Assassino de ex-sogra é preso pela polícia em Sapé

A Polícia Militar prendeu em Sapé, na manhã deste sábado (27), o suspeito de matar a ex-sogra e ferir a ex-esposa e o ex-sogro com golpes de faca. O crime aconteceu na noite de Natal, na quinta-feira (25).

O homem teria ido à casa da família, no bairro São Salvador, em Sapé, para matar a ex-esposa. Os pais dela defenderam a filha e também foram esfaqueados. A mãe morreu no local após ser esfaqueada nas costas.

O pai e a filha foram socorridos para o hospital de Sapé. O suspeito havia fugido e estava sendo procurado, até ser encontrado neste sábado por policiais de folga.

Os policiais de folga souberam da localização do suspeito e realizaram a prisão. O coordenador do policiamento e uma equipe da Patrulha Rural do 24º Batalhão (24ºBPM) chegaram ao local e fizeram a condução do suspeito à Delegacia de Polícia Civil da cidade.




Lula vê “catástrofe” sobre eventual ataque armado à Venezuela

A fala do presidente vem diante do cenário estremecido entre os Estados Unidos e o país sul-americano

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Lula discursa na Cúpula do Mercosul
Ricardo Stuckert/PR

Lula discursa na Cúpula do Mercosul

Durante o discurso na Cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR), neste sábado (20), o presidente Lula (PT) alertou sobre os riscos do aumento de tensões no continente.

Na ocasião, o petista classificou uma possível intervenção armada na Venezuela como uma “catástrofe humanitária” e pode representar um “precedente perigoso para o mundo”.

A fala do presidente vem diante do cenário estremecido entre os Estados Unidos e Venezuela. Recentemente, Donald Trump faz diversas declarações sobre um possível ataque armado na região.

“Não queremos guerra no nosso continente. Todo dia tem uma ameaça no jornal e nós estamos preocupados. Agora, vai chegar o Natal e talvez eu tenha que conversar com Trump outra vez pra saber o que é possível o Brasil contribuir para um acordo diplomático e não para a guerra”, disse.

Cúpula do Mercosul
Ricardo Stuckert/PR

Cúpula do Mercosul

Além das tensões militares

Na cúpula, Lula falou também sobre o adiamento da assinatura do acordo entre o Mercosul e União Europeia. Segundo o petista, desde 2023, o Brasil vem tentando garantir que o acordo contribua para o desenvolvimento do bloco.

Além disso, o Chefe do Executivo citou as recentes movimentaçoes jurídicas do Brasil, como o julgamento dos envolvidos na trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Para ele, o país “acertou a conta com os passados”.  A segurança é um direito do cidadão e um dever do Estado, independentemente da ideologia”, ressaltou Lula.




Biden afirma que Israel não vai tomar decisão sobre os ataques do Irã “imediatamente”

Presidente norte-americano também fez apelo para israelenses não atacarem instalações de petróleo iranianas

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AFP|iG Último Segundo

|Joe Biden também falou que não sabe se as eleições dos Estados Unidos serão pacíficas

AFP

Joe Biden também falou que não sabe se as eleições dos Estados Unidos serão pacíficas

O presidente dos Estados Unidos , Joe Biden , afirmou nesta sexta-feira (4) que  Israel  “não tomará uma decisão imediatamente” a respeito de uma possível retaliação ao ataque realizado pelo Irã na última terça-feira (1º).

Biden ainda fez um apelo a Israel , para que não ataque instalações petroleiras do Irã, após ter reconhecido na véspera que esta possibilidade está sendo considerada.

“Se eu estivesse em seu lugar, estaria pensando em outras alternativas além de atacar campos petrolíferos”, declarou Biden à imprensa.

Eleições nos Estados Unidos

O presidente Joe Biden também falou sobre as eleições presidenciais. Ele destacou que não sabe se as eleições dos Estados Unidos, marcadas para o dia 5 de novembro, serão pacíficas, devido aos comentários do candidato republicano Donald Trump.

