Essequibo: Defesa nega que Maduro atravessará território brasileiro

Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro disse que “em hipótese alguma” tropas venezuelanas cruzarão fronteira brasileira para chegar até a Guiana

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Um dos caminhos para a Venezuela chegar a Guiana é pela tríplice fronteira com o Brasil no estado de Roraima

Pedro França/Agência Senado

Um dos caminhos para a Venezuela chegar a Guiana é pela tríplice fronteira com o Brasil no estado de Roraima

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (11) que as Forças Armadas não vão permitir “em hipótese nenhuma” que o exército venezuelano entre em território brasileiro para chegar até a  Guiana .

De acordo com o ministro, outra hipótese avaliada pela Defesa seria a de uma invasão marítima, mas que é dificultada pela geografia da região da Guiana Essequiba, que é composta por florestas densas.

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (11) que as Forças Armadas não vão permitir “em hipótese nenhuma” que o exército venezuelano entre em território brasileiro para chegar até a  Guiana .

De acordo com o ministro, outra hipótese avaliada pela Defesa seria a de uma invasão marítima, mas que é dificultada pela geografia da região da Guiana Essequiba, que é composta por florestas densas.

O governo brasileiro que impedir o que o território brasileiro seja usado como passagem em uma tentativa da Venezuela de invadir a Guiana.  Além de Maduro precisar lidar com os militares brasileiros na região,  o a geografia do território de Roraima, na tríplice fronteira, torna mais complicado o acesso, uma vez que há cadeias de montanhas.

O ministro reinterou que o Brasil não irá se envolver em um eventual conflito. Ele justificou que o reforço de veículos do Exército para a região já era algo planejado pelo governo federal , mas que foi acelerado para evitar “qualquer problema” na tensão diplomática que existe na região.




Brasil perde para Argentina no Maracanã nas Eliminatórias da Copa

O Brasil chegou à terceira derrota consecutiva nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 após ser superado por 1 a 0 pela Argentina, na noite desta terça-feira (21) no estádio do Maracanã. Com este revés, a seleção brasileira passa a ocupar a 6ª posição da classificação com sete pontos.

Para a Argentina, que contou com o craque Lionel Messi no seu 11 inicial, provavelmente em sua última partida oficial no Maracanã, a vitória representou a manutenção da liderança na classificação, com 15 pontos.

Voltando a apostar em uma formação com apenas dois homens no meio e quatro atacantes, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz começou lutando muito e igualando o jogo diante dos atuais campeões mundiais. Com isso, o que se viu na primeira etapa foi uma partida com poucas oportunidades de lado a lado. A melhor delas foi justamente do Brasil, aos 43 minutos, em chute da entrada da área de Gabriel Martinelli.

Após o intervalo o confronto continuou parelho, mas a Argentina conseguiu chegar ao gol da vitória em jogada de bola parada. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Lo Celso cobrou escanteio e Otamendi subiu muito para ganhar no alto e cabecear com precisão.

A situação da seleção se complicou de vez aos 36 minutos, quando Joelinton foi expulso após dividir bola com De Paul e o juiz entender que o brasileiro acertou o argentino no rosto em marcação muito contestada.

Diante de um panorama tão negativo, parte da torcida brasileira presente começou a expor sua insatisfação ao cantar “time sem vergonha” para uma seleção brasileira que pela primeira vez na história sofreu uma derrota em casa nas Eliminatórias Sul-Americanas.

 

Agência Brasil

Imagem: Agência Brasil/Reuters




O VERBO E A VERBA – DESENCONTRO DE UM CASAL. Por Francisco Nóbrega dos Santos

O VERBO E A VERBA – DESENCONTRO DE UM CASAL.

Por Francisco Nóbrega dos Santos

 

VERBO, vocábulo derivado do latim “verbum, que se traduz em “palavra” definido na semântica como ação, modo, estado, forma, etc.” Desde a formação do mundo que o verbo simboliza o “DEUS PAI, TODO PODEROSO QUE FEZ O CÉU E A TERRA.” Expressa-se, de forma conotativa  que a palavra denota o sentido “ O verbo se fez carne e habitou entre nós”. O significado todos sabem. 

Com a evolução do tempo e a natural transformação dos fatos e dos atos dos serem humanos, o verbo e a verba, em alguns momentos, uniam-se  com objetivos mais diversos, dentre tantos para simbolizar a equação da economia denominada “equilíbrio” onde demonstra que não deve haver gasto sem o recurso financeiro disponível ou a disponibilizar. É o princípio que norteia o orçamento público.

