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WS explica refundação do PT com medidas drásticas e ainda avalia caso Pâmela Bório

12/06/2015 22:39

201506071038560000008510SALVADOR – O analista político e econômico Walter Santos acaba de postar novo texto em seu Blog no  Portal WSCOM  revelando que o Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, em Salvador, onde se encontra, está sendo tratado como a refundação da legenda diante de fortes medidas que vai adotar com consequências até na sua estrutura, porque já entregou dois andares do prédio da sede em Brasilia e está demitindo funcionários.

Noutra parte, WS analisa o que pode estar por trás da manutenção da crise envolvendo a ex-primeira dama, Pâmela Bório.

 

Eis a íntegra do texto:

A refundação do PT e ainda o Caso Pâmela201506100628110000004215
SALVADOR – Embora a executiva nacional relute e conteste a expressão refundação, mas não existe no momento outra palavra tão forte para expressar a realidade que o Partido dos Trabalhadores vive neste momento de véspera de seu mais importante Congresso Nacional depois da fundação, em face da mais intensa crise já vivida pelo partido. Mesmo à distância ainda vamos abordar temas que dizem respeito à aldeia tabajara, como é o caso em torno ex – primeira dama do Estado, Pâmela Bório.
Pois bem, a situação do PT é tão extremamente delicada que, na véspera do maior evento, o partido tem andado discutido sobre a grave crise financeira que levará o partido a reduzir fortemente sua estrutura física e de pessoal com direito a demissões no quadro de pessoal.

Dados levantados pela Coluna, por exemplo, asseguram que em Brasilia dois andares da sede central do PT foram entregues, da mesma forma que dezenas de demissões se efetivam nos últimos dias.

É que, além da crise financeira natural, a legenda decidiu não mais receber doações empresariais o que aumentamais anda a dura realidade petista.

REUNIÃO DIFICIL COM FINANCEIRO

A conjuntura de muito aperto fez o presidente nacional Rui Falcão chamar todos os dirigentes estaduais e seus tesoureiros para discutir cortes e mais cortes e ainda tendo que manter calendário de mobilização.

Pelo menos à boca miúda a conversa é de que a crise financeira vai reduzir as estruturas estaduais, pois não há dinheiro para financiar mais as bases físicas dos estados.

AINDA O CASO PAMELA

 

Impressiona como volta e meia o caso entra em evidência. “Daqui” de onde estou dá para “ver”. Mesmo à distância percebemos os desdobramentos que, se depender de alguns serão mantidos, da mesma forma que de outros não, porque começa a prevalecer o entendimento de que as regras jurídicas precisam e são aplicadas em casos comuns de separação.

Antes de sair de João Pessoa, buscamos informações sobre como está o governador Ricardo Coutinho nesta parada. Recebemos informes de que ‘ele tem decidido se afastar maximamente do assunto, quando somente e só vai manter a convivência mais próxima com o filho Henry assegurando as garantias de sustento à parte merecedora.”

OUTRA FACE DA CENA

Em que pesem os desdobramentos, a turma do “deixa disso” tem buscado construir meios de superação do assunto, mesmo que a contra – gosto de outros desavisados que andam construindo valores desconfortáveis, no sentido de querer identificar como pode uma personalidade de parcos recursos se manter com grifes de alta monta e propriedades de luxo à beira – mar.

Quem poderia estar financiando? – é o que se mantém com indagação com força nos bastidores.

OUTRO ESTÁGIO

Pessoas de diversos segmentos sociais andam buscando gerar condições de tentar resolver de vez o estremecimento, sob argumento de que a manutenção do caso só interessa à quem quer ver desgraça alheia do tipo vendo o circo pegando fogo com e por outras razões, além do normal, portanto por outros propósitos, em especial por interesses políticos externos inconcebíveis na realidade interna posta.

NOVO CICLO FORA DO PODER

Pâmela Bório como profissional e pessoa precisa retomar sua vida normal para construir meios de sobrevivência sabendo-se que na conjuntura de todos nada está fácil, sobretudo nesta fase, portanto, ela sabe muito bem que sua ascensão profissional local depende de uma conduta sem problemas no seu caminho – e o caso da forma existente não a permite trabalhar direito nem ascender como seria se ela se voltasse mais e melhor para nova fase, novo ciclo de vida, porque o passado de Poder passou. Querer sonhar em mantê-lo é erro de ótica e de realidade.

Em síntese, se não fechar direito seu ciclo e iniciar outro não obterá os louros de quem consegue quando se estar afastado de problemas que, como diz a canção, tem sido cavado com os próprios pés, até porque o ódio nada construirá de positivo.

Por tudo o que está posto, mesmo admitindo seus direitos amplos, se quiser viver de bem com a vida, repito, terá de fechar bem seu ciclo de dissabores passados. Só depende dela, na verdade.

Do contrário, fará o jogo de outros interessados, “inimigos ocultos” com outros interesses deixando-a em plano de “inocente útil”.

Ela e todos merecem vida de tranquilidade e futuro de paz.

ÚLTIMA

“O olho que existe/ é o que vê…”

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