Assembleia debate Lei que disciplina o couvert artístico na Paraíba




Câmara terá semana com debate sobre meio ambiente, entrega de medalha e título

A semana que compreende o período de 9 a 13 de setembro será marcada, na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), pela realização de sessões solenes para entrega de honrarias, e sessão especial para debater sobre políticas de meio ambiente em João Pessoa. Todos os eventos serão realizados no Plenário da casa Napoleão Laureano.

Nesta segunda-feira (9), a partir das 15h, acontece a sessão solene, proposta pelo vereador Emano Santos (PV), para entrega da Medalha de Honra ao Mérito Jurídico Joacil de Brito Pereira a Rafaella Brandão dos Santos Oliveira Michaeler.

Na quarta-feira (11), às 14h, acontece a sessão solene para entrega do Título de Cidadã Pessoense a Valdilene Rodrigues de Assis Cruz. A propositura é do vereador João Corujinha (PP).

Encerrando a semana, na sexta-feira (13), a partir das 9h, ocorre a sessão especial que irá discutir as políticas sobre o meio ambiente em todas as suas vertentes, na cidade de João Pessoa. A propositura é do vereador Coronel Sobreira (Novo).

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Debate para prefeitura de São Paulo: destaques e melhores momentos

Reuniram-se neste domingo, 1, os principais candidatos à prefeitura de São Paulo

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iG Último Segundo

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José Luiz Datena, Ricardo Nunes, Tabata Amaral, Pablo Marçal e Guilherme Boulos durante debate promovido pela Band
Divulgação/Ricardo Pizzutto/Band

José Luiz Datena, Ricardo Nunes, Tabata Amaral, Pablo Marçal e Guilherme Boulos durante debate promovido pela Band

A TV Gazeta promoveu neste domingo, 1, um debate com os candidatos à prefeitura da cidade de São Paulo; o Canal My News! entra como parceiro.

Participaram dos debates os candidatos José Luiz Datena (PSDB) , Guilherme Boulos (PSOL) , Pablo Marçal (PRTB) , Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB) , principais nomes na corrida eleitoral.

Perguntas sorteadas

A primeira rodada de perguntas mostrou os candidatos, em ordem de sorteio, escolhendo alguém para responder. Cada pessoa pode fazer uma pergunta e responder uma pergunta.

A primeira pergunta foi de Marçal para Boulos. Os candidatos, que tiveram grande atrito no último debate, usam o tempo para trocar acusações de crimes, falar sobre supostos usos de drogas e associações com outros políticos.

Embate de Nunes e Marçal

A segunda pergunta foi de Nunes para Marçal: “Você participou, foi condenado e preso por integrar uma quadrilha que entrava na conta das pessoas e subtraia recursos […] Como você pensa em lidar com a questão da segurança pública com histórico tao complicado?”

Marçal  nega as acusações e diz que o partido dele não tem ligação com grupos criminosos, e rebate dizendo que o próprio Nunes teria desvios ativos na prefeitura, e acusa  Nunes e o partido de se envolver em questões criminosas. Ainda ameaça: “É o seguinte, dá um jeito de ganhar essa prefeitura para você se manter no poder blindado, porque se você sair, vai para cadeia […] Investigue de fato meu partido, mas me confundir com seus bandidos favoritos, não.”

A terceira pergunta é de  Tabata Amaral para Nunes. Eles falam sobre diminuição na taxa de alfabetização de crianças e aumento de vagas de creche.

Datena e Nunes em embate

Na sequência, Boulos  segue conversa com Datena. Ele pergunta sobre UBS e saúde pública.  Inicialmente, o candidato apresentador responde. Mas, depois, usa o espaço da resposta para trocar assunto para segurança pública, e se dirige a Marçal:

“Um sujeito condenado, um bandidinho virtual como esse Pablo Marçal que desvirtuou os debates. Me chamou de fujão, fujão é ele, que “deu pro pé” pros Estados Unidos para não cumprir mais tempo de cadeia […] . E o outro [Nunes] fala que ele é mentiroso e é mentiroso também. […] Roto falando do rasgado, um condenado e outro que pode ser condenado. Disse que não tenho coragem de falar na sua cara, falo na sua cara: picareta!”

Nunes, na sequência, solicita direito de resposta, concedido. Diz que ele mesmo não fora condenado a nada, mas que Datena sim, por acusar pessoas de crime falsamente.

