Vereador Bruno Farias aponta descaso de Luciano com Barreira do Cabo Branco

“Ao contrário do que se possa imaginar, o problema da Barreira do Cabo Branco nunca foi a falta de recursos para a obra, mas sim a falta de um gestor”. A declaração é do líder do governo na Câmara da capital, Bruno Farias (Cidadania), que deu detalhes nesta terça-feira (02) do suposto descaso do ex-prefeito, Luciano Cartaxo (PV) para com o “extremo oriental”.

Segundo o vereador, a Prefeitura de João Pessoa tem mais de R$ 71 milhões para serem usados na contenção da falésia do Cabo Branco, desde dezembro de 2018. “Desse montante, apenas R$ 4,1 milhões foram liberados através de portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional. Os outros R$ 61 milhões desse processo estão à espera de projetos para serem liberados”, desabafou.

“A Barreira cai um pedaço a cada dia e o dinheiro está parado no banco. Resultado da incapacidade da administração de Luciano Cartaxo realizar um projeto para executar os serviços. Resultado de um governo lento, como lesma se arrastando. O povo esperando ação e só recebendo conversa mole do ex-prefeito”, reiterou Bruno.

O vereador exibiu ainda documentos que, segundo ele, provam a inércia de Cartaxo. “Tenho aqui documentos de empenhos. Um de R$ 65,4 milhões da Defesa Civil Nacional que por um milagre teve R$ 4,1 milhões liberados da primeira etapa. No Ministério do Turismo tem mais dois projetos de repasse, de R$ 5,09 milhões e de R$ 1,02 milhão. Foi muito dinheiro parado, enquanto tudo desaba e é levado pelo mar”, arrematou.

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Tião Gomes (Avante) anunciou a extinção do G11 na Assembleia Legislativa da Paraíba

 

Divulgação:assessoria

Após a saída dos deputados Pollyana Dutra (PSB), Nabor Wanderley (Republicanos) e Taciano Diniz (Avante) do G11 nesta terça-feira (25), o líder do grupo paragovernista, Tião Gomes (Avante) anunciou a extinção do grupo e os membros passam a compor a bancada do governador João Azevêdo na Casa.

Em carta, Tião afirmou que a partir desta data (terça-feira, 25), não existirá mais o G11 e que todos vão trabalhar e contribuir com as ações e projetos do governo estadual. O objetivo inicial do grupo, formado por bancadas diferentes da Casa de Epitácio Pessoa, era atuar de forma independente na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Devido aos trâmites regimentais da Assembleia o grupo existirá apenas formalmente até a próxima legislatura.

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Líder de ato antifascista responde a Mourão: ‘baderna é o que o governo está fazendo com a República’

Um dos organizadores da manifestação que ocorreu na Avenida Paulista no domingo, Danilo Pássaro diz que a força do protesto não está na violência, mas na construção da unidade nacional pela democracia. “Baderna é o que o governo está fazendo com a República e com o Poder Executivo”, diz ele

(Foto: Divulgação)

247 – O motorista de aplicativo Danilo Pássaro, um dos líderes do movimento Somos Democracia, que realizou o ato realizado antifascista na Avenida Paulista no domingo, 31, respondeu ao vice-presidente Hamilton Mourão, que chamou os manifestantes de “baderneiros”.

“Ao contrário do que diz o vice-presidente, são os apoiadores do governo que expõem seus revólveres e armas. Nossa força não está na violência, está na construção da unidade nacional pela democracia”, afirmou Pássaro ao jornal O Estado de S. Paulo. “Baderna é o que o governo está fazendo com a República e com o Poder Executivo.”

“Fizemos uma manifestação pacífica em acordo com o coronel da Polícia Militar, encerramos e dispersamos no horário combinado. Mais de 80% dos manifestantes pró-democracia já tinham sido dispersados, mas pessoas que alegavam ser das Forças Armadas junto com outras que portavam símbolos neonazistas iniciaram provocações”, acrescentou Danilo Pássaro, que é filiado ao PSOL e formado em Teologia.

Em artigo no jornal O Estado de S. Paulo, o vice-presidente Hamilton Mourão condena as manifestações democráticas e prega a repressão policial contra os protestos populares.

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