Difusora Rádio Cajazeiras ( DRC ) A pioneira e sua Verdadeira História

Difusora Rádio Cajazeiras Em 19.03.1964,entra no ar em fase experimental. E a 31.05.1964 inicia suas atividades normais.

A Câmara Municipal de Cajazeiras realizou no sábado ( 31 ) sessão especial em comemoração ao aniversário de 50 anos da Difusôra Rádio Cajazeiras, comemorado no dia 31 de Maio de 2014. A propositura foi do presidente da casa Nilson Lopes Meireles Filho (Nilsinho) que justificou a homenagem como um agradecimento a todo serviço prestado pela emissora nesse meio século de existência.

Durante a sessão foram prestadas várias homenagens, dentre elas, ao empresário José Cavalcante, como também a outras figuras importantes que fazem parte da história da rádio que é a “pioneira” da cidade. Ermerina de Souza Assis, Rogério de Souza Assis e Gutemberg Assis (  filhos de Mozart de Souza Assis- proprietário da Difusora Rádio Cajazeiras)  e o funcionário fundador Iêdo Ferreira.

A  Difusora Rádio Cajazeiras é uma das pioneiras do Sertão Paraibano. Fundada em 5 de agosto de 1938 como difusora ( amplificadora )  e em 19 de março de 1964 como estação de rádio, tem um dos índices de maior audiência da região no alto  Sertão.

PRIMEIROS DIRETORES:  Mozart de Souza Assis ( proprietário ) Jessé de Souza Assis ( irmão e diretor) José Adegildes Batos ( diretor comercial )

Manoel Paulino ( diretor artistico )

FUNCIONÁRIOS FUNDADOR DA DIFUSORA RÁDIO CAJÁZEIRAS ( DRC )

SONOPLASTAS :  Iêdo Ferreira da Silva, Paulo Roberto da Silva ” Jiquiri “, Gutemberg Assis (filho de Mozart) Robstaine Bastos (filho de Adegildes ), Alvino ( filho de dona Milica da Pensão (onde os funcionários da rádio faziam refeições ),  Luiz Gonçalves , Julimar Dias , Poty , Rosalvo (  irmão do mastro Rivaldo Santana ) Gilberto Cabrinha (  irmão de Giquiri ) Edson Weber, Mário Bembem, Lafayette,  Luiz Alves (morava ao lado do cemitério) Iracy Alves e Maria Amélia ( Primeiras mulheres sonoplastas )

OPERADOR DE TRANSMISSOR : JOSÉ FREIRE

LOCUTORES: Mailson da Nóbrega, José Gonçalves, Rubens Farias de Albuquerque, Antonio Augusto de Albuquerque ” Pinguim “,  Maria José Lima, Lacy Nogueira, Lírida Inêz, Eliza Ribeiro,  Valmir Lima de Sousa, Pedro Gomes, Francelino Soares, Walter Cartaxo, Luiz Melo ( DRE ) Ozamir Tavares, José Ribeiro, Eurivo Donato, Assis Coêlho (  apresentava o Programa Clube da Criança com Lacy Nogueira aos domingos ) Antonio Assunção ( João Pessoa ) Spence Hatman ( João Pessoa ) Tadeu Nascimento (  João Pessoa ), Emidio Neto, Carlos Alencar, Gilson Souto Maior, Fassis ( Funcionário B.Brasil), Wellington Balbino, José Gomes ” Badinho “, José Vicente e Gerson Carlos ( repentistas ) Antonio Eugênio Ramos Neto( Bahia ) Gildete Sobreira -esposa do Dr. Dino Sobreira ( tinha Programa Social aos sábados)

REDATORES: José Alexandre, Arruda Neto, Jucier Lima, e Antonio Augusto ” Pinguin ” Iracles Pires (colunista)

DISCOTECÁRIAS; Maria do Socorro, Aldacyra Soares, Jandira Vilante.

A sessão solene na Câmara Municipal de Cajazeiras, teve inicio às 18h30 e todo o espaço físico daquele poder legislativo foi tomado por autoridades e convidados.

