Servidores da Prefeitura da Capital com mais de 60 anos ou com comorbidades devem retornar ao trabalho presencial

Com o avanço da vacinação para a Covid-19, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, determinou o retorno dos servidores com 60 anos ou mais e os que possuem comorbidades, a retornarem ao trabalho na modalidade presencial 21 dias após a aplicação da segunda dose da vacina ou da dose única.

A nova determinação, publicada no Semanário Oficial através do decreto nº 9.814/2021 altera o decreto nº 9.758/2021, que facultava o trabalho remoto para estes servidores.

Desde 15 de julho, quando a vacinação chegava aos cidadãos na faixa dos 40 anos, foi determinado o retorno aos trabalhos presenciais para os servidores da administração direta e indireta. O trabalho remoto permaneceu apenas para gestantes, maiores de 60 anos e pessoas com comorbidades que representem fatores de risco para desenvolver forma grave da Covid-19. Agora, o trabalho remoto permanece facultativo apenas para as gestantes.

Para o retorno dos profissionais, a Secretaria de Administração garantiu a adoção de medidas de biossegurança, como a disponibilização do álcool em gel, sanitização dos ambientes e distanciamento entre os servidores. Além disso, o uso de máscara continua obrigatório, assim como em todas as situações no âmbito do município de João Pessoa.




Covid-19 e estiagem: Governo prorroga decreto de Calamidade Pública em toda a Paraíba

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) decretou a prorrogação, em todo o território paraibano, o estado de calamidade pública instituído pelo Decreto Estadual 40.652, de 19 de outubro de 2020, por um período de 90 dias, tomando-se por base as informações contidas no Formulário de Informações de Desastres – FIDE, e demais documentos anexados ao Decreto, em virtude do desastre classificado como grupo biológico/epidemias e tipo doenças infecciosas virais (COVID-19).

A publicação destaca que o Decreto tem a finalidade de promover ações de prevenção, preparação, mitigação, resposta e recuperação frente à pandemia do novo coronavírus causador da doença denominada covid-19.

O Estado de Calamidade Pública, autoriza a adoção de todas as medidas administrativas necessárias à imediata resposta por parte do poder público à situação vigente nos casos de efetiva demonstração de urgência, as aquisições de bens e serviços podem ser feitas com dispensa de procedimentos licitatórios, autorizando a assunção de despesas com flexibilidade às normas de empenho orçamentário; a requisitar bens móveis e imóveis privados, serviços pessoais e utilização temporária de propriedade particular, desde que sejam estrita e efetivamente necessárias a minorar o grave e iminente perigo público, observadas as demais formalidades legais.

Ficam mantidos em pleno vigor o Decreto estadual nº 40.134, de 20 de março de 2020, que decretou estado de
calamidade pública, para os fins exclusivos do art. 65, da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, em razão da grave crise de saúde pública decorrente da pandemia do Coronavírus (COVID-19), e suas repercussões nas finanças públicas do Estado da Paraíba, e que já foi reconhecido pela Assembleia Legislativa da Paraíba através do Decreto Legislativo nº 256, de 23 de março de 2020, publicado nessa mesma data no Diário do Poder Legislativo. Assim como o Decreto estadual nº 40.645, de 15 de outubro de 2020, que decretou situação anormal caracterizada como SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA as áreas dos municípios que especificou em decorrência da estiagem.




O governo Bolsonaro matou nosso porteiro; Por Ruth de Aquino

 

Adriano, 49 anos, contava os dias para se vacinar. No dia tão aguardado, semana passada, acordou mal e tomou injeção contra dor. O teste deu positivo para Covid. Foi internado e estava consciente, com máscara de oxigênio. Intubado na segunda, morreu na terça, com trombose pulmonar. O coração parou e os médicos não conseguiram reanimar o chefe dos porteiros que vivia rindo e morava com a família no prédio do Leblon desde a virada do século.

