Filho assassina a mãe a facadas após discussão e é preso em flagrante

Um homem foi preso em flagrante durante a noite desta sexta-feira (20) após matar a própria mãe a facadas no município de Montadas, no Agreste paraibano.

De acordo com o relato, os dois jantaram e após isso começaram uma discussão, quando o homem se armou com uma faca e atacou a mulher, identificada como Carmelita Tomaz da Silva.

Ela chegou a ser socorrida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.

Laércio Tomas da Silva, foi preso em flagrante pela Polícia Militar e encaminhado para delegacia.




Falso policial é preso em flagrante por extorsão na Grande João Pessoa

Falso policial é preso suspeito de extorsão na Paraíba — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução
Um homem foi preso na tarde desta sexta-feira (14) suspeito de extorsão. De acordo com as investigações, ele se passava por policial civil e por policial militar para extorquir pessoas que já tiveram problemas com a justiça. Via G1

O caso foi investigado pelo delegado Aldroville Grisi, da Delegacia de Repressão à Entorpecentes. Ele diz que já vinha recebendo denúncias sobre a atuação desse homem e que, depois de alguns dias de investigação, a Polícia Civil da Paraíba conseguiu prendê-lo em flagrante.

Grisi explica que na hora da prisão o homem estava indo de moto de João Pessoa a Santa Rita. E que no baú do veículo foi encontrado um fardamento completo da Polícia Militar.

Nas diligências que se seguiram, foram encontrados também, na residência do suspeito, um par de algemas, um simulacro de arma de fogo, munições, mais peças de fardamento e documentos de pessoas com passagem pela polícia, que seriam algumas da vítimas do homem.

Ainda de acordo com o delegado, esse homem levantava informações sobre quem já tinha passagem pela polícia e as chantageavam. Pedia dinheiro em troca de deixá-los em paz. A polícia ainda não sabe quantas foram as pessoas vítimas do homem.

A corregedoria da Polícia Militar da Paraíba vai ser formalmente informada da prisão, para o caso dela querer realizar sua própria investigação. A dúvida é se o homem foi ajudado por algum policial militar para conseguir o fardamento.

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Nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir dessa terça-feira,(10 ) até 48 horas após o término da votação

 

Foto: divulgação/TSE

Nenhum eleitor pode ser preso ou detido dessa terça-feira hoje (10) até 48 horas após o término da votação do primeiro turno, no próximo domingo (15). A proibição de prisão cinco dias antes da eleição é determinada pelo Código Eleitoral (Lei 4737/1965), que permite a detenção nos casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

O flagrante de crime é configurado quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la. De acordo com o Código de Processo Penal, se um eleitor é detido durante perseguição policial ou se é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente, também há flagrante delito.

Sentença criminal

Na segunda hipótese é admitida a prisão daqueles que têm sentença criminal condenatória por crime inafiançável, como, por exemplo, pela prática de racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo ou ação de grupos armados que infringiram a Constituição.

A última exceção é para a autoridade que desobedecer o salvo-conduto. Para tanto, o juiz eleitoral ou o presidente de mesa pode expedir uma ordem específica a fim de proteger o eleitor vítima de violência ou que tenha sido ameaçado em seu direito de votar. O documento garante liberdade ao cidadão nos três dias que antecedem e nos dois dias que se seguem ao pleito. Quem desrespeitar o salvo-conduto poderá ser detido por até cinco dias.

O eleitor preso em uma dessas situações deve ser levado à presença de um juiz. Se o magistrado entender que o ato é ilegal, ele pode relaxar a prisão e punir o responsável. A proteção contra detenções durante o período eleitoral também vale para membros de mesas receptoras de votos e de justificativas, bem como para fiscais de partidos políticos.

No caso de candidatos, desde o dia 1º de novembro eles não podem ser presos, a menos que seja em flagrante ato criminoso.

Agência Brasil

Nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir de hoje até 48 horas após o término da votação

10/11/2020 | 15h05min

Foto: divulgação/TSE

Nenhum eleitor pode ser preso ou detido de hoje (10) até 48 horas após o término da votação do primeiro turno, no próximo domingo (15). A proibição de prisão cinco dias antes da eleição é determinada pelo Código Eleitoral (Lei 4737/1965), que permite a detenção nos casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

O flagrante de crime é configurado quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la. De acordo com o Código de Processo Penal, se um eleitor é detido durante perseguição policial ou se é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente, também há flagrante delito.