REPÓRTER IÊDO FERREIRA

Iêdo Ferreira-José Adegildes Batos e Francelino Soares ( Todos fundadores da Difusora Rádio Cajazeiras ) O tempo foi passando, o público ouvinte começou a aumentar e a potência do transmissor também. De 250 watts, passou para 1.000, depois para 10.000 e finalmente para 20.000 watts (20 kW), prevalecendo essa potência até hoje, expandindo o som da emissora por boa parte do estado e algumas cidades do CE, RN e PE, próximas à divisa com a Paraíba.

 

Além do transmissor, mudaram também o prefixo e a frequência. O prefixo passou de ZYJ-022 para ZYI-673, com o qual permanece até os dias atuais. A frequência saiu de 1540 kHz e foi para 1070 kHz, ainda em AM.

MOZART DE SOUZA ASSIS 2- JOSÉ ADEGILDES BATOS E FRANCELINO SOARES.

A Difusora Rádio Cajazeiras exibiu o jornalista Wilson Furtado, que foi eleito repórter constituinte da Associação de Imprensa do Distrito Federal e ganhou notoriedade por cobrir ao vivo direto de Brasília o início da Assembleia Constituinte, passando à frente de outras grandes emissoras do Sudeste e Sul.

REPÓRTER IÊDO FERREIRA- FUNDADOR DA DIFUSORA RADIO CAJAZEIRAS

A Difusora Rádio Cajazeiras como Serviço de Alto Falante (SAF) é fundada em 5.8.1838 pela loja comercial de eletrodomésticos Carvalho Dutra.
“Mozar Assis, como gerente da loja, imprimiu novo ritmo ao SAF. Vindo de São Paulo, onde o Rádio já se encontrava em um estado bem estruturado, Mozart sabe capitalizar a sua experiência junto a frágil radiofonia artezanal que nascia. Como aliado, tinha o Sr Adegildes Bastos, legítimo braço direito de Mozart” Lúcio Vilar. Em 19.03.1964, em fase experimental a Difusora Rádio Cajazeiras (DRC) entra no ar. E a 31.05.1964 inicia suas atividades normais, passando a ser ouvida não só em Cajazeiras como nas cidades circunvizinhas, no Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. O fundador: Mozar Assis.

Radialista e Jornalista iêdo ferreira, primeiro funcionário da emissora Difusora Rádio Cajazeiras.

www.reporteriedoferreira.com.br

 




REPÓRTERES POLICIAIS Por Glvan de Brito

REPÓRTERES POLICIAIS Por Glvan de Brito
Nas redações dos jornais onde trabalhei nos meus 55 anos de jornalismo, constatei que os repórteres policiais eram as figuras mais curiosas da profissão, onde cada um tinha características próprias, uns pela forma outros pelo conteúdo, fugindo dos padrões. No jornal O Norte, nas décadas de 70 a 90, havia um competente repórter, chamado Juarez Felix, que se sustentou no batente até a terceira idade. Juarez era uma figura interessante: tinha a cara fechada, parecendo que estava sempre irado ou aborrecido com alguma coisa.
Quem olhasse para ele, na redação, não queria conversa. Imaginava logo tratar-se de um tipo inabordável. Isso pela forma como encarava as pessoas, com a cara de poucos amigos. Por conta dessa cara de mau humor permanente ganhou o apelido de “Juarez Bute” entre os mais íntimos (a expressão “deu o bute”, no dicionário popular, significa: quando há um acontecimento inesperado). Juarez, porém, era a melhor pessoa do mundo, incapaz de intimidar ou aborrecer qualquer ser humano, e demonstrava isso quando encontrava um amigo ou um colega na rua, onde conversava alegre e até ria, pelo canto da boca.
As aparências enganavam aqueles que pensavam diferente.
No Correio da Paraíba fui colega de outro repórter policial, chamado José de Sousa, capaz de levar ao fim do dia, quantidade insuperável de notícias do setor. Não mostrava, porém, o aprimoramento da redação. Suas matérias passavam, sempre, pela revisão de Frank Ribeiro, por conta das repetições de palavras e de contradições.
Ele escrevia rápido e nunca revisava nada daquilo que colocava no papel. Certa vez, entre as matérias que entregara ao editor da cidade, Bosco Gaspar, havia uma curiosidade: a notícia se referia a um acidente entre um veículo e um poste, no centro da cidade, causando ferimentos no motorista, e ao fim informava que o poste havia sido recolhido ao Hospital de Pronto Socorro (que ainda existia na rua Visconde de Pelotas) enquanto que a vítima fora conduzida ao depósito do Detran. Bosco chamou-o e pediu confirmação da notícia. Ele leu e em seguida garantiu: “É isso mesmo, só esqueci de dizer que a vítima não sofreu maiores consequências”.
Outro repórter competente do setor policial era Iêdo Ferreira, também do meu tempo. Conhecia todos os delegados, os agentes do Detran, da polícia rodoviária, integrantes da rádio patrulha e policiais civis e militares. Chegava ao jornal pela manhã, sentava-se diante do telefone e começava a colher informações. Quando os repórteres de outros setores estavam saindo para colher as últimas, ele deixava uma pilha de notícias prontas, com Bosco Gaspar, com as ocorrências da noite anterior e as primeiras do dia, até aquele momento. Hoje Iedo Ferreira não trabalha mais em jornal (mesmo porque fecharam (restando apenas A União, que nunca deu bola ao setor policial), mas, para não fugir à tradição foi ser assessor de comunicação, da Central de Polícia, de onde manda, eventualmente, notícias do setor para este Facebook.
REPÓRTERES POLICIAIS Por Glvan de Brito, advogado, jornalista, poeta, escritor.



