Embaixador brasileiro é expulso da Nicarágua após conflito entre Lula e Ortega

Em junho de 2023, o Brasil apoiou uma resolução da Organização dos Estados Americanos (OEA) pedindo democracia na Nicarágua

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|Daniel Ortega, presidente da Nicarágua

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Daniel Ortega, presidente da Nicarágua

O embaixador do Brasil, Breno de Souza da Costa, foi expulso da Nicarágua em uma retaliação ao congelamento das relações diplomáticas entre os dois países. A medida foi tomada após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentar interceder pela liberação do bispo católico Rolando José Álvarez, preso há 500 dias, o que irritou o governo nicaraguense.

O PT mantém boas relações com Daniel Ortega desde 2007, mas o clima esfriou depois que os telefonemas do petista foram ignorados pelo presidente da Nicarágua.

Um alto funcionário do Itamaraty informou que o aviso de expulsão foi dado há duas semanas e que o órgão busca esclarecimentos sobre o assunto. O Brasil avisou que não aceitará passivamente a decisão de expulsão, caso ela seja confirmada. Até o momento, o embaixador brasileiro continua no país, conforme informações da Folha de S.Paulo.

A expulsão do embaixador brasileiro foi motivada pela ausência de Breno de Souza da Costa no evento de comemoração dos 45 anos da revolução sandinista.

O embaixador seguiu as orientações do Itamaraty, que indicou a não participação na celebração. Lula entrou no assunto após um pedido do Papa Francisco, mas, sem sucesso em seus telefonemas a Ortega, expressou seu descontentamento publicamente.

Em junho de 2023, o Brasil apoiou uma resolução da Organização dos Estados Americanos (OEA) pedindo democracia na Nicarágua. Em Brasília, Lula criticou o governo Ortega, destacando que aliados precisam ouvir críticas.




João Azevêdo recebeu a visita do embaixador de Camarões na Granja Santana

O governador João Azevêdo recebeu, nesta quinta-feira (18), a visita do embaixador de Camarões no Brasil, Martin Mbeng. Durante o encontro, realizado na Granja Santana, em João Pessoa, o chefe do Executivo estadual apresentou as potencialidades de investimentos da Paraíba, destacando áreas como infraestrutura, educação, ciência e tecnologia.

Além da localização estratégica do Estado, outro ponto destacado por João Azevêdo como fatores que impulsionam o desenvolvimento paraibano são os investimentos em educação, ciência e inovação. “A Paraíba é um Estado que tem potencial em todas as áreas, com uma grande infraestrutura, que está ancorada no conjunto de universidades por todo o Estado, gerando mão de obra qualificada”, afirmou.

“Temos equilíbrio financeiro, sendo um dos quatro estados a conquistar nota A pelo Tesouro Nacional. Isso permite que o Estado siga investindo, inclusive sendo fundamental para dar as respostas que a população paraibana merecia durante a pandemia”, ressaltou João Azevêdo.

Ao lado da embaixatriz Laura Mbeng, o embaixador de Camarões agradeceu ao governador João Azevêdo a oportunidade e parabenizou o Estado pelos indicadores. “Essa foi uma visita em que apresentamos nossos sinceros desejos de cooperação pelo que vimos desse Estado. Um dos projetos que pretendemos levar adiante é uma cooperação universitária entre Camarões e a Paraíba”, disse.

Participaram ainda do encontro o secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Deusdete Queiroga; o secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão, Gilmar Martins; o secretário da Comunicação Institucional, Nonato Bandeira; o chefe do Gabinete do Governador, Ronaldo Guerra; e a professora visitante da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Leila Bijos.




Governadores do Nordeste vão enviar carta ao governo dos EUA com promessas de defesa do meio ambiente

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Os governadores do Nordeste entregarão na quinta-feira (22), uma carta ao embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, em que apresentam compromissos de preservação do meio ambiente.