Se Adriano fosse inglês, francês, português, italiano, espanhol, alemão, americano, provavelmente estaria vivo e não teria deixado uma família repentinamente órfã, sem teto e sem chão. Em todos os países que investiram a tempo na compra de vacinas de diversos fabricantes, os cidadãos de 49 anos já foram há muito imunizados com as duas doses ou com a dose única da Janssen. O Brasil não é pobre. Tem o segundo Congresso mais caro do mundo.

Mas Bolsonaro sempre foi contra vacinas. Contra máscaras. Contra a vida. Faz propaganda de remédios ineficazes. Propaga o vírus. Desinforma. Fez uma bagunça colossal no Ministério da Saúde. Menospreza o luto. Mesmo beneficiado por observar antes a catástrofe no mundo, o Brasil de Bolsonaro não se preparou para evitar a carnificina. Ao contrário.

A omissão fez o total de mortos explodir em 2021. É aterrador, leia e releia: em 2020, morreram 195 mil brasileiros de Covid. Nos primeiros seis meses deste ano, até ontem, morreram mais 323 mil. Esse número deveria ser suficiente para aprovar o impeachment do presidente. A cada um minuto e meio, dois brasileiros ainda morrem de Covid.

O governo Bolsonaro matou nosso porteiro-chefe. Adriano perdeu a corrida contra o tempo. No dia em que se vacinaria, começou a última semana de sua vida. Paraibano, casado com Rosa, pai de Yasmin, 25 anos, e de Pedro, 16, tricolor doente, José Adriano da Silva sabia mais servir do que chefiar. Era prestativo demais da conta.

Era de Araçagi, uma cidade no Agreste com 18 mil habitantes. O nome, tupi, vem do Rio dos Araçás, fruto típico da região. A mãe de Adriano morreu no ano passado de Covid. O pai, vivo, está inconsolável, não escondia que Adriano era o preferido dos oito filhos, o que mais lhe dava carinho, o que mais o ajudou na vida, enviando dinheiro todo mês.

A história de Adriano é bem brasileira e era bem-sucedida. Veio para o Rio tentar a vida, foi zelador, faxineiro e subiu a chefe dos porteiros. Aqui conheceu a piauiense Rosa, trazida de Teresina por uma família para trabalhar como babá. O casal tinha pouco mais de 20 anos quando nasceu Yasmin. Moravam no playground. Adriano gostava do Fluminense, de churrasco, cerveja no botequim com os amigos, televisão, missa. Parecia feliz. Tinha diabetes, mas nem sabia.

Rosa e os filhos estão com Covid branda. Ela sabe que não pode chorar muito, tem pressão alta, precisa ser forte. O filho adolescente diz que ela não pode morrer, porque só sobrou a mãe. Rosa quer voltar para a Paraíba porque “aqui em casa tem lembrança forte demais do Adriano”. Ele não volta mais, repete Rosa. O prédio está de luto.

Na terra da família Bolsonaro, do general Pazuello, da médica Nise Yamaguchi, do empresário Wizard, do deputado Ricardo Barros, do diretor Roberto Dias e de tantos outros que colocaram seus interesses à frente da vida, Adriano não é ninguém. Apenas mais um morto numa pandemia que poderia ser muito menos cruel. Não fossem cruéis e inescrupulosos nossos governantes e os congressistas que os apoiam.

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Paraíba registra melhor avaliação da pandemia com apenas cinco municípios na classificação laranja

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A Paraíba registrou o melhor cenário desde a avaliação da pandemia no estado, ao registrar apenas cinco municípios na bandeira laranja, neste sábado (10). São 218 na bandeira amarela e nenhum na bandeira verde, mas também nenhum na bandeira vermelha.

A avaliação passa a ter vigência a partir de segunda-feira (12). O plano Novo Normal PB é divulgado sempre aos sábados e, hoje, foi anunciada a sua 29ª avaliação do cenário de pandemia do coronavírus na Paraíba.