Difusora Rádio Cajazeiras celebra 60 anos de história

Difusora Rádio Cajazeiras celebra 60 anos de história; iêdo Ferreira, primeiro funcionário ( fundador da emissora ) lembrando que começou quando a DRC era amplificadora e funcionava no primeiro andar da Loja Comercial Carvalho Dutra na Praça João Pessoa, como rádio passou a funcionar na rua Epifânio Sobreira. DRC ( Maio de l964-Três meses fase espermental )

A Difusora Rádio Cajazeiras 1070 AM comemorou na sexta-feira, 31 de maio, 60 anos de história.

Para comemorar foi desenvolvida uma programação especial. Desde o início da manhã, simultaneamente com a Patamuté FM, foi transmitida uma missa, celebrada na sede da emissora pelo Padre Janilson Rolim, que contou com a presença dos empresários José Cavalcanti e Kildery Cavalcanti; pela diretora Zélia Ribeiro, além dos demais diretores, radialistas e colaboradores da Difusora e Patamuté.

A data também marca o aniversário de 44 anos da Patamuté FM tendo sido uma das primeiras FM’s a serem colocadas em funcionamento no estado da Paraíba.

Conheça um pouco da história da emissora:

A Rádio Difusora de Cajazeiras é uma das pioneiras do Sertão Paraibano. Fundada em 5 de agosto de 1938 como difusora e em 19 de março de 1964 como estação de rádio, tem um dos índices de audiência mais altos da região, principalmente pela manhã, na hora do almoço e à noite. Tem sua programação voltada para a música, o jornalismo e as transmissões esportivas.

Foi ao ar pela primeira vez em 5 de agosto de 1938, no sistema de alto-falantes instalados pela cidade de Cajazeiras, no alto sertão da Paraíba. Foram quase 36 anos até que em 19 de março de 1964 fosse posta em prática a idéia de estender a Difusora para uma estação de rádio, para que mais pessoas pudessem escutar seu som e sem sair de casa. Depois de fase experimental, em 31 de maio de 1964 nascia a Difusora Rádio Cajazeiras. Naquela época, contava com um transmissor de 250 watts, prefixo ZYJ-022 e operava na freqüência AM (modulação por amplitude) 1540 kHz.

O tempo foi passando, o público ouvinte começou a aumentar e a potência do transmissor também. De 250 watts, passou para 1.000, depois para 10.000 e finalmente para 20.000 watts (20 kW), prevalecendo essa potência até hoje, expandindo o som da emissora por boa parte do estado e algumas cidades do CE, RN e PE, próximas à divisa com a Paraíba.

