Tiroteios deixam 10 mortos durante celebrações do 4 de Julho nos EUA

Quase 40 ficaram feridos; data foi marcada por ataques a tiros em diferentes estados do país

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iG Último Segundo

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Tiroteios foram registrados nos Estados Unidos durante o feriado de 4 de Julho
Reprodução / Fox News – 04.07.2023

Tiroteios foram registrados nos Estados Unidos durante o feriado de 4 de Julho

Ao menos 10 pessoas morreram e outras 38 ficaram feridas após ataques a tiros serem registrados na Filadélfia, em Maryland e no Texas, nos Estados Unidos, durante o feriado de 4 de Julho, informaram as autoridades.

Em Fort Worth, no Texas, três pessoas foram mortas e oito ficaram feridas em um tiroteio após um festival local em celebração ao Dia da Independência dos Estados Unidos, afirmou a polícia nessa terça-feira (4), segundo a agência de notícias Reuters.

Segundo os policiais, nenhuma prisão foi feita no ataque. “Não sabemos se isso está relacionado à vida doméstica ou a gangues. É muito cedo para dizer neste momento”, disse o alto oficial da polícia Shawn Murray.

Em outro atentado, na Filadélfia, registrado na noite dessa segunda (3), cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas, incluindo um menino de 2 anos e outro de 13 — ambos baleados nas pernas.

Os policiais disseram que o suspeito é um homem de 40 anos que portava um fuzil, uma pistola, usava colete à prova de balas e máscara de esqui.

 

ataque no estado da Pensilvânia se deu um dia após duas pessoas serem mortas e outras 28 ficarem feridas — sendo cerca de metade desse número de crianças — durante uma saraivada de tiros em uma festa ao ar livre, na cidade de Baltimore, em Maryland. Os oficiais disseram que buscam vários suspeitos.

Após os crimes, o  presidente dos EUA, Joe Biden,  condenou os atos de violência. Na ocasião, ele  reforçou os pedidos para que as leis de armas no país sofram endurecimento.

“Nossa nação, mais uma vez, suportou onda de atentados trágicos e sem sentido”, afirmou Biden em comunicado divulgado ontem. Aos parlamentares republicanos, ele pediu que “venham à mesa para tratar de reformas significativas e de bom senso”.

No Congresso, os republicanos geralmente impedem as tentativas de reformulação das leis de segurança envolvendo o armamento nos Estados Unidos.

Na Filadélfia, autoridades pediram ações aos legisladores estaduais e federais após os atentados. “Estamos implorando ao Congresso para proteger vidas e fazer algo sobre o problema das armas nos EUA”, afirmou o prefeito da Filadélfia, Jim Kenney, em entrevista.




EUA querem mais informações para decidir extraditar Allan dos Santos

Em recente entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, revelou que foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nova requisição de informações adicionais feita pelo governo dos Estados Unidos no processo de extradição do blogueiro bolsonarista foragido Allan dos Santos, investigado no inquérito das milícias digitais. O pedido de extradição é tratado entre autoridades do judiciário dos dois países.

“Houve pedido de extradição e está sob análise das autoridades dos Estados Unidos. Houve uma resposta técnica recente, semana passada, em que eles pediram mais informações e nós estamos nesse momento junto com o Supremo, vendo esses elementos para responder ao governo dos EUA”, afirmou Dino ao jornal.

Em outubro de 2021, o ministro do STF Alexandre de Moraes decretou a prisão de Allan dos Santos. Pessoas que trabalham no Ministério da Justiça estaria fazendo articulações para a inclusão do blogueiro na lista da difusão vermelha da Interpol (polícia internacional).




Fifa anuncia as 16 cidades-sede da Copa do Mundo de 2026

Competição sediada no Canadá, no México e nos EUA terá 48 seleções

A Fifa anunciou na noite desta quinta-feira (16) a relação de 16 cidades-sede da Copa do Mundo de 2026, que será disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Esta competição tem outro componente especial, pois será a primeira edição de um Mundial com 48 participantes.