O Litoral e a imensa maioria do Sertão estão na bandeira amarela. A Paraíba vem registrando permanente baixa ocupação de leitos Covid e números de mortes e novos casos da doença. A internação de idosos também despencou no estado

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Vítima da covid Morre em Campina o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Alagoa Nova

Ivaldo Moraes – (Foto: Assessoria)

Faleceu na madrugada desta quarta-feira (7) o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Alagoa Nova, Ivaldo Moraes. Ele estava internado na Clínica Santa Clara, em Campina Grande, no Agreste do Estado, em tratamento devido a complicações da Covid-19.

Segundo informações, no decorrer do tratamento contra à Covid-19, Ivaldo teve um infarto, o que agravou ainda mais o seu estado de saúde. Mesmo assim, ele vinha seguindo com o tratamento. Porém, o quadro se agravou e ele veio a óbito nesta quarta.

Ainda não foi divulgado detalhes sobre o velório e sepultamento.

Sobre
Ivaldo Medeiros de Moraes era odontólogo e tinha 79 anos, completados no último dia 22 de junho. Foi vereador, presidente da Câmara Municipal e prefeito de Alagoa Nova; foi Secretário Municipal durante a gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rego em Campina Grande e também exerceu mandato de deputado estadual.




Prefeito Zé Aldemir se afasta para tratar Covid-19 e vice assume o cargo em Cajazeiras

O prefeito de Cajazeiras, Zé Aldemir (PP), pediu afastamento por 15 da prefeitura para tratar a covid-19. Durante esse tempo, o vice-prefeito, Marcos do Riacho do Meio (MDB) comandará a gestão.

O ofício com o pedido de afastamento será enviado ainda hoje a Câmara Municipal de Cajazeiras, consumando, assim, o afastamento para tratamento de saúde, confirmou o jornalista José Anchieta, secretário municipal de Comunicação Institucional

Nesta segunda-feira (14) a esposa de Zé Aldemir, a deputada Dra. Paula, divulgou um boletim sobre o estado de saúde do marido informando que ontem ele teve um pico de febre e precisou permanecer internado, mas que tem se recuperado bem.

Ele foi diagnosticado com covid-19 na última quinta-feira (10) e ficou isolado em casa, mas depois teve que ser levado ao hospital, onde ficou internado desde sábado (12) com 40% dos pulmões comprometidos.

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Pazuello deve deixar de ser testemunha para ser investigado pela CPI da Covid

Proposta será feita pelo relator Renan Calheiros, que também considera que há indícios para colocar o ex-secretário Elcio Franco na mesma condição

Por Agência O Globo

Pazuello durante depoimento na CPI da Covid
Reprodução

Pazuello durante depoimento na CPI da Covid
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O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve deixar a condição de testemunha e será oficialmente investigado na  CPI da Covid.  A iniciativa é do relator do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), que, segundo O GLOBO apurou, também planeja incluir o ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, no rol dos investigados.

Nesta sexta-feira, Renan anunciou que a comissão entra numa nova fase. A avaliação é que, após os depoimentos e a análise de documentos, já há informações suficientes para direcionar a investigação para suspeitos de irregularidades. A decisão de transformar testemunhas em investigados cabe a Renan, que, contudo, optou por dividir a escolha com os demais integrantes da comissão na semana que vem.

No caso de Pazuello, a crise no abastecimento de oxigênio no Amazonas e o incentivo à cloroquina, medicamento ineficaz no tratamento de Covid-19, são alguns dos elementos que comprovariam a necessidade de tornar o ex-ministro investigado. Braço direito de Pazuello no Ministério da Saúde, Elcio Franco também participou dos atos citados.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Agência O Globo




João volta a defender rigidez de decreto e diz que vacinação e redução de mobilidade ajudam a barrar a covid-19

O governador João Azevêdo (Cidadania) disse, nesta segunda-feira (7), no programa ‘Conversa com o Governador’ da rádio Tabajara, que a decisão de aplicar um decreto mais rígido segue o cenário de alta na contaminação da covid-19 que impacta no aumento de mortes, ocupação de leitos e transmissibilidade. Para ele, as mais de 7 mil vidas de paraibanos que foram perdidas por causa da pandemia e o risco de colapso no sistema de saúde devem sensibilizar as pessoas para cumprir as medidas do decreto.