VERBA, é traduzida em dinheiro, moeda, disponibilidade financeira, produto de troca ou intercâmbio, recursos orçamentários nas dotações públicas expressas em diretrizes de gastos controlados por lei em orçamentos (público ou privado). Isso significa que no papel formam um casal unido.

Separam-se, todavia, quando os interesses pessoais se sobrepõem ao dever público, e os artifícios ocultos nos atos  disfarçados nas palavras “verbos” pluralizadas gramaticalmente para a malversação do dinheiro público. É prática utilizada pela maioria, infelizmente, dos gestores. Muitos desses por nós escolhidos num sufrágio nas urnas ou outra forma de escolha, onde o verbo é flexionado para utilizar, ou desviar, a verba dando-lhe destino diverso da finalidade. É o que, via de regra, constitui a conjugação do “verbo” lutar pelo poder da verba.

Viveu, aqui, um político, de saudosa memória, que não necessitava do poder para viver ou sobreviver. pois  nos anos 60 editou um livro “PODER, ALEGRIA DOS HOMENS” cuja obra, em tese demonstrava o sentido de se gastar uma fábula para ocupar um mandato que, muitas vezes,  a remuneração firmada em subsídios, rendimentos esses que não atingiriam, ao longo de um mandato, um terço dos gastos de campanha eleitoral.

Daí se justifica essa verdadeira guerra pelo poder, unindo ou desunindo gerações (ou facções), com o objetivo de colocar a mão numa fabulosa soma de recursos – Fundo Eleitoral – a ser utilizada para remunerar alguns, em detrimento de um povo por demais massacrado ante uma enorme carga tributária e uma injusta distribuição das rendas que se destinam a tornar os ricos mais ricos e classe pobre cada vez mais sufocada.

No Brasil a política tornou-se uma profissão onde os minguados recursos da classe menos privilegiada, são fatiados para custear as despesas a que não deu causa mas arca com o ônus. E assim o povo brasileiro, avaliza uma grande conta para financiar os gastos com os agentes políticos que se tornarão agentes públicos admitidos sem concurso e custeados por aqueles que lhes deram empregos vitalícios e  direitos hereditários. Calma! Isso ainda não é PANDEMIA. Só existe no BRASIL.




Brasil assume hoje presidência do Conselho de Segurança da ONU

Lula vem pedindo por reforma do órgão

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Presidente Lula vem discursando a favor de uma reforma no Conselho de Segurança
Fábio Pozzebom /Agência Brasil – 22/09/2023

Presidente Lula vem discursando a favor de uma reforma no Conselho de Segurança

O Brasil assume neste domingo (1º) a presidência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O país foi eleito como membro não permanente do órgão por dois anos, em mandato que termina no fim de 2023.

A presidência é rotativa e tem duração de um mês. Embora tenha caráter protocolar, ela permite que o país líder proponha debates sobre temas que considera prioritários.

Segundo o Itamaraty, o principal tema a ser apresentado pela delegação brasileira é a importância das instituições bilaterais, regionais e multilaterais para prevenir, resolver e mediar conflitos. Além disso, o tema da igualdade de gênero deve ser posto em debate durante a presidência brasileira.

Reforma no Conselho de Segurança da ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem afirmando há meses que o Conselho de Segurança da ONU precisa passar por uma reforma. Em agosto, o  presidente chegou a afirmar que o órgão faz guerra, e não paz.

Durante a Assembleia Geral da ONU, que ocorreu neste mês em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, ecoou o discurso de Lula e afirmou que as instituições globais precisam ser reformadas.

“Chegou a hora de renovar as instituições multilaterais, baseando-se nas realidades econômicas e políticas do século 21 e ancorados nos princípios da Carta da ONU e do direito internacional”, afirmou o secretário-geral diante de líderes do mundo todo.

Além de Lula, outros países em desenvolvimento têm criticado o Conselho de Segurança da ONU, sobretudo por conta da sua incapacidade de resolver a guerra na Ucrânia.

Embora a reforma do Conselho de Segurança da ONU não seja um tema que será resolvido rapidamente, a presidência brasileira no órgão pode servir para o país se apresentar como candidato a uma possível vaga permanente na instituição.

Atualmente, o Conselho de Segurança da ONU é formado por cinco membros permanentes e com direito a veto e dez membros rotativos, eleitos para mandatos que duram dois anos. Os cinco países permanentes são Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China. Na visão de Lula, mais países latino-americanos e africanos deveriam estar presentes no colegiado.