No Canadá as sedes serão Vancouver e Toronto. Já no México as partidas serão disputadas em Guadalajara, Monterrey e Cidade do México. Enquanto nos Estados Unidos as seleções jogarão em Seattle, São Francisco, Los Angeles, Kansas City, Dallas, Atlanta, Houston, Boston, Filadélfia, Miami e Nova Yor

Fifa anuncia cidades que vão receber jogos da Copa do Mundo de 2026

Ao todo, 16 cidades vão receber jogos no próximo Mundial: duas no Canadá, três no México e 11 nos Estados Unidos

 Crédito: FIFA via Getty Images
Crédito: FIFA via Getty Images

A Fifa anunciou nesta quinta-feira quais serão as 16 cidades-sede da Copa do Mundo de 2026. Serão duas no Canadá, três no México e 11 nos Estados Unidos. Será o primeiro Mundial da história a ter 48 seleções participantes.

Confira as cidades:

Canadá: Vancouver, Toronto
México: Guadalajara, Monterrey, Cidade do México
EUA: Seattle, São Francisco, Los Angeles, Kansas City, Dallas, Atlanta, Houston, Boston, Filadélfia, Miami, Nova York

A organização do Mundial e a Fifa dividiu as 16 cidades em três zonas, que ficaram assim definidas:

ZONA OESTE
Vancouver (CAN), Seattle (EUA), Los Angeles (EUA), São Francisco (EUA) e Guadalajara (MEX)

ZONA CENTRAL
Kansas City (EUA), Dallas (EUA), Atlanta (EUA), Houston (EUA), Monterrey (MEX) e Cidade do México (MEX)

ZONA LESTE
Toronto (CAN), Boston (EUA), Filadélfia (EUA), Miami, Nova York (EUA)


Foto: Reprodução/Fifa+

Presente na transmissão, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, comentou sobre a escolha e o principal desafio no Mundial: a distância entre as sedes.

“Vamos tentar organizar a Copa de um jeito que as seleções e os fãs não tenham que viajar muito. No momento oportuno vamos decidir o local da abertura e o palco da final”, afirmou o presidente da Fifa

Será a segunda vez que os EUA recebe a Copa do Mundo – foi palco do Tetra, em 1994. Daquele Mundial, cinco cidades que foram sede serão em 2026: Los Angeles, São Francisco, Dallas, Boston e Nova York. O México recebeu os mundiais de 1970, quando o Brasil foi Tri, e de 1986, marcado pela grande atuação de Diego Maradona. O Canadá vai estrear como sede de um Mundial.

“Em 2026, o futebol vai ser o esporte número 1 nesta parte do mundo”, brincou Infantino.

A de 2026 será a maior Copa do Mundo de todos os tempos, em vários aspectos. Será a primeira a ter três sedes – até então, com a exceção de Japão e Coreia do Sul em 2002, todas foram disputadas em apenas um país. Também será a primeira a ter 80 partidas, em vez das habituais 64.

E, claro, será a primeira a ter 48 seleções. O inchaço no número de participantes da Copa do Mundo foi uma promessa de campanha de Gianni Infantino, eleito presidente da Fifa em 2016 e reeleito em 2019.

O aumento também vai gerar uma reorganização no modelo de disputa da Copa. Até o Catar-2022, as 32 seleções eram divididas em oito grupos com quatro times cada um. Os dois melhores de cada chave avançavam às oitavas de final – depois quartas, semis e final.

Divisão de vagas para Copa do Mundo de 2026

Uefa (Europa): 16
CAF (África): 9 mais um na repescagem
AFC (Ásia): 8 mais um na repescagem
Conmebol (América do Sul): 6 mais um na repescagem
Concacaf (Américas Central e do Norte): 6 mais um na repescagem
OFC (Oceania): 1

Agora, as 48 seleções serão divididas em 16 grupos de três. As duas melhores de cada chave avançam para o mata-mata, que terá uma fase anterior às oitavas de final. Quem chegar até a semifinal vai continuar fazendo o número máximo de sete partidas, mas as 16 seleções eliminadas na primeira fase terão feito apenas duas – contra três do formato atual.