“Confio em que serão livres e justas”, mas “não sei se serão pacíficas”, declarou.

“As coisas que Trump disse e o que ele falou da última vez, quando não gostou do resultado das eleições, foram muito perigosas”, acrescentou.




FAKE: Polícia Civil conclui que ‘ataque’ a candidato em Duas Estradas foi encenação; Guega deve responder ação por denúncia falsa

A informação sobre o caso de Guega, em Duas Estradas, foi detalhada pelo delegado Walter Brandão em entrevista ao programa Arapuan Verdade.

vice-prefeito duas estradas ataque guega

Ataque foi ‘fake’, diz Polícia. (foto: reprodução/redes sociais)

Uma situação registrada como ‘ataque’ por um candidato a vice-prefeito do município de Duas Estradas, no Brejo do estado, não foi verdadeira. A informação foi detalhada pelo delegado Walter Brandão em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM

“Nós quando tomamos conhecimento do fato, procedemos todo o isolamento da área, procedemos todas as perícias, procedemos as diligências necessárias, laudos especiais […] constataram que, na verdade houve uma falsa informação de um suposto crime de tentativa de homicídio que de fato não ocorreu”, detalhou em entrevista à Rádio Arapuan FM.

O suposto ataque havia sido denunciado pelo candidato a vice-prefeito Guega (Republicanos.

“As investigações não deixam dúvida e nos convencem de que foi uma simulação do fato e de que, na verdade não houve crime”, explicou o delegado Walter Brandão.

Segundo o delegado, toda a vizinhança do local onde teria supostamente ocorrido o ataque foi ouvida e ninguém constatou a suposta motocicleta usada pelos dois elementos.

Contradições

De acordo com o delegado, ao longo da investigação foram observadas várias contradições, o que levou a Polícia Civil, além de outros motivos, concluir da não veracidade do ataque reportado pelo candidato a vice-prefeito ‘Guega’ em um sítio na Zona Rural de Duas Estradas.

Candidato Guega.
Candidato Guega. (foto: reprodução/redes sociais)

“Todos os estampidos de forma intervalada, os disparos, os projéteis, o trajeto dos projéteis estudados, os disparos de dentro para fora do veículo, a declaração de que os supostos algozes se encontravam do lado de fora… então foram várias contradições e não encontramos o mínimo de razoabilidade para sequer continuar com o inquérito policial, uma vez que com as diligências nos convenceu de que havia um farto contexto probatório, inclusive pericial, de que a dinâmica do fato em nada converge com as declarações da suposta vítima”, explicou como observou o ClickPB.

‘Guega’ pediu que Polícia não desse prosseguimento à investigação

O candidato a vice-prefeito disse à polícia que não tinha interesse no prosseguimento da investigação, que foi um dos pontos que chamou atenção do delegado.

“Por ocasião da sua oitiva pediu que não tinham interesse no prosseguimento da investigação. Um dos pontos que me chamou atenção, como uma pessoa vítima de uma emboscada”, falou Walter Brandão à rádio Arapuan FM.

vice-prefeito
Situação foi falsa, diz Polícia. (foto: reprodução/redes sociais)

Segundo a investigação, alguns disparos partiram de fora para dentro do veículo (ao lado do motorista), dois deles atingindo o vidro do motorista e o para-brisas. Já outros disparos partiram de dentro para fora do veículo, atingindo o lado dianteiro do passageiro.

“Um dos pontos que diverge totalmente das declarações da vítima (os tiros que partiram de dentro para fora) e de todo um contexto que se foi produzido como prova no local. Então ficou patente a intenção da suposta vítima de levar a opinião pública a seu favor, orquestrando movimentos lá clamando por paz, por segurança, enquanto na verdade conclui-se a investigação, que foi uma encenação para tentar comover a opinião pública”, detalhou.

