O prefeito Jackson Alvino, do município de Santa Rita, está sendo alvo de investigação do MPPB

O prefeito Jackson Alvino, do município de Santa Rita, localizado na região metropolitana de João Pessoa, está sendo alvo de investigação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suspeita de improbidade administrativa, envolvendo pagamentos indevidos de diárias e hospedagens sem apresentação de notas fiscais. O fato, que veio a conhecimento público nesta terça-feira, 14, foi devido à denúncia apresentada em março de 2025 pelo jurista Dr. Nicola Lomonaco, então presidente do Partido Trabalhista Cristão (PTC, atual AGIR) e ex-candidato a prefeito do município.

O caso levou à abertura do Inquérito Civil nº 001.2025.026154, instaurado em 9 de agosto pela 3ª Promotoria de Justiça de Santa Rita, sob condução do promotor Raniere da Silva Dantas. Segundo o Ministério Público, a gestão efetuou pagamentos à empresa P. N. A. Alves Agência de Viagens e Serviços Ltda. nos anos de 2024 e 2025 sem a devida comprovação fiscal. O TCE-PB também notificou o prefeito, concedendo 20 dias para apresentar defesa sobre os gastos com viagens e hospedagens, o que, até o momento, não foi tornado público.

As supostas irregularidades podem configurar dano ao erário, conforme o artigo 10 da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992). Se comprovadas, as penalidades incluem perda do mandato, suspensão dos direitos políticos por até 12 anos, multa civil e proibição de contratar com o poder público.

Nicola Lomonaco, conhecido como “a voz do povo”, afirma que as despesas sem transparência violam princípios constitucionais e representam “desperdício de dinheiro público”.

A Prefeitura de Santa Rita ainda não se pronunciou oficialmente. O processo segue em andamento, e o desfecho poderá impactar o futuro político do município.

 




Investigação sobre emendas pode refletir em xadrez eleitoral no estado de Hugo Motta

Por 

Bela Megale

 

A avaliação é que, se as suspeitas se confirmarem, o caso tem chance de respingar no vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), que é sobrinho de Daniella. Lucas deve concorrer ao governo da Paraíba para suceder João Azevêdo, do PSB, que pretende disputar uma vaga no Senado.

As articulações políticas da Paraíba têm repercutido em Brasília porque o Estado é a terra natal de Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara dos Deputados.

Os principais adversários potenciais de Lucas Ribeiro são o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, também do PP, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), o senador Efraim Filho (União Brasil) e o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL). Esses políticos contam com a expectativa de se beneficiarem com o aprofundamento das apurações da PF, sobretudo se as apurações demonstrarem a responsabilidade de Daniella Ribeiro.

Com isso, existe a aposta de que Hugo Motta – que pretende caminhar com Lucas Ribeiro no pleito do ano que vem – poderia abraçar outra candidatura.

Os recursos da emenda parlamentar de Daniella Ribeiro tiveram como objetivo realizar eventos juninos, além da reforma do Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB). A organização também nega irregularidades.

Os auditores apontaram ausência de chamamento público para a escolha da destinatária das verbas, conflito de interesses na definição de empresas para executar as propostas, além de incapacidade técnica.




Bolsonaro financiou ofensiva contra soberania, diz investigação

Operação investiga ex-presidente por financiar ações contra o Brasil e o STF a partir dos

Por

|

Ficar ou fugir, o dilema de Bolsonaro
Lula Marques/Agência Brasil

Ficar ou fugir, o dilema de Bolsonaro

Polícia Federal realizou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, suspeito de financiar uma ofensiva que, segundo os investigadores, colocaria em risco a soberania nacional e atentaria contra a independência dos Poderes. As informações são da GloboNews.namorar estrangeiro

Investigadores afirmam que Bolsonaro admitiu ter destinado R$ 2 milhões para custear ações coordenadas por seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nos Estados Unidos.

Essas ações teriam como alvo o Estado brasileiro e ministros do Supremo Tribunal Federal.