Com mais vagas na Copa do Mundo, também é inevitável que as Eliminatórias sejam reformuladas. A Fifa delega a cada confederação continental a organização dos torneios qualificatórios.

A Conmebol, por exemplo, já deixou claro que vai aposentar o atual formato, com suas dez seleções se enfrentando em turno e returno, num sistema de pontos corridos. A América do Sul, que tinha quatro vagas diretas e mais uma na repescagem, agora vai ter seis diretas e mais uma na repescagem. A Conmebol trabalha para formular um novo modelo que seja interessante do ponto de vista técnico e comercial.




EUA afirmam que Rússia pode invadir Ucrânia a qualquer momento

Antony Blinken, secretário de Estado dos Estados Unidos, disse que invasão pode acontecer antes mesmo do fim da Olimpíadas de Inverno

Antony Blinken, secretário de Estado dos Estados Unidos
Reprodução

Antony Blinken, secretário de Estado dos Estados Unidos

Antony Blinken, secretário de Estado dos Estados Unidos, afirmou nesta sexta-feira (10) que a Rússia pode invadir a Ucrânia “a qualquer momento”. Segundo o secretário, isso pode acontecer antes mesmo do fim das Olimpíadas de Inverno, no dia 20 de fevereiro.

“Estamos em uma janela em que uma invasão pode começar a qualquer momento – e para deixar claro, isso inclui durante as Olimpíadas […] Estamos a ver sinais muito preocupantes da escalada russa, incluindo novas forças que chegam à fronteira ucraniana”, disse Blinken, ao lado de líderes da Índia, Japão e Austrália.

A fala foi feita após imagens de satélites publicadas por uma empresa privada americana mostrarem novas implantações militares russas em áreas próximas à Ucrânia.

Ontem (10), Joe Biden pediu para que os estadunidenses deixem a Ucrânia nas próximas “24 a 48 horas”. Ele afirmou que o país não resgatará civis caso a Rússia realize a invasão.

“Não é como se estivéssemos lidando com uma organização terrorista. Estamos lidando com um dos maiores exércitos do mundo. É uma situação muito diferente, e as coisas podem escalar rapidamente”, afirmou.

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EUA colocam 8.500 soldados em alerta por crise na Ucrânia

Presidente Joe Biden colocou militares em alerta por crise na Ucrânia. Foto: Divulgação/US Air Force/Master Sgt. Cecilio Ricardo

O Pentágono determinou que 8.500 militares dos Estados Unidos fiquem de prontidão para eventual envio ao Leste Europeu, em meio a tensões por causa da presença da Rússia perto da fronteira da Ucrânia. O fato representa uma escalada na direção do envolvimento militar americano, segundo funcionários dos EUA. As fontes disseram que as “ordens de se preparar para envio” foram emitidas para tropas sediadas em várias bases dos EUA.

– O número de efetivos que o ministro (da Defesa) pôs em alerta elevado chega a 8.500 homens – disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

Ele destacou ainda que “não foi tomada nenhuma decisão sobre um deslocamento de forças fora dos Estados Unidos no momento”. Mas, “está muito claro” que os russos “não têm a intenção atualmente de reduzir a escalada”, complementou.

O Pentágono não informou em quais circunstâncias pode enviar tropas, mas funcionários afirmaram que isso poderia enviar um sinal à Rússia de que os EUA reforçariam rapidamente as defesas dos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), caso ocorra uma incursão russa na Ucrânia.

As tropas poderiam também ficar a postos caso os EUA decidam retirar dezenas de milhares de americanos que atualmente vivem na Ucrânia, disseram as fontes.

As forças não serão autorizadas a entrar na Ucrânia, disseram os funcionários americanos, mas poderiam ser usadas como apoio para qualquer contingência. Muitas delas precisam estar preparadas para se mobilizar dentro de 18 a 36 horas, segundo eles.

