Vereador denuncia ameaças de morte e paralisação na Câmara de Santa Rita Comentários: 0

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O vereador de Santa Rita, Clóvis de Loi (MDB), revelou, nesta sexta-feira (27), que parlamentares da Câmara Municipal estão sendo ameaçados de morte e criticou a falta de ação da presidência da Casa. Ele ainda afirmou que as ameaças ocorrem “de manhã, de tarde e de noite” e que a paralisação das sessões estaria prejudicando projetos importantes e colocando em risco recursos para o município.

“Vereador ser ameaçado de morte, de manhã, de tarde e de noite e a presidência não tomar uma providência. O povo sabe o que está acontecendo na Câmara. A pressão que está sendo exercida, que não é uma pressão normal. As coisas que acontecem na Câmara, o povo sabe. O que está acontecendo na Câmara de Santa Rita, o Ministério Público sabe. A Justiça já sabe”, disse Clóvis.

Durante a transmissão, o parlamentar também fez críticas a gestões anteriores do Executivo municipal, citando os ex-prefeitos Reginaldo Pereira e Netinho.

Na ocasião, Clóvis relembrou problemas como atraso salarial de servidores, aposentados e pensionistas, além de obras inacabadas na cidade.

“Porque todos de Santa Rita sabem, todos da Paraíba sabem que o que aconteceu no governo de Reginaldo Pereira e de Netinho, quem foram os beneficiados não foi o povo que teve as ruas inundadas de lixo, não foi o funcionalismo que não recebeu durante meses os seus salários, atrasou o salário do funcionalismo, dos aposentados, dos pensionistas. Isso sim, defendei a verdade e jamais me refurtarei dela”, concluiu.

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Sem provas, Bolsonaro diz que sofre ameaças e é chantageado

Presidente citou casos que envolveriam escolhas para STJ e de André Mendonça, ministro do STF

Jair Bolsonaro diz que suas indicações ao STJ e ao STF faz com que ele sofra ameaças
Divulgação

Jair Bolsonaro diz que suas indicações ao STJ e ao STF faz com que ele sofra ameaças

O  presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira que, durante os processos de escolha de ministros para tribunais superiores, tem sido chantageado e ameaçado com uma possível prisão quando deixar o governo.

Sem citar nomes ou apresentar provas do que disse, ele deu como exemplo o caso do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o qual indicou na segunda-feira Messod Azulay e Paulo Sérgio Domingues, após intensa negociação nos bastidores.

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Bolsonaro deu a entender que os inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) dos quais ele é alvo poderiam ser usados para intimidá-lo. Ele lembrou o caso da ex-presidente da Bolívia Jeanine Añez, condenada a 10 anos de prisão pelo crime de golpe de Estado.

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No ano passado, em meio à indefinição da indicação de Mendonça, que esperou mais de três meses para ter seu nome avaliado pelo Senado, o presidente já havia sugerido que estava sendo chantageado para abrir mão do nome.

“Temos um problema sério pela frente agora. Eu indiquei um excepcional jurista, que é evangélico também, para o Supremo. E tem corrente que não quer lá. Quer impor. E chega recado: “A gente resolve CPI, a gente resolve tudo. Me dê a vaga pro Supremo”. Isso sempre houve. Nós começamos a mudar”.

Por o globo




Putin faz ‘ameaça’ a jornalista vencedor do Nobel da Paz

Putin faz 'ameaça' a jornalista vencedor do Nobel da Paz
Reprodução

Putin faz ‘ameaça’ a jornalista vencedor do Nobel da Paz

O presidente da Rússia,  Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira (13) que o Prêmio Nobel da Paz dado para o jornalista Dmitry Muratov na última semana “não é escudo” para protegê-lo em caso de “violação da lei” ou de ser classificado como “agente estrangeiro”.

“Se não viola a lei russa e não dá razão para ser declarado um agente estrangeiro, não acontecerá. [Mas], o Nobel não é escudo para atrair a atenção para si”, disse Putin durante um encontro.

Muratov, 59 anos, é cofundador e ex-editor-chefe do jornal independente Novaya Gazeta, um dos poucos grandes veículos que ainda é crítico ao governo de Vladimir Putin. A maior parte da mídia russa é alinhada ou patrocinada por Moscou.

O conceito de “agente estrangeiro” é muito abrangente e é aplicado a veículos de comunicação que fazem matérias críticas ao governo. Na teoria, é considerado um local do tipo aqueles que recebem fundos do exterior para promover “atividades políticas”, mas a medida é vista por analistas internacionais como uma forma de perseguir quem “ousar” fazer matérias investigativas sobre o governo de Putin.

Ao ser classificado com o título de “agente estrangeiro”, os jornais, sites ou agências precisam colocar esse selo em suas publicações, além de ter seus profissionais vigiados constantemente.

No dia que Muratov foi anunciado como um dos vencedores do Nobel da Paz de 2021, ao lado da filipina Maria Ressa, o Kremlin classificou nove jornalistas e três empresas como “patrocinadas” por estrangeiros.

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Ministros do STF evitam polarizar com Bolsonaro e fazem silêncio sobre ameaças

Integrantes da Corte viram as declarações do presidente como um aceno para sua base política diante da prisão de um aliado e um ato de ‘desespero’

Ministros do STF evitam polarizar com Bolsonaro e fazem silêncio sobre ameaças
Agência Brasil

Ministros do STF evitam polarizar com Bolsonaro e fazem silêncio sobre ameaças

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliaram, reservadamente, como “desespero” as declarações dadas no sábado pelo presidente Jair Bolsonaro de que irá apresentar um pedido para que o Senado abra processos de impeachment contra Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que além de integrarem a Corte atuam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), outro alvo de ataques do presidente.

