Donald Trump promete perdão aos invasores do Capitólio: “Faremos rapidamente”

Ele destacou que muitas dessas pessoas, na sua visão, “não deveriam estar na prisão”

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O ataque ao Capitólio ocorreu durante uma tentativa de impedir a certificação da vitória de Joe Biden
ALLISON ROBBERT

O ataque ao Capitólio ocorreu durante uma tentativa de impedir a certificação da vitória de Joe Biden

O ex-presidente dos Estados Unidos , Donald Trump , declarou que concederá perdão aos envolvidos na invasão ao Capitólio ocorrida em 6 de janeiro de 2021, caso reassuma a presidência em 2025.

Em declaração recente, o empresário afirmou que a maioria dos participantes do evento “já foi punida demais” e que os casos serão analisados individualmente, com prioridade para os considerados não violentos.

A posse de Trump está prevista para 20 de janeiro de 2025, e ele prometeu iniciar o processo de perdão “na primeira hora” de seu governo. Ele destacou que muitas dessas pessoas, na sua visão, “não deveriam estar na prisão” e que “sofreram enormemente”.

O ataque ao Capitólio ocorreu durante uma tentativa de impedir a certificação da vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de 2020. Milhares de apoiadores de Trump participaram da invasão, resultando em extensos danos ao prédio e na morte de cinco pessoas, incluindo um policial.

Desde então, mais de 1.230 indivíduos foram acusados de crimes federais relacionados ao evento. Desses, cerca de 730 se declararam culpados e 750 foram condenados, com dois terços cumprindo pena.

Trump também criticou o atual presidente Joe Biden, mencionando o perdão concedido por ele a seu filho, Hunter Biden, após condenações por compra ilegal de armas e sonegação de impostos. Segundo analistas, essa medida pode impactar o legado político de Biden.

Trump enfrenta acusações

Além da promessa de perdão, o próximo presidente norte-americano anunciou outros planos que pretende implementar imediatamente após reassumir o cargo, como o início de deportações de imigrantes ilegais e medidas para ampliar a extração de petróleo nos Estados Unidos.

Trump enfrenta ainda acusações de tentar reverter os resultados das eleições presidenciais de 2020.

Contudo, o procurador especial Jack Smith decidiu não prosseguir com o caso após a eleição de do futuro presidente, citando a imunidade presidencial contra casos criminais enquanto o presidente estiver no cargo.

 




EUA: Donald Trump e Kamala Harris aparecem empatados em nova pesquisa eleitoral

De acordo com a sondagem, o republicano Trump tem 48% dos votos, enquanto a democrata Harris possui 47%

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Fotomontagem de Kamala Harris e Donald Trump criada em 22 de julho de 2024
Brendan Smialowski

Fotomontagem de Kamala Harris e Donald Trump criada em 22 de julho de 2024

Uma pesquisa publicada neste domingo (8) pelo New York Times/Siena College mostra que os candidatos Donald Trump e Kamala Harris continuam empatados em uma semana crucial para as eleições americanas de novembro. De acordo com a sondagem, o republicano Trump tem 48% dos votos, enquanto a democrata Harris possui 47%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais. Este resultado é praticamente idêntico ao encontrado em uma pesquisa realizada no fim de julho, após a desistência do presidente Joe Biden de buscar a reeleição.

Os resultados da pesquisa estão alinhados com as sondagens nos sete estados-pêndulo que determinarão o resultado das eleições presidenciais. Nessas regiões, Kamala Harris aparece empatada com Donald Trump ou mantém uma pequena vantagem, conforme as médias de pesquisa do New York Times. Essas sondagens refletem uma disputa extremamente acirrada.

Os dois candidatos participarão na próxima terça-feira do primeiro — e possivelmente único — debate da eleição, que ocorrerá em Filadélfia, Pensilvânia, um dos sete estados decisivos. Kamala Harris chegou a Pittsburgh, na Pensilvânia, na quinta-feira para se preparar para o debate, enquanto Donald Trump intensificou suas aparições públicas recentemente. O debate de 90 minutos será transmitido pelo canal ABC a partir das 21h (22h de Brasília). Até o momento, não há outros debates agendados até as eleições de 5 de novembro.

