LANÇAMENTO DO LIVRO 83º, ERÓTICO: “DELÍRIOS DE AFETIVIDADE” Por Gilvan de Brito

LANÇAMENTO DO LIVRO 83º, ERÓTICO: “DELÍRIOS DE AFETIVIDADE” Por Gilvan de Brito
O ser humano, esse produto da natureza, que veio de uma bactéria, evoluiu e se transformou no Senhor dos Mundos, o único que se conhece em todo o universo (pelo menos até agora), é o responsável pelas mudanças na face da Terra, ao superar todos os outros animais, com a sua inteligência e a sua constituição física. O homem (genericamente, como raça) teve o privilégio de surgir como uma ferramenta para criar, aperfeiçoar e reproduzir, graças à sua mente, que imaginou coisas diversas, e as mãos, que se transformaram na ferramenta fundamental para manipular coisas.
Ao contrário dos outros animais, temos polegares e dedos aperfeiçoados, que seguram o objeto, como garras, pressionando-o, enquanto a outra mão trabalha para dar forma à peça. Nenhum animal que se conheça teve essa vantagem, exceto o macaco, que possui o polegar, mas em contrapartida o cérebro é diminuto. Mas o homem também demonstrou outras habilidades, aproveitando a força biológica incorporada à sua natureza que leva homem e mulher, pelo prazer, a se interessarem um pelo outro (ato físico) apenas para gerar seus sucessores.
Também descobriu e inovou outra vertente através do seu pensamento criativo: as variações do sexo, o erotismo e a união afetiva que o conduz ao prazer harmonioso, ao deleite e à satisfação. E é desse último item que falamos neste livro. Aqui vamos englobar poesia e prosa, o lírico, o gestual e o satírico; o encanto e a graça das gírias relacionadas ao sexo, os apelidos da genitália e outros termos que se inter-relacionam. Todos claro, evidenciando o desempenho e a ação do pênis como protagonista das histórias que se seguem. 112 PG., $ 14,90, kindel /Amazon Link: B0FXSLX2PN
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O DELÍRIO COLETIVO Por Rui Leitao

O DELÍRIO COLETIVO Por Rui Leitao

A crença fanática em um suposto mito produz o que a ciência chama de “delírio coletivo”. A propagação de informações, ideias e valores falsificados, promove esse tipo de comportamento em grupos de pessoas. Esse fenômeno da psicologia social ganhou proporções de grandiosidade na população brasileira nos anos recentes. A rejeição da verdade se manifestando por opiniões induzidas, na admissão de uma realidade paralela motivada por aspirações emocionais. A desinformação disseminada intencionalmente com o objetivo de causar danos potenciais à paz, aos direitos humanos e à ordem democrática.

Verifica-se uma espécie de contágio das massas, despertando paixões irracionais por determinados temas e bandeiras de cunho ideológico e político na construção de inimigos imaginários. Há uma imersão em teorias conspiratórias com captura emocional. O fanatismo induz a performances bizarras sem qualquer constrangimento, resultantes da máquina de manipulação. Percebe-se a falta de qualidade argumentativa, o que, por consequência, gera discursos de intolerância e de ódio. Uma alucinação geral que despreza fatos, declarações racionais e até dados científicos.

Esse ambiente de adoecimento psíquico coletivo de parte da população, pôs em risco a nossa democracia. Não podemos ficar desatentos, porque esse mal nos ronda. Conteudos falsos e/ou enganosos continuam sendo difundidos, alimentando a negação de verdades factuais, com o propósito de sustentar esse delírio coletivo. Permanece o esforço para fazer com que as verdades que desagradam sejam consideradas inautênticas, para que o grupo do qual o fanático faz parte mantenha-se compartilhando das mesmas percepções e opiniões.