A última pergunta é de Datena para Amaral. Falam sobre criminalidade, acusações de envolvimento em crimes organizados e mais. Comentam, durante o tempo de debate, sobre acusações dos colegas que estavam ali.

Segundo bloco: perguntas de jornalistas

Neste bloco, os jornalistas fazem perguntas aos candidatos. O jornalista escolhe quem responderá, e o candidato escolhe um oponente para fazer comentário. Todos devem comentar e perguntar.

Marçal é o primeiro a receber questionamentos sobre estratégias de corrida eleitoral. Ele diz, na resposta, não acreditar na imprensa brasileira e aproveita o tempo para dizer que os colegas candidatos não estão aptos a governar.

A segunda pergunta é para Boulos e fala sobre a privatização da Sabesp. O candidato diz ser contra e chama Nunes para responder, pois o acordo da privatização foi durante o governo deste. O atual prefeito acusa o oponente de precisar “se informar” e reafirma a qualidade da terceirização.

Na sequência, a pergunta é para Nunes com comentário de Boulos. Questionado sobre “se sentir traído por Bolsonaro”, relembra encontros anteriores com o ex-presidente e como os dois supostamente trabalharam para melhorias em São Paulo.

Tabata Amaral e Marçal em embate

Depois, Tabata Amaral é chamada para responder sobre o problema com as drogas e cracolândia. Ela pede para Marçal comentar. Ela comenta sobre um “sistema” de negócios que sustentaria a cracolândia e afirma que gostaria de ter um embate direto com crime organizado, além de focar, na saúde pública, atenção à saúde mental. Também critica Marçal por atacar a imprensa. Na resposta, Marçal fala sobre Lula e diz que “esse jogo [eleições e debate]” não é para apresentar propostas, e sim para “ver quem aguenta mais encheção de saco”

A seguinte pergunta é para Datena com comentário de Amaral. Questionado sobre ações de segurança pública, afirma que gostaria de combater o crime organizado. Acusa, ainda, outros candidatos a se envolverem com quadrilhas.

Terceiro bloco: temas específicos e sorteados

No terceiro bloco, os candidatos comentam sobre temas específicos sorteados: segurança, zeladoria, mobilidade, educação, saúde, meio ambiente e economia. Os candidatos foram previamente sorteados. Eles comentam e escolhem um colega para responder.

Primeiro comentário é de Nunes, que convida  Boulos (o chamando de “invasor”) para responder. Falando sobre mobilidade, relembra algumas obras da gestão anterior com extensão de rodovias, implementação de pontes, implementação de transporte aquático, etc.”

Boulos e Nunes em embate

A mediação do debate interviu e deu direito de resposta a Boulos pelo “invasor” que mais de um candidato disse. O recurso havia sido negado anteriormente. Antes do direito de resposta e no comentário,  Boulos fala sobre descontinuação de políticas anteriores, como corredores de ônibus, e diminuição de frotas. E brinca: “A única coisa que a gente vai invadir é o coração do povo de São Paulo.” Ele também chama Nunes de “ladrãozinho de creche.”

Na réplica, Nunes diz:

“Bandidinho é você, invasor, sem vergonha, sem caráter, que invadiu por exemplo a Nova Palestina em 2013, hoje você vai lá e tem uns 80 barracos de plástico que você enganou as pessoas humildes, […] enquanto você invade, eu entrego casas, seu invasorzinho sem vergonha.”

O segundo comentário é sobre economia e de Boulos . A escolhida para comentar foi Tabata Amaral . O candidato fala sobre a dificuldade de mobilização da periferia para locais de trabalho, e propõe descentralizar oportunidades de emprego. Tabata, no comentário, comenta sobre a não preocupação anterior de Boulos sobre isso, e ele reenfatiza a resposta.

Tabata de Amaral responde, na sequência, sobre segurança. Ela escolhe Nunes para comentar. Ela diz, durante o comentário, que Nunes, atual prefeito, não olha para a cidade “em tempo integral”. Para ela, a aposta na segurança é criar espaços seguros para jovens, assim como melhorar infraestrutura da rua. O candidato explicou que houve, sim, implementação de seguranças, com câmeras de segurança equipadas com inteligência artificial.