A pesquisa revela que 28% dos prováveis eleitores afirmam precisar saber mais sobre Kamala Harris, enquanto apenas 9% disseram que ainda precisam conhecer as propostas de Donald Trump. Comparados aos 5% dos eleitores que estão indecisos ou não inclinados para nenhum dos candidatos, os dados sugerem um eleitorado que pode ser mais fluido do que aparenta.

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Alguns eleitores que consideram votar em Kamala Harris indicaram que esperam mais informações sobre suas políticas antes de tomar uma decisão final. Dawn Conley, uma empresária de 48 anos de Knoxville, Tennessee, expressou dúvidas sobre os planos de Harris, o que está influenciando sua decisão de votar em Trump.

“Não sei quais são os planos de Kamala” disse ao New York Times. “É meio difícil tomar uma decisão quando você não sabe qual será a plataforma do outro partido.”

A vice-presidente Kamala Harris, a primeira mulher, negra e de origem asiática a ocupar o cargo, enfrentará o desafio de combater a percepção sexista que pode rotulá-la como “estridente” se se afirmar demais, segundo a professora Rebecca Gill.

Mark Feldstein, analista de mídia da Universidade de Maryland, observou que os riscos são maiores para Kamala Harris em comparação com Donald Trump, já que o ex-presidente é amplamente conhecido, enquanto Harris ainda precisa se apresentar para a maioria dos eleitores. Ela pode se beneficiar de sua experiência como ex-promotora, especialmente ao enfrentar um ex-presidente condenado por acusações criminais, aplicando uma abordagem que combine firmeza com imparcialidade.

“Os riscos são maiores para Kamala do que para Trump porque ele já é muito conhecido, enquanto ela ainda precisa explicar quem é para a maioria das pessoas”, afirmou à AFP Mark Feldstein, analista de mídia da Universidade de Maryland.




Homem que morreu em atentado contra Donald Trump era ex-chefe dos bombeiros

Corey Comperatore, ex-chefe dos Bombeiros Voluntários, foi morto durante comício do ex-presidente em Butler

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iG Último Segundo

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Corey Comperatore foi o espectador que morreu no comício do ex-residente Donald Trump
Reprodução/Facebook

Corey Comperatore foi o espectador que morreu no comício do ex-residente Donald Trump

Corey Comperatore, de 50 anos, foi identificado como a vítima fatal do atentado ocorrido durante o comício de Donald Trump em Butler, Pensilvânia (EUA), na tarde deste sábado (13). Comperatore era ex-chefe dos Bombeiros Voluntários de Buffalo Township e estava entre os espectadores do evento quando foi atingido por disparos realizados por um pelo atirador Thomas Matthew Crooks , que estava posicionado em um galpão próximo ao local.

O ataque também deixou uma pessoa em estado grave e feriu o próprio Trump , que sofreu um tiro de raspão na orelha direita. O Serviço Secreto dos Estados Unidos agiu rapidamente, abatendo o atirador imediatamente após os disparos.

A irmã de Corey expressou sua dor em um post no Facebook neste domingo (14), dizendo: “O ódio por um homem tirou a vida do homem que mais amamos.”

“Ele foi um herói que protegeu suas filhas. Sua esposa e filhas simplesmente viveram o impensável e inimaginável. Meu irmãozinho acabou de fazer 50 anos e ainda tinha muita vida para experimentar. O ódio não tem limites e o amor não tem limites. Ore por minha cunhada, sobrinhas, minha mãe, irmã, eu e seus sobrinhos e sobrinhas, pois isso parece um pesadelo terrível, mas sabemos que é nossa dolorosa realidade”, expressou.

A filha e esposa também expressaram seus sentimentos sobre o ocorrido. “Ele protegeu meu corpo da bala que veio em nossa direção. Ele amava sua família. Ele realmente nos amou o suficiente para levar uma bala de verdade por nós”, escreveu a filha, dizendo que seu pai morreu “como um super-herói da vida real”.

A esposa Helen escreveu: “Ontem, o que acabou sendo um dia tão emocionante para meu marido, especialmente, se transformou em um pesadelo para nossa família. O que minhas preciosas meninas tiveram que testemunhar é imperdoável. O que eu tive que testemunhar. Ele morreu o herói que sempre foi.”

O ex-presidente Donald Trump se pronunciou após o incidente, agradecendo ao Serviço Secreto e à polícia pela rápida ação. Ele também expressou suas condolências às famílias de Corey Comperatore e da pessoa gravemente ferida.

