia Abreu;
Luiz Carlos Guedes;
Neri Geller;
Silvio Crestana;
Tatiana de Abreu Sá.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Alexandre Navarro;
André Leandro Magalhães;
Celso Pansera;
Ildeu de Castro Moreira;
Glaucius Oliva;
Ima Vieira;
Iraneide Soares da Silva;
Leoni Andrade;
Luis Manuel Rebello Fernandes;
Luiz Antônio Elias;
Ricardo Galvão;
Sergio Machado Resende.

COMUNICAÇÃO SOCIAL

André Janones;
Antonia Pelegrino;
Flavio Silva Gonçalves;
Florestan Fernandes Junior;
Helena Chagas;
Hélio Doyle;
João Brant;
Laurindo Leal Filho;
Manoela D’Ávila;
Otávio Costa;
Tereza Cruvinel;
Viviane Ferreira.

DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO

Célia Watanabe;
Elisangela Araújo;
Givanilson Porfírio da Silva;
João Grandão;
José Josivaldo Oliveira;
Luiz Henrique Gomes de Moura;
Maria Josana Lima Oliveira;
Miguel Rossetto;
Pedro Uczai;
Robervonia Nascimento;
Vanderlei Ziger.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Camilo Santana;
Esther Bemerguy;
Helder Barbalho;
Jonas Paulo Neves;
Otto Alencar;
Randolfe Rodrigues;
Raimunda Monteiro;
Tânia Bacellar.

JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA

Andrei Passos Rodrigues;
Camila Nunes;
Carol Proner;
Cristiano Zanin;
Flavio Dino;
Gabriel Sampaio;
Jacqueline Sinhoretto;
Marcio Elias Rosa;
Marco Aurélio Carvalho;
Marivaldo Pereira;
Marta Machado;
Omar Aziz;
Paulo Teixeira;
Pierpaolo Cruz Bottini;
Sheila Carvalho;
Tamires Gomes Sampaio;
Wadih Damous.

MEIO AMBIENTE

Carlos Minc;
Izabella Teixeira;
Jorge Viana;
José Carlos da Lima Costa;
Marilene Correia da Silva Freitas;
Marina Silva;
Pedro Ivo;
Silvana Vitorassi.

MINAS E ENERGIA

Anderson Adauto;
David Barcelar;
Fernando Ferro;
Giles Azevedo;
Guto Quintela;
Ícaro Chaves;
Jean Paul Prates;
Magda Chambriard;
Mauricio Tomasquin;
Nelson Hubner;
Robson Sebastião Formica;
William Nozaki.

PESCA

Altemir Gregolin;
Antonia do Socorro Pena da Gama;
Carlos Alberto da Silva Leão;
Carlos Alberto Pinto dos Santos;
Cristiano Ramalho;
Ederson Pinto da Silva;
Flavia Lucena Fredou;
João Felipe Nogueira Mathias.

POVOS ORIGINÁRIOS

Ashaninka;
Celia Nunes Correia;
Celia Xakriaba;
Davi Yanomani;
João Pedro Gonçalves da Costa;
Joenia Wapichana;
Juliana Cardoso;
Marcio Meira;
Marivelton Baré;
Sonia Guajajara;
Tapir Iwalapiti.

RELAÇÕES EXTERIORES

Aloysio Nunes Ferreira;
Aldo Faleiro;
Celso Amorim;
Cristovan Buarque;
Monica Valente;
Pedro Abramovay;
Romênio Pereira.

SAÚDE

Alexandre Padilha;
Arthur Chioro;
Humberto Costa;
José Gomes Temporão;
Fernando Pigatto;
Lucia Souto;
Ludhmila Hajjar;
Maria do Socorro de Souza;
Miguel Srougi;
Nísia Trindade Lima;
Regina Fátima Feio Barroso;
Roberto Kalil Filho.

TRABALHO

Adilson Araújo;
André Calistre;
Clemente Lúcio;
Fausto Augusto Junior;
Laís Abramo;
Miguel Torres;
Patrícia Vieira Trópia;
Ricardo Patah;
Sandra Brandão;
Sergio Nobre.