*Com informações da AE




O acordo que pode acabar oficialmente com Guerra da Coreia 70 anos depois

Moon Jae-in, presidente da Coreia do Sul. Foto: Getty Images

As Coreias do Norte e do Sul, os Estados Unidos e a China concordam em princípio em declarar o fim formal da Guerra da Coreia, que terminou em armistício, disse o presidente sul-coreano, Moon Jae-in.

Mas as negociações ainda não começaram por causa das demandas da Coreia do Norte, acrescentou ele.

A Guerra da Coreia, que durou de 1950 a 1953, dividiu a península em duas.

Desde então, as Coreias do Norte e do Sul estão tecnicamente em guerra — com o apoio da China e dos EUA, respectivamente — e mantêm um relacionamento tenso.

Moon há muito advoga por uma declaração formal sobre o fim do conflito e estabeleceu como um dos principais objetivos de seu mandato o engajamento com o Norte.

No entanto, observadores dizem acreditar que isso seja muito difícil de alcançar.

As declarações de Moon, que está atualmente visitando a Austrália, ocorreram durante uma coletiva de imprensa em Canberra junto com o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison.

O que a Coreia do Norte quer?

Em setembro, Kim Yo-jong, a poderosa irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, indicou que seu país poderia estar aberto a negociações, mas somente se os EUA abandonassem o que ela chamou de “política hostil” contra a Coreia do Norte.

A Coreia do Norte se opõe sistematicamente à presença de tropas americanas na Coreia do Sul, aos exercícios militares conjuntos realizados todos os anos entre os EUA e a Coreia do Sul, bem como a sanções impostas pelos EUA contra o programa de armas da Coreia do Norte.

Nesta segunda-feira (13/12), Moon disse que a Coreia do Norte continuava a fazer essa demanda como uma pré-condição para as discussões.

Mas os EUA têm dito repetidamente que a Coreia do Norte deve primeiro abandonar suas armas nucleares antes que quaisquer sanções possam ser suspensas.

“Por causa disso, não podemos sentar para uma discussão ou negociação sobre a declaração… esperamos que as negociações sejam iniciadas”, disse ele.

O líder sul-coreano já argumentou que uma declaração formal para encerrar a guerra encorajaria o Norte a desistir de suas armas nucleares.

Análise por Laura Bicker, correspondente de Seul

O tempo do presidente Moon está acabando.

Ele deixa o cargo em março, após cinco anos de apelos sinceros para trazer paz permanente à Península da Coreia.

Mesmo assim, a Coreia do Norte continua mais isolada do que nunca. Os dias de apertos de mão e promessas entre Pyongyang e Seul parecem ter acabado. Por agora.

Tentar trazer um acordo de fim de guerra para a mesa é a última esperança de Moon Jae-in.

Mas ele enfrenta desafios significativos. Os EUA parecem menos entusiasmados com a ideia. O governo Biden está aberto a discussões e, claro, ninguém quer um estado de guerra permanente na península. Mas alguns acreditam que um acordo recompensaria Kim Jong-un sem receber nenhuma garantia em troca.

Os partidários dizem que o acordo é um gesto diplomático — um ponto de partida para dar garantias de segurança à Coreia do Norte. Aqueles que se opõem a isso dizem que Pyongyang poderia usá-lo para exigir a retirada de 28,5 mil soldados americanos da Coreia do Sul e pôr fim aos exercícios militares anuais conjuntos EUA-Coreia do Sul.

A imprensa estatal norte-coreana também descreveu a ideia como “prematura”.

Há um problema maior para o presidente Moon. A Coreia do Sul não assinou o armistício. Esse acordo de fim de guerra não é um presente para dar aos livros de história.

Ele pode continuar tentando trazer todas as partes à mesa, mas fazer com que todas concordem com os detalhes seria o equivalente diplomático de escalar o Everest.

O que os EUA e a China disseram?