O candidato republicano, após ouvir os disparos e sentir o impacto do tiro em sua orelha, ele rapidamente se agachou e foi ajudado a se levantar pelos agentes do Serviço Secreto. Ele ainda levantou o punho para seus apoiadores antes de ser escoltado para fora do local.




Suprema Corte dos EUA adia decisão sobre ‘imunidade absoluta’ de Trump

Caso seguirá em tribunal de apelações e deve retornar ao órgão nas próximas semanas ou

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Reprodução: Flipar

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

A Suprema Corte dos EstadosUnidos recusou um pedido para decidir, por enquanto, se o ex-presidente Donald Trump está imune à acusação de conspirar para anular as eleições de 2020.

O pedido de adiantamento foi realizado pelo promotor especial do Departamento de Justiça, Jack Smith, após a Suprema Corte do Colorado decidir que o republicano não poderá concorrer nas próximas eleições.

A decisão de postergar a apreciação foi uma grande vitória para Trump, uma vez que seus advogados têm procurado de forma intensa adiar os processos criminais contra o ex-presidente em todo o país. Este seria o primeiro dos quatro processos enfrentados pelo republicando a serem julgados no ano que vem.

O despacho do tribunal foi uma sentença e não apresentou razões, o que é típico quando os juízes negam a revisão. Não houve dissidências registradas. O processo deve avançar para um tribunal de recurso — que foi contornado por Smith — e deve ainda retornar ao Supremo Tribunal nos próximos meses.

Imunidade alegada

Com a decisão da Suprema Corte do Colorado, Smith pediu aos juízes que analisassem o caso o quanto antes. Ele previa uma série de pedidos relacionados a uma suposta imunidade alegada pelo republicano no julgamento.

No pedido, o promotor também solicitou aos magistrados que analisassem se a absolvição de Trump no Senado, que ocorreu em 2021, por “incitação à insurreição”, poderia anular os atuais processos, uma vez que um réu não pode ser julgado duas vezes pelo mesmo crime.

“Este caso apresenta uma questão fundamental no cerne da nossa democracia: se um ex-presidente tem imunidade absoluta de processo federal por crimes cometidos durante o mandato ou se [pelo contrário] ele é constitucionalmente protegido. (…) Os Estados Unidos reconhecem que este é um pedido extraordinário. Mas este é um caso extraordinário”, escreveu Smith.

O promotor afirmou ainda que uma decisão rápida dos juízes era essencial, porque o recurso de Trump contra a decisão de um juiz que rejeitou o seu pedido de imunidade suspende o julgamento criminal.

Na época, a juíza de primeira instância, Tanya S. Chutkan, rejeitou as alegações abrangentes de Trump de que tinha “imunidade absoluta”, baseando-se em ações que ele tomou enquanto estava no cargo de presidente dos EUA.

“[…] Os Estados Unidos têm apenas um chefe executivo de cada vez, e essa posição não confere uma passagem segura para toda a vida para evitar a prisão”, argumentou Chutkan na época.

Por Ig




Presidente da Câmara dos EUA pede que Trump seja tirado do cargo imediatamente

Nancy Pelosi repudiou invasão de apoiadores do presidente ao Capitólio nesta quarta (6)

President da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi
Reprodução: iG Minas Gerais

President da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, defendeu nesta quinta-feira (7) que o presidente Donald Trump  seja removido do cargo “imediatamente” após os eventos que ocorreram na última quarta (6), quando o congresso americano foi invadido por manifestantes .

Pelosi pediu que Mike Pence , vice de Trump, use a 25ª  emenda da constituição americana para que o republicano seja retirado da presidência.

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Esse trecho da constituição do país declara que caso o vice, acompanhado da maioria do congresso, declare que o presidente não pode mais exercer o cargo, Pence assumiria provisoriamente até Joe Biden assumir o posto, no dia 20 de janeiro.

“Eu me junto ao líder democrata do Senado ao pedir ao vice-presidente que remova este presidente invocando imediatamente a 25ª emenda. Se o vice-presidente e o gabinete não agirem, o Congresso pode estar preparado para avançar com o impeachment”, declarou a deputada em pronunciamento.

Chuck Schumer, democrata a qual Pelosi se referiu, também pediu a Pence que ele usasse a emenda para tirar Donald Trump do cargo.