A mentira como estratégia política, revestida por mensagens conspiratórias e agressivas, conduziu parte da sociedade brasileira a um delírio coletivo. Foi adotado um método de persuasão pautado para a criação de um mundo paralelo que excita multidões. Essa epidemia mental, nos leva à conclusão de que “ninguém é mais o mesmo” quando se torna prisioneiro de um movimento coletivo caracterizado por convicções falsas firmemente defendidas. A pessoa passa a se comportar em função do contexto e do grupo social em que está inserida.

Faz-se necessário, então, que as expressões de dissonância cognitiva não marquem mais presença na vida pública de nosso país. Esse é um fenômeno que precisa ser estudado muito mais por psiquiatras e psicólogos do que por cientistas políticos. Os radicais da extrema direita entenderam que era chegada a hora de sair do armário com legitimidade e segurança. O resultado da eleição presidencial em 2022, de certa forma, conseguiu impor um freio ao entusiasmo desses movimentos antidemocráticos. A democracia foi salva, mas necessita ser consolidada, pondo fim à essa histeria coletiva que ainda domina boa parte da população brasileira.

www.reporteriedoferreira.com.br    Rui Leitão- Jornalista, advogado, poeta, escritor




O DELÍRIO COLETIVO Por Rui Leitao

O DELÍRIO COLETIVO Por Rui Leitao

A crença fanática em um suposto mito produz o que a ciência chama de “delírio coletivo”. A propagação de informações, ideias e valores falsificados, promove esse tipo de comportamento em grupos de pessoas. Esse fenômeno da psicologia social ganhou proporções de grandiosidade na população brasileira nos anos recentes. A rejeição da verdade se manifestando por opiniões induzidas, na admissão de uma realidade paralela motivada por aspirações emocionais. A desinformação disseminada intencionalmente com o objetivo de causar danos potenciais à paz, aos direitos humanos e à ordem democrática.

Verifica-se uma espécie de contágio das massas, despertando paixões irracionais por determinados temas e bandeiras de cunho ideológico e político na construção de inimigos imaginários. Há uma imersão em teorias conspiratórias com captura emocional. O fanatismo induz a performances bizarras sem qualquer constrangimento, resultantes da máquina de manipulação. Percebe-se a falta de qualidade argumentativa, o que, por consequência, gera discursos de intolerância e de ódio. Uma alucinação geral que despreza fatos, declarações racionais e até dados científicos.

Esse ambiente de adoecimento psíquico coletivo de parte da população, pôs em risco a nossa democracia. Não podemos ficar desatentos, porque esse mal ainda nos ronda. Conteudos falsos e/ou enganosos continuam sendo difundidos, alimentando a negação de verdades factuais, com o propósito de sustentar esse delírio coletivo. Permanece o esforço para fazer com que as verdades que desagradam sejam consideradas inautênticas, para que o grupo do qual o fanático faz parte mantenha-se compartilhando das mesmas percepções e opiniões.

A mentira como estratégia política, revestida por mensagens conspiratórias e agressivas, conduziu parte da sociedade brasileira a um delírio coletivo. Foi adotado um método de persuasão pautado para a criação de um mundo paralelo que excita multidões. Essa epidemia mental, nos leva à conclusão de que “ninguém é mais o mesmo” quando se torna prisioneiro de um movimento coletivo caracterizado por convicções falsas firmemente defendidas. A pessoa passa a se comportar em função do contexto e do grupo social em que está inserida.

Faz-se necessário, então, que as expressões de dissonância cognitiva não marquem mais presença na vida pública de nosso país. Esse é um fenômeno que precisa ser estudado muito mais por psiquiatras e psicólogos do que por cientistas políticos. Os radicais da extrema direita entenderam que era chegada a hora de sair do armário com legitimidade e segurança. O resultado da eleição presidencial do ano passado, de certa forma, conseguiu impor um freio ao entusiasmo desses movimentos antidemocráticos. A democracia foi salva, mas necessita ser consolidada, pondo fim à essa histeria coletiva que ainda domina boa parte da população brasileira.

www.reporteriedoferreira.com.br /Rui Leitão- advogado, jornalista, poeta, escritor