Com uma possível reforma, o órgão pode passar a incluir mais membros permanentes e rotativos. Com exceção do Japão, o Brasil é o país com maior número de mandatos rotativos no conselho.




Brasil vence batalha épica com o Japão no Pré-Olímpico de Vôlei e garante vaga em Paris

Na casa das japonesas, Seleção Brasileira leva a melhor em confronto de vida ou morte

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Gabi comanda vitória incrível da Seleção Brasileira em Tóquio (Foto: Volleyball World)

Brasil x Japão no Pré-Olímpico de Vôlei Feminino

Seleção Brasileria demonstrou muita força coletiva para vencer o Japão fora de casa (Foto: Volleyball World)




 LULA, A VOZ DO BRASIL PARA O MUNDO Por Rui Leitao 

LULA, A VOZ DO BRASIL PARA O MUNDO Por Rui Leitao

O Brasil recuperou o prestígio global na oportunidade em que o presidente Lula proferiu o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta semana. Nosso país voltou a falar para o mundo, despertando atenção da mídia internacional, pela forma como abordou temas de relevância que preocupam o planeta. Foi competente, corajoso e didático. Despertou em todos nós um orgulho patriótico que estávamos desacostumados a sentir.

Denunciou a desigualdade social e a fome que penalizam cerca de 735 milhões de pessoas, resultando de uma concentração de renda que faz com que os 10 maiores bilionários possuam mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade. Falou sobre questões climáticas. Criticou a governança global e a estrutura…
[07:56, 22/09/2023] Rui Leitao Jornalista: O PRECONCEITO CONTRA A INTELIGÊNCIA

Quando os preconceitos se manifestam, há sempre a intenção de favorecer uns e desfavorecer outros. Prepondera o objetivo de criar um falso ideal de superioridade. No íntimo revelam-se sentimentos de ódio, de animosidade e de implicância, difundidos por meio de convicções ideológicas. Não deixa de ser um comportamento covarde, porque tem característica de hostilidade social, uma atitude política aversiva. O preconceituoso se acha no direito de emitir um juízo ou opinião sobre algo, antes de conhecer o que está sendo por ele discriminado.

Nesta semana ouvi, estarrecido, a demonstração de um preconceito que impressiona. O preconceito contra a inteligência. Todo preconceito é inaceitável. Porém o preconceito contra a intel…
[11:04, 23/09/2023] Rui Leitao Jornalista: A RELIGIÃO E A POLÍTICA

Quando vemos alguns fanáticos misturarem política com religião, passamos a duvidar do sentimento de cristandade que se esforçam em propagar. Ao que se percebe buscam colocar a religião muito mais como identidade política do que uma definição de fé. O que não pode é vincular incorretamente as duas coisas, tornando-as instrumentos de fortalecimento um do outro. Isso acontece nas oportunidades em que se evidencia o fundamentalismo, adotando o absolutismo das próprias ideias. É histórico o aproveitamento dos discursos religiosos pelos políticos oportunistas, independente do matiz ideológico das manifestações, sejam eles da direita ou da esquerda.

O debate público pautado pelo campo político tem ensejado uma relação intrincada entre as crenças e os posicionamentos ideológicos. O problema maior é quando se verifica que a religião marca presença nos palanques políticos, explicitando confrontos desnecessários. Fogem dos princípios básicos de qualquer religião os discursos da intolerância, incentivo aos conflitos pessoais e as manifestações de discriminação e preconceitos. Inadmissível que apareçam porta-vozes da verdade suprema, desprezando a pluralidade de pensamentos na convivência entre os indivíduos numa sociedade.

Mais grave ainda quando o “messianismo” se transforma em ódio, ultrapassando os limites da legalidade, deixando a população vulnerável diante da insensatez que caracteriza posturas de falso moralismo e obscurantismo. É inconcebível a apaixonada veneração a lideranças políticas como se fossem “salvadores do apocalipse”. Os paladinos da moralidade, como são apresentados, não se comportam de forma a acreditar nessa imagem construída. São farsantes, usam do proselitismo religioso para alcançar objetivos voltados exclusivamente para se posicionarem no apogeu do poder.