“O que aconteceu ontem no Capitólio foi uma insurreição contra os Estados Unidos, incitada pelo presidente. Este presidente não deve ocupar o cargo mais um dia”, declarou o líder do partido em comunicado

www.reportriedoferreira.com.br  Por Ig




Biden planeja reverter imediatamente algumas medidas de Trump

Em meio ao clima de comemoração que prevalece neste domingo nos Estados Unidos, o presidente eleito, Joe Biden, planeja voltar por exemplo ao acordo de Paris sobre mudança climática e ainda reverter a retirada do país na OMS

Donald Trump e Joe Biden
Donald Trump e Joe Biden (Foto: Reuters)

247 – O presidente eleito dos Estados Unidos planeja rever de imediato medidas de Donald Trump, revelou na noite de sábado o site do The Washington Post, horas depois de Biden ter sido projetado pela grande mídia dos EUA como o vencedor das eleições de 2020.

Pessoas próximas a Biden disseram ao Post que o novo presidente planeja voltar ao acordo de Paris sobre mudança climática, um acordo que os Estados Unidos abandonaram oficialmente na última quarta-feira.

Biden também planeja reverter a retirada dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde, que entraria em vigor em 6 de julho de 2021.

Outra medida que Biden vai revogar imediatamente é a proibição que visava imigrantes de  muitos países de maioria muçulmana e restabelecer o programa Ação Adiada para Chegadas à Infância, conhecido pela sigla DACA, de acordo com o Post.

O presidente eleito planeja assinar rapidamente uma série de ordens executivas após assumir o cargo em 20 de janeiro, o que sinalizaria imediatamente que a política do país mudou e que sua presidência será guiada por prioridades radicalmente diferentes.

Por outro lado, um Senado nas mãos dos republicanos, ou mesmo um com uma estreita maioria democrata, poderia afetar as nomeações para o gabinete de Biden, devido ao poder desse corpo legislativo de confirmar os indicados.

Uma opção que está sendo avaliada é nomear membros do gabinete como membros interinos, uma tática que Trump também usou, disse uma fonte próxima ao presidente eleito ao Post.

Biden já começou a planejar a transição e, a esse respeito, o jornal The New York Times noticiou na sexta-feira que o político democrata planeja anunciar suas preferências por cargos ministeriais em torno do Dia de Ação de Graças – quarta quinta-feira de novembro, informa a Prensa Latina.

Brasil 247 




Bloomberg destaca que todo o trio da “gripezinha” pegou Covid: Trump, Boris e Bolsonaro

 

O trio “gripezinha”, que adotou uma política negacionista diante da pandemia do novo coronavírus, os presidentes Boris Johnson (Reino Unidos), Jair Bolsonaro (Brasil) e Donald Trump (EUA), pegou Covid-19

Donald Trump, Boris Johnson e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

 

247 – O trio “gripezinha”, que adotou uma política negacionista diante da pandemia do novo coronavírus, os presidentes Boris Johnson (Reino Unidos), Jair Bolsonaro (Brasil) e Donald Trump (EUA), pegou Covid-19, conforme destaca a Bloomberg.

“Eles queriam passar a imagem deles como invulneráveis. Ao invés, de dar uma reposta política difícil para a situação difícil [da pandemia], eles decidiram a negação – uma reposta fácil – era a melhor maneira. Enquanto populismo está em seus DNAs”, disse François Heisbourg ex-chefe do comitê de enfrentamento ao novo coronavírus na França.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sempre propagou cloroquina, não se trata com o medicamento. Ele mandou estoques de cloroquina para o Brasil e defendeu o uso da substância, afirmando há quatro meses que “até os médicos tomam”.

Junto com Jair Bolsonaro, Trump foi um dos principais propagandistas do cloroquina para tratar o novo coronavírus. Os dois adotaram a política de manter a economia funcionando, sem quarentena, desde o início da pandemia.

O brasileiro quando disse estar infectado aproveitou para fazer uma intensa campanha em defesa da substância, que foi desaconselhada por várias autoridades médicas (como a Organização Mundial da Saúde) e não tem eficiência comprovada cientificamente para tratar o coronavírus. Bolsonaro afirmou ter se tratado com base na cloroquina.

