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PM divulga foto do Cabo acusado de comandar quadrilha de explosão a bancos na Paraíba

Lúcio Edísio de Negreiros Silva foi preso