João Azevêdo viaja à China e Lucas Ribeiro assume o Governo do Estado pela primeira vez

 

O governador João Azevêdo viajará à China nesta semana para cumprir agenda administrativa oficial de 11 (onze) e Lucas Ribeiro assumirá o comando do Estado pela primeira vez desde que assumiu o cargo de vice-governador.

Azevêdo irá cumprir a segunda parte da negociação iniciada entre os Governos da Paraíba e da China ainda no último mês de junho quando João recebeu, em João Pessoa, representantes de uma missão chinesa, e tratar de parcerias diversas que contemplam áreas como agricultura familiar, ciência e a tecnologia.

Lucas afirmou que se reunirá com o governador nesta terça-feira para tratar do devido alinhamento acerca de compromissos onde terá que representar o chefe do Executivo estadual nos próximos dias em João Pessoa e em Brasília.




João Azevêdo diz que relação com Ministério da Saúde não é uma deferência ao Governo

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), rechaçou qualquer tese de proximidade política com o governo Bolsonaro após o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Medeiros, ressaltar a importância do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, no que diz respeito ao encaminhamento de respiradores e insumos para combater a covid-19 no estado.

Em entrevista ao programa radiofônico ‘Arapuan Verdade’, de Arapuan FM, João fez questão de separar o trabalho que vem sendo feito pelo Ministério da Saúde com os posicionamentos o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“É público e notório que o Brasil sofre um problema muito sério pela falta, exatamente, de uma coordenação nacional de enfrentamento à pandemia. O posicionamento do presidente é completamente diferente do posicionamento do ministro da Saúde. Então quando você analisa o Ministério da Saúde, é uma coisa. A atitude do governo federal, como um todo, é outra”, esclareceu.

O governador lembrou que a relação institucional que o Governo da Paraíba mantém com o Ministério da Saúde não pode ser confundida com uma deferência ao Governo Federal. Ele disse que é obrigação constitucional da pasta repassar vacinas, equipamentos e insumos em geral para os estados.

“Mantemos sim uma relação institucional com o Ministério da Saúde buscando o fornecimento de insumos e de vacinas porque é uma obrigação constitucional. As pessoas misturam isso e falam como se fosse uma deferência ao fato do Governo Federal encaminhar vacinas”, afirmou.

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