Por isso, os magistrados optaram por permanecer em silêncio diante da série de tuítes de Bolsonaro. A avaliação dentro da Corte, formada principalmente após as manifestações de solidariedade feitas por senadores ainda no sábado, é que há pouca chance de os processos prosperarem no Senado.

De acordo com interlocutores do STF ouvidos pelo GLOBO, as declarações do presidente foram vistas pelos integrantes da Suprema Corte como um aceno político à sua base de apoio bolsonarista, por causa da prisão do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) na última sexta-feira, por ordem de Alexandre de Moraes — que acolheu um pedido da Polícia Federal.

Parlamentares repudiaram as ameaças de impeachment feitas por Bolsonaro e apontaram uma tentativa de desviar o foco das investigações contra ele e seus aliados.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), por exemplo, disse que o pedido de impeachment contra os ministros “é só mais uma cortina de fumaça para tentar esconder o mar de crimes comuns e de responsabilidade que o próprio presidente cometeu”. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) observou que no mesmo artigo da Constituição citado por Bolsonaro, o 52, está o inciso que trata sobre o impeachment de presidente da República.

“Presidente vai mesmo pedir ao Senado o impeachment de ministros do STF? Quem pede pra bater no ‘Chico’, que mora no Inciso II, artigo 52, da CF, se esquece de que o ‘Francisco’ habita o Inciso I, do mesmo endereço”, escreveu a senadora.

Segundo Bolsonaro, na mesma série de postagens feitas em uma rede social, o pedido será oficializado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na próxima semana. Pacheco também manteve silêncio e não comentou o assunto.

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Mourão está ‘no limite da tolerância’ com Bolsonaro, diz colunista

Presidente Jair Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão

Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) estaria “no limite” de sua tolerância com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o colunista Lauro Jardim, o general admitiu a insatisfação com o capitão da reserva em conversas reservadas nos últimos dias.

A relação entre os dois não é das melhores há um tempo. No final de julho, Bolsonaro  comparou o papel de Mourão a um cunhado que “tem que aturar” e disse que o general “por vezes atrapalha” seu governo.

No dia seguinte, o chefe do Executivo recuou, alegando que o general “não tem atrapalhado em absolutamente nada”. Ele, porém, já disse publicamente que não deve contar com Mourão para compor a chapa que deve tentar a reeleição.

Mourão, por sua vez, evita entrar em conflito com o presidente. Após a declaração de Bolsonaro comparando-o a um cunhado, o vice disse ser leal ao presidente e que não comentaria suas falas. Ele também negou renunciar ao governo, dizendo que permanecerá até o fim.

Além das críticas de Bolsonaro a ele, o general também estaria incomodado com os ataques de Bolsonaro às instituições democráticas e a outros poderes. Após o desfile com tanques em frente à Esplanada dos Ministérios,  o general se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso e descartou qualquer possibilidade de golpe.

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Câmara convoca Braga Netto para explicar possível ameaça às eleições de 2022

Braga Netto teria dito que não haverá eleições, caso o voto não seja impresso

Ministro Braga Netto nega teor das declarações
Fernando Frazão/Agência Brasil

Ministro Braga Netto nega teor das declarações

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou a convocação do ministro da Defesa, o general Walter Braga Netto. O objetivo é ouvi-lo sobre as  supostas declarações contra as eleições em urnas eletrônicas. A informação é da CNN.

A decisão ocorre após a divulgação de uma possível fala do ministro: “Sem voto impresso, não haverá eleições”, fazendo coro ao discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Tal recado teria sido dado ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL) e a outros interlocutores, no último dia 8 de julho, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”.

O ministro nega o teor da conversa, embora, de acordo com a CNN, Braga Netto divulgou uma nota em que classificou como “legítima a discussão do voto impresso analisada por quem compete decidir sobre o tema”.

“Acredito que todo cidadão deseja maior transparência e legitimidade no processo de escolha dos seus representantes no Legislativo e Executivo em todas as instâncias”, afirmou o ministro.

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Vené acusa Bolsonaro de intimidar brasileiros com ameaças à democracia

Foto: Assessoria

Em entrevista ao portal O Antagonista, o primeiro-vice-presidente do Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB) lamentou a postura de intimidação adotada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) e alertou que é justamente o terreno fértil para a implantação de uma ditadura que está sendo plantado.

“Temos uns hipócritas aí falando de ditadura o tempo todo, uns imbecis. Agora o terreno fértil para a ditadura é exatamente a miséria, a fome, a pobreza.” emendou.

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), primeiro-vice-presidente do Senado, gravou um vídeo para repudiar a declaração de Jair Bolsonaro de que pode decretar estado de sítio no Brasil.

“O presidente insiste com o mesmo roteiro de fazer insinuações, de querer intimidar com discursos que nós não aceitaremos”, afirmou o senador em trecho da gravação (assista abaixo).

A O Antagonista, Veneziano acrescentou que “essa é uma reiterada e acintosa postura que requer incisiva e induvidosa reação dos democratas”.

Há pouco, como registramos, o presidente da República justificou assim uma, segundo ele, possível decretação do estado de sítio.

“É para dar liberdade para o povo. É para dar o direito ao povo trabalhar. É para dar direito ao povo trabalhar. Não é ditadura não. Temos uns hipócritas aí falando de ditadura o tempo todo, uns imbecis. Agora o terreno fértil para a ditadura é exatamente a miséria, a fome, a pobreza.”

Redação com O Antagonista