Candidato vai ser denunciado e pode ser preso

‘Guega’ será denunciado por falsa comunicação de crime. A informação foi confirmada pelo delegado Walter Brandão. A pena para estes casos pode chegar a seis meses de detenção.

“Ele será agora, será penalmente responsabilizado pela falsa comunicação de crime”, pontuou o delegado. O inquérito de falsa comunicação foi relatado e distribuído na comarca e deverá também ocorrer abertura de inquérito no Ministério Público.

Já o inquérito inicial da ‘tentativa’ foi arquivado.

Relembre o caso

Gilvan Garcia de Carvalho Filho, mais conhecido como ‘Guega’, de 60 anos, declarou à Polícia que foi vítima de um atentado.

O mesmo disse que estava em um carro quando, por volta das 2h foi atingido por vários disparos semelhantes aos de arma de fogo, na região do sítio Camaratuba.

De acordo com a Polícia Militar, no veículo foram observados “cinco perfurações semelhantes a marcas de disparos de arma de fogo”, onde 02 delas estava no vidro da porta do motorista, outras duas no vidro da porta do passageiro e a um no para-brisa, em frente ao volante.

| Assista ao Programa Arapuan Verdade, com a entrevista do delegado:

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Chefe do Hezbollah desaparece após bombardeio de Israel no Líbano, diz agência

O paradeiro de Nasrallah é incerto, mas fontes indicam que ele não foi atingido pelo

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Hasan Nasrallah, líder do Hezbollah, em foto tirada em 2019
Divulgação/Governo do Irã

Hasan Nasrallah, líder do Hezbollah, em foto tirada em 2019

Hezbollah , um grupo extremista com sede no Líbano , sofreu um ataque aéreo israelense em seu quartel-general em Beirute, na tentativa de eliminar seu líder, Hassan Nasrallah . Israel acredita que a morte de Nasrallah enfraqueceria o grupo terrorista, considerado uma ameaça à segurança da região.

O paradeiro de Nasrallah é incerto, mas fontes indicam que ele não foi atingido pelo ataque. Até o momento, o Hezbollah não se pronunciou sobre o estado de seu líder.

O governo do Irã, principal apoiador do Hezbollah, está investigando a situação após a perda de contato do grupo com Nasrallah.

Além disso, o ataque israelense em Beirute resultou em seis mortes e deixou 91 pessoas feridas. A situação entre Líbano e Israel continua a se agravar, com mais de 700 mortos em ataques durante a última semana.

No Líbano, 25 pessoas, incluindo quatro crianças, morreram em ataques no sul do país. Em resposta, o Hezbollah lançou mísseis contra a cidade israelense de Haifa, intensificando ainda mais o conflito.

No norte de Israel, milhares de pessoas foram obrigadas a evacuar suas casas devido aos ataques do grupo terrorista.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o conflito continuará até que os moradores dessas áreas possam retornar com segurança.

Netanyahu também rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 21 dias, sugerida por diversos países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos, mantendo a escalada da tensão na região.




Número de mortos por ataques israelenses  no Líbano sobe para 492

Segundo Ministério da Saúde libanês, há 35 crianças entre as vítimas

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AFP|iG Último Segundo

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Nuvem de fumaça e chamas provocadas por ataque aéreo israelense na área de Marjayoun, no sul do Líbano, perto da fronteira
Rabih DAHER

Nuvem de fumaça e chamas provocadas por ataque aéreo israelense na área de Marjayoun, no sul do Líbano, perto da fronteira

O último balanço realizado pelo Ministério da Saúde do Líbano aponta 492  mortos  (sendo 35 crianças) e mais 1.246 feridos no maior ataque aéreo realizado por Israel no país nesta segunda-feira (23). Segundo as Forças Israelenses, o bombardeio atingiu mais de 800 alvos do movimento islamista Hezbollah em solo libanês.

Com os ataques desta segunda, o Líbano vive seu dia mais sangrento em mais de 18 anos, desde a guerra entre Israel e o Hezbollah em 2006. De acordo com as autoridades libanesas, há mulheres, crianças e socorristas entre os mortos e feridos.