Tabata, na réplica, comenta:

“Acho muito interessante que teve três anos para fazer isso e não conseguiu fazer nada. Seja porque essas denúncias que a gente está vendo são verdadeiras, seja porque é incapaz, ou as duas coisas ao mesmo tempo, a justiça quem vai dizer. Mas fato é que vimos aumento no número de estupros, aumento no número de roubos de celulares. Só lamentar a baixaria que a gente está tendo nesse debate, quando os homens finalmente vêm, não querem falar de proposta!”

* Em atualização *




Bolsonaro ataca Vera Magalhães em debate: ‘Dorme pensando em mim’

A jornalista fez uma pergunta sobre vacinação durante a pandemia de covid-19 e o presidente a atacou

Bolsonaro ataca jornalista Vera Magalhães em debate da Band
Reprodução/Band

Bolsonaro ataca jornalista Vera Magalhães em debate da Band

O presidente Jair Bolsonaro (PL) atacou a jornalista Vera Magalhães durante o debate da Band na noite deste domingo. Ao responder uma pergunta feita pela jornalista, Bolsonaro afirmou que acha que Vera “dorme pensado” nele e tem “paixão” por ele.

“Vera, eu não poderia esperar outra coisa de você. Acho que você dorme pensando em mim, você tem alguma paixão por mim, você não pode tomar partido em um debate como esse. Fazer acusações mentirosas a meu respeito. Você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro”, disse Bolsonaro.

A pergunta de Vera Magalhães foi direcionada para Ciro Gomes (PDT) e citou a vacinação durante a pandemia.

Durante o debate, as candidatas Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil) se manifestaram contra a fala do presidente.

“Quando eu vejo homem sendo tchuchuca com outros homens e ser Tigrão pra cima das mulheres eu não aceito”, disse Soraya Thronicke.

Já Simone Tebet disse que não tem medo de Bolsonaro e nem de fake news, antes de repudiar os ataques contra jornalistas e mulheres.

Nas redes sociais, Vera Magalhães mandou uma indireta após o ataque de Bolsonaro.

Por Ig




Bolsonaro é principal alvo e Lula evita confrontos em primeiro debate

Os candidatos ficaram em um estúdio sem platéia
Reprodução/Twitter/BandNews FM

Os candidatos ficaram em um estúdio sem platéia

O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República teve tom elevado dos candidatos menos favorecidos nas pesquisas. Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Luiz Felipe d’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) elegeram Jair Bolsonaro (PL), segundo colocado nos levantamentos, como principal alvo de ataques.

Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as intenções de voto, esteve no foco do atual presidente. No entanto, teve tom mais comedido e evitou o confronto direto sempre que pode. Diferentemente do desempenho durante a sabatina do “Jornal Nacional”, o candidato petista se apresentou mais morno, sem entrar na pilha de seu principal adversário.

O clima tenso de dentro do estúdio, que não tinha plateia, se estendeu para os outros ambientes da Band. Na sala onde os assessores acompanhavam o confronto, os deputados André Janones (Avante), da equipe de Lula, e Ricardo Salles (PL) bateram boca .

Mas a principal marca do debate foi o ataque às mulheres. Bolsonaro foi ofensivo com a jornalista Vera Magalhães . “Acho que você dorme pensando em mim, você tem alguma paixão por mim”, disse o chefe do Executivo. Logo na sequência, foi grosseiro com a senadora Simone Tebet. A partir daí, o papel das mulheres na sociedade pautou as discussões, o que não foi favorável para o atual presidente.

Coube também a Tebet e Soraya Thronicke os ataques mais contundentes à gestão Bolsonaro, provocando os momentos de maior repercussão nas redes sociais.

O debate

Logo de cara, os candidatos tiveram um minuto e meio para responder perguntas programáticas. Felipe d’Ávila e Soraya falaram sobre os gastos públicos. Simone Tebet e Bolsonaro foram questionados sobre o conflito entre os poderes.

A candidata do MDB falou que o Brasil tem um presidente que ataca a democracia e, para pacificar as instituições, é preciso trocar o chefe do executivo. Bolsonaro justificou que não falta respeito da parte dele, mas é o Judiciário que, nas palavras dele, quer interferir no Executivo.

A última pergunta foi sobre melhorar a educação, principalmente em razão da pandemia de covid-19. Lula aproveitou para criticar a atual gestão do MEC. Já Ciro foi além. “Os problemas brasileiros não nasceram agora, o descuido com a educação parece ser um projeto de governo.”