Trump, porém, está hospitalizado e, apesar de ter feito coro com Bolsonaro, não está usando o remédio.

www.reporteriedoferreira.com.br    /  Brasil 247




Biden abre seu imposto de renda e mostra que pagou 300 mil dólares em impostos, 400 vezes mais do que Trump

 

O candidato democrata à presidência, Joe Biden, divulgou nesta terça-feira (29) que pagou 299,3 mil dólares em imposto de renda no ano de 2019, enquanto Donald Trump pagou apenas 750 dólares em 2016 e 2017. Biden e Trump realizam o primeiro debate da campanha, em Cleveland

Joe Biden e Donald Trump (Foto: REUTERS/Tom Brenner | REUTERS/Leah Millis)

 

O candidato democrata à presidência, Joe Biden, divulgou nesta terça-feira (29) que pagou US$ 299,3 mil em imposto de renda no ano de 2019. Biden obteve um reembolso de US$ 46,8 mil após pagar US$ 346,2 mil em imposto de renda.

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A informação foi divulgada depois que o jornal The New York Times revelou que o presidente Donald Trump, candidato à reeleição, pagou apenas US$ 750 em imposto de renda em 2016 e 2017, depois de anos relatando grandes perdas em seus negócios para compensar centenas de milhões de dólares de renda.

Em uma reportagem que Trump refutou como “fake news”, o NYT disse que o presidente republicano tampouco pagou imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores a 2017, apesar de ter recebido 427,4 milhões de seu reality show e de outros acordos de patrocínio e licenciamento até 2018.

A revelação de informações tributárias antes particulares veio pouco mais de um mês antes da disputa da eleição de 3 de novembro entre Trump e o democrata Joe Biden.

Donald Trump e Joe Biden ficarão frente a frente pela primeira vez na disputa pela presidência dos Estados Unidos, nesta terça-feira, em Cleveland.

 Brasil 247 




5 afirmações ditas por Bolsonaro na ONU que não são bem assim; veja

 

Em seu discurso na abertura na 75ª Assembleia Geral da ONU, presidente não poupou de se esquivar de polêmicas e minimizar crises internas

TV Brasil/Reprodução

Bolsonaro falou sobre novo coronavírus durante discurso na ONU

Em seu discurso na abertura na 75ª Assembleia Geral da ONU , o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não poupou de se esquivar de polêmicas. Mais uma vez, Bolsonaro usou o discurso para ecoar suas convicções. O iG preparou uma lista com as declarações polêmicas de Jair Bolsonaro em seu discurso desta terça-feira (22). Do apoio a Donald Trump ao valor pago no auxílio emergencial. Confira:


Apoio a Donald Trump 

Bolsonaro fez, novamente, elogios ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em seu discurso, fez questão de ressaltar a importância do papel ‘pacífico’ do presidente americano, principalmente nas questões que envolvem a questão Israel-palestina.

“O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino. A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região”.

Já não é de hoje que Bolsonaro tenta alinhar as agendas dos dois países a fim de estreitar as relações com o presidente americano, como, por exemplo, quando participou de um  almoço no dia da independência americana, com o embaixador do país aqui no Brasil, para comemorar a data.

Combate à cristofobia 

O presidente do Brasil afirmou, ao final de seu discurso que o mundo vive um momento em que cristãos sofrem preconceito, mas sem especificar detalhes. “Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à  cristofobia”. 

Os evangélicos são hoje uma das principais forças políticas do país e sua bancada representa mais de 21% da Câmara dos Deputados, por exemplo. Do outro lado, entretanto, o Brasil tem visto a ocorrência de intolerância religiosa que, com frequência, atingem praticantes de religiões afro-brasileiras, com agressões e destruições de templos de umbanda e candomblé.


Pandemia de Covid-19 

O presidente também eximiu o governo federal de maiores responsabilidades com relação à condução da crise sanitária que afetou o país. Segundo ele, o governo sempre alertou para os perigos da doença e do desemprego.

“Desde o princípio, alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade”.

E complementou atacando a imprensa: “Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país”.

Com o discurso contraditório, Bolsonaro esqueceu de mencionar que ele próprio usou um canal oficial do governo para afirmar que a ‘gripezinha’ não deveria ser levada a sério e que a vida deveria continuar. Além disso, por diversas vezes, minimizou os efeitos da pandemia e, ao contrário do que afirmou, não alertava a população desde o início da grave situação que o país atravessava e ainda atravessa.

