Putin e Xi Jinping são flagrados falando sobre imortalidade

Os líderes mundiais ainda falaram sobre transplante de órgãos e a possibilidade de eles serem usados para prolongar a vida

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Putin e Xi Jinping são flagrados falando sobre imortalidade
Reprodução/CGTN

Putin e Xi Jinping são flagrados falando sobre imortalidade

O presidente da China, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, foram flagrados tendo uma conversa informal sobre a possibilidade de transplantes de órgãos serem usados para prolongar a vida. O diálogo foi captado por um microfone durante uma transmissão ao vivo do desfile militar em Pequim, nesta quarta-feira (3).

O áudio da conversa captou apenas parte da interação, que ficou inaudível em alguns trechos. É possível ouvir o presidente chinês inciando a conversa em mandarim, seguido de um tradutor que transmitiu a mensagem em russo para

“Antigamente, as pessoas raramente viviam até os 70 anos, mas hoje em dia, aos 70 anos, você ainda é uma criança.”

Parte da resposta de Putin fica inaudível, mas seu tradutor acrescenta: “Com o desenvolvimento da biotecnologia, órgãos humanos podem ser continuamente transplantados, e as pessoas podem viver cada vez mais jovens, e até mesmo alcançar a imortalidade”.

Em meio a risadas, Xi Jinping completa dizendo que a previsão é de que existe a possibilidade de que, neste século, o ser humano consiga viver até os 150 anos.

Tanto Putin quanto Xi Jinping têm 72 anos.

Um recado para o mundo

Segundo informações da BBC, o desfile desta quarta-feira marcou a primeira vez em que os líderes da China, Rússia e Coreia do Norte – Xi Jinping, Vladimir Putin e Kim Jong-um – apareceram juntos em público, gesto visto por alguns analistas como uma mensagem às nações ocidentais que os rejeitavam.

O trio se uniu a outras 24 autoridades no evento, entre elas o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif.

Ainda nesta quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou Xi Jinping de conspirar contra os EUA em uma postagem na plataforma Truth Social.

“Por favor, enviem as minhas mais calorosos lembranças a Vladimir Putin e Kim Jong-un enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América”.

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Coreia do Norte acusa Sul de tiros na fronteira e ameaça revanche

Disparos foram considerados uma “provocação” para as autoridades norte-coreanas

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Líder norte-coreano defendeu a expansão do arsenal do país após
kcna

Líder norte-coreano defendeu a expansão do arsenal do país após “provocação”

Coreia do Norte acusou, nesta sexta-feira (22), as tropas da Coreia do Sul  de dispararem tiros na fronteira entre os dois países. O país de  Kim Jong-un classificou o episódio como uma “provocação deliberada”, que pode elevar a tensão a níveis “incontroláveis”.

Segundo a agência estatal KCNA, os disparos ocorreram na terça-feira (19), quando soldados norte-coreanos trabalhavam para reforçar parte da linha divisória na Zona Desmilitarizada (ZDM).

O Exército sul-coreano confirmou a ação e explicou que os tiros foram disparados após soldados norte-coreanos cruzarem rapidamente a fronteira. O último confronto entre as duas Coreias foi registrado em abril.

Outro fator que tem elevado a tensão entre as duas potências é a prática de exercícios militares conjuntos entre Coreia do Sul e Estados Unidos, previstos até 28 de agosto. Eles simulam respostas a possíveis ataques nucleares, de mísseis e drones.

A Coreia do Norte “não assumirá nenhuma responsabilidade pelas graves consequências” se o alerta for ignorado, disse o vice-chefe do Estado Maior do Exército norte-coreano, segundo a emissora.

O líder Kim Jong-un também falou sobre o episódio, e chamou as manobras militares conjuntas de Seul e Washington como uma “expressão óbvia da vontade de provocar guerra”. Ele defendeu ainda a expansão do arsenal nuclear norte-coreano.