Além do transmissor, mudaram também o prefixo e a frequência. O prefixo passou de ZYJ-022 para ZYI-673, com o qual permanece até os dias atuais. A frequência saiu de 1540 kHz e foi para 1070 kHz, ainda em AM. A Difusora Rádio Cajazeiras exibiu o jornalista Wilson Furtado, que foi eleito repórter constituinte da Associação de Imprensa do Distrito Federal e ganhou notoriedade por cobrir ao vivo direto de Brasília o início da Assembléia Constituinte, passando à frente de outras grandes emissoras do Sudeste.

www.reporteriedoferreira.com.br / colaborador José Neto




Radialista iêdo ferreira, que tem o dom de iluminar a vida por meio da voz

Feliz aniversário para você  iêdo ferreira, que tem o dom de iluminar a vida por meio da voz. Poucas pessoas são abençoadas desse jeito, por isso você é um ser único e especial, na condição de radialista e jornalista.

Aproveite seu dia e tenha um novo ciclo de vida repleto de saúde e proteção, nesta data de 4 de março de 2024, junto a sua prole.

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Radialistas Iêdo Ferreira e Willame Soares; os verdadeiros amigos jamais se separarão.

Na tarde desta  quarta-feira, 04 de outubro, 2023, nas imediações do Mercado Central de João Pessoa, tive o prazer e a satisfação de encontrar o meu amigo radialista Willame  Soares ” Dono de uma voz grave e que inspira seriedade”

A amizade é uma relação que cresce a cada dia. Ela se fortalece pela atenção, dedicação e vontade de fazer a vida do outro melhor. É uma conexão genuína, sincera, que não cobra nada em troca. Tudo pode mudar, mas a amizade sobrevive ao tempo, à distância, aos desafios.

Por isso, o tesouro mais precioso da vida é a amizade. Quem cultiva tem sempre mais doses de alegria.

Meu amigo Radialista Willame Soares, trabalhou comigo na antiga Rádio Arapuan AM, já pertencente ao Sistema Correio da Paraíba. Foi o responsável pelo setor de Marketing da Igreja Universal, cuja função desempenhou com muita maestria e competência.

Hoje está em uma das Rádio FM, em Mamanguape, que pertence ao Sistema Correio da Paraiba e faz total sucesso em audiência em toda região polarizada.

Esse  profissional expôs sobre o mágico papel do radialista, inclusive no plano emocional dos ouvintes. “O rádio é companheiro das pessoas, é acalentador, faz sonhar”

“A gente entra na casa das pessoas todos os dias, é meio que entrar sem pedir licença. O ouvinte tem com o rádio e com o radialista, que está no microfone, um companheiro do dia a dia”,

E é para o ouvinte que todos os dias, o radialista Willame Soares, vai até você  através do  rádio que vai ao ar.

“É assim que muitas vezes recebemos em nossas casas, carros ou nos nossos fones de ouvido, radialista que nos mantêm informado sobre os últimos acontecimentos da política, do esporte, da economia e sobre atualidades. E se engana quem diz que os dias do rádio estão perto do fim. Esta mídia está, mais do que nunca, viva e se reinventando”

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Repórter Iêdo ferreira ao lado do jornalista Danilo Alves,foto que viralizou faz sucesso nas redes sociais

 Um verdadeiro sucesso nas redes sociais foi registrado  na manhã desta sexta-feira( 07 ). A  atenção por uma foto que circulou nas redes sociais  do Jornalista Danilo Alves e o repórter iêdo ferreira,      O Jornalista Danilo Alves  aparece com um ar jovial que despertou a atenção de seus telespectadores   que observaram a imagem. Além da aparência  a beleza do jornalista também chamou a atenção, sem esquecer a elegância do repórter iêdo ferreira.
Os dois profissionais de imprensa são amigos, trabalharam juntos na Tv Tambau e, depois seguiram caminhos diferentes. Danilo Alves, hoje na Tv Cabo Branco, porqunto iêdo ferrreira, foi para a Tv Correio da Paraiba. Na manhã de hoje, se encontraram no centro da Cidade, depois de um forte ” Amplexo ” foram flagrados por curiosos que fotografou e jogou nas redes sociais que viralizou;
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REPÓRTERES POLICIAIS: Escrito Por Gilvan de Brito 

REPÓRTERES POLICIAIS: Escrito Por Gilvan de Brito

Jornalista, advogado e escritor.

