Pablo Marçal bagunça eleição paulista com suas lacrações e “fake news”




Corregedor do TRE: Alerta contra Fake News

 

O desembargador Oswaldo Trigueiro assume hoje, de forma solene, a vice-presidência e a Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba. Em entrevista à Rádio CBN, ele relembrou os ataques recentes contra a Justiça Eleitoral em 2022 e alertou que brincar com fake news durante as eleições pode ter consequências graves.

Trigueiro destacou que quem propagar fake news também pode ser responsabilizado, citando punições exemplares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como medida educativa. Ele ressaltou que a Justiça Eleitoral paraibana estará atenta e vigilante.

Além disso, o desembargador enfatizou a importância de a Justiça Eleitoral não ser utilizada como ferramenta para campanhas políticas e defendeu a tramitação rápida dos processos.

Com Agamenilde Dias assumindo a Presidência do TRE, um desafio adicional será o acompanhamento e combate às fake news, utilizando inteligência artificial. Essa missão também envolve o eleitor, interessado em eleições transparentes e limpas.




Novo corregedor do TRE-PB Oswaldo Trigueiro Filho afirma que estará atento ao uso da IA no processo eleitoral

O corregedor destacou ainda que todas as matérias que são objeto de apreciação pelo Tribunal Regional Eleitoral são muito sensíveis e que vai usar sua experiência no Ministério Público. 

Oswaldo Trigueiro Filho, corregedor, TRE-PB, Inteligência Artificial

O corregedor destacou ainda que todas as matérias que são objeto de apreciação pelo Tribunal Regional Eleitoral são muito sensíveis e que vai usar sua experiência no Ministério Público.

O combate às fake news e distorções com o uso da Inteligência Artificial nas eleições 2024 estão entre as ações que serão priorizadas pelo novo corregedor do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) Oswaldo Trigueiro Filho, que tomou posse nesta segunda-feira (11).

“Há essa novidade agora da inteligência artificial, e nós precisamos entender que tudo que se vem em termos de tecnologia vem no sentido de contribuição para melhoria, e nós temos que iluminar mais o olhar sobre a inteligência artificial no aspecto positivo e não negativo. Claro, coibir veementemente porque vemos, infelizmente, que as distorções para o ambiente democrático, principalmente da verdade dos fatos, vêm com fake news ou com distorção do IA”, observou.

O corregedor destacou ainda que todas as matérias que são objeto de apreciação pelo Tribunal Regional Eleitoral são muito sensíveis e que vai usar sua experiência no Ministério Público.

Ele destacou que vai  dar continuidade ao trabalho que estava sendo feito pela desembargadora Agamenilde Dias. “Então corregedora que estava, efetivamente, dando uma resposta correta, na medida certa, tanto que são várias decisões agora recentes no próprio TRE que vão de encontro a essa tentativa de fraude”. Agamenilde Dias tomou posse também nesta segunda-feira como presidente do TRE-PB.

“Eu diria que a minha responsabilidade está em manter isso e colocar uma característica pessoal no sentido da personalidade de cada um na condução da corregedoria, que quero o engajamento ainda mais dos magistrados, dos juízes eleitorais, das zonas. Eu acho que esse é o meu grande desafio, trazê-lo mais para perto, principalmente agora que se inicia esse período do processo eleitoral para as eleições municipais”.

O corregedor também comentou o novo desafio. “Eu encaro com a sensação de alegria e responsabilidade. Alegria por estar substituindo a doutora Fátima Bezerra. “Chego aqui, no lugar dela, uma pessoa que fez um brilhante trabalho. É uma pessoa que sempre enaltece muito o judiciário paraibano. Isso é um orgulho para a gente, e responsabilidade por saber que, à frente da Justiça Eleitoral, temos vários desafios. É uma justiça muito rápida, muito sumária, muito célere, mas de muita contribuição, ou seja, você proteger esse manto sagrado que é a democracia é muito importante. Eu vejo nisso uma missão que vamos desenvolver ao lado de Agamenilde com calma, serenidade, equilíbrio, mas acima de tudo, dando uma resposta que a sociedade pede. É esse o meu sentimento junto ao TRE Paraíba”, completou.