Durante uma coletiva de imprensa em outubro, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que os EUA “podem ter perspectivas um tanto diferentes sobre a sequência precisa ou o momento das condições para as diferentes etapas” de modo a chegar a um acordo sobre uma declaração conjunta.

Enquanto isso, a agência de notícias sul-coreana Yonhap informou na semana passada que o diplomata chinês do alto escalão Yang Jiechi havia prometido o apoio de seu país “ao impulso para a declaração do fim da guerra”, citando diplomatas sul-coreanos em Pequim.

O que aconteceu na Guerra da Coreia?

A guerra começou com uma incursão pelo paralelo 38, a fronteira entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, por 75 mil soldados do Norte comunista em junho de 1950.

As tropas americanas que apoiavam o Sul entraram na guerra nos meses seguintes e os norte-coreanos, apoiados pela China e pela União Soviética, foram repelidos.

Um impasse sangrento se seguiu e um armistício foi assinado entre os EUA e a Coreia do Norte em julho de 1953.

Cinco milhões de soldados e civis perderam suas vidas no conflito.




EUA: Universidade de Yale é evacuada após “várias” ameaças de bomba

Oito prédios da universidade foram esvaziados por precaução; polícia investiga ameaças

Universidade de Yale é evacuada após ameaças de bomba
Reprodução / WTNH

Universidade de Yale é evacuada após ameaças de bomba

Após uma série de ameaças de bomba, a Universidade de Yale, em Connecticut, nos Estados Unidos, foi evacuada na tarde desta sexta-feira (5), de acordo com a polícia local.

Segundo os oficiais, as ameaças tinham como alvo “vários edifícios” na área de um dos campus da universidade, informou o Yale Daily News .

Conforme a publicação, oito prédios foram evacuados por precaução. Além disso, uma alerta foi emitido pela instituição às 14h35, pedindo que os alunos evitassem as áreas que foram isoladas.

A polícia investiga o caso.

*Mais informações em breve




Michelle Bolsonaro é alvo de críticas por se vacinar contra a Covid-19 nos EUA

Bolsonaro disse que ela tomou a vacina no país estrangeiro, mesmo com idade habilitada para se vacinar em Brasília desde julho

Primeira-dama Michelle Bolsonaro
Cleber Caetano/ PR

Primeira-dama Michelle Bolsonaro

Diferente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que diz não ter se vacinado contra a Covid-19, a primeira-dama Michelle Bolsonaro (sem partido) já tomou apenas uma dose de um imunizante contra a doença . A revelação foi feita por seu próprio marido em entrevista à revista Veja , publicada nesta sexta-feira (24).

Ao ser questionado se a demora do governo federal em comprar vacinas e a pregação contra elas não seriam ao menos um mau exemplo, o presidente disse que em 2020 não havia imunizantes à venda – o que não é verdade, já que o país firmou contrato para adquirir a vacina de Oxford/ AstraZeneca em julho do último ano e também recusou diversas ofertas da Pfizer. Nesse momento, Bolsonaro voltou a colocar em cheque a eficácia da Coronavac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, e enfim revelou que Michelle preferiu se vacinar fora do país.

“Tomar vacina é uma decisão pessoal. Minha mulher, por exemplo, decidiu tomar nos Estados Unidos. Eu não tomei”, frisou. Bolsonaro não disse quando exatamente a primeira-dama recebeu uma dose de algum imunizante, mas ela esteve com ele na em viagem feita ao país estrangeiro nesta semana.