TRANSPARÊNCIA, INTEGRIDADE E CONTROLE

Ailton Cardoso;
Claudia Aparecida Trindade;
Cleucio Santos Nunes;
Eugênio Aragão;
Jorge Messias;
Juliano José Breda;
Luiz Navarro;
Luiz Carlos Rocha;
Manoel Caetano Ferreira Filho;
Mauro Menezes;
Paulo Câmara;
Vania Vieira.

TURISMO

Arialdo Pinho;
Carina Câmara;
Luiz Barreto, Marcelo Freixo;
Veneziano Vital do Rego;
Marta Suplicy;
Orsine Oliveira Junior;
Chieko Aoki.

Alckmin também anunciou Gleidi Andrade para o grupo de trabalho da posse presidencial e o embaixador Fernando Igreja como chefe do Cerimonial da equipe de transição.

Demais integrantes

Entre os demais integrantes da equipe de transição estão as senadoras Simone Tebet (MDB-MS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), os economistas André Lara Resende e Pérsio Arida, além dos ex-ministros Gleisi Hoffmann, Aloizio Mercadante, Nelson Barbosa, Alexandre Padilha e Humberto Costa.

O processo de transição está previsto na legislação e permite que o presidente eleito forme uma equipe com 50 cargos remunerados.

Também é possível que voluntários participem do trabalho. A equipe de Lula foi dividida em 31 grupos técnicos divididos por temas.

www.reporteriedoferreira.com.br / com G1




Lula: Combate às mudanças climáticas está ligado à luta contra pobreza

Presidente eleito discursou na Conferência do Clima, no Egito, no início da tarde desta quarta-feira (16)

Presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), discursando na COP27
Reprodução / CNN Brasil – 16.11.2022

Presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), discursando na COP27

Nesta quarta-feira (16), durante discurso na Conferência do Clima (COP) 27, o  presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a “luta contra o aquecimento global é indissociável da luta contra a pobreza “. Na ocasião, o petista também fez críticas ao atual governo, do presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas em 30 de outubro .

“Infelizmente, desde 2019, o Brasil enfrenta um governo desastroso em todos os sentidos — no combate ao desemprego e às desigualdades, na luta contra a pobreza e a fome, no descaso com uma pandemia que matou 700 mil brasileiros, no desrespeito aos direitos humanos, na sua política externa que isolou o país do resto do mundo, e também na devastação do meio ambiente”, afirmou.

Durante a fala, Lula também destacou o desejo de  estreitar laços com outros países e, principalmente, de unir forças para ajudar as nações mais pobres com investimentos e mitigar as mudanças climáticas — um dos focos de discussão da COP27 .

“Não por acaso, a frase que mais tenho ouvido dos líderes de diferentes países é a seguinte: ‘O mundo sente saudade do Brasil’. Quero dizer que o Brasil está de volta. Está de volta para reatar os laços com o mundo e ajudar novamente a combater a fome no mundo. Para cooperar outra vez com os países mais pobres, sobretudo da África, com investimentos e transferência de tecnologia.”

O presidente eleito também citou a desigualdade social e afirmou que ela está relacionada à redução dos gases de efeito estufa. “A desigualdade entre ricos e pobres manifesta-se até mesmo nos esforços para a redução das mudanças climáticas”.

Lula voltou a mencionar a importância da Amazônia e uma de suas propostas de campanha, de zerar o desmatamento e degradação da floresta até 2030

“Não há segurança climática para o mundo sem uma Amazônia protegida. Não mediremos esforços para zerar o desmatamento e a degradação de nossos biomas até 2030, da mesma forma que mais de 130 países se comprometeram ao assinar a Declaração de Líderes de Glasgow sobre Florestas

“Por esse motivo, quero aproveitar esta Conferência para anunciar que o combate à mudança climática terá o mais alto perfil na estrutura do meu governo. Vamos priorizar a luta contra o desmatamento em todos os nossos biomas. Nos três primeiros anos do atual governo, o desmatamento na Amazônia teve aumento de 73 por cento”, continuou.