Nota da defesa do Presidente Jair Bolsonaro

A defesa do ex-Presidente Jair Bolsonaro recebeu com surpresa e indignação a imposição de medidas cautelares severas contra ele, que até o presente momento sempre cumpriu com todas as determinações do Poder Judiciário.
A defesa irá se manifestar oportunamente, após conhecer a decisão judicial.




Investigado pela PF, Bolsonaro deve entregar passaporte em até 24h

Além do ex-presidente, também são alvos da Operação Tempus Veritatis seus aliados Braga Netto, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira

Por

iG Último Segundo

|

Jair Bolsonaro
Valter Campanato/Agência Brasil – 18.10.2023

Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro também é alvo da operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta (8).

O mandado de busca foi realizado na residência do ex-presidente em Angra dos Reis nesta manhã. A PF determinou que Bolsonaro entregasse seu passaporte no prazo de 24 horas e proibiu que ele se ausente do país. O ex-presidente também está impedido de manter contato com os demais investigados.

Nesta manhã, dois de seus ex-auxiliares foram presos — o ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, Filipe Martins, e o ex-ajudante de ordens, coronel Marcelo Câmara.

A Operação Tempus Veritatis deflagrada nesta quinta apura a organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, para obter vantagem de natureza política com a manutenção do então presidente da República no poder.

 




Polícia investiga ação criminosa de meliantes na Praia de Camboinha e adjacências: Vejam Vídeos

Polícia está encetando diligências em toda circunscrição da orla de Cabedelo, visando identificar e retirar de circulação um grupo de indivíduos que vem agindo criminosamente na Praia de Camboinha, e adjacências  na prática de assaltos e arrombamentos, principalmente em residências que se encontram fechadas.

Visando enriquecer o trabalho investigativo, a polícia, está tendo acesso a imagens de câmeras de segurança que gravam a ação criminosas dos meliantes e a imagem física dos mesmos.

O trabalho da polícia vem sendo mantido em sigilo para não prejudicar as investigaçoes.

VÍDEO REDES SOCIAIS

www.reporteriedoferreira.com.br




Hospital Padre Zé está com folha de salário dos médicos atrasada e tem rombo de R$ 3 milhões em dívidas, revela diretor-presidente

Padre George batista, novo diretor-presidente do Hospital Padre Zé, falou que ainda não tem uma visão clara das dívidas totais da unidade e que uma auditoria dará um cenário mais claro em até três meses.

Hospital Padre Zé (Foto: Reprodução)

A crise do Hospital Padre Zé, que passa por uma investigação após casos de furto de equipamentos eletrônicos, avaliados em mais de R$ 500 mil, tem uma dívida de R$ 3 milhões e está com os salários dos médicos atrasados. A informação é do diretor-presidente da instituição, o padre George Batista, que concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (10) em João Pessoa.

O padre falou que ainda não tem uma visão clara das dívidas totais do hospital, mas os primeiros levantamentos apontaram para empréstimos feitos pelo gestor anterior, padre Egídio de Carvalho, salários e dívidas corriqueiras.

Por conta disso, uma auditoria, que vem sendo feita com ajuda de autoridades policiais, vai aprofundar a análise das contas do hospital e, em até três meses, o cenário será melhor conhecido.

“O hospital, além disso [empréstimos de R$ 13 milhões], tem uma dívida que estamos apurando. Precisamos de três meses para fazer uma avaliação, mas existe o reconhecimento de dívidas de R$ 3 milhões. Pagamos a folha de pagamento, os funcionários receberam e os salários estão em dia. Os médicos, [ainda] vamos pagar a folha de agosto”, revelou o padre George Batista.

Empréstimo

Dois empréstimos, totalizando R$ 13 milhões, foram feitos pelo padre Egídio de Carvalho em nome do Hospital Padre Zé, em João Pessoa. O valor foi revelado pelo arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, e pelo novo diretor da unidade, Padre George Batista, nesta terça-feira. Conforme as informações repassadas pelos religiosos, os empréstimos foram feitos em duas instituições bancárias, sendo um no Santander, no valor de R$ 600 mil, e outro na Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 12,4 milhões.

Relembre o caso

O escândalo no Hospital Padre Zé veio à tona no mês passado, após uma denúncia de furto de celulares no local. Os equipamentos haviam sido doados pela Receita Federal para o hospital e deveriam ter sido vendidos em um bazar beneficente para angariar recursos para o hospital.