Na ocasião, Bolsonaro foi discursar na 76ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e o saldo da viagem foi negativo: ao menos três integrantes da comitiva já testaram positivo para a Covid-19. O primeiro foi um diplomata responsável por organizar a viagem, em seguida, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e hoje o deputado federal e terceiro filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Diante desse cenário e da revelação feita pelo chefe do Executivo nacional, a postura de Michelle foi criticada por políticos e cientistas. No Brasil, ela já poderia estar vacinada ao menos desde 23 de julho, já que em Brasília pessoas com 39 anos puderam se imunizar nesse período.

bolsoAo G1, o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse que a primeira-dama mostrou que o patriotismo exaltado é “da boca para fora”. “Primeiro, ela está de parabéns por ter se vacinado. A vacina salva. Fez a coisa correta. Isso é nota 10. [Por outro lado] Nota zero, porque a vacina que é aplicada nos Estados Unidos é a mesma que é aplicada aqui no Brasil. Então, ela poderia aqui ter se vacinado, mostrado aos brasileiros ela se vacinando, para dar um bom exemplo aos brasileiros e aí, sim, veríamos o patriotismo de verdade, não patriotismo da boca pra fora”, disse o parlamentar.Já o epidemiologista Pedro Hallal, que coordena um estudo epidemiológico sobre o coronavírus no Brasil, ressaltou que essa atitude é um sinal de desprezo com o Sistema Único de Saúde (SUS). “Se confirmada, é uma notícia que mostra desprezo com o SUS e com os brasileiros. Demonstra falta de confiança no sistema universal de saúde, acessível a todos os brasileiros”, declarou ao portal. Até o momento, Michelle não se pronunciou sobre o assunto.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por Ig




Vídeo: Aziz chama Wagner do Rosário de ‘petulante para c…’ na CPI

Ministro da CGU presta depoimento nesta terça-feira para falar sobre possíveis irregularidades em contratos do governo federal

Rosário e Aziz durante sessão da CPI
Roque de Sá/Agência Senado

Rosário e Aziz durante sessão da CPI

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), chamou o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, de “petulante para c…” durante a sessão desta terça-feira. A fala foi ouvida por todos devido a um vazamento do áudio do microfone de Aziz. O ministro da CGU prestou depoimento para falar sobre possíveis irregularidades em contratos do governo federal.

A sessão foi encerrada após o depoente chamar a senadora Simone Tebet (MDB-MS) de “descontrolada” . Depois de muita confusão,  Rosário se desculpou com a parlamentar.

O senador ficou incomodado após a resposta de Rosário sobre o período em que a CGU soube do envolvimento da empresa Precisa Medicamentos, responsável na época por representar o laboratório produtor da vacina indiana Covaxin, em possíveis irregularidades nos contratos de aquisição do imunizante.

Questionado sobre o início das investigações ter sido em setembro de 2020, mas as informações terem chegado à CGU apenas em junho deste ano, Rosário deu uma resposta atravessada ao presidente da CPI:

“Não sei se o senhor já participou de alguma investigação, você não passa um scanner na hora da busca e apreensão e sai os dados, não. Tem que ter análise, tem que levar tempo”, disse Rosário.

Logo em seguida, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) aproveitou o comentário para criticar o depoente: “Se a petulância do depoente for do tamanho da competência, nós estamos muito bem servidos. Porque é muito petulante na forma de se dirigir”, ironizou.

www.reporteriedoferreira.com.br

Por

Agência O Globo



EUA reagem a atentado e atacam alvo do Estado Islâmico-K

 

De acordo com porta-voz norte-americano, uma pessoa do grupo extremista teria morrido

 Explosão em Cabul
Reprodução/Sky News

Explosão em Cabul

Após  as mortes de 13 soldados norte-americanos em uma explosão no Aeroporto de Cabul, capital do Afeganistão, o porta-voz do Comando Central dos Estados Unidos, capitão Bill Urban, afirmou que o país reagiu e realizou um ataque aéreo contra um alvo do Estado Islâmico-K , grupo que assumiu a autoria do atentado ocorrido nesta quinta-feira (26).

“As forças militares dos EUA realizaram uma operação de contraterrorismo além do horizonte hoje contra um planejador do ISIS-K. O ataque aéreo não tripulado ocorreu na província de Nangahar, no Afeganistão. As indicações iniciais são de que matamos o alvo. Não sabemos de nenhuma vítima civil”, afirmou o porta-voz.

www.reorteriedoferreira.com.br   / Ig