A NATUREZA EM LEGÍTIMA DEFESA Por Francisco Nóbrega dos Santos

A NATUREZA EM LEGÍTIMA DEFESA
Por Francisco Nóbrega dos Santos

Desde os Séculos Antes de Cristo, já existiam os fenômenos da Natureza, tais como Chuva, Sol, Noite, Dias, Luz e Trevas. Existiam, como consequências, os seres animados ou inanimados.
Como sequência (ou consequência) dessa múltipla criação, vieram o homem, a mulher entre outros seres depredadores, (conscientes ou inconscientes) para habitação nesse Universo repleto sinônimos e antônimos, tais como vida e morte, homem e mulher (machos e fêmeas), produção e reprodução (extermínio ou proliferação), muitos seres e coisas, visíveis ou invisíveis.

Não obstante toda essa criação, a evolução, criou, com reserva de domínio, o livre arbítrio, um dos ATRIBUTOS das prerrogativas que originaram o DIREITO NATURAL.
Infelizmente, dentre essas criações, surgiram os degredados filhos de Eva, os descendentes de CAIM, outros que institucionalizaram, o crime, o roubo, responsáveis pelo enriquecimento sem causa, a apropriação indébita, que somados a esses atributos, geraram uma mudança radical, como déspotas, mercenários, peculatários, estelionatários sem excluir os otários, como o equilíbrio da balança para as conquistas ilícitas.

Com a meteórica evolução da mente do “HOMO SAPIENS”, A Política, com a conquistas e centralização dos poderes, corroendo a mente dos que ficaram no lado oposto, para, serem utilizados ou manipulados no desempenho das ações, OMISSIVAS OU COMISSIVAS, em benefícios próprios (ou impróprios),
Nessa conjuntura, não obstante o Direito Natural, nascido dos Jurisconsultos Romanos, rígido e inflexível, embasado na dialética “ DURA LEX SED LEX” “a Lei é dura mas é Lei”, ferida, impiedosamente através do Direito Codificado, pelos sábios aventureiros que instituíram dúbias interpretações, e geraram Direitos e Obrigações ( para os fortes e para os fracos, respectivamente.

Arrimado nessas flexibilizações, criou-se o “Estado”, originariamente STATUS, que se traduz em PODER.
Hoje é o que se ver; posses invasivas das propriedades alheias, com o extermínio de indígenas, desmatamento indiscriminado, com o disfarce de “um fenômeno natural”, tudo isso tramado ou amparado por governantes, em interesses próprios ou da sua Dinastia, “eternização do Poder”.
A prova mais evidente encontra-se na prática criminosa de queimadas das reservas florestais, Ocultadas ou, intencionalmente, praticadas, pelos poderes ou poderosos, forçando a destruição do bioma, reduzindo a história natural da Amazônia e de outras reservas verdes, para gerar verdadeiras “SELVAS DE PEDRA “, sufocando as nascente, estrangulando o subsolo, em busca de minérios naturais, para edificação de de “arranha Céus”, com a morte, impiedosa da Natureza, sob os olhares omissos dos detentores do poder, ante a passividade de um povo condenado à morte pela falta do ar necessário e indispensável à sobrevivência das espécies humanas ou vegetais.E assim caminha a humanidade (ou desumanidade) .

A reação, contra essa injusta agressão, vem se manifestando através das enchentes avassaladoras, que tiveram grandes reflexos no Brasil e em outros Países, secas causticantes, causadas por um aquecimento global, terremotos ou maremotos, tufões e outros inevitáveis fenômenos, castigando os continentes.
Finalmente, a vingança da Natureza vem se manifestando através de fatos, contra os atos dos que deram causa a esses desastrosos eventos, como um BASTA DE DEUS, com a dizimação, de todos, ao contrário da Lei do Homem , feita para todos; o Direito para poucos e a Justiça para a minoria escolhida. AQUI SE FAZ – AQUI SE PAGA – É LEI DIVINA – É LEI DE DEUS.

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