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Assessor paraibano disseminou fake news e propagou ódio em grupos de WhatsApp

O assessor paraibano do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Tércio Arnauld, criou grupos de apoiadores para disseminar fake news, criticando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até fotos da atual primeira-dama Janja da Silva. A criação e o compartilhamento de notícias falsas ocorreu durante o primeiro e segundo turno das Eleições 2022.

O paraibano publicava links de matérias falsas em relação ao presidente Lula, na época candidato à Presidência. Em uma das oportunidades, publicou uma fake news de que o tráfico estampou a imagem do petista em papelotes de crack. O caso ocorreu logo após o candidato surgir no Complexo do Alemão com o boné ‘CPX’.

Essa movimentação era realizada através de grupos do WhatsApp, criados pelo próprio assessor bolsonarista. No nome do grupo, havia a indicação de que seria excluído: “GRUPO SERÁ APAGADO8”, com o número oito indicando ser a oitava criação para disseminar fake news.

Foto: Reprodução/Estadão

Os grupos de WhatsApp foram criados em 2022, segundo Arnaud, “para ajudar na reeleição do presidente” e seriam usados “tipo uma lista de transmissão”. Eram pelo menos nove grupos e reuniam centenas de apoiadores de Bolsonaro. Entre 9 e 30 de outubro daquele ano, o ex-assessor disparou mensagens que tinham o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como alvo principal de informações falsas e exageradas.

“Em Lula 2 (2007-2010), centenas de bilhões de reais desviados das estatais e do povo brasileiro para enriquecer a si; mais de 300 condenações e financiar ditaduras na América Latina (Petrolão/Lava Jato)”, dizia uma das mensagens falsas disparadas por Arnaud.

Nesta quinta-feira (8), Tercio foi alvo de buscas na Operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal. Ao autorizar a ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou que o ex-assessor, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o tenente-coronel Mauro Cid, por exemplo, integravam o “núcleo de desinformação e ataques ao Sistema Eleitoral”.

 Estadão




Fake News: Fachin arquiva pedido de Bolsonaro que questiona STF

Ministro disse que discussão sobre regimento interno já foi definida pelo plenário da Corte, que validou inquérito das fake news

Ministro Edson Fachin
O Antagonista

Ministro Edson Fachin

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou nesta quarta-feira os pedidos do presidente Jair Bolsonaro e dos partidos que questionavam o artigo do regimento interno da Corte que permite a abertura de investigações de ofício, ou seja, sem passar pela Procuradoria-Geral da República (PGR), como é o caso do inquérito das fake news .

A ação foi apresentada na última quinta-feira pelo presidente em meio à crise institucional gerada pelas ameaças de apresentação de pedidos de impeachment contra os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes — que se concretizou na última sexta-feira.

“A controvérsia, portanto, já encontrou a devida conformação no âmbito da jurisdição constitucional concentrada no julgamento da ADPF n. 572, de minha relatoria, j. 18.06.2020, não se revelando mais nova ADPF como meio necessário e eficaz para sanar a lesividade alegada”, disse o ministro na decisão, lembrando que o inquérito das fake news foi validado por decisão do plenário.

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Agência O Globo



Moraes abre investigação sobre organização criminosa de fake news

Filhos do presidente são citados como integrantes do núcleo político do grupo detectado pela Polícia FederalMinistro do STF Alexandre de Moraes

Agência Brasil

Ministro do STF Alexandre de Moraes

As frentes de investigação do inquérito dos atos antidemocráticos foram multiplicadas pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, que abriu casos  específicos para apurar a conduta de duas deputadas bolsonaristas além de uma suposta organização criminosa de fake news. O ministro atendeu apenas parte do pedido do procurador-geral da República de arquivar as investigações .

Em decisão obtida pela CNN, Moraes declara extinta apenas a apuração de atos produzidos em frente ao quartel-general de Brasília no ano passado, com gritos por intervenção militar .

No entanto, o ministro abriu novas investigações para apurar uma suposta organização criminosa cujos passos foram detectados pela Polícia Federal. Segundo a jornalista Daniela Lima, nos autos, a PF nomina como integrantes do núcleo político desse grupo dois filhos do presidente Jair Bolsonaro: o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro .

Apurações específicas de caixa dois e uso irregular de servidores também foram abertas para investigar as deputadas federais, Paula Belmonte e Aline Sleutjes.