Porém, os celulares foram furtados e vendidos e as investigações apontam para o envolvimento do Padre Egídio de Carvalho, que era diretor-presidente da unidade, e do ex-funcionário Samuel Segundo.

Em meio ao escândalo do furto dos celulares, o padre Egídio de Carvalho Neto, renunciou ao cargo de presidente do Hospital Padre Zé.  O pedido foi aceito pelo arcebispo Dom Manoel Delson. Padre Egídio estava há mais de cinco anos à frente do hospital, fundado há quase 90 anos. Além de estar na gerência da unidade, ele também atuava como pároco da Igreja Santo Antônio, cargo do qual também renunciou.

Furto de meio milhão

No último dia 2, a Justiça autorizou o bloqueio de contas e a quebra de sigilo bancário de Samuel Segundo. O pedido de quebra de sigilo e bloqueio foi feito pela delegada Karina Torres, da Polícia Civil, conforme apurou o ClickPB, e contou com ‘prints’ de conversas de Samuel negociando a venda de iPhones e outros itens.

A delegada aponta que “restou evidenciado, com fulcro na investigação, que Samuel Segundo incorreu no delito de furto qualificado, causando o prejuízo de R$ 525.877,77 (quinhentos e vinte e cinco mil, oitocentos e setenta e sete reais e setenta e sete centavos), referente aos produtos furtados no interior do Hospital Padre Zé.”

Operação do Gaeco

No último dia 5, o padre Egídio de Carvalho foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão da operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco). Além do pároco outras pessoas da administração do hospital também foram alvos.

Entre estas pessoas está a diretora administrativa do hospital, Jannyne Dantas e a tesoureira da unidade hospitalar filantrópica, a Amanda Duarte. Segundo apurou o ClickPB, na ocasião, a operação tem como objetivo apurar os fatos que indicam possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana (ASA).

www.reporteriedoferreira.com.br/clickpb




MPPB apura ‘esquema’ de desvio de dinheiro público repassado ao Hospital Padre Zé

A investigação, em fase inicial, começou com a abertura de uma Notícia de Fato, após denúncia anônima, e fala de pagamentos de vantagens a secretários do governo do estado para aprovação de convênios.

O Ministério Público da Paraíba começou a apurar um suposto ‘esquema’ desvio de recursos públicos que foram repassados ao Hospital Padre Zé (Instituto São José), nos últimos anos. Entre os principais alvos do procedimento está o Padre Egídio, ex-diretor, que, recentemente, foi afastado das funções na Igreja pela Arquidiocese da Paraíba.

A unidade filantrópica presta um serviço importantíssimo aos mais pobres, em especial os idosos, mas pode ter sido usada como duto para desvio de milhões que são repassados, por meio de emendas parlamentares federais, estaduais e municipais, recursos de assistência social do estado (como do Fundo de Combate à Pobreza- Funcep), prefeituras e de doações privadas.

A investigação está na fase inicial e começou com a abertura de uma Notícia de Fato, após um denúncia anônima, que relatou, em detalhes, com nomes, números exatos, documentos e valores de possíveis irregularidades. Um suposto esquema sem precedentes, em instituições filantrópicas de João Pessoa.

Os anexos e o grau de detalhamento da denúncia demonstram que a pessoa tinha acesso livre à parte financeira do hospital.

Entre as irregularidades estão a compra de equipamentos eletrônicos, veículos de luxo e alimentos que não chegaram ou não foram usados em benefício da unidade hospitalar; pagamento despesas pessoais de diretores, como seguro de carros, viagens, impostos, regalias; e, ainda, compra de 16 imóveis, alguns de luxo, em João Pessoa, em nome de ‘laranjas’, e pagamentos de propina, após serviços feitos com dinheiro de doação (confira lista aqui).

No caso dos imóveis, suspostamente comprado com dinheiro desviado, o denunciante específica nomes dos edifícios, algumas vezes, número do apartamento.

Secretários

A denúncia anônima que motivou a investigação do MP também fala de pagamentos de vantagens a secretários do governo do estado para aprovação de convênios.