O Hezbollah anunciou que, em resposta, lançou foguetes contra três alvos no norte de Israel.

A onda de ataques a partir do amanhecer contra alvos do movimento pró-Irã no sul e leste do Líbano é a maior executada pelas tropas de Israel desde o início da guerra.

Pouco antes dos ataques, Israel havia alertado os civis do Líbano para que se afastassem “imediatamente” de supostas posições e depósitos de armas do Hezbollah.

“Até o momento, mais de 300 alvos do Hezbollah foram atacados”, informou o Exército em um comunicado emitido ainda no começo da manhã. Mais cedo, as forças militares israelenses anunciaram 150 ataques aéreos em apenas uma hora, das 6H30 às 7H30 (entre 0H30 e 1H30 de Brasília).

“Plano de destruição”

O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, denunciou um “plano de destruição” executado por Israel contra o país e pediu à ONU e aos “países influentes” para “dissuadir” o governo israelense da “agressão”.

A agência estatal libanesa de notícias ANI relatou “mais de 80 bombardeios em meia hora”.

“Estamos vivendo sob bombardeios, dormimos e acordamos com os bombardeios”, declarou Wafaa Ismail, uma dona de casa de 60 anos, na localidade de Zautar, sul do Líbano.

O Exército israelense aconselhou os libaneses a “se afastarem” das posições do Hezbollah e alertou que prosseguirá com bombardeios mais “extensos e precisos” contra o grupo islamista.

Ligações de alerta

A ANI informou que “moradores de Beirute e de diversas regiões” receberam ligações telefônicas de israel com pedidos para que “abandonem rapidamente os locais onde se encontram”. O gabinete do ministro da Informação, Ziad Makari, confirmou à AFP que recebeu o mesmo alerta.

“Quando a secretária do ministro atendeu, ouviu uma mensagem gravada que pedia (aos funcionários) que abandonassem o edifício ou ficariam sob escombros”, segundo a agência. O ministro denunciou uma “guerra psicológica”.

As autoridades libanesas ordenaram o fechamento de escolas nas áreas atingidas pelos bombardeios na segunda e terça-feira.

O Hezbollah, um influente ator político e militar no Líbano, abriu uma frente de batalha na fronteira com Israel há quase um ano, após o início da guerra na Faixa de Gaza, em apoio a seu aliado islamista Hamas, que governa o território palestino.

Os ataques de artilharia aumentaram desde as explosões de pagers e walkie-talkies utilizados por membros do Hezbollah, atribuídas a Israel, na semana passada, que deixaram 39 mortos e quase três mil feridos em redutos da milícia no Líbano, segundo as autoridades.

“As ameaças não vão nos parar: estamos preparados para todos os cenários militares contra Israel”, afirmou no domingo o número dois do Hezbollah, Naim Qasem, que anunciou uma “nova fase” na batalha contra Israel, a do “acerto de contas”.

“À beira da catástrofe”

Diante do agravamento do cenário, o governo dos Estados Unidos, principal aliado de Israel, recomendou que seus cidadãos abandonem o Líbano.

“Faremos todo o possível para impedir a explosão de uma guerra mais ampla”, disse o presidente Joe Biden.

A China aconselhou seus cidadãos a deixarem Israel “o mais rápido possível”.

“A região está à beira de uma catástrofe iminente”, disse a coordenadora especial das Nações Unidas para o Líbano, Jeanine Hennis-Plasschaert.

O Egito afirmou que teme uma “guerra total” no Oriente Médio e alertou que a escalada entre Israel e Hezbollah pode minar os esforços para alcançar um cessar-fogo na Faixa de Gaza, onde o Exército israelense prossegue com a ofensiva devastadora de represália.

A guerra na Faixa de Gaza começou em 7 de outubro de 2023, após o ataque do movimento islamista Hamas em Israel, no qual morreram 1.205 pessoas, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.

