O Brasil Covid-19 Ministério da Saúde registra 49.976 óbitos, 1.022 confirmados em 24h…


O consórcio divulgou no sábado (13), às 20h, o sexto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento.

O Brasil tem 42.837 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste domingo (14), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
O consórcio divulgou no sábado (13), às 20h, o sexto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Roraima divulgaram novos dados.
Veja os dados atualizados às 13h deste domingo (14):
42.837 mortes
852.785 casos confirmados
(No sábado, 13, às 20h, o balanço indicou: 42.791 mortes, 843 nas últimas 24 horas; e 850.796 casos confirmados)
Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.
O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.
Parceria
A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa.
Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.
A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.
Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica.
No domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.
Neste sábado (13), mais uma vez o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 892 novos óbitos e 21.704 novos casos, somando 42.720 mortes e 850.514 casos desde o começo da pandemia – números totais menores que os apurados pelo consórcio.
Por G1
O Ministério da Saúde divulgou na noite desta quinta-feira (11) seu mais recente balanço de casos e mortes provocadas pelo novo coronavírus. Os principais dados são:
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, há 345.595 recuperados e 416.314 pacientes em acompanhamento.


O presidente norte-americano, Donald Trump, comparou as estratégias para o enfrentamento da pandemia de covid-19 tomadas pelo Brasil e os Estados Unidos (EUA). Ele estimou que, caso as medidas de isolamento social fossem flexibilizadas, “assim como no Brasil”, o país poderia ter registrado o óbito de 2,5 milhões de pessoas pela doença.
Trump analisou que a decisão pelas medidas de quarentena nos EUA fez com que, pelo menos, dois milhões de vidas fossem salvas. O chefe do Executivo do país também mencionou que o Brasil segue modelo similar ao adotado pela Suécia, que enfrenta dificuldades durante a pandemia. “Se você olha para o Brasil, eles estão passando por um momento bem difícil. E, à propósito, eles continuam seguindo a Suécia. A Suécia também está passando por dificuldades terríveis. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1,5 milhão, talvez, 2,5 milhões de vidas ou até mais “, afirmou.
O modelo inicial adotado pela Suécia de manter o funcionamento de restaurantes e algumas escolas, por exemplo, foi criticado pelo epidemiologista Anders Tegnell, que participou da elaboração dessas diretrizes sanitárias. O país europeu vive a evolução da doença e registra 42.939 diagnósticos confirmados e 4.639 óbitos pela doença, segundo a Universidade Johns Hopkins.
O Brasil é o terceiro país no mundo em número de mortes pela doença, após os Estados Unidos e Reino Unido. Conforme a atualização feita na noite de ontem (4) pelo Ministério da Saúde, o país atingiu 34.021 mortes e 614.941 pessoas diagnosticadas com a doença.
Congresso em Foco
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O Ministério da Saúde atualizou os dados sobre a pandemia da Covid-19 no Brasil nesta sexta-feira (29). Agora, segundo a pasta, subiu para 27.878 o número de mortes pela doença, sendo 1.124 novos registros. A alta corresponde a um crescimento de 4,2%. Desses 1.124 óbitos, 331 foram nos últimos três dias.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil são 26.928, totalizando 465.166. O aumento foi de 6,1%. Já a taxa de letalidade passou de 6,1% para 6%.
No levantamento da pasta desta quinta, o número de óbitos chegou a 26.754, com 1.156 novos registros, um recorde em 24 horas. Já a quantidade de pessoas com a Covid-19 saltou para mais de 438.238, sendo que o aumento foi de 26.417.
Por G1
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Mortes por coronavírus no Brasil em 26 de maio — Foto: G1
O Ministério da Saúde (MS) divulgou nesta terça-feira (26) o mais recente balanço de novo coronavírus no Brasil. Os principais dados são:
De acordo com o Ministério da Saúde, das mortes anunciadas nesta terça, 284 ocorreram nos últimos 3 dias. Há ainda outros 3.882 óbitos em investigação.