Nas redações dos jornais onde trabalhei nos meus 55 anos de jornalismo, constatei que os repórteres policiais eram as figuras mais curiosas da profissão, onde cada um tinha características próprias, uns pela forma outros pelo conteúdo, fugindo dos padrões. No jornal O Norte, nas décadas de 70 a 90, havia um competente repórter, chamado Juarez Felix, que se sustentou no batente até a terceira idade. Juarez era uma figura interessante: tinha a cara fechada, parecendo que estava sempre irado ou aborrecido com alguma coisa. Quem olhasse para ele, na redação, não queria conversa. Imaginava logo tratar-se de um tipo inabordável. Isso pela forma como encarava as pessoas, com a cara de poucos amigos. Por conta dessa cara de mau humor permanente ganhou o apelido de “Juarez Bute” entre os mais íntimos (a expressão “deu o bute”, no dicionário popular, significa: quando há um acontecimento inesperado). Juarez, porém, era a melhor pessoa do mundo, incapaz de intimidar ou aborrecer qualquer ser humano, e demonstrava isso quando encontrava um amigo ou um colega na rua, onde conversava alegre e até ria, pelo canto da boca. As aparências enganavam aqueles que pensavam diferente.

 


No Correio da Paraíba fui colega de outro repórter policial, chamado José de Sousa, capaz de levar ao fim do dia, quantidade insuperável de notícias do setor. Não primava, porém, pelo aprimoramento da redação. Suas matérias passavam, sempre, pela revisão de Frank Ribeiro, por conta das repetições de palavras e de contradições. Ele escrevia rápido e nunca revisava nada daquilo que colocava no papel. Certa vez, entre as matérias que entregara ao editor da cidade, Bosco Gaspar, havia uma curiosidade: a notícia se referia a um acidente entre um veículo e um poste, no centro da cidade, causando ferimentos no motorista, e ao fim informava que o poste havia sido recolhido ao Hospital de Pronto Socorro (que ainda existia na rua Visconde de Pelotas) enquanto que a vítima fora conduzida ao depósito do Detran. Bosco chamou-o e pediu confirmação da notícia. Ele leu e em seguida garantiu: “É isso mesmo, só esqueci de dizer que a vítima não sofreu maiores consequências”.

 


Outro repórter competente do setor policial era Iedo Ferreira, também do meu tempo. Conhecia todos os delegados, os agentes do Detran, da polícia rodoviária, integrantes da rádio patrulha e policiais civis e militares. Chegava ao jornal pela manhã, sentava-se diante do telefone e começava a colher informações. Quando os repórteres de outros setores estavam saindo para colher as últimas, ele deixava uma pilha de notícias prontas, com Bosco Gaspar, com as ocorrências da noite anterior e as primeiras do dia, até aquele momento. Hoje Iedo não trabalha mais em jornal (mesmo porque fecharam (restando apenas A União, que nunca deu bola ao setor policial), mas, para não fugir à tradição foi ser assessor de comunicação, da Central de Polícia, de onde manda, eventualmente, notícias do setor para este Facebook.

A imagem pode conter: Iedo Ferreira
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Jornalista, advogado e escritor.




iêdo ferreira, radialista catador de notícias; O Rádio é Imortal-Sucessos musicais

Raça Negra – Assim é o Nosso Amor

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https://youtu.be/Cz3yhguGwCY

MOACYR FRANCO – Eu nunca mais vou te esquecer


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Repórter Iêdo Ferreira está de volta ao Rádio ” Programa Ronda da Cidade “

Ninguém Tem Só Nós Term; Repórter Iêdo Ferreira, está de volta ao Rádio; Em Breve Programa Ronda da Cidade, sempre buscando as principais notícias visando  deixar o ouvinte bem informado com tudo que ocorre na Paraíba e no Mundo, sempre catando as melhores e recentes noticias em todos os recantos onde tenha a informação.

Se Iêdo ferreira.não der o fato não aconteceu.