É preciso proteger os princípios humanistas de igualdade entre todos os cidadãos. Isso tem a ver com os ensinamentos da fraternidade cristã. Respeitando as diferenças, estaremos, também, respeitando a democracia que garante um ambiente de justiça social tão necessário. Fomentar “partidarização” da religião é a tentativa de impor interesses de um grupo sobre outros. A religião nos permite reconhecer e respeitar as regras políticas a partir do mandamento religioso, sem, portanto, assumir o aspecto coercitivo. Nem se constituir razão de obrigação política. O que não representa dizer que integrantes de igrejas se eximam de expressar suas opiniões, segundo suas convicções, ou serem ativistas na militância política, desde que obedeçam preceitos éticos. As igrejas, como qualquer outra instituição civil, têm o direito de contribuír para as pautas políticas aderentes às suas crenças e visões de mundo.

Entendo que a religião, pode e deve funcionar como alavanca capaz de produzir comportamentos individuais e coletivos politicamente úteis. Porém, não deve ser aceito o mandamento religioso como disfarce à norma política. Recomenda-se, então, o seu uso com a devida prudência, utilizando argumentos racionais para convencimento de protagonismo político. A religião jamais deve se prestar a ser instrumento de manipulação dos interesses dos poderosos em detrimento dos desprotegidos pelas políticas públicas, nunca perdendo sua ligação com a liberdade e o bem comum. É importante encontrar na religião a fonte de inspiração para o exercício do patriotismo, em estrita obediência aos princípios do cristianismo, já que essa é a religião professada majoritariamente em nosso país: amar a Deus sobre todas as coisas, sem utilizar o Seu nome em vão; amar ao próximo como a si mesmo e compreender que as pessoas são mais importantes do que coisas.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão, jornalista. advogado, poeta e escritor




Brasil vence o Peru com gol no final da partida e lidera as eliminatórias da copa

Diferente da goleada contra a Bolívia, a Seleção Brasileira teve dificultado na noite ontem (12), em Lima, ao enfrentar o Peru, mas venceu a partida por 1 a 0 pela segunda rodada das Eliminatórias. O gol do Brasil veio da cabeça do zagueiro Marquinhos, aos 44 minutos do segundo tempo, desviando escanteio batido por Neymar.

Com a vitória, a Seleção Brasileira termina a Data Fifa na liderança das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, com seis pontos e 100% de aproveitamento. O Brasil supera a rival Argentina no saldo de gols. O Brasil chegou a marcar dois gols no primeiro tempo, com Raphinha e Richarlison, mas ambos foram anulados por impedimento — no segundo, o VAR demorou sete minutos para chegar a uma decisão.

Próximos jogos – O Brasil volta a campo em 12 de outubro, contra a Venezuela, na Arena Pantanal, em Cuiabá, às 21h30 (de Brasília), pela terceira rodada das Eliminatórias. Fernando Diniz vai fazer a convocação até o fim de setembro. Depois, a Seleção encara o Uruguai de Marcelo Bielsa, em Montevidéu, em 17 de outubro, às 21h.




Joias sauditas recebidas por Bolsonaro foram a leilão em site dos EUA

Kit da marca de luxo Chopard, contudo, não foi arrematado

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Joias sauditas da marca Chopard foram colocadas em leilão
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Joias sauditas da marca Chopard foram colocadas em leilão

O kit de joias da marca Chopard que foi enviada a Jair Bolsonaro (PL ) por autoridades sauditas esteve à venda em um site norte-americano de leilões em fevereiro deste ano. Entretanto, os itens não foram comprados.

De acordo com o site “Live Auctioneers”, o lance inicial para adquqirir os itens de luxo era de US$ 50 mil (cerca de R$ 245 mil) na cotação atual, e o valor estimado para vender as joias era entre US$ 120 mil e US$ 140 mil (entre R$ 588 mil e R$ R$ 686 mil).

O kit enviado por autoridades da Arábia Saudita e recebido por Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia, só foi posteriormente devolvido ao Estado Brasileiro porque não ter sido arrematado pelo site dos Estados Unidos.

Na manhã desta sexta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou a Operação Lucas 12:2 para investigar a suposta tentativa de vender bens de alto valor patrimonial entregues ao governo por autoridades estrangeiras em viagens oficiais.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão: dois em Brasília (DF), um em São Paulo (SP) e um em Niterói (RJ).

Entre os alvos estiveram o tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ; o pai dele, general Mauro César Lourena Cid; Osmar Crivelatti, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e tenente do Exército; e o advogado Frederick Wassef, que já defendeu o ex-mandatário e a família dele em processos na Justiça.

Os mandados foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no inquérito que apura as ações das chamadas  “milícias digitais”.

A operação foi batizada de Lucas 12:2 em referência ao versícula da Bíblia, que diz: “Não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.