O chefe do Executivo também criticou a tentativa de flexibilizar as medidas de combate à pandemia ao lembrar de municípios, que mesmo sem ter leitos ou hospitais, insistem em desconsiderar a situação de alerta em que vive o estado. “Estamos tendo que fazer intubação até em UPAs, e munícipios que não tem um único leito de UTI, nem um hospital querem flexibilizar, e acabam sobrecarregando os hospitais que já estão lotados”, criticou.

No último final de semana, uma medida judicial autorizou o funcionamento de estabelecimentos e academias em João Pessoa, indo de encontro ao decreto estadual que determina o fechamento desses locais.

“Somos obrigados a tomar medidas mais rígidas. Precisamos segurar um pouco a mobilidade urbana e aumentar a vacinação. O governo é obrigado a tomar medidas mais restritivas quando você tem mais de 7 mil óbitos, municípios em estado de alerta em bandeiras laranja e vermelha, além da alta da transmissibilidade com leitos lotados em diversos hospitais e até em UPAs”, destacou.

Sobre o decreto que impõe quase um lockdown aos fins de semana e restringe uma série de atividades em diversos segmentos como educação, comércio e outros, o gestor destaca que a iniciativa é resposta ao cenário critico da pandemia.

“Queremos que a redução de mobilidade urbana aconteça. Se você tem menos pessoas circulando, você tem menos contaminação. Infelizmente a taxa de transmissão em João Pessoa está muito alta. Isso nos preocupa muito. Nós temos que levar em consideração, a mobilidade urbana, a ocupação de leitos e a transmissibilidade para fazer esses decretos. Quando a gente junta os dados, a gente toma a decisão”, considerou.

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Bolsonaro é desmentido por TCU: não há dados que apontem menos mortes por Covid

Presidente disse, na manhã desta segunda-feira (7), que Tribunal de Contas da União teria um relatório apontando número de mortes por Covid-19 menor do que o registado

Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na manhã desta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou a seus apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, que o  Tribunal de Contas da União (TCU) teria um relatório apontando que o número de mortes por Covid-19 , em 2020, foi cerca de metade do registrado. A Corte rebateu a declaração do presidente. As informações são do Metrópoles .

“O TCU esclarece que não há informações em relatórios do tribunal que apontem que ‘em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid’, conforme afirmação do Presidente Jair Bolsonaro divulgada hoje”, registra a nota, seca, da Corte de contas.

Em sua conversa com os apoiadores, Bolsonaro disse:

“Olha, em primeira mão aqui para vocês: não é meu, é do tal do Tribunal de Contas da União, questionando o número de óbitos o ano passado por Covid. E ali, o relatório final não é conclusivo, mas em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid, segundo o Tribunal de Contas da União. Não é meu, não.”

www.reporteriedoferreira.com.br  / Ig




CPI da Covid: 18 governadores decidem acionar STF contra convocação

Apenas os 9 convocados não assinaram a ação que será protocolada no STF

CPI da Covid
Divulgação/Agência Senado/Edilson Rodrigues

CPI da Covid

Governadores de 18 estados decidiram acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para que a corte proíba a CPI da Covid de  convocar chefes de Executivos estaduais a depor. As informações são da Folha de S. Paulo .

A comissão aprovou requerimento, na última quarta-feira (26), para convocar nove governadores para explicar o uso de recursos federais  nos estados no combate da pandemia . Os convocados a depor foram os únicos que não assinaram o pedido.

Dessa forma, assinam a ação que será protocolada no STF os governos de Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Roraima, São Paulo, Sergipe, Rio Grande do Sul, Rondônia, Alagoas, Tocantins e Espírito Santo.

O objetivo dos governadores é que o tribunal afirme que a  CPI não tem poderes para convocá-los e que a medida seria uma afronta ao pacto federativo.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Agências