Os brasileiros foram determinados, e aplaudiram o impeachment de Dilma Rousseff, quando até deveriam ter expulsado Lula antes e, suas loucuras nos desvios de verbas públicas federais, sem maior vigilância e com registros mensais para, ao final de cada ano, apresentar aos imprescindíveis órgãos que acompanham, quais sejam o Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União e, também o Ministério Público Federal. O povo exige a complementação da limpeza em setores públicos, mormente com as famosas pedaladas da ex-presidente que ainda hoje pelas manhãs, também pedala bicicleta nos jardins chiques do Palácio da Alvorada, com fortes seguranças, para não deixa-la cair da cela…

Não foi surpresa, a investidura do presidente da República em exercício, Michel Temer, que já se aperreia com os 130 bilhões de gastos públicos do país, dependentes dos dados apresentados pelos cenários fiscais atuais, deveria apresentar uma novel meta a fim de tapar os buracos do orçamento principalmente, se ainda não apresentados a todos. Mansueto de Almeida Jr, atual secretário de Acompanhamento Econômico, diz abertamente “A tarefa do governo é fazer o ajuste fiscal, retomar a agenda de reformas e iniciar a recuperação da economia.” Contudo, não seria somente, o toque da varinha de condão, que fora desarrumada sem qualquer licença econômica dos petistas de 13 anos de incertezas e atribulações, consumindo muito acima do nível do dinheiro brasileiro.

Gostei sim, da apresentação aberta e simples, do plano governamental de Michel Temer, rotulado de “Uma ponte para o futuro” significando uma reviravolta nos orçamentos passados, saudosamente histórica o período de 2015, Dilma teve logo a vontade de aumentar seu salário de presidenta, aumentado de R$26,7 mi para R$ 33,7 mensais. Neste ano 2016, ela amaciou a turma chegada e, foram sem vetos, facilitado pelos R$ 868 mi para o fundo partidário triplicado no Orçamento da União. Os R$ 2.488 trilhões deste ano deverão ser compartilhados e os encargos naturais, entretanto, este ano temos eleições municipais em todo país, onde os gastos públicos e os privados sempre gastam demais.

Chego até a fazer força para que aconteça logo, passarmos pela ponte do futuro de Michel Temer, onde “A Nação quer mudar o costume político do país, daí a necessidade de levarmos adiante a Reforma Política”. Com muita atenção teremos medidas enérgicas a serem aplicadas por ele, presidente interino do Brasil, pelo menos possamos cobrir os rombos deixados pela incompetência, furtos e mentiras.

 

 

www.reporteriedoferreira.com  (*) Advogado e desembargador aposentado