Brasil empata com a Jamaica, é eliminado e Marta dá adeus às Copas do Mundo

Com o resultado, França, com setepontos, e Jamaica, com cinco pontos, são as classificadas do grupo F.

A seleção precisava da vitória para garantir a vaga nas oitavas (Foto: Assessoria/CBF)

Na despedida de Marta de Copas, o Brasil é eliminado pela Jamaica depois de empatar por 0 a 0, nesta quarta-feira (2). A seleção precisava da vitória para garantir a vaga nas oitavas de final, mas não conseguiu passar pela forte zaga jamaicana.

Com o resultado, França, com sete pontos, e Jamaica, com cinco pontos, são as classificadas do grupo F. As jamaicanas chegam, pela primeira vez na história, ao mata-mata e com o feito de não ter sofrido nenhum gol.

Como foi o jogo?

O primeiro tempo se resumiu à pressão do Brasil na área de Rebecca Spencer. Marta, Debinha e Adriana arriscaram na pequena área nos primeiros 15 minutos, mas não houve chance clara de gol.

As duas finalizações com perigo foram de Tamires, que chegou pela esquerda aos 19 e 38 minutos. Porém, a bola parou nas mãos da goleira. Esses foram os primeiros chutes a gol da camisa 6 no Mundial.

A Jamaica chegou poucas vezes à área brasileira, e nenhuma delas com um perigo real. O primeiro ataque foi aos 15 minutos, com um cruzamento de Chantelle Swaby que passou por todo mundo e foi para a linha de fundo.

Shaw e Brow levaram a bola outras quatro vezes para o gol de Lelê, mas foram travadas. As jamaicanas buscaram manter o empate no primeiro tento, com um jogo defensivo – uma linha de seis zagueiras na pequena área – e laterais e tiros de meta cobrados sem pressa.

O objetivo foi atingido e a Jamaica foi para o intervalo com a classificação às oitavas garantidas no 0 a 0.

No segundo tempo, o Brasil voltou a pressionar, principalmente nos primeiros dez minutos, mas não conseguiu infiltrar a zaga jamaicana. Assim permaneceu até os 30 minutos de jogo, mesmo com três escanteios em favor da seleção brasileira.

A Jamaica avançou mais para a área do Brasil, em comparação com o primeiro tempo, mas não deu trabalho à Lelê. A chance mais clara foi da camisa 11, Shaw, aos 36 minutos, em um mano a mano com a goleira, mas o chute foi por cima do gol.

Brasil continuou tentando criar, mas teve de lidar com o recuo forte da Jamaica – com oito jogadoras na pequena área. Aos 45 minutos, Andressa Alves cobrou uma falta próximo à área, mas Spencer defendeu sem esforços.

Nos quatro minutos de acréscimo, a seleção brasileira tentou, mas não conseguiu a vitória.

Vestiram a Amarelinha Lelê, Antônia (Geyse, 2T/35′), Kathellen, Rafaelle, Tamires, Adriana, Ary Borges (Bia Zaneratto, intervalo), Kerolin, Luana (Duda Sampaio, 2T/35′), Debinha e Marta (Andressa Alves, 2T/35′), sob o comando de Pia Sundhage.

Entraram em campo pela Jamaica Rebecca Spencer, Allyson Swaby, Chantelle Swaby, Vyan Sampson, Deneisha Blackwood, Drew Spence, Atlanta Primus, Cheyna Matthews (Tiffany Cameron, intervalo), Jody Brown (Solai Washington, 2T/40′), Khadija Shaw e Tiernny Wiltshire, sob o comando de Lorne Donaldson.

www.reporteriedoferreira.com.br/Por R7




Copa do Mundo Feminina: dias de jogos do Brasil terão ponto facultativo

Treino da Seleção Feminina na Austrália. Foto: CBF

A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo Feminina no dia 24 de julho, contra o Panamá, mas o torcedor brasileiro já tem uma dúvida desde já: os dias de jogos do Brasil terão ponto facultativo, assim como o Mundial masculino? Os estabelecimentos comerciais fecharão quando os jogos caírem em dias de semana? Os trabalhadores terão folga? Por enquanto, não há nenhuma resolução oficial do governo a respeito do tema.

No último fim de semana, antes do amistoso do Brasil com o Chile, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, as comandadas de Pia Sundhage receberam a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra do Esporte, Ana Moser.

Além de acompanhar a preparação da equipe antes da viagem para a Austrália, país que sediará a Copa Feminina juntamente com a Nova Zelândia, o momento serviu para revelar o plano do governo em tornar os jogos do Brasil na competição em ponto facultativo.