Itamaraty e Gleisi rechaçam ataque de vice-secretário de Trump




Redução da jornada de trabalho será ‘uma das nossas prioridades’ no Congresso, diz Gleisi

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Foto: Reprodução/ Web

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que a redução da jornada de trabalho 6×1 será uma das prioridades do governo junto ao Congresso Nacional.

“O debate sobre o fim da escala 6×1, que limita a vida além do trabalho, será encaminhado junto às comissões pertinentes, para envolvermos a sociedade e todos os setores abrangidos pelo tema”, escreveu a ministra em publicação. Veja:

Na última quarta-feira (30), o presidente Lula (PT), durante um pronunciamento nas redes de televisão, afirmou que o governo iria “aprofundar” o debate sobre o fim da escala 6×1.

“Nós vamos aprofundar o debate sobre a redução da jornada de trabalho vigente no país, em que o trabalhador e a trabalhadora passam seis dias no serviço e têm apenas um dia de descanso. A chamada jornada 6 por 1. Está na hora de o Brasil dar esse passo, ouvindo todos os setores da sociedade, para permitir um equilíbrio entre a vida profissional e o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras.” disse Lula.




Gleisi afirma que Lula é “praticamente insubstituível” nos quadros do PT




PT formaliza apoio a Boulos e não terá candidato para a Prefeitura de São Paulo pela 1ª vez

O Partido dos Trabalhadores (PT) formalizou, neste sábado (5), seu apoio à pré-candidatura do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) para a Prefeitura de São Paulo na eleição municipal do ano que vem.

Esta vai ser a primeira vez que o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficará de fora da disputa pelo comando da cidade.

Durante conversa com a imprensa após o evento, Boulos informou que o vice ou a vice da chapa será do Partido dos Trabalhadores.

“Isso está pactuado, mas não temos pressa para tomar essa decisão. Teremos essa definição mais pra frente. Agora o momento é de construir um grande movimento por São Paulo”, disse Guilherme Boulos.

O anúncio foi feito no fim da tarde durante congresso do diretório paulistano do PT que acontece neste fim de semana na capital.

Entre os presentes, ao lado de Boulos, estavam:

  • Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT e deputada federal
  • Fernando Haddad, ministro da Fazenda e ex-prefeito de São Paulo
  • e o deputado estadual Eduardo Suplicy

Compromisso

Gleisi Hoffman agradeceu a força da militância de São Paulo e disse que o partido fez um compromisso com Boulos em 2022. Disse que entende as divergências e que elas fazem parte do processo.

Mesmo enfrentando resistências de uma ala do partido, a candidatura de Boulos contou com a apoio da legenda e também do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Agradeço a toda a militância do PT e ao Presidente Lula pelo voto de confiança. Vamos juntos devolver São Paulo ao povo!”, escreveu Boulos em sua conta no Twitter, poucos minutos depois do término do evento em que o anúncio foi formalizado.

Boulos é atualmente deputado federal pelo PSOL, e, além de ter apoiado a campanha de Lula no ano passado, participou também de sua equipe de transição após as eleições.

Na eleição de 2022, ele desistiu de disputar o governo de São Paulo para concorrer como deputado e “ajudar a construir uma grande bancada de esquerda no Congresso”, declarou à época.

Em 2020, Boulos foi candidato à prefeitura de São Paulo, disputada pelo PT por Jilmar Tatto. Boulos foi para o segundo turno, mas perdeu para o prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB).

 

 

 

Por CNN Brasil

Foto: Reprodução/Redes sociais




 Presidente do PT na PB diz que luta do mesmo lado que Gleisi e subentende apoio a RC em JP

 

O silêncio do presidente estadual do PT na Paraíba, Jackson Macêdo, após toda a celeuma que envolveu a intervenção da Executiva Nacional do PT que tenta anular a candidatura de Anísio Maia (PT), foi quebrado.

Nas redes sociais Jackson fez postagens onde defendeu o PT e o seus projetos e pregou a união das siglas do campo de esquerda para se unirem  “contra o facismo”.

Um postagem em particular deu o tom do posicionamento da sigla na Paraíba com relação ao embate de candidaturas de Anísio Maia e do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), a quem a nacional decidiu apoiar na disputa pela PMJP.

Em uma foto onde aparece ao lado da presidente nacional da sigla, Gleisi Hoffmann, Jackson declara que está na mesma trincheira de luta dela o que dá a entender, que assim como ela, ele defende a retirada da candidatura de Anísio e apoio ao nome de Ricardo Coutinho.

“É uma honra está na mesma trincheira de luta com a companheira Gleisi Hoffmann. Lutamos contra o fascismo, a perseguição às minorias e a favor da radicalidade democrática no Brasil. Construímos sonhos e utopias sempre buscando um país melhor pra nossa gente. O Brasil precisa do PT e o PT precisa a cada dia da nossa força militante. Viva a luta democrática unificada contra o fascismo! O futuro está próximo!” escreveu.

Na mesma postagem, o advogado Antônio Barbosa, que já se colocou como opção do PT para compor chapa com o ex-governador, disse que o posicionamento de Jackson amenizará os ânimos partidários.

“Companheiro, sua fala nos ajuda a construir um ambiente de congraçamento de ânimos no seio partidário” comentou.

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Com dois anos de atraso, Fachin defende candidatura de Lula e é cobrado por Gleisi a votar suspeição de Moro

 

“Que tal enfrentar o erro julgando a suspeição de Moro, para resgatar a credibilidade do Judiciário?”, questionou Gleisi

Edson Fachin, Lula e Gleisi Hoffmann (Foto: STF | Felipe Gonçalves/Brasil247 | Gustavo Bezerra)

247 – O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, defendeu nesta segunda-feira que o ex-presidente Lula tivesse tido o direito de ser candidato à presidência da República em 2018. “O tempo mostrou que teria feito bem à democracia brasileira se a tese que sustentei no TSE tivesse prosperado na Justiça Eleitoral. Fazer fortalecer no Estado democrático o império da lei igual para todos é imprescindível, especialmente para não tolher direitos políticos”, disse.

Preso político durante 580 dias, Lula foi impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral de disputar uma eleição presidencial que venceria da prisão – o que teria impedido a ascensão de um regime neofascista no Brasil. Depois da declaração de Fachin, a presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann (PT-PR), cobrou a votação da suspeição do ex-juiz Sergio Moro. Confira:

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