São mencionados Tibério Limeira, ex-secretário de Desenvolvimento Humano (atual secretário de Administração), e a atual secretária da pasta Pollyana Dutra.

No caso de Pollyana, a denúncia é de que ela teria exigido a contratação da mãe na instituição, com salário de R$ 5.200 para manter a aprovação de recursos.

Ao Conversa Política, Tibério afirmou que não iria se pronunciar sobre a menção ao nome dele. Mas lembrou que é uma denúncia de alguém que se esconde no anonimato e lamenta que ele tenha sido citado, sem provas.

Por meio da assessoria, a secretária Pollyana Dutra negou “veementemente” todas as acusações e informou que a secretária se pronunciará no decorrer das investigações, colocando-se à inteira disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

Os dois estão sendo cotados, entre os militantes do PSB, para disputar a prefeitura de João Pessoa pela legenda socialista, caso a aliança com o prefeito Cícero Lucena não seja mantida.

Não conseguimos falar com a defesa do Padre Egídio para se pronunciar sobre as acusações na Notícia de Fato.

O episódio dos celulares 

O trabalho do MP acontece em meio a outra investigação envolvendo a instituição relativa ao furto de equipamentos eletroeletrônicos. Os equipamentos eram oriundos de apreensões e tinham sido doados pela Receita Federal.

A ideia era que eles fossem vendidos durante um bazar solidário e a renda usada para a compra de uma ambulância UTI e de um carro para ser usado na distribuição de alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas isso não aconteceu.A denúncia foi feita em agosto, imediatamente um inquérito policial foi aberto e a expectativa é que muito em breve ele seja concluído. A suspeita da Polícia Civil é que os equipamentos tenham sido furtados e vendidos em benefício dos responsáveis pelo roubo.Um ex-funcionário do hospital, identificado como Samuel Rodrigues Cunha Segundo, chegou a ser preso. O suspeito seria coordenador do setor de tecnologia da informação da instituição e foi desligado após a prisão.O padre Egídio de Carvalho Neto renunciou ao cargo de diretor do Hospital Padre Zé no dia 18 de setembro deste ano, em meio a investigações da Polícia Civil da Paraíba sobre o furto de 100 aparelhos de telefone celular que teriam sido subtraídos do hospital.

No último dia  27 de setembro, a Arquidiocese da Paraíba afastou o padre Egídio de Carvalho Neto de qualquer ofício ou encargo eclesiástico enquanto durar as investigações para “evitar escândalos, defender a liberdade das testemunhas e garantir o curso da justiça”, como preceitua o Código Canônico.

>> CONFIRA AQUI A DENÚNCIA CONTRA O HOSPITAL PADRE ZÉ




Gilmar Mendes chama escândalo das joias de “heterodoxo”

Ele pede que se aguarde as investigações

Por iG Último Segundo

Gilmar Mendes, ministro do STF

Rosinei Coutinho/SCO/STF

Gilmar Mendes, ministro do STF

O ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal , afirmou na tarde deste sábado (11) que é “muito heterodoxo” o escândalo das joias dadas pelo governo da Arábia Saudita para a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração ocorreu no 17º Seminário de Gestão Esportiva realizado na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

“É algo muito heterodoxo em tudo, mas vamos aguardar as investigações. Certamente a Polícia Federal e o Ministério Público vão se debruçar sobre isso e haverá testemunhos e declarações”, opinou o magistrado a jornalistas.

Durante o evento organizado pela FGV em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Gilmar Mendes relatou que não acredita que o STF necessite atuar no caso. Na avaliação dele,  é preciso aguardar as investigações da Polícia Federal.

“A princípio, não vejo [necessidade de] nenhuma decisão no Supremo, a não ser que venha a se discutir alguma coisa em habeas corpus. Isso está sendo investigado pela Polícia Federal em primeiro grau. O inquérito vai ser acompanhado no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal”, opinou.

Gilmar Mendes e a lei dos presentes para autoridades

Gilmar Mendes foi indagado sobre o projeto de lei que tem como objetivo criar regras para presentes a autoridades brasileiras. O ministro disse que enxerga que há previsões sobre o tema.