Auxílio Emergencial  

Bolsonaro reivindicou para si a autoria do  auxílio de R$ 600 para as pessoas em situação mais vulnerável.

“Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior. Concedeu auxílio emergencial em parcelas que  somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo”.

Apesar do discurso, Bolsonaro relutou até o fim contra a concessão do benefício. Durante o processo de votação das medidas no Congresso Nacional, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que seu limite seria de R$ 200. Mas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, puxou o valor para R$ 500 e, no final, o governo concordou em fechar o valor em R$ 600, em uma manobra de concessão política aos parlamentares.

Mais recentemente, o presidente tomou para si a responsabilidade da ação e tem usado o auxílio como ferramenta eleitoral e de aumento de popularidade, principalmente na região nordeste do país.

Brasil em chamas 

20% do Pantanal já atingido pelas queimadas e um aumento de 28% de queimadas no mês de julho na Amazônia.  Os números parecem não convencer o presidente da seriedade da situação que o país enfrenta no aspecto ambiental. Ao invés disso, Bolsonaro prefere afirmar que o país está sendo vítima de “uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”.

“A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil. Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo. Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono”.

E completou: “O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição”.

Bolsonaro esqueceu de mencionar os números recordes de queimadas que o país vive em seus principais biomas nacional e em como o governo federal é omisso em relação ao tema, já que, diversas vezes, ministros e aliados do presidente minimizaram as queimadas.

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) afirmou que a alta nos incêndios está diretamente relacionada ao desmatamento.

Os dados também mostraram que a proporção de áreas grandes (com mais de 500 hectares) desmatadas entre 2018 e 2019 foi a maior em dez anos. Isso indica que grandes produtores também podem estar diretamente envolvidos na grilagem de terras, com o objetivo de tornar as áreas em grandes pastos ou plantações.

Frase bônus:

“ Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo. O Brasil considera importante respeitar a liberdade de navegação estabelecida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar”.

O vazamento de óleo, em 2019, atingiu mais de 2 mil quilômetros do litoral das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil. As investigações levaram à suspeita de que o incidente tenha se originado do petroleiro Bouboulina, de origem grega. A embarcação havia sido carregada na Venezuela, e seguiria para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

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Robert Trump, o irmão mais novo do presidente dos EUA, morre aos 71

 

O presidente Donald Trump emitiu a seguinte declaração sobre o falecimento de seu irmão mais novo, Robert Trump:

“É com grande pesar que compartilho que meu maravilhoso irmão, Robert, faleceu pacificamente esta noite. Ele não era apenas meu irmão, ele era meu melhor amigo. Sentiremos muita falta dele, mas nos encontraremos novamente. Sua memória viverá em meu coração para sempre. Robert, eu te amo. Descansa em paz”.

Robert Trump, 71, o irmão mais novo do presidente, foi internado no hospital na sexta-feira e descrito como “muito doente”, segundo fontes.

Nenhum outro detalhe foi conhecido, mas foi relatado anteriormente que ele estava em estado crítico no New York Presbyterian / Weill Cornell Medical Center no Upper East Side de Nova York.

“Eu tenho um irmão maravilhoso”, disse o presidente Trump em entrevista coletiva na sexta-feira. “Temos um ótimo relacionamento há muito tempo, desde o primeiro dia. Foi à muito tempo. E agora ele está no hospital. E espero que ele esteja bem, mas ele é legal, ele está passando por um momento difícil. . ”

Trump o visitou, um de seus quatro irmãos, depois de voar para Nova Jersey e, em seguida, pegar um helicóptero para Manhattan.

“Estou indo para o hospital”, disse Trump ao pousar em Nova Jersey. “Eu espero que você esteja bem”.

A Casa Branca não divulgou detalhes sobre o motivo da hospitalização de Robert Trump, mas as autoridades disseram que ele estava gravemente doente.

Robert Trump teria passado uma semana na unidade de terapia intensiva próxima ao Hospital Mount Sinai em junho.

Robert Trump já havia trabalhado para seu irmão mais velho na Trump Organization e recentemente abriu um processo em nome da família Trump para impedir a publicação de um livro revelador de uma sobrinha do presidente intitulado “Too Much Is Never Enough”.

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