Os Estados Unidos (EUA) anteciparam nesta segunda-feira (25) o bloqueio à entrada de passsageiros que têm como o origem o Brasil para evitar a proliferação do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A medida passaria a valer a partir de sexta-feira, mas, de acordo com um comunicado da Casa Branca, o vigor dela será a partir desta quarta.
A proibição foi anunciada por autoridades americanas no domingo, dois dias depois de o Brasil ultrapassar a marca de dois mil mortos pela Covid-19 . O anúncio havia sido feito pela secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany. “A ação de hoje irá garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil não se tornem uma fonte adicional de infecções em nosso país. Essas novas restrições não se aplicam aos voos comerciais entre os EUA e o Brasil”, disse.
Com a mudança, a partir desta terça não poderão entrar nos EUA estrangeiros que tiverem passado pelo Brasil nos últimos 14 dias antes de tentarem ingressar no país.
A restrição, no entanto, tem algumas restrições. Elas não serão aplicadas a pessoas que morem nos Estados Unidos, que sejam casadas com um cidadão americano ou que tenham residência permanente no país. Filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes também poderão entrar, desde que tenham menos de 21 anos.
Já para membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA, o bloqueio é suspenso.
Nesta segunda-feira, o Brasil registrou 374.898 casos de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e 23.473 mortes provocadas pela Covid-19 . O país líder no quadro mundial são os Estados Unidos, que tem 1.660.072 contaminações e 98.184 óbitos.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig
Por G1
Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (16), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 15.046 mortes provocadas pela Covid-19 e 222.877 casos confirmados da doença em todo o país até esta sexta (15).
O balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (15) informa 14.817 mortos e 218.223 casos.
Consulte aqui quantos casos e mortes há em sua cidade.
As 20 cidades com maior mortalidade e incidência de casos estão no Norte e Nordeste. Veja gráficos:
Acre – 23,3% em todo o estado em 28/4
Alagoas – 67% em todo o estado da rede pública e contratualizados em 15/5
Amazonas – 86% em todo o estado em 14/5
Bahia – 51,20% em todo o estado em 14/5
Ceará – 90% em todo o estado em 2/5
Espírito Santo – 62,93% em todo o estado em 6/5
Maranhão – 96,02% na capital em 15/5
Mato Grosso – 9,6% dos leitos de UTI da rede pública em todo o estado em 6/5
Mato Grosso do Sul – 1,70% em todo o estado em 14/5
Minas Gerais – 59% em todo o estado em 5/5
Pará – 86.74% em todo o estado em 13/5
Paraíba – 60% em todo o estado em 13/5
Paraná – 31% em todo o estado em 15/5Piauí – 46,20% em todo o estado em 13/5Pernambuco –52,20% em todo o estado em 7/5Rio de Janeiro – 98% em todo o estado em 4/5Rio Grande do Norte – 33% em todo o estado em 22/4Rio Grande do Sul – 74,10% em todo o estado em 13/5Rondônia – 31,60% em todo o estado em 11/05Santa Catarina – 21,36% do sistema público em todo o estado em 15/5São Paulo – 68,80% em todo o estado em 15/5Sergipe – 56,30% do sistema público em todo o estado em 13/5Tocantins – 35% dos leitos ocupados em 8/5
Amapá, Distrito Federal, Goiás e Roraima não divulgaram a taxa de ocupação.


O empresário Roberto Cavalcanti, dono do Sistema Correio de Comunicação, usou um dos veículos de seu grupo, a Rádio 98 FM, para externar revolta diante da divulgação do quantitativo de mortes de pacientes vítimas do novo coronavírus. Ele disse que os jornalistas e radialistas que divulgam esses números como se fosse um gol numa partida de futebol deveriam ser apedrejados. Depois, pediu desculpas pela “exaltação” e disse que normalmente não agiria daquela maneira.
“Tem determinadas emissoras que dá o placar de quantos morreram no país naquele dia, dá que parece um gol da seleção do Brasil. Isso é um vergonha. Um jornalista ou radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua”, disse o ex-senador.
“Descarrego meu silêncio de 61 dias e peço desculpas se me exaltei. A minha forma de me conduzir normalmente é de agregar, é de parcimônia, mas tem momentos que você assiste ao assassinato de pessoas e empresas e não é possível que o Brasil não se revolte contra isso”, resumiu.
Além de empresário, Roberto Cavalcanti é membro da Academia Paraibana de Letras.
www.reporteriedoferreira.com.br / Parlamentopb