Cícero Lucena anuncia reajuste de 100% na VPI para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias




Tribunal de Justiça anuncia reajuste salarial de 7% para os servidores




Gasolina varia de R$ 5,79 a R$ 6,53 em João Pessoa, aponta Procon

Diante da alta, o Procon-JP notificou as 15 distribuidoras que abastecem os postos da cidade

Foto: Divulgação – Procon-JP

O Procon de João Pessoa identificou aumento no preço da gasolina comum na capital em pesquisa realizada nesta terça-feira (10/3). O menor valor encontrado passou de R$ 5,75 para R$ 5,79, enquanto o maior subiu de R$ 6,09 para R$ 6,53 para pagamento à vista.

O levantamento foi feito em 113 postos em funcionamento. O menor preço foi registrado no posto Elesbão, no bairro de Água Fria, e o maior no posto Almeida (Opção), em Brisamar.

 O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio trouxe uma volatilidade intensa para o preço do petróleo, com o barril chegando a ultrapassar US$ 120 no início da semana e despencando logo na sequência com o sinal do presidente Donald Trump de que o conflito pode acabar rapidamente.

Diante da alta, o Procon-JP notificou as 15 distribuidoras que abastecem os postos da cidade para que expliquem o aumento, principalmente nos preços da gasolina e do diesel.

“A notificação às distribuidoras servirá para apurar se houve aumento para os postos, de quanto e desde quando. Como nossas pesquisas monitoram o mercado semanalmente, fica fácil saber de onde vem o aumento”, disse o secretário do Procon-JP, Júnior Pires.

Aditivada – A pesquisa registra que a gasolina aditivada está com os preços oscilando entre R$ 5,93 (Esutra (Ernani Sátyro) e R$ 6,55 (JR (Manaíra). O levantamento foi realizado em 113 postos que estavam em atividade no dia 10 de março.

Álcool – Já o litro do álcool registra queda em relação à semana passada, saindo de R$ 4,25 para R$ 4,17 (Jesus de Nazaré – Castelo Branco), mas o maior mostra alta, subindo de R$ 4,74 para R$ 4,79 (Posto da Serra – Bessa). No cartão, o produto oscila entre R$ 4,49 (Postos Expressão e São Luiz XI – Tambaú) e R$ 4,97 (Postos São José – Cruz das Armas e Castelo Branco).

S10 – Outro combustível que também traz queda no menor preço comparado ao levantamento passado é o diesel S10, saindo de R$ 5,67 para R$ 5,49 (Costa do Sol – Portal do Sol), com o maior mostrando alta, saindo de R$ 6,59 para R$ 6,99 (Mastergás – Tambauzinho). No crédito, oscila entre R$ 5,09 (Opção – Geisel) e R$ 6,97 (Select – Tambaú).

Comum – Já o diesel comum registra alta de preços nas duas pontas em relação à semana passada, saindo de R$ 5,59 para R$ 5,79 (Frei Damião – Ipês), com o maior subindo de R$ 5,99 para R$ 6,89 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial). No cartão está com o preço único de R$ 6,49 (Opção – Distrito Industrial).

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) mantém o menor preço há quatro semanas, R$ 4,85 (Estrela do Geisel, São Luiz IX e Frei Damião – Ipês), com o maior subindo de R$ 4,89 para R$ 5,98 (Bancários – Bancários).




João Azevêdo anuncia reajuste salarial linear de 10% para todos os servidores do Estado

 

Governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), durante entrevista – Foto: Secom PB.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), anunciou nesta segunda-feira (2) um reajuste linear de 10% para todos os servidores estaduais, contemplando ativos, aposentados, pensionistas e comissionados. O anúncio foi feito durante o programa semanal Conversa com o Governador, transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara FM e nas plataformas oficiais do Governo do Estado.

“Depois de muito esforço, decidimos dar um aumento linear de 10%. Isso é o dobro da inflação do ano. É um reajuste que vai beneficiar a todos, incluindo ajustes naturais relacionados ao salário mínimo”, afirmou o governador.

O reajuste será retroativo a janeiro de 2026, com pagamento já previsto para fevereiro, contemplando também valores não pagos anteriormente. Para as forças de segurança, além do reajuste, será incorporado o remanescente da Parcela Provisória de Incorporação (PPI) e concedido aumento de 10% na bolsa dos guardas militares da reserva. A medida beneficiará policiais militares, bombeiros, policiais civis e servidores civis vinculados à segurança.

No caso do magistério estadual, o reajuste de 10% supera os 5,4% fixados pelo Governo Federal para o piso nacional em 2026. Além disso, professores prestadores de serviço que recebiam o salário mínimo passarão a receber o Piso Nacional referente à jornada de 30 horas, equivalente a R$ 3.847,97, a partir de março. A incorporação dos valores remanescentes da PPI para os profissionais da educação será concluída em junho, beneficiando também servidores aposentados.