Sentença criminal

Na segunda hipótese é admitida a prisão daqueles que têm sentença criminal condenatória por crime inafiançável, como, por exemplo, pela prática de racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo ou ação de grupos armados que infringiram a Constituição.

A última exceção é para a autoridade que desobedecer o salvo-conduto. Para tanto, o juiz eleitoral ou o presidente de mesa pode expedir uma ordem específica a fim de proteger o eleitor vítima de violência ou que tenha sido ameaçado em seu direito de votar. O documento garante liberdade ao cidadão nos três dias que antecedem e nos dois dias que se seguem ao pleito. Quem desrespeitar o salvo-conduto poderá ser detido por até cinco dias.

O eleitor preso em uma dessas situações deve ser levado à presença de um juiz. Se o magistrado entender que o ato é ilegal, ele pode relaxar a prisão e punir o responsável. A proteção contra detenções durante o período eleitoral também vale para membros de mesas receptoras de votos e de justificativas, bem como para fiscais de partidos políticos.

No caso de candidatos, desde o dia 1º de novembro eles não podem ser presos, a menos que seja em flagrante ato criminoso.

www.reporteriedoferreira.com.br  /Agência Brasil




OPERAÇÃO NATUBA foi realizada pelas Policiais Civil e Militar no Sertão da Pb

A Polícia Civil desencadeou nesta madrugada, de quinta-fira(16) numa ação integrada com a polícia militar, cuja  operação policial foi realizada no município de NATUBA.  A  Operação recebeu a denominação de ”  OPERAÇÃO NATUBA ”  em alusão ao nome do município.  A operação tinha por alvos 4 pessoas envolvidas em crimes de homicídios, tráfico de drogas, roubos e furtos na região de Natuba. A representação pelas buscas foi realizada pela Delegada da cidade de Natuba, tendo a frente a  Dra. Amanda e além dela a operação foi coordenada também pelo delegado do Núcleo de Homicídios, Dr. Joaldo.

À frente da polícia militar estava o comandante da 3a Cia Independente, o Major Figueiredo. Foram empregados 17 policiais civis, incluindo a equipe do Núcleo de Homicídios de Queimadas e demais polícias civis da região, bem como com 15 policiais militares. Em um dos alvos foi localizadas três armas de fogo, 1 espingarda calibre 32, 1 espingarda calibre 36 e outra espingarda caibre 20 e várias munições. Armas utilizadas para a prática de delitos. Os portadores das respectivas  das armas foram  presos e autuados  flagrante. Eles já respondem a outros processos por porte ilegal de arma de fogo. Polícia Civil, continua realizando Investigação efetiva, visando uma  Sociedade protegida.

ILAMILTO SIMPLÍCIO: A 11ª Delegacia Seccional com sede em Queimadas não para.

 

www.reporteriedoferreira.com.br



Polícia prende pastor evangélico por tentativa de assassinato em Mari-Pb

Na manhã desta sexta-feira (5), o pastor evangélico Luiz Eduardo Gusmão foi preso em flagrante após tentar matar Geandro de Farias Ferreira, de 32 anos durante uma discussão na cidade de Mari, Zona da Mata da Paraíba.

Segundo informações, a tentativa de assassinato aconteceu logo após uma discussão entre o filho do pastor e a vítima. Na ocasião, o pastor partiu para agredir fisicamente Geandro, que ao desmaiar, bateu a cabeça no chão de concreto várias vezes.

A esposa da vítima presenciou o fato e contou que não houve vias de fato nem ameaças anteriores, tão somente uma agressão física injustificada do pastor contra seu esposo.

Segundo Michele Fernandes, seu esposo ficou convulsionando, desmaiado, enquanto o pastor golpeava sua cabeça. “O pastor agrediu covardemente, sem que meu esposo pudesse se defender e nem ver de onde partiram as agressões”, disse Michele.

A vítima foi encaminhada ainda em estado grave para o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena.

O pastor fugiu em seguida, mas foi encontrado e capturado pela Polícia Militar. Além do pastor ainda foram detidos o filho e um funcionário que teria ajudado o mesmo em sua ação criminosa.

O flagrante foi registrado na delegacia de homicídios na Central de Polícia de João Pessoa.