Dos 251 sequestrados durante a incursão islamista, 97 ainda continuam em cativeiro em Gaza, embora 33 deles tenham sido declarados mortos pelo Exército israelense.

A ofensiva israelense matou pelo menos 41.455 palestinos, de acordo com dados do Ministério da Saúde do território governado pelo Hamas, que a ONU considera confiáveis.




Lula sobe o tom contra Israel após novo ataque: “Sabotando processo de paz”

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou neste domingo (14) o governo de Israel por novo ataque à Faixa de Gaza. Em manifestação nas redes sociais, Lula pediu que líderes políticos mundiais não se calem diante do “massacre interminável”.

“O governo de Israel segue sabotando o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio. O mais recente bombardeio promovido na Faixa de Gaza vitimando centenas de inocentes é inadmissível. Agora com mais de 90 vítimas fatais e quase 300 feridos em tendas que abrigavam crianças, idosos, mulheres”, lamentou o presidente, se referindo a ataque ocorrido neste sábado em zona de designação humanitária Al-Mawasi, em Khan Younis.

Para Lula, é “estarrecedor” que o povo palestino continue sendo punido coletivamente, até mesmo em zonas humanitárias delimitadas que deveriam ser protegidas.

“Nós, líderes políticos do mundo democrático, não podemos nos calar diante desse massacre interminável. O cessar-fogo e a paz na região precisam ser prioridades na agenda internacional. Todos os nossos esforços devem estar centrados na garantia da libertação dos reféns israelenses e no fim dos ataques à Faixa de Gaza.”

Violações

Em maio deste ano, o presidente Lula removeu de Israel o embaixador Frederico Meyer, que ocupava o principal posto da representação brasileira em Tel Aviv. Meyer foi transferido para o cargo de representante do Brasil na Conferência do Desarmamento, em Genebra, órgão da Organização das Nações Unidas (ONU). Nenhum diplomata foi indicado para ocupar a embaixada em Tel Aviv.

Desde o ano passado, Lula vem criticando as ações de Israel na Faixa de Gaza, que considera um genocídio contra o povo palestino. Para o governo brasileiro, as ações em Gaza violam sistematicamente os direitos humanos.

O governo israelense nega todas as acusações e diz que tem tomado ações para proteger os civis. O conflito na região se acirrou depois do ataque do Hamas a Israel em outubro do ano passado. Após a ação, Israel iniciou bombardeios na Faixa de Gaza que continuam até hoje e já mataram milhares de pessoas.

Agência Brasil




Presidente do Irã diz que ataque de Israel a consulado terá resposta

País solicitou reunião no Conselho de Segurança da ONU e afirmou ter direito de revidar; ataque israelense no consulado do Irã na Síria matou 7 pessoas

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iG Último Segundo

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Presidente iraniano Ebrahim Raisi
IRNA

Presidente iraniano Ebrahim Raisi

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, afirmou nesta terça-feira (2) que o  ataque de Israel ao consulado iraniano na Síria “não ficará sem resposta”, no que classificou como “ação agressiva e desesperada” de Tel Aviv.

O  ataque ao consulado destruiu um prédio do Irã em Damasco, nessa segunda-feira (1º). O bombardeio feito com aviões militares israelenses matou Mohammad Reza Zahedi, comandante sênior da Guarda Revolucionária do Irã, e outras seis pessoas, de acordo com a imprensa local.

Raisi argumentou que o ataque “desumano” de Israel é uma “violação descarada das regulamentações internacionais”, e que o governo israelense precisa enfrentar o ódio e a aversão das nações livres à sua “natureza ilegítima”, segundo informou a agência de notícias iraniana Tasnim .

O Irã argumentou ao  Conselho de Segurança da ONU que tem o direito de revidar o ataque de Israel e pediu que o órgão faça uma reunião de emergência para discutir a ação, sob o entendimento de que Israel viola regras internacionais.