Confronto direto

O primeiro embate direto aconteceu entre Bolsonaro e Lula. O atual presidente perguntou sobre a corrupção na Petrobras. O líder petista sorriu e disse que sabia que viria essa pergunta. “Citar números que são mentirosos não compensa na TV”. O atual presidente rebateu acusando a gestão petista de ser a mais corrupta da história. “O país que eu deixei é um país que o povo tem saudade”, devolveu Lula.

Na sequência, Ciro Gomes questionou Bolsonaro sobre a declaração de que no Brasil não tinha gente passando fome . “Qualquer pessoa que conhece o Brasil, que não tenha trocado o coração por uma pedra, sabe que a fome está nos lares”, enfatizou. O presidente não comentou sobre a frase, mas enfatizou os números do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda.

Quando questionada sobre saúde por Soraya Thronicke, Simone Tebet lembrou da participação na CPI da Covid-19 e atacou a gestão federal da pandemia. “Eu não vi o presidente pegar a moto dele e ir a um hospital abraçar uma mãe que perdeu um filho. Eu vi escândalo de corrupção na compra de vacinas”, atacou.

Lula e Bolsonaro duelaram diretamente pela primeira vez na campanha
Reprodução/Band – 28.08.2022

Lula e Bolsonaro duelaram diretamente pela primeira vez na campanha

Na vez de perguntar, Lula questionou Felipe D’Avilla sobre meio ambiente. Na réplica, aproveitou para criticar o atual governo, sem chance de Bolsonaro se defender. “Nenhum empresário sério vai fazer queimada ou destruir os biomas brasileiros. Entretanto, temos gente do governo que até incentiva. Tivemos ministro que falou ‘deixa a boiada passar'”.

Em uma dobradinha sobre educação, Simone Tebet citou o escândalo de corrupção com pastores no Ministério da Educação. Soraya Tronick disse que Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi usada para fazer campanha ao presidente da República durante a pandemia em vez de ter programas educativos.

Perguntas de jornalistas

No início do segundo bloco, Bolsonaro foi questionado sobre a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600 no próximo ano. O atual presidente disse que o valor se aproxima do “mínitmo necessário para a pessoa sobreviver” e garantiu que a continuidade do programa será dentro da responsabilidade fiscal. Bolsonaro fez ataques diretos ao PT, dizendo que o partido é “contra os pobres”.

Em seu comentário, Lula afirmou que Bolsonaro “cita números absurdos, que nem ele acredita” e destacou que o orçamento para o Auxílio Brasil de R$ 600 não consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023. “Esse governo está dando certo. A economia está bombando”, disse Bolsonaro.

Na sequência, Ciro Gomes foi perguntado sobre vacinação. Antes da resposta, o presidenciável disse estar chocado com a fala de Bolsonaro e acusou os candidatos do PT e do PL de estarem “produzindo ódio”.

Ciro reagiu enquanto Bolsonaro atacava a jornalista Vera Magalhães
Reprodução/Band

Ciro reagiu enquanto Bolsonaro atacava a jornalista Vera Magalhães

Bolsonaro, que deveria comentar a fala de Ciro, criticou a jornalista Vera Magalhães, autora da pergunta, e a acusou de estar tomando partido no debate. “Você é uma vergonha para o jornalismo”, atacou o presidente. Na sequência, mirou em Simone Tebet. “Você foi uma vergonha na CPI.”

Ciro Gomes foi perguntado se apoiaria Lula no segundo turno. Os dois candidatos tiveram um confronto direto. “O crescimento econômico do PT é mediocre”, disse Ciro, afirmando que Bolsonaro é fruto da insatisfação das pessoas com os governos petistas. Lula, por sua vez, atacou a viagem do opositor para Paris no segundo turno das eleições de 2018, quando Bolsonaro e Haddad disputavam o pleito.

Soraya Thronicke foi questionada sobre como garantir o estado laico e o respeito a todas as religiões. A senadora do União Brasil aproveitou a oportunidade para reprovar a conduta de Bolsonaro com a jornalista Vera Magalhães. “Quando homens são tchuthucas com outros homens e com mulheres viram tigrões, eu fico muito chateada.”

Em tom mais firme, a candidata garantiu que não tinha tempo para brigar, mas que poderia começar a fazer denúncias durante o debate caso a discussão continuasse. “Reforce a minha segurança, delegado”, disse no microfone. Apesar da cena, a senadora não fez nenhuma acusação nova contra algum dos participantes.