“Se não me engano já tem regras sobre limites. Teria que olhar, eu sei que tem limites para algo do qual você (autoridade) pode se apropriar. A dada época eram 100 dólares”, comentou.

O projeto quer aproximar as regras para autoridades dos limites determinados para civis que trazem ao Brasil bens do exterior – US$ 1 mil isento de tributos. Caso a lei seja aprovada, quem descumpri-la terá que pagar multa ou ser condenado à prisão.




Policia investiga assassinatos de ex-policiais militares em Bayeux

Investigação policial aponta que casos de três policiais militares assassinados a tiros no último mês, em Bayeux, na Grande João Pessoa, podem estar relacionados.

Conforme a Polícia Civil informou, o calibre das balas encontradas nas cenas dos crimes é de mesmo calibre e com isso uma das linhas de investigação apontam que o atirador poderia ser a mesma pessoa.

Além de todas as vítimas estarem ligadas à corporação da Polícia Militar e terem sido assassinadas na mesma cidade, em um intervalo de tempo próximo. Dois dos ex-PMs mortos (Arnóbio e Edemar), já foram presos duas vezes  e expulsos da corporação acusados de fazer parte de um grupo de extermínio responsável por cerca de 60% dos homicídios registrados na Grande João Pessoa.

A última, identificada como Arnóbio Gomes, de 55 anos de idade, era ex-sargento da PM e ex-vereador, foi morta no último sábado (29), dentro de uma casa de apostas, depois de vir recebendo ameaças de morte.

No dia 26 de outubro, o ex-policial militar, Edemar da Silva Souza, de 52 anos, foi assassinado enquanto realizava rondas de vigilância em uma moto, no Mercado Público de Bayeux.

No dia 18 de outubro, o ex-cabo da PM, Reginaldo do Santos Lins, de 51 anos de idade, morreu após ser socorrido para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), depois de ter sido baleado quando fazia a segurança de um frigorifico, localizado em um feira livre da cidade.

Imagens gravadas por uma câmera de segurança flagraram o homem suspeito de atirar contra o ex-sargento Arnóbio fugindo com uma mochila nas costas, intimidando moradores da localidade com a arma do crime em mãos.

Até então, o suspeito não foi localizado e a possível ligação entres os casos segue sendo investigada pela Polícia Civil.




Morte do ex-prefeito de Bayeux; Secretário Jean Nunes, determina imediata e rigor nas investigações

Secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Jean Francisco Nunes Bezerra, esteve reunido com Izaías Gualberto, delegado Geral da Polícia Civil, com a finalidade de dar cumprimento as determinações do governador João Azevêdo, que determinou a imediata apuração do assassinato do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, ocorrido na manhã desta quarta-feira (9), no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Ele foi assassinado com dois tiros por um homem em uma motocicleta preta na avenida Sapé.

As investigações para apurar o assassinato do ex-prefeito Expedito Pereira estão a cargo das Polícias Civil e Militar. Expedito Pereira tinha 72 anos e foi prefeito de Bayeux em três mandatos: em 92, quando assumiu com a morte do prefeito Lourival Caetano, sendo eleito em 1996 e reeleito em 2000.

No momento em que aconteceu o assassinato do ex-prefeito da Cidade de Bayeux, o Secretario Jean Francisco Nunes Bezerra, determinou que toda área do bairro de  Manaíra e adjacência fosse sitiado e as investigações intensificadas visado elucidar a morte do médico e ex-prefeito de Bayeux Expedito Pereira de Souza.

Diante do trabalho investigativo a policia está buscando imagens por câmeras de segurança, nomes de pessoas que tenham presenciado o fato delituoso, as quais serão inquiridas como testemunhas. Exame pericial realizado no local do crime e exame cadavérico procedido no corpo da vítima pelos médios peritos serão apensos no bôjo do inquérito policial.

As investigações tem caráter sigiloso visando evitar que o trabalho da polícia seja prejudicado. Há quem diga, que a polícia já desponha de fatos importantes que possam ajudar na elucidação do crime.

www.reporteriedoferreira.com.br