Joias da Arábia Saudita que foram retidas valem R$ 5 mi, diz perícia

A Polícia Federal concluiu a perícia do conjunto de joias da Arábia Saudita enviadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e retidas pela Receita Federal no Aeroporto de Guarulhos (SP), em outubro de 2021. Segundo a análise, os acessórios valem R$ 5 milhões.

Inicialmente, as peças da marca Choparderam avaliadas em R$ 16,5 milhões. A perícia foi realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística da PF, especializada em joias e gemas.

O conjunto é composto por colar, anel, relógio e um par de brincos de diamantes. Segundo os peritos, as joias somam 3 mil diamantes, todos naturais e verdadeiros.

Em 2021, os produtos foram vistos na mala de um assessor do Ministério de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e não tinha nenhuma declaração feita para a Receita como item pessoal, o que determinaria o pagamento de impostos. Por conta disso, as joias foram confiscadas.

Bolsonaro, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, ministros e ex-funcionários do antigo governo são investigados pela Polícia Federal desde março, quando houve a denúncia de que Albuquerque tentou entrar no Brasil com as peças sem a declaração.

À Polícia Federal, o ex-assessor da Presidência da República Cleiton Henrique Holzschuk, afirmou que houve tentativas por parte do governo anterior de tentar recuperar as joias do confisco da Receita . A última aconteceu em nos dias 28 e 29 de dezembro de 2022, pouco antes de Bolsonaro deixar a presidência e viajar para os Estados Unidos.

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Motorista foi responsável por acidente que matou motoboy em JP, diz perícia

Um laudo da perícia do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba concluiu que a motorista que se envolveu no acidente que tirou a vida do motoboy Bruno Barros, em João Pessoa, foi a responsável pela colisão. O laudo técnico foi finalizado nesta terça-feira (31) e encaminhado para a Polícia Civil, que deve seguir com as investigações sobre o caso.

Em entrevista à TV Tambaú, o perito Ademar Roberto disse que “foi feito um levantamento de todo o material do local e foi mostrado que os semáforos encontravam-se em perfeito funcionamento e que o Bruno [vítima] passou, no momento da colisão, com o sinal ainda amarelo”.

A motorista suspeita de provocar o atropelamento responde o processo em liberdade. Ela prestou depoimento à Polícia Civil e pagou a fiança de R$ 3 mil.

O perito destacou ainda que não foi possível determinar a velocidade dos veículos no momento do acidente, porque só se tem acesso à imagem do motociclista.

Relembre o caso

O acidente aconteceu no dia 14 de maio no Bairro dos Estados, em João Pessoa. O motoboy Bruno Barros, de 28 anos, morreu após ser atingido por um carro em um cruzamento de avenidas. No dia do acidente, o carro que se envolveu no acidente foi incendiado em protesto.

O momento da colisão foi registrado por uma câmera de segurança.

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