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Ministro discute com Dilma e Lula possível candidatura própria do Blocão e se diz disponível

2/12/2013 00:12

“A possibilidade de nossa candidatura não está descartada, ao contrário, mas a essência da conversa deste sábado foi avaliar a aliança do PP com PT no Pais e, no caso da Paraíba, a existência de candidatura própria do Blocão estando meu nome disponível”, declarou com Exclusividade aoWSCOM, o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, depois de sair de demorada reunião na Granja do Torto, em Brasilia, com a presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula, mais o Ministro da Educação, Aluizio Mercadante, o presidente do PT, Rui Falcão, mais o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, e o líder na Câmara, Eduardo da Fonte.

Ribeiro comentou que, de fato, o entendimento do senador Ciro Nogueira em reunião anterior defendia a tese de que ele deveria disputar a Câmara Federal na perspectiva de voltar à Brasilia e possivelmente ao Ministério, entretanto, houve avanços em outra direção, a de candidatura própria.

Aguinaldo Ribeiro assegurou que tanto a presidenta quanto Lula consideraram importante a construção de palanques onde não houver condições de maior amplitude dos partidos da Base aliada levando em conta as questões e problemas regionais.

– Os dois, tanto quanto Rui Falcão e Mercadante compreenderam a construção do Blocão na Paraiba reunindo PP, PT e PSC podendo ser ampliado daqui em diante com as manifestações neste sentido de outras legendas – comentou.

Indagado sobre como ficaria a relação com o PMDB, que também se reuniu com os lideres do PT, ele explicou que “ficou evidente admissibilidade por parte deles de respeitar as situações regionais já encaminhadas, como é o caso da Paraiba, por isso sai do encontro certo de que o Blocão terá candidato próprio construindo uma chapa de muita perspectiva e condições de vitoria em 2014”.

O ministro lembrou que o PP foi o segundo partido convocado pela presidente e Lula, imediatamente depois do PMDB, por isso esta condição simboliza um grau de prestigio do partido na aliança com Dilma em 2014. “Vamos avançar desta vez para fechar o apoio à reeleição formalmente, diferentemente das vezes passadas quando o partido não oficializou a aliança”, comentou.

Ele revelou um clima positivo na reunião diante dos novos números de pesquisa da Datafolha constatando crescimento da presidenta e recuo dos concorrentes.

Redação com Wscom