O governador destacou ainda a valorização de carreiras e a revisão de tabelas salariais, contemplando:

Grupo ANS (661 servidores de nível superior) – correção de 100% na tabela de vencimentos;

Grupo de Políticas Públicas e Gestão Governamental (146 servidores) – revisão de 50%;

Técnicos Administrativos (1.541 servidores) – implantação do PCCR, garantindo proporcionalidade histórica e progressão na carreira.

“Estamos dando um reajuste que, para muitas categorias, é maior que a inflação acumulada desde 2019. Isso é um resgate extraordinário, fruto da riqueza que conseguimos gerar no Estado. Recentemente, recebemos um estudo que mostra que 97% dos municípios da Paraíba tiveram um crescimento muito significativo em seu PIB. Todos eles, 97% dos municípios, registraram aumento do PIB. Isso é graças a medidas como essa”, afirmou Azevêdo.

Outras medidas específicas incluem ajustes salariais para profissionais da Orquestra Sinfônica, da comunicação institucional e implementação de PCCR para diversas categorias, beneficiando mais de 2.348 servidores ativos, inativos e pensionistas, com impacto total adicional de R$ 46,5 milhões por ano.

Ao todo, o conjunto das medidas representa um acréscimo de R$ 1,13 bilhão à folha de pagamento estadual em 2026, beneficiando mais de 100 mil servidores e suas famílias. Segundo o governo, as ações são resultado de uma gestão fiscal responsável, que permite conciliar valorização do servidor, manutenção das carreiras públicas e equilíbrio das contas do Estado.

“O mais importante não é apenas anunciar o reajuste, é garantir que ele seja pago. Estamos preparados para honrar todos os compromissos e fortalecer a valorização do serviço público na Paraíba. Volto a dizer: é um aumento diferenciado. Não quero fazer comparações, mas todo mundo sabe o que está acontecendo no Brasil. Portanto, não tenho dúvida de que este será um dos maiores aumentos concedidos no país”, concluiu o governador.

Assista abaixo o anúncio feito pelo governador João Azevêdo:

 




Lula sanciona reajuste de 8% para o Judiciário em 2026, mas veta aumentos nos anos seguintes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta segunda-feira (22), o reajuste de 8% para servidores do Judiciário em 2026, mas vetou aumentos para a categoria em 2027 e 2028.

Na avaliação do governo, a proposta contraria o interesse público por elevar as despesas com pessoal para depois do fim do mandato presidencial, na contramão do que prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Em que pese a boa intenção do legislador, a proposição legislativa contraria o interesse público ao estabelecer aumento da despesa com pessoal com parcelas a serem implementadas em períodos posteriores ao final do mandato do Presidente da República, contrariando a vedação prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma texto publicado no Diário Oficial da União.

Pela lei, o vencimento básico para analistas do Judiciário em fim de carreira chegará a R$ 10.035,51, enquanto funcionários em cargos em comissão poderão receber até R$ 18.812,93 a partir do ano que vem.

Hoje, esse mesmo cargo recebe R$ 9.292,14 de vencimento básico, segundo dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Eles também têm direito a uma gratificação de atividade judiciária, que eleva o salário em até 140% e gera salários de até R$ 22.301,14 por mês.

Além do reajuste, Lula sancionou a instituição de um adicional de qualificação, que dá acréscimos salariais para servidores que concluírem cursos de pós-graduação e outras ações de qualificação. Pela lei, servidores poderão receber até R$ 3.857,75 a mais por qualificação.

Servidores do Judiciário também têm direito a uma série de outros benefícios, como auxílios para alimentação, creche e saúde.

Funcionários públicos em todos os Poderes têm se articulado em uma corrida para penduricalhos, em um esforço para que seus salários ultrapassem o teto constitucional.

No início de dezembro, o Congresso Nacional aprovou a criação de um novo penduricalho para elevar os salários de integrantes do TCU acima do teto, por se tratar de uma verba indenizatória. Na prática, as remunerações brutas podem chegar a até R$ 64 mil. O projeto também aguarda a sanção de Lula.

Folha Online




Salário mínimo 2026: quando deve ser definido e qual o valor?

Veja quando a previsão oficial do piso deve ser anunciada e quais fatores podem alterar o valor estimado.

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O Governo Federal prevê um aumento de 7,44% no salário mínimo em 2026. Esse reajuste representa um acréscimo de R$ 106. Ou seja, o valor passa de R$ 1.518 para R$ 1.631 no ano que vem.