Ataque ao consulado

O consulado do Irã em Damasco, capital da Síria, foi alvo de um ataque aéreo conduzido por aviões militares de Israel nessa segunda (1º). A ação resultou na morte de Mohammad Reza Zahedi, comandante sênior da Guarda Revolucionária do Irã.

As acusações e a tensão aumentaram após o  governo iraniano culpar diretamente Israel pelo ataque ao consulado em Damasco, apontando que o principal alvo do ataque era Reza Zahedi. Um porta-voz militar de Israel foi contatado pela imprensa, mas optou por não se pronunciar sobre as acusações.




Estado Islâmico diz ser autor de ataque que deixou 40 mortos em Moscou

Homens armados atiraram contra pessoas que estavam prestes a ver um show da banda de rock Picnic nesta sexta-feira (22)

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iG Último Segundo

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O grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou o ataque que deixou ao menos 40 pessoas mortas em uma casa de shows perto de Moscou, na Rússia, nesta sexta-feira (22) . O grupo assumiu a autoria em um canal do Telegram. A informação foi divulgada pela agência de notícias Reuters.

Como foi o ataque

O atentado começou por volta das 20h (14h em Brasília), quando a banda Picnic estava se preparando para tocar na casa de shows Crocus City Hall, em Krasnogorsk, cidade próxima a Moscou. Ao menos cinco homens começaram o ataque no saguão e, depois, invadiram o local, de acordo com a Tass.

Neste momento, foram ouvidas duas explosões e o local pegou fogo. Os bombeiros conseguiram controlar as chamas, mas, segundo a agência de notícias Tass, o teto do Crocus City Hall pode cair a qualquer momento por causa das explosões e dos tiros.

Informações confirmadas

  • Houve 40 mortos e mais de 145 feridos oficialmente;
  • O local se chama Crocus City Hall, um espaço com shopping, restaurantes e casa de shows em um mesmo espaço;
  • Segundo a Tass, o teto do Crocus City Hall pode cair a qualquer momento por causa das explosões e dos tiros;
  • O governo da Ucrânia afirmou que não tem nenhuma relação com o atentado;
  •  O grupo Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado;
  • Vídeos nas redes sociais mostram pessoas correndo pelos corredores da casa de show em meio aos corpos das vítimas;
  • Foi o pior atentado na Rússia desde a invasão de uma escola em 2004 em Beslan.
  • O show da banda de rock Picnic estava para começar.




Hamas está ‘aberto a discutir trégua’ com Israel, diz líder do grupo

Líder disse que grupo já “atingiu seus objetivos”

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Ansa|iG Último Segundo

Soldados israelenses lançam mísseis na fronteira de Gaza
Reprodução Twitter/X

Soldados israelenses lançam mísseis na fronteira de Gaza

Moussa Abu Marzuk, um dos líderes do Hamas , declarou à Al Jazeera que o grupo “atingiu seus objetivos” e está aberto a discutir sobre uma possível trégua com Israel.

Em uma entrevista por telefone, ele disse que o Hamas está aberto a “todos os diálogos políticos”, quando foi perguntado se estaria disposto a um cessar-fogo.

Ele também declarou que o Hamas capturou dezenas de cidadãos israelenses com dupla cidadania, incluindo cidadãos russos e chineses.

O conflito

No último sábado (7), o grupo  Hamas realizou a maior ofensiva dos últimos anos contra Israel, que declarou guerra como resposta. Ao reivindicar o ataque, o Hamas afirmou que esse é o início de uma grande operação para retomar território e que se trata de uma resposta à “agressão sionista”.

O ataque de sábado desencadeou uma série de ofensivas tanto do grupo Hamas quanto de Israel,  deixando mais de 1,2 mil mortos.

Nesta segunda-feira (9), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que a resposta do país ao Hamas “mudará o Oriente Médio”.  No sábado, ele já havia dito que a formação ofensiva israelense “continuará sem reservas e sem tréguas até que os objetivos sejam alcançados”.