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Biden abre seu imposto de renda e mostra que pagou 300 mil dólares em impostos, 400 vezes mais do que Trump

 

O candidato democrata à presidência, Joe Biden, divulgou nesta terça-feira (29) que pagou 299,3 mil dólares em imposto de renda no ano de 2019, enquanto Donald Trump pagou apenas 750 dólares em 2016 e 2017. Biden e Trump realizam o primeiro debate da campanha, em Cleveland

Joe Biden e Donald Trump (Foto: REUTERS/Tom Brenner | REUTERS/Leah Millis)

 

O candidato democrata à presidência, Joe Biden, divulgou nesta terça-feira (29) que pagou US$ 299,3 mil em imposto de renda no ano de 2019. Biden obteve um reembolso de US$ 46,8 mil após pagar US$ 346,2 mil em imposto de renda.

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A informação foi divulgada depois que o jornal The New York Times revelou que o presidente Donald Trump, candidato à reeleição, pagou apenas US$ 750 em imposto de renda em 2016 e 2017, depois de anos relatando grandes perdas em seus negócios para compensar centenas de milhões de dólares de renda.

Em uma reportagem que Trump refutou como “fake news”, o NYT disse que o presidente republicano tampouco pagou imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores a 2017, apesar de ter recebido 427,4 milhões de seu reality show e de outros acordos de patrocínio e licenciamento até 2018.

A revelação de informações tributárias antes particulares veio pouco mais de um mês antes da disputa da eleição de 3 de novembro entre Trump e o democrata Joe Biden.

Donald Trump e Joe Biden ficarão frente a frente pela primeira vez na disputa pela presidência dos Estados Unidos, nesta terça-feira, em Cleveland.

 Brasil 247 




CPI das Fake News quer investigar contas derrubadas pelo Facebook

A intenção é descobrir se os perfis disseminaram conteúdos criminosos

Por Agência O Globo 

cpi
Waldemir Barreto/Ag.Senado

O acesso ao conteúdo dessas contas derrubadas vai ser pedido por Coronel via CPI das Fake News

A CPI das Fake News vai investigar se a rede de 88 contas, páginas e grupos ligados a funcionários dos gabinetes do presidente Jair Bolsonaro e aliados derrubada pelo Facebook nesta quarta-feira (08) foi usada para disseminar conteúdo criminoso . O presidente do colegiado, Angelo Coronel (PSD-BA), quer acesso às mensagens dessa rede.

“Não vamos fazer um pré-julgamento. As contas foram retiradas do ar por serem consideradas inautênticas. Agora, é importante ter acesso ao conteúdo para investigar se elas disseminaram mensagens difamatórias”, diz o senador.

Entre os perfis derrubados, estão contas ligadas a funcionários dos gabinetes do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e dos deputados estaduais Alana Passos e Anderson Moraes, ambos do PSL no Rio de Janeiro. Para o Facebook, o conjunto removido agia para enganar sistematicamente o público, sem informar a verdadeira identidade dos administradores, desde as eleições de 2018.

A mensagem divulgada pela plataforma afirma que a investigação sucedeu reportagens nas quais foi relatada a existência de uma estrutura virtual montada por bolsonaristas — chamada por opositores “Gabinete do Ódio” — e depoimentos sobre o tema colhidos no Congresso durante a CPI das Fake News.

acesso ao conteúdo dessas contas derrubadas vai ser pedido por Coronel via CPI das Fake News. Os trabalhos do colegiado estão suspensos em função da pandemia do coronavírus. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), acolheu pedido de Angelo Coronel para que o prazo de trabalho da comissão não seja contado enquanto o Congresso não consegue se reunir presencialmente. Apenas sessões plenárias têm ocorrido de forma remota.

Assim, eventuais requerimentos sobre a decisão do Facebook devem ser analisados no retorno dos trabalhos da CPI.

Para Angelo Coronel, a decisão do Facebook está em “consonância” com a proposta que pretende combater fake news aprovada pelo Senado há duas semanas. O texto está na Câmara agora. “Pela proposta, a retirada de contas falsas fica por conta das plataformas. O Facebook agiu dentro do que aprovamos no Senado. Espero que se aprove na Câmara também e que as outras plataformas consigam meios para descobrir o autor de contas falsas e de depreciações”.