Ele ainda reiterou o que havia falado mais cedo, que pedirá à Organização das Nações Unidas (ONU) que a Amazônia sedie a COP em 2025 , sendo aplaudido pelas pessoas que participam do evento.

“Vou defender veemente que a COP seja realizada no estado amazônico, para que as pessoas que defendem tanto a Amazônia tenham noção dessa parte do mundo, que nós, sozinhos, não teremos força nem dinheiro para cuidar com o cuidado que a Amazônia precisa ser cuidada”, afirmou Lula.

Por iG Último Segundo




Pollyanna diz que sua principal missão será estreitar os laços entre João e Lula

Segunda colocada na disputa pelo Senado nas eleições, a parlamentar revelou que já tem um encontro marcado com a senadora Simone Tebet (MDB)
Pollyanna
Pollyanna Dutra (Foto: Divulgação)

A deputada estadual Pollyanna Dutra (PSB) revelou que sua principal missão neste momento será auxiliar o processo de reconstrução do Brasil estreitando os laços entre o governador João Azevêdo (PSB) e o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segunda colocada na disputa pelo Senado Federal nas eleições 2022, a parlamentar revelou que já tem um encontro marcado na próxima semana com a senadora Simone Tebet (MDB). “Porque o futuro pede a determinação da mulher”, disse.

As revelações da deputada Pollyanna aconteceram durante entrevista concedida a uma emissora de rádio, na tarde dessa terça-feira (8). Na oportunidade, ela destacou a trajetória dela na campanha ao lado do governador João Azevêdo.

“Não fui à imprensa após o término da minha jornada rumo ao Senado porque a campanha ainda não tinha acabado, eu fazia parte desse projeto e minha missão só terminou com a vitória do nosso governador, que tinha e tem o melhor projeto para o nosso estado. Agora, venho aqui para dizer que sigo com a missão de completar o meu mandato com muita honra, representando todos os paraibanos e, então, seguir em frente junto de João e Lula nesse processo de reconstrução do nosso país. Essa é nossa maior missão nesse momento”, pontuou.

Pollyanna, que desponta hoje como uma das maiores lideranças progressistas no estado da Paraíba, após conquistar quase 500 mil votos em sua candidatura ao Senado Federal, revela que já iniciou um trabalho de unificação das forças progressistas no estado em torno de um projeto do país. “Trabalharei para unificar o campo progressista em torno da governabilidade e estar junto de pautas necessárias. Eu sempre fiz uma ótima articulação na Assembleia e seguirei cumprindo esse papel, entendendo que todos se juntam em prol de projetos relevantes para o nosso povo”, afirmou.

Ainda a respeito de sua reunião já nos próximos dias com a senadora Simone Tebet, Pollyanna revelou que não irá se furtar dos desafios que já aparecem em seu futuro. “Se eu, uma prefeita, em uma cidade tão pequena no Sertão do estado, consegui ir à ONU, a convite do presidente Lula, para representar o Brasil como exemplo de gestão, imagine então ao lado de um governador como João Azevêdo, disposta a melhorar a realidade do nosso povo nesse novo projeto de país. Irei, ao lado de Tebet, estabelecer esse diálogo. Ela teve um protagonismo importante, eu também, então iremos dialogar contribuindo com a restauração do nosso país. Essa é a principal missão nesse momento: restabelecer essa relação e garantir avanços para o nosso estado e o nosso Brasil”, completou.

*Conteúdo de responsabilidade da deputada estadual Pollyanna Dutra




“O VOTO É MAIS FORTE QUE A BALA” Por Rui Leitao

“O VOTO É MAIS FORTE QUE A BALA” Por Rui Leitao

 

Recorro a este célebre pensamento do presidente norte-americano Abraham Lincoln para refletir um pouco sobre essa “onda intervencionista” que estamos assistindo nas manifestações antidemocraticas dos que se recusam a aceitar o resultado de uma eleição legitima realizada.