O Painel da Folha detalha que os governadores se comprometem a garantir a manutenção da cobertura vegetal atual da Mata Atlântica e caatinga nos estados, e também do cerrado baiano e da Amazônia maranhense; ampliar os programas para o desenvolvimento da agricultura de baixo carbono; avançar na ampliação do uso de energias renováveis, com foco nas matrizes eólica e solar; efetivar mecanismos para o Pagamento por Serviços Ambientais e monetização dos ativos verdes; entre outros.​

A carta coincide com a realização sob a liderança do presidente dos EUA, Joe Biden, da Cúpula de Líderes sobre o Clima, vista pelos governadores como última chance para o governo Jair Bolsonaro mostrar preocupação ambiental para recuperar a confiança dos norte-americanos e ampliar as relações com a Casa Branca.




Após Bolsonaro falar em ‘pólvora’, embaixador americano exalta poderio militar dos EUA

 

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O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, postou nas redes sociais na noite desta terça-feira (10) uma homenagem ao aniversário dos fuzileiros navais norte-americanos. No vídeo, publicado um dia após Bolsonaro falar em “pólvora” para defender a Amazônia, Chapmann exaltou o poderio militar dos EUA e a presença dos fuzileiros navais em vários países, inclusive no Brasil.

A fala de Bolsonaro ocorreu durante um discurso em um evento no Palácio do Planalto. Sem citar o nome de Joe Biden, Bolsonaro fez referência ao fato de que o presidente eleito dos EUA disse, na campanha eleitoral, que o país poderia aplicar sanções econômicas ao Brasil caso a destruição da floresta não fosse detida. No discurso, Bolsonaro afirmou que uma situação dessas não se resolve só na “saliva”: “Tem que ter pólvora”.

O vídeo em homenagem aos fuzileiros navais não cita o discurso de Bolsonaro. Na postagem, o embaixador escreveu que a atuação do corpo militar permite “construir com segurança uma relação bilateral mais forte com o Brasil”.

O vídeo mostra os fuzileiros navais norte-americanos em locais conhecidos do Brasil, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O embaixador ressaltou que a corpo militar atua na segurança da embaixada norte-americana e dos consulados dos EUA.

A homenagem postada por Chapmann cita que o corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos é o maior do mundo e está sempre pronto para atacar.

“Fundado em 1775, o Corpo de Fuzileiros Navais do Estados Unidos é o maior do mundo. Estão sempre de prontidão para responder de forma rápida, seja por terra, ar ou mar”, diz um trecho do vídeo.

www.reporteriedoferreira.com.br     G1




Embaixador da China reage a declarações de Bolsonaro sobre vacina

 

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, usou as redes sociais para ressaltar os investimentos bilionários de empresas chinesas no Brasil

Embaixador da China reage a declarações de Bolsonaro sobre vacina

O embaixador da China  no Brasil,  Yang Wanming, ressaltou, nesta quarta-feira (21), os investimentos bilionários de empresas chinesas no Brasil. A postagem foi feita após declarações do presidente  Jair Bolsonaro  (sem partido) que, contradizendo o ministro da Saúde,  Eduardo Pazuello, afirmou que o governo federal  não vai comprar a vacina  ‘CoronaVac’, desenvolvida pela farmacêutica chinesa ‘Sinovac’, em parceria com o  Instituto Butantan. 

“Nos últimos 2 anos, empresas chinesas investiram no Brasil mais de US$ 15 bilhões em agricultura, nova energia, telecomunicação, eletricidade, petróleo, infraestrutura, logística etc., com mais US$ 5 bilhões de novos investimentos já acordados. O total investido no país já superou US$ 80 bilhões e chegará em US$ 109 bilhões em 3 a 5 anos. As empresas chinesas no Brasil criaram mais de 50 mil empregos diretos”, afirmou o embaixador Wanming pelo Twitter.

A polêmica envolvendo os governos se deu por conta do  atrito criado após as delcarações do presidente que foram contra o que o ministro da Saúde,  Eduardo Pazuello, havia dito sobre a compra das vacinas.

Bolsonaro declarou que  “o povo não será cobaia de ninguém”. Ele argumentou que não justifica “um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”.

 

As afirmações do presidente se somam à repercussões negativas geradas por negociações entre os  Estados Unidos e Brasil realizadas na terça-feira (20). O governo americano sinalizou que está disposto a investir para que operadoras de telecomunicações no país não comprem equipamentos de empresas chinesas.

O governo federal  estuda se irá banir a chinesa Huawei de fornecer equipamentos para a rede 5G, cujo leilão entre as operadoras deve ocorrer em 2021.

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