Novos confrontos

O último bloco começou com Simone Tebet questionando o tratamento que Bolsonaro dá as mulheres. Ela cita que o presidente, quando deputado, “defendeu assassinos e torturadores” e votou contra direitos das empregadas domésticas”. “Eu mesma ja fui vítima da violência política de seus ministros”, disse a senadora.

Na resposta, Bolsonaro citou frases como “chega de vitimismo”, “somos todos iguais” e “não fica aqui fazendo joguinho de mimimi”. “A grande parte das mulheres no Brasil me ama”, alegou o presidente.

Soraya Thronicke perguntou Lula sobre plano econômico. O petista citou que pegou um “país quebrado” e elencou feitos como redução da dívida pública, inflação na meta e criação de emprego. O ex-presidente ainda destacou a necessidade de uma reforma tributária no País. “O seu mundo lindo só existe nos comerciais”, atacou a senadora. “Os seus economistas estão mofados”, completou.

Lula rebateu: “A senhora não lembra, mas o seu motorista lembra, o seu jardineiro lembra, a sua empregada doméstica lembra. O pobre neste país vai voltar a ser respeitado”.

Simone Tebet foi uma das mais atuantes nas críticas ao atual governo
Reprodução/TV Band – 28.08.2022

Simone Tebet foi uma das mais atuantes nas críticas ao atual governo

Bolsonaro escolheu Ciro para falar sobre política para mulheres e os dois deixaram a discussão política de lado. O candidato do PDT lembrou em sua resposta que o atual presidente já disse que teve uma filha mulher por “uma fraquejada” e citou a agressão a Vera Magalhães. A réplica veio no mesmo nível. “Você falou que a missão mais importante da sua esposa era dormir contigo”, retrucou o presidente. “Eu vim de uma cultura machista e aprendi. Você que não aprende nunca”, devolveu Ciro.

Lula questionou Tebet se houve negligência do atual governo na compra de vacinas durante a pandemia. A candidata do MDB citou que teve corrupção e completou: “Este governo tem esquemas de corrupção como teve o de vossa excelência”.

Última rodada

A primeira pergunta da última rodada de questionamento de jornalistas foi sobre armamento. Ciro disse que arma “só serve para matar” e lembrou quando Bolsonaro, armado, foi assaltado e teve o revolver levado pelo bandido. Já Soraya Thronicke disse que no meio rural elas são “aceitáveis”.

Sobre a composição de quadro de ministros diversos, Lula não quis se  comprometer. Já Simone Tebet defendeu a equiparidade de homens e mulheres e garantiu ainda a presença de negros governo.

Por fim, Felipe D’Avila e Bolsonaro responderam sobre a criação de políticas públicas contra violência sexual e feminicídio.

Considerações finais

O primeiro a falar foi Ciro Gomes. “Minha luta não é contra nenhum deles. É contra o modelo econômico. É deprimente um país como nosso ficar discutindo quem é mais corrupto, quem é menos corrupto.”

Lula começou sua fala se solidarizando com Vera Magalhães e Simone Tebet, alvos de ataques do presidente da república. Ele afirmou que “não entra no campo da promessa fácil” e não falaria sobre as obras públicas de seu governo para não “humilhar” Bolsonaro.

Já o candidato a reeleição aproveitou o tempo para atacar mais uma vez o PT, se referindo a Lula por “ex-presidiário”. “Desculpem os outros candidatos, mas as eleições estão polarizadas”, disse.

Simone Tebet destacou sua trajetória e a candidata a vice, Mara Gabrilli. “Eu tenho experiência política. Eu sou ficha-limpa. Eu sou mãe. Eu e Mara, juntas, com alma de uma mulher e coração de uma mãe”.

Soraya Thronicke aproveitou o tempo para exaltar, mais uma vez, o candidato a vice, Marcos Cintra. “Temos um projeto estruturante, um projeto real que pode ser aplicado imediatamente”.

Por fim, Felipe D’Avila criticou a polarização política. “Para mudar o Brasil, nós precisamos de um projeto de país. Nós precisamos de gente competente”, finalizou.

O evento aconteceu na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo (SP). O debate foi organizado por um pool de veículos de comunicação, incluindo, além da Band, Folha de S.Paulo, Portal UOL e TV Cultura.