 

Num ato de desespero, alguns vão em busca de saídas que imaginam serem salvadoras, mesmo tendo a História demonstrando o contrário. Chegam ao cúmulo de abrir mão das liberdades individuais e coletivas, na ilusão de que, pela força, poderão ser conquistadas as transformações que se fazem necessárias. As experiências negativas de um tempo pretérito, não tão distante, são desconsideradas. A razão perde espaço para a emoção. Perigosamente fica desprezada a importância do “viver em liberdade”, a faculdade de agir e pensar por si mesmo, como se fosse ntegrante de um “rebanho”.

 

Ignorar a História é arriscar-se a repetir erros cometidos no passado. Reivindicar a volta de uma ditadura militar é admitir o suicídio político, voltando a matar a democracia que foi reconquistada corajosamente.. A grave crise institucional que estamos vivenciando, não poderá ser justificativa para uma campanha intervencionista. Até porque nada do que se espera de um novo Brasil, aconteceu nos “anos de chumbo”. Não tínhamos liberdade, não havia transparência nos atos da administração pública, o país viveu um tempo em que as desigualdades sociais aumentavam, a inflação corroía o poder de compra dos assalariados, a censura amordaçava a imprensa e as manifestações culturais, a tortura e a opressão eram políticas de Estado. Será que qualquer semelhança é mera coincidência? Então o que aguardar de bom num regime autoritário?

 

A “grande virada”, só seria conquistada através da soberania do voto popular. E o foi o que aconteceu, quando foi despertada uma consciência cívica responsável nos eleitores. Afinal de contas, cabia a cada um de nós agir com esse propósito, sem entregar de “mão beijada” nosso destino sob a responsabilidade de pessoas que desconhecem o quen sejam princípios morais e éticos. Mais do que isso, permitir que corramos o risco de revivermos o império da prepotência e do despotismo.

 

É reservada às forças armadas a missão nobre de defender a soberania nacional. Acredito que essa seja a compreensão da grande maioria dos que exercem esse mister. Os que defendem um novo golpe militar são remanescentes do sistema implantado na década de sessenta, sedentos de retomarem o poder e voltarem a praticar arbitrariedades e excessos equivocadamente, em nome da ordem social.

 

Fizemos valer o poder do voto, dispensando a ação nefasta da tirania. A verdade defendida por Lincoln jamais pode ser menosprezada. Não conheço povo feliz em qualquer que seja a ditadura.

 

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão




Hospital de Trauma do Sertão será uma das prioridades apresentadas a Lula, diz João Azevêdo

 

Entrevista: Hospital de Trauma do Sertão será uma das prioridades apresentadas a Lula, diz João Azevêdo

O governador reeleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), citou a construção do Hospital de Clínicas e Traumatologia do Sertão como um dos três projetos prioritárias que serão apresentados ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro. A informação foi divulgada em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, publicada nesta sexta-feira (04).

Na entrevista, João comentou sobre mais dois projetos relacionados a segurança hídrica e viária que serão enviados ao petista.

“Um dos projetos é a terceira entrada do Eixo Norte da Transposição na Paraíba para o Rio Piancó. Há um conjunto de cidades ao redor desse rio com potencial muito grande, mas com insegurança hídrica”, disse João.  O outro projeto é a melhoria da malha rodoviária federal, por meio de adequações a exemplo da duplicação de BRs.




Polícia Federal abre novas investigações sobre ameaças de morte contra Lula

A Polícia Federal já tem dez investigações em curso para apurar ameaças de mortes ao ex-presidente Lula (PT), eleito no último domingo (30) para o terceiro mandato à frente da Presidência da República.

Durante a campanha, a corporação já tinha aberto oito investigações. Nessa semana, foram mais dois pedidos de inquéritos sobre as ameaças.

De acordo com apuração feita pela Revista Veja, a PF mira um grupo de Rondônia, que promoveu uma vaquinha para “contratar um sniper e matar Lula com um tiro na cabeça”, e o prefeito de Iporá (GO), Naçoitan Leite, do União Brasil, que ameaçou “eliminar” Lula e Alexandre de Moraes.

A segurança do petista é feita por uma equipe da Polícia Federal chefiada pelo delegado Andrei Rodrigues.