Relatora da CPI das Fake News, a deputada Lídice da Mata (PSB-BA) diz que a eliminação das contas “não chega a causar espanto para nós que temos trabalhado na CPI das Fake News desde o ano passado”.

“Nossas investigações sempre apontaram para uma rede de desinformação que pode sim ter influenciado o pleito eleitoral de 2018 e que continua atuante com fortes suspeitas de amplo apoio da família Bolsonaro. Neste momento, entendemos que as plataformas se juntam a todos aqueles e aquelas que lutam por liberdade de expressão, mas também por responsabilidade nas redes e pelo combate à desinformação e contra qualquer prática de discursos caluniosos e que espalham o ódio por todo o nosso país”, disse, em nota.

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Alexandre de Moraes determina que deputados alvo de operação contra fake news sejam ouvidos pela PF

untitled design 4 270520201922 - Alexandre de Moraes determina que deputados alvo de operação contra fake news sejam ouvidos em até 10 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, determinou que os deputados que são investigados no inquérito que apura fake news e ameaças a integrantes da corte sejam ouvidos pela Polícia Federal em até dez dias. Segundo a CNN apurou, o ministro determinou que os conteúdos de postagens feitas por eles sejam 100% preservados para análise, mas não ordenou busca e apreensão. São alvo da operação os deputados federais Bia Kicis, Carla Zambelli, Daniel Silveira, Filipe Barros, Cabo Junio Amaral e Luiz Phillips de Orleans e Bragança. Os deputados estaduais estaduais de São Paulo DouglasGarcia e Gil Diniz também foram alvo da batida.




Verba publicitária de Bolsonaro foi para sites de fake news e jogo do bicho

Dados da Secom também apontam que canais do YouTube que promovem o presidente receberam publicidade da reforma da Previdência

jair bolsonaro

Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Informações da Secom (Secretaria de Comunicação Especial da Previdência) indicam que publicidade sobre a reforma da Previdência foi veiculada em sites de fake news, de jogo do bicho, além de canais do YouTube direcionados ao público infantil, em russo e que promovem Jair Bolsonaro . Os dados foram divulgados pela Folha de S.Paulo.

A partir de um pedido pelo Serviço de Informação ao Cidadão, a reportagem teve acesso a planilhas que constam o direcionamento dado à verba publicitária — inicialmente, a Secom negou duas vezes o pedido e só liberou após determinação da CGU (Controladoria Geral da União).

Foi apontado que agências de publicidade foram contratadas para comprar espaços e distribuir anúncios sobre a reforma. Entre os destinos, o canal do YouTube Get Movies foi um dos que mais recebeu anúncios (101.532 anúncios). O que chama a atenção é o fato de ser um canal destinado ao público infantil com um conteúdo 100% em russo. O canal da Turma da Mônica e Planeta Gêmeas também constam na planilha.

Um site com resultados do jogo do bicho (resultadosdobichotemporeal.com.br), ilegal no Brasil, também recebeu uma quantidade considerável de anúncios do governo (319.082).

Além disso, sites de fake news receberam verba pública . O site Sempre Questione teve 66.431 anúncios. Aplicativos para celular como “Presidente Jair Bolsonaro” e “Brazilian Trump” também tiveram anúncios sobre a reforma, bem como o canal de YouTube “Bolsonaro TV”.

Em nota, a Secom afirma: “A plataforma de anúncios da Google atua automaticamente a partir de parâmetros para a entrega do conteúdo publicitário aos públicos de interesse. As definições são abrangentes e não determinam com exatidão o local na internet em que o anúncio será veiculado. Porém, neste caso específico, buscou-se perfis reconhecidos pela ferramenta do Google que tenham afinidade para o tema ‘Previdência’ e demais correlações de acordo com sintaxe para o tema da campanha”.

“Foram realizados comandos para o bloqueio da entrega da publicidade em sites de conteúdos impróprios, que incitem a violência ou que atentem contra os direitos humanos. Trata-se de procedimento padrão, em cumprimento às diretrizes da lei 6.555/2008”, finaliza a nota.

Leia também: Bolsonaro atinge a marca de mil declarações falsas ou distorcidas

As planilhas com os detalhes do destino da verba publicitária devem ser encaminhadas à CPMI das Fake News nos próximos dias para investigação.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por Ig