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PSDB da PB marca reunião para debater candidaturas para 2022

O PSDB paraibano realiza no próximo dia 10 de abril, às 14h, de forma virtual, uma reunião com todos os filiados da legenda para discutir e ouvir posicionamentos sobre o processo eleitoral de 2022 e as candidaturas a presidente da República e ao Governo do Estado. A definição da data e a organização do evento foram definidas em uma reunião, com integrantes do partido, comandada pelo tesoureiro André Coelho, realizada nesta terça-feira (23).

“Estamos iniciando o processo de preparação para consulta prévia para definir candidatura a presidente da República, assim como está realizando o PSDB nacionalmente. Aqui na Paraíba, vamos aproveitar para ouvirmos os nossos filiados também sobre a possibilidade de candidatura própria ao Governo do Estado. Pretendemos ouvir todos os nossos filiados, esteja com mandato ou não”, destacou o presidente estadual do PSDB, o deputado federal Pedro Cunha Lima.

De acordo com o presidente, o PSDB que tem mais de 31 mil filiados na Paraíba, pretende com a realização da consulta prévia, mais do que buscar concordâncias, garantir o debate livre, aberto e franco com todos os integrantes da legenda que lutam por uma sociedade unida, mais justa, sempre com respeito, equilíbrio, tolerância e principalmente, com olhar atento aos princípios democráticos.

Presidência

O PSDB vai realizar, em outubro deste ano, prévias para a escolha de seu candidato à Presidência da República em 2022. A decisão foi publicada em Resolução assinada pelo presidente nacional do partido, Bruno Araújo.

A eleição para a escolha de candidatos a cargos majoritários está prevista no artigo 151 do Estatuto do PSDB e deve ocorrer “sempre que houver mais de um candidato disputando a indicação do partido”. O mesmo artigo também garante à Executiva Nacional a prerrogativa de disciplinar a realização das prévias. Já o artigo 152 assegura que o candidato vencedor terá seu nome homologado pela Convenção convocada para este fim.




Candidatos a prefeito de JP participam de debate na TV Master

A TV Master realizou na noite dessa segunda-feira, 28, um debate entre os candidatos à prefeitura de João Pessoa. Compareceram Anísio Maia (PT), Cícero Lucena (PP), Carlos Monteiro (Rede), Edilma Freire (PV), Pablo Honorato (PSOL), Nilvan Ferreira (MDB), João Almeida (Solidariedade), Raoni Mendes (DEM), Wallber Virgolino (Patriota) e Ruy Carneiro (PSDB). Ricardo Coutinho (PSB), a exemplo dos outros debates, está ausente.

O confronto de ideias mediado pelo apresentador Alex Filho pode ser conferido ao vivo no Youtube através do link abaixo:

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Candidatos se exaltam e trocam farpas e acusações durante debate em João Pessoa

João Almeida acusou Virgolino de passar a pandemia tomando cachaça. Já Wallber Virgolino disse o candidato teria feito viagem com outra mulher, que não era a esposa dele.]

Candidatos se exaltaram durante debate (Foto: Reprodução).
Candidatos se exaltaram durante debate (Foto: Reprodução).

Os candidatos à Prefeitura de João Pessoa, Wallber Virgolino e João Almeida trocaram provocações durante o debate que acontece nesta segunda-feira (28), na rádio Arapuan FM, e o clima esquentou. Os microfones dos candidatos tiveram que ser desligados por alguns instantes até que a situação fosse contornada pelos apresentadores Clilson Júnior e Luís Torres.

A confusão começou quando João Almeida afirmou que Wallber Virgolino teria passado um período da pandemia ”tomando cachaça em Bananeiras”. De acordo com o candidato, Virgolino teria usado o dinheiro de verbas indenizatórias da Assembleia Legislativa da Paraíba para comprar bebida alcoólica, enquanto a Assembleia estava fechada devido à pandemia de covid-19.

Assim que teve direito de fala, Virgolino retrucou dizendo que ”enquanto eu estava em Bananeiras, o senhor embarcava para Fernando de Noronha e não era com a sua mulher. Eu sou um homem de família, estava em Bananeiras com a minha mulher”, disse ele.

Nesse momento, o candidato João Almeida se exaltou e queria ter direito de resposta. Os apresentadores orientaram os candidatos a não baixar o nível do debate e informaram que as assessorias poderiam solicitar direito de resposta se julgassem necessário.

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