Policia investiga assassinatos de ex-policiais militares em Bayeux

Investigação policial aponta que casos de três policiais militares assassinados a tiros no último mês, em Bayeux, na Grande João Pessoa, podem estar relacionados.

Conforme a Polícia Civil informou, o calibre das balas encontradas nas cenas dos crimes é de mesmo calibre e com isso uma das linhas de investigação apontam que o atirador poderia ser a mesma pessoa.

Além de todas as vítimas estarem ligadas à corporação da Polícia Militar e terem sido assassinadas na mesma cidade, em um intervalo de tempo próximo. Dois dos ex-PMs mortos (Arnóbio e Edemar), já foram presos duas vezes  e expulsos da corporação acusados de fazer parte de um grupo de extermínio responsável por cerca de 60% dos homicídios registrados na Grande João Pessoa.

A última, identificada como Arnóbio Gomes, de 55 anos de idade, era ex-sargento da PM e ex-vereador, foi morta no último sábado (29), dentro de uma casa de apostas, depois de vir recebendo ameaças de morte.

No dia 26 de outubro, o ex-policial militar, Edemar da Silva Souza, de 52 anos, foi assassinado enquanto realizava rondas de vigilância em uma moto, no Mercado Público de Bayeux.

No dia 18 de outubro, o ex-cabo da PM, Reginaldo do Santos Lins, de 51 anos de idade, morreu após ser socorrido para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), depois de ter sido baleado quando fazia a segurança de um frigorifico, localizado em um feira livre da cidade.

Imagens gravadas por uma câmera de segurança flagraram o homem suspeito de atirar contra o ex-sargento Arnóbio fugindo com uma mochila nas costas, intimidando moradores da localidade com a arma do crime em mãos.

Até então, o suspeito não foi localizado e a possível ligação entres os casos segue sendo investigada pela Polícia Civil.




TSE aponta, 60 milhões em irregularidades nas contas dos candidatos

 

O TSE também encontrou 1.289 prestadores de serviços que são beneficiários do Bolsa Família, além de 1.227 doadores que recebem outros benefícios sociais do governo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou indícios irregularidades no valor de R$ 60 milhões nas prestações de contas de candidatos às eleições municipais deste ano. A informação faz parte de uma investigação realizada pelo núcleo de inteligência da Justiça Eleitoral.

A maior parte das irregularidades envolve doações feitas por pessoas que não têm emprego formal. Nesse caso, houve 9.068 casos que somaram R$ 33 milhões. Também foram registrados R$ 17 milhões em repasses incompatíveis com a renda e 15 doadores que aparecem como falecidos em um sistema de controle de óbitos.

O TSE também encontrou 1.289 prestadores de serviços que são beneficiários do Bolsa Família, além de 1.227 doadores que recebem outros benefícios sociais do governo. 925 empresários que são parentes de candidatos receberam R$ 1,6 milhão das campanhas.

As irregularidades encontradas pelo grupo inteligência da Justiça Eleitoral serão enviadas para providências dos tribunais regionais eleitorais e do Ministério Público.

O grupo é composto por representantes do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério da Cidadania, entre outros.

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