O aumento

No projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA), a mudança prevista para o próximo ano estabelece um limite de despesas primárias de R$ 2.428 trilhões. O reajuste foi calculado com base na inflação e um acréscimo de 2,5%.

Isso porque o reajuste do salário mínimo é feito anualmente com base em uma fórmula que combina a inflação (INPC) e o crescimento do PIB, com um limite de ganho real.

A definição final do salário mínimo geralmente ocorre no final do ano, quando o governo assina o decreto com o novo valor para o ano seguinte. Por exemplo, o valor para 2025 foi definido no final de dezembro de 2024.

Porém, o INPC só sai na segunda semana de janeiro de 2026, referente aos 12 meses do ano anterior e, se houver diferença, o mínimo é reajustado.

Em entrevista ao Portal iG, o especialista em planejamento, CEO da Great Group e autor do livro Escolha Vencer: Criando o Hábito de Conquistar Sonhos e Objetivos, Julio Amorim, nos conta sobre os impactos do aumento salarial.

Quando perguntado se o valor anunciado seria suficiente para melhorar a renda real dos trabalhadores, Julio diz que necessariamente não melhoraria.

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“Parte desse reajuste se alinha à inflação prevista (medida pelo INPC), o que pode reduzir o impacto real no poder de compra. Além disso, há limite legal para o crescimento real acima da inflação, definido em 2,5%. Ou seja, o aumento ajuda, mas não garante uma melhora expressiva na renda real, sobretudo para quem vive com o mínimo.”

 

Como o aumento acompanha a inflação e pode n ão ser suficiente para os brasileiros, muitos buscam a informalidade, segundo o CEO, “quando a conta não fecha, o empresário não faz matemática emocional: ele corta custo. E o primeiro corte costuma ser posto de trabalho formal. Do outro lado, o trabalhador que perde o emprego precisa sobreviver, então abre um MEI, vende algum serviço, começa a empreender… e grande parte entra na informalidade ou na ‘semi-formalidade’”.

De acordo com Julio, o governo costuma considerar alguns pontos centrais para definir o reajuste do salário mínimo, como a reposição da inflação para manter o poder de compra, o desempenho da economia, que orienta a combinação entre inflação e crescimento do PIB e o impacto fiscal, já que o aumento afeta benefícios previdenciários e assistenciais.

Também avalia as condições do mercado de trabalho para evitar efeitos adversos sobre emprego e custos das empresas, além da sustentabilidade de longo prazo. E, embora muitas vezes pouco explícito, há sempre uma camada de planejamento: o governo usa o salário mínimo como instrumento para organizar expectativas, orientar políticas sociais e alinhar metas econômicas, mostrando que decisões bem estruturadas, assim como no planejamento estratégico empresarial, influenciam diretamente a estabilidade e o crescimento do país.”

A previsão é que as análises orçamentárias sejam finalizadas ainda este ano, caso seja autorizado, os trabalhadores formais começarão a receber o novo salário mínimo a partir de fevereiro de 2026.




CMJP aprova reajuste de 3% para Guarda Civil Metropolitana da Capital




Lei sancionada garante reajuste de 5% para servidores da Paraíba

Também foram definidos novos valores do piso do magistério e de gratificações

Por Redação T5

Prefeitura diz que vai injetar  R$ 300 milhões na economia do município em apenas 26 dias
Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (25) (Imagem: Reprodução/Internet)

Foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (25), a lei aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba e proposta pelo Poder Executivo, que estabelece o reajuste salarial de 5% para a maioria dos servidores públicos estaduais, incluindo ativos, inativos e pensionistas, além de cargos comissionados e funções gratificadas.

A lei fixa o menor vencimento no valor de R$ 1.518,00, válido também para servidores contratados temporariamente. O reajuste de 5% também se aplica aos servidores da administração indireta de órgãos como AGEVISA, DER, FUNDAC, FUNESC, AESA, SUDEMA, EMPASA, PBPREV, entre outros.

No caso dos profissionais da educação, o piso do magistério estadual teve reajuste de 6,27%. Para professores contratados temporariamente, o valor passa a ser de R$ 3.009,16, a partir de 1º de março de 2025. Já a Bolsa Desempenho Profissional da categoria será incorporada em 20% sobre o valor de janeiro de 2022, com vigência a partir de 1º de junho de 2025.

Outro ponto da lei foi a atualização da Bolsa Especial de Atividade Militar, que passa a ser de R$ 2.236,50 para oficiais e de R$ 1.518,00 para praças. Os adicionais por tempo de serviço para os servidores civis também foram reajustados em 5%.




CMJP aprova reajuste de 7,5% aos servidores da Guarda Civil Metropolitana




Cícero Lucena anuncia aumento de 7,5% para a Guarda Civil Metropolitana