Quarta-feira de Cinzas: Confira programação de missas em João Pessoa

Além da Catedral Basílica das Neves, todas as paróquias também irão realizar missas nesta Quarta-feira de Cinzas

Catedral de Nossa Senhora das Neves trá missas de Natal. (foto: reprodução/Google Maps)

Foto: reprodução/Google Maps

O município de João Pessoa terá três missas de Quarta-feira de Cinzas, conforme horários divulgados pela Arquidiocese da Paraíba. A celebração marca o início da Quaresma, período de 40 dias antes da celebração da Páscoa, a ressurreição de Cristo.

Além da Catedral Basílica das Neves, todas as paróquias também irão realizar missas nesta Quarta-feira de Cinzas, seguindo os horários definidos por cada comunidade.

A Quarta-feira de Cinzas é marcada pelo rito da imposição das cinzas sobre a cabeça dos fiéis, um símbolo de humildade e reconhecimento da necessidade de mudança interior.

  • 07h15 – Mosteiro de São Bento
  • 11h00 – Igreja das Mercês
  • 18h00 – Catedral Basílica Nossa Senhora das Neves. Presidida por dom Manoel Delson, arcebispo metropolitano da Paraíba.



Investigações de lavagem de dinheiro em igrejas motivam prisão na Paraíba

Prisão ocorreu na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. (Foto: GOE-PB/Reprodução)

Pelo menos sete igrejas evangélicas foram abertas por um grupo investigado por tráfico de drogas em diversos estados do Brasil.  As investigações do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apontam a lavagem de R$ 23 milhões na compra de templos religiosos, imóveis, fazendas e rebanhos bovinos.
Operação do MP cumpre dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas. — Foto: MPRN/Divulgação
Operação do MP cumpriu dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas. — Foto: MPRN/Divulgação

Na terça-feira (14), a Operação Plata prendeu um homem de 39 anos investigado por integrar o esquema criminoso, na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. De acordo com as investigações, pelo menos outros seis mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão foram cumpridos nos estados do Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e ainda no Distrito Federal.

As investigações foram iniciadas em 2019, com o objetivo de apurar o tráfico de drogas, além do crime de lavagem de dinheiro. O esquema é liderado pelo chefe de uma das maiores facções do Brasil. O esquema de lavagem de dinheiro, de acordo com as investigações do MPRN, já perdura por mais de duas décadas.

MP cumpre mandado em igreja, durante a Operação Plata — Foto: MPRN/Divulgação
MP cumpre mandado em igreja, durante a Operação Plata — Foto: MPRN/Divulgação

As investigações do MPRN apontam que os investigados ocultaram e dissimularam a origem criminosa de seus recursos provenientes do tráfico de drogas por meio do uso de “laranjas” recrutados de várias regiões do país. O dinheiro era lavado com a compra de bens e animais em nome desses laranjas, a maioria familiares. A suspeita é que o esquema tenha movimentado pelo menos a quantia de R$ 23 milhões.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades potiguares de Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino. Houve ainda cumprimento de mandados nas cidades paulistas de São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; em Brasília/DF, Fortaleza/CE, Balneário Camboriú/SC, Picuí/PB, Espinosa/MG e em Serra do Ramalho e Urandi, ambas na Bahia.

A Justiça determinou o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos. Além do bloqueio de bens e imóveis, a indisponibilidade de veículos e a proibição da venda de rebanhos bovinos.

Os presos na operação Plata foram encaminhados ao sistema carcerário do Rio Grande do Norte e estão à disposição da Justiça.

Prisão ocorreu na cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba. (Foto: GOE-PB/Reprodução)



Governador veta projeto que permitiria abertura de igrejas durante calamidade

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Foi vetado pelo governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), o projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Jutay Meneses (Republicanos) e aprovado na Assembleia Legislativa. O veto consta na edição de hoje do Diário Oficial do Estado. O texto de autoria do parlamentar evangélico estabelecia que as igrejas e os templos de qualquer culto seriam consideradas como atividade essencial em períodos de calamidade pública no Estado da Paraíba.

No veto total à matéria, o governador explicou que a iniciativa do parlamentar é inconstitucional, fere a ordem constitucional e o interesse coletivo, calcado na proteção à saúde e na integridade física da população. Além disso, em nome desses fatore, o governo poderá, caso necessário, recomendar restrições ao exercício de certas liberdades individuais. O veto assinala ainda que o projeto restringe as prerrogativas do governador, a quem compete analisar a necessidade e pertinência de impedir acesso da população como medida sanitária de combate ao alastramento de doenças endêmicas.

Além disso, o governador pontua que o Estado da Paraíba convive há décadas com boa parte de seu território em estado de calamidade pública sem que tenha havido determinação para fechamento de qualquer igreja ou templo. A única exceção se deu durante a pandemia de Covid-19, em situação excepcional.

0 deputado estadual Jutay Meneses se esquiva em  comentar o veto, mas o parlamentar afirmou que não iria se pronunciar durante a apreciação da matéria na Assembleia Legislativa. Evitou polemizar sobre o assunto.

ALPB aprova projeto que torna igrejas e templos religiosos como atividade essencial

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou na manhã desta quarta-feira (11) projeto de lei do deputado Jutay Meneses que estabelece as igrejas e os templos de qualquer culto como atividade essencial em períodos de calamidade pública no Estado da Paraíba. O projeto proíbe o fechamento total das entidades em períodos de calamidade pública, podendo … Continue lendo




 Decreto da Prefeitura da Capital  libera 100% de público em shows e 70% em bares e igrejas

Saiu nesna terça-feira, 30, um novo decreto da prefeitura de João Pessoa com medidas restritivas de combate à propagação do novo coronavírus. Desta vez, vários setores tiveram flexibilizações. É o caso dos shows que poderão ser realizados com 100% de público a partir de 21 de dezembro. A nova norma, de maneira geral, é válida de 1º a 31 de dezembro.

O decreto foi disponibilizado em edição extraordinária do Semanário Oficial de hoje.

As festas privadas que estiverem programadas para acontecer no mês de dezembro deverão ser comunicadas com 72 horas de antecedência à Gerência de Vigilância Sanitária do Município. O prazo se deve à necessidade de expedição dos protocolos de segurança e para haver a programação da fiscalização do evento.

O prefeito Cícero Lucena já havia anunciado ontem que estava suspensa a festa de réveillon de João Pessoa. Hoje, o decreto permite o uso da faixa de areia na noite do dia 31 de dezembro, mas proíbe a instalação de tendas e/ou outros objetos na praia como forma de desestimular a aglomeração de pessoas.

Também está proibida na noite de 31 de dezembro a circulação de comerciantes ambulantes na faixa de areia das praias de João Pessoa.

A coordenadora de Vigilância em Saúde, Aline Grisi, informou que equipes serão formadas em parceria com o governo do estado para fiscalizar os estabelecimentos comerciais e orla da capital na última noite do ano.

Bares

Os bares, restaurantes, lanchonetes e lojas de conveniência poderão funcionar com atendimento nas suas dependências das 6h até meia-noite, com ocupação de 70% da capacidade do local, mantido o distanciamento de 1,0 metro entre as mesas, sendo obrigatória a colocação de álcool em gel em cada uma delas.

Será tolerada a permanência de clientes nos bares, restaurantes e lanchonetes até 01h, para consumo exclusivo dos alimentos adquiridos no local até a meia noite. O estabelecimento fica sujeito à interdição pelo período de 15 dias caso seja flagrado com clientes no local após este horário ou vendendo bebidas alcoólicas após meia-noite.

Fica autorizado nos bares, restaurantes e similares, a realização de apresentação musical com a presença de até 06 músicos no palco, que deverão obedecer aos protocolos específicos do setor.

Estádios

O decreto mantém a presença de público aos estádios de futebol e ginásios esportivos, com limitação de 50% da capacidade do local, distanciamento mínimo de 1 m entre o público presente, uso obrigatório de máscaras faciais, disponibilização de álcool 70%, aferição da temperatura corporal na entrada.

Além disso, será exigida a apresentação de cartão de vacinação com, no mínimo, a comprovação da primeira dose da vacina, há pelo menos 14 dias, distribuído em pelo menos dois setores distintos, destinando-se a cada setor uma entrada exclusiva estando as pessoas devidamente vacinadas e portando seus comprovantes (carteira de vacinação em papel ou digital), nos quais constem a certificação do recebimento de primeiras doses, há pelo menos 14 dias, ou de segundas doses das vacinas para Covid-19.

Eventos

Fica autorizada a realização de eventos sociais ou corporativos, de forma presencial em João Pessoa, como congressos, seminários, encontros científicos, casamentos ou assemelhados, além do funcionamento de circos, cinemas e teatros, com o limite de 50% da capacidade, com distanciamento mínimo de 1 m entre as pessoas, bem como uso obrigatório de máscaras, disponibilização de álcool 70% e aferição da temperatura corporal na entrada, além de outros protocolos emanados da Gerência de Vigilância Sanitária do Município.

Aulas

As escolas da rede pública municipal continuam autorizadas a funcionar, de forma remota ou híbrida (remota e presencial), com distanciamento mínimo de 1 metro entre alunos e também professores e funcionários, bem como uso de máscara por alunos, professores e demais funcionários, disponibilização de álcool 70% e aferição da temperatura corporal, no momento do acesso às unidades educacionais.

A Secretaria de Educação e Cultura do Município divulgará o cronograma de retomada gradual das aulas presenciais na rede municipal de acordo com os níveis e modalidades de ensino.

As instituições privadas de ensino infantil, fundamental, médio, superior e cursos livres estarão autorizadas a funcionar, de forma remota, híbrida (remota e presencial) ou presencial, com distanciamento de 1,0 m entre as pessoas.

As aulas práticas para os alunos dos cursos superiores poderão ser realizadas presencialmente, observando todas as normas de distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos. As escolas e instituições privadas dos ensinos infantil, fundamental, médio e cursos livres poderão realizar atividades presenciais para os alunos com transtorno do espectro autista (TEA) e pessoas com deficiência.

Missas e cultos

As missas, cultos e quaisquer cerimônias religiosas presenciais poderão ocorrer com ocupação de 70% da capacidade do local, com distanciamento mínimo de 1,0 m entre os fiéis, ficando asseguradas as atividades de preparação, gravação e transmissão, além das ações de assistência social e espiritual.

Comércio e serviços

Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar sem limite de horário, sem aglomeração de pessoas nas suas dependências e observando todas as normas de distanciamento social e os protocolos específicos do setor.

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Gilmar critica fala de Mendonça no STF sobre igrejas: “Veio de viagem de Marte”

Chefe da Advocacia-Geral União fez sustentação oral defendendo que missas e cultos sejam realizados presencialmente na pandemia

Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta quarta-feira (7) a sustentação oral de André Mendonça , chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), durante  julgamento da Corte sobre a abertura de igrejas em meio à pandemia da Covid-19.

“Ouvindo a sustentação, parece que Vossa Senhoria veio para o julgamento direto de uma viagem de Marte”, disse Gilmar Mendes. O ministro ainda afirmou que Mendonça ainda era ministro da Justiça e Segurança Pública há poucos dias, sugerindo que ele não estava preparado para tratar do assunto em pauta no plenário.

“Está havendo um certo delírio. É preciso que cada um de nós assuma a sua responsabilidade. Não tentemos enganar ninguém. Os bobos ficaram fora da Corte”, completou o ministro do STF.

Em sua sustentação, André Mendonça afirmou que o toque de recolher em meio à pandemia da  Covid-19  é “repressão própria a estados autoritários” .

“Eu tenho certeza que há limites e que o  STF  não deu um cheque em branco a governadores e prefeitos. Medidas de toques de recolher não é medida de prevenção à doença, é medida de repressão própria a estados autoritários”, disse o chefe da AGU.

No entendimento atual do STF, governadores e prefeitos têm a prerrogativa de adotar medidas mais duras para evitar o aumento de contaminações pelo  novo coronavírus  (Sars-CoV-2).

www.reporteriedoferreira.com.br   Por g




CCJ da Assembleia rejeita texto que torna igrejas como atividade essencial na Paraíba

(Assembleia Legislativa da Paraíba / Foto: Assessoria)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) rejeitou nesta sexta-feira (5), o texto de projeto de Lei, de autoria do deputado Jutay Meneses (Republicanos), que torna igrejas e templos de qualquer culto religioso como atividade essencial em todo o Estado.

Com a medida, o texto que seria votado no plenário da Casa de Epitácio Pesoa foi ‘engavetado’ pela Comissão que é formada pelo presidente Ricardo Barbosa, Edmilson Soares, Hervázio Bezerra, Camila Toscano, Wallber Virgolino e Wilson Filho.

A decisão da Assembleia vem na contramão da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), que aprovou, durante sessão ordinária nessa quinta-feira (4), um projeto de lei que classifica as atividades como essencial na Capital paraibana.

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Câmara Municipal aprova projeto que torna igreja serviço essencial e matéria vai para sanção do prefeito

Os vereadores aprovaram, na manhã dessa quinta-feira (4), projeto de lei que torna as igrejas atividades essenciais durante a pandemia. Apenas o vereador Marcos Henrique (PT) votou contra o projeto, alegando os altos índices diários de contaminação e mortes.

Já parlamentares da bancada religiosa, como Eliza Virgínia (PP), Carlão Pelo Bem (Patriotas) e Bispo Zé Luiz (Republicano) argumentaram que as missas, cultos e cerimônias religiosas devem ser encaradas como essenciais porque atuam contra problemas psicológicos acusados pela pandemia.

O projeto vai para sanção do prefeito Cícero Lucena (Progressistas). Caso aprove, as celebrações presencias nas igrejas de João Pessoa serão liberadas respeitando os protocolos sanitários e a limitação de 30% da capacidade de público.

Os parlamentares também aprovaram projeto de lei que tornam a atividade física orientada por um profissional regulamentado e escolas como serviços essenciais.

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Justiça mantém igrejas fechadas na Paraíba

 

Amparado na preponderância do direito à vida e à saúde, o desembargador Leandro dos Santos manteve suspensa a realização de missas, cultos e quaisquer cerimônias religiosas presenciais, nos termos do Decreto estadual nº 41.053/21. A decisão foi proferida nos autos do Mandado de Segurança nº 0802438-40.2021.8.15.0000 impetrado pelo deputado estadual Jutay Menezes.
O parlamentar argumenta que as Instituições religiosas não poderiam ser responsabilizadas pelo aumento dos casos de contaminação por Covid-19, haja vista que quase a totalidade dessas está funcionando em horário reduzido, com número mínimo de pessoas e a devida obediência a todos os protocolos de saúde. Requereu, portanto, a concessão de medida liminar para determinar que o Governo do Estado se abstenha de efetuar qualquer medida de fechamento das igrejas até que se decida o mérito do Mandado de Segurança, permitindo a reabertura imediata dos templos.
O Decreto nº 41.053/21 determina que “no período compreendido entre 24 de fevereiro de 2021 a 10 de março de 2021, nos municípios que estejam classificados nas bandeiras vermelha e laranja, de acordo com o Plano Novo Normal, estabelecido pelo Decreto Estadual 40.304/2020, fica suspensa a realização de missas, cultos e quaisquer cerimônias religiosas presenciais”.
Na decisão o desembargador Leandro dos Santos destacou que o Decreto proíbe, provisoriamente, a prática presencial de atividades religiosas em geral, impedindo a reunião e aglomeração de pessoas no período especificado, o que não implica limitação à liberdade de adesão a crenças religiosas pelos indivíduos. “Certamente, impedir o funcionamento de igrejas e templos, provisoriamente, não caracteriza violação da liberdade religiosa. Significa, sim, uma restrição ao exercício desse direito, mas não impede que a fé seja professada, nem persegue aqueles que desejam orar em suas casas ou virtualmente”, observou.
Da decisão cabe recurso.
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Congresso Nacional perdoa dívidas de R$ 1 bilhão de igrejas

 

As igrejas foram beneficiadas em cerca de um bilhão de reais pelo perdão das suas dívidas com o Tesouro. Uma dádiva do Congresso Nacional, que ainda aguarda a sanção presidencial

(Foto: Alan Santos/PR)

 

247 – Jair Bolsonaro decidirá se sanciona ou não o perdão das dívidas das igrejas concedido pelo Congresso Nacional. O valor é de cerca de R$ 1 bilhão. O presidente tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação política de seu governo. A decisão sairá até 11 de setembro.

A dádiva do Congresso Nacional às igrejas veio na forma de um projeto de lei.

De acordo com O Estado de S.Paulo, Bolsonaro promoveu em abril uma reunião entre o deputado federal David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, para discutir os débitos das igrejas. O presidente já ordenou à equipe econômica “resolver o assunto”. Bolsonaro também já defendeu publicamente a possibilidade de acabar com taxas ainda pagas pelas igrejas e “fazer justiça com os pastores, com os padres, nessa questão tributária”.

O deputado evangélico David Soares foi autor da emenda que introduziu, durante a votação na Câmara dos Deputados, o perdão que pode beneficiar inclusive a Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada por seu pai. Sua instituição religiosa deve ao Tesouro R$ 37,8 milhões, que estão inscritos na Dívida Ativa da União, além de outros débitos milionários ainda em fase de cobrança administrativa pela Receita Federal.

As igrejas driblam frequentemente a legislação e distribuem lucros e outras remunerações a seus principais dirigentes e lideranças sem efetuar o devido recolhimento de tributos, motivo pelo qual são alvos de autuações milionárias.

Agora as igrejas estão sendo beneficiadas pela anistia aprovada pelo Congresso Nacional por meio do projeto de lei 1581/2020, que trata de descontos em pagamento de precatórios, deixam de pagar e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a CSLL, e a contribuição previdenciária.

Hoje as igrejas têm ao todo R$ 1,5 bilhão em débitos inscritos na Dívida Ativa.

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VEREADOR DURVAL FERREIRA HOMENAGEIA REPRESENTANTES DAS IGREJAS PELO DIA DO PASTOR

O Vereador Durval Ferreira homenageou na Câmara de Vereadores de João Pessoa, através de votos de aplausos, os pastores das igrejas evangélicas pelo dia do Pastor que acontece nesta quinta-feira (16).

O dia 16 de julho, dia do Pastor, surgiu através de um projeto de lei do vereador Durval Ferreira em 2009, ao entender que o trabalho árduo desses missionários precisava ser reconhecido.

“Essa data é uma justa homenagem a todos os Pastores da nossa cidade. Uma missão singela, porém espinhosa, daqueles que trazem em seus corações o desejo de servir aos propósitos de Deus, propagando o seu Evangelho da paz e da solidariedade”, relatou o vereador.

A data, para o pastor da Igreja Batista Nacional, Jean Kleber, traz muita reflexão sobre o papel que os pastores desenvolvem atualmente nas igrejas.

“A figura de um pastor é como a de um pai. Ele cuida, zela e orienta sempre a partir do evangelho. O Pastor desse século tem demandas que no século passado não existiam. Hoje nós temos que cuidar não só do lado espiritual, mas também do lado pessoal e emocional. Essa difícil missão só é possível graças aos ensinamentos da bíblia sagrada”, disse.

De acordo com o último censo, mais de 15% da população paraibana é composta por evangélicos, o que representa mais de 600.000 mil pessoas, divididas em várias igrejas.

Para o Presidente da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, Pastor Estevam Fernandes, a comemoração do dia 16 de julho é bastante especial.

“Quando cheguei a João Pessoa, aos 24 anos de idade, para pastorear a Primeira Igreja Batista, a cidade ainda tinha poucos evangélicos, e, nesses anos, é maravilhoso contemplar o crescimento da comunidade evangélica.”, relatou.

Segundo o vereador Durval Ferreira o crescimento da comunidade evangélica é graças ao grande trabalho que é desenvolvido pelos pastores.

“Graças ao bom Deus, na nossa cidade temos muitos pastores que buscam promover regeneração da nossa sociedade, buscando resgatar os valores da família e da fé em Cristo. Quero deixar o meu muito obrigado pelo belíssimo trabalho que é desempenhado na nossa cidade”, relatou o Vereador Durval Ferreira.

SOBRE O PASTOR

O pastor é aquele que cuida do rebanho, o responsável pelas ovelhas. E é isto que a Bíblia quer passar com a função de pastor, em todas as suas figuras, tanto no Novo, como no Velho Testamento. É alguém que ensina outras pessoas a seguir a Bíblia, explicando o que ela significa, através da pregação, de estudos bíblicos ou conversas pessoais. Orienta a resolver questões mais problemáticas, promovendo a paz e a união, além de ajudar a resolver os problemas na vida espiritual, através da verdade da Bíblia.
Para a Presidente da Igreja Betel Brasileiro, Missionária Eva Rego Oliveira Nóbrega, o trabalho do pastor é uma verdadeira devoção de amor.

“Pastorear é, antes de tudo, uma declaração de amor a Deus. A nossa devoção se manifesta no cuidado daquilo que é o mais precioso pra Ele… o homem. Na Bíblia, no capítulo 21, versículo 17, João diz: Simão, filho de João, tu me amas?… Apascenta as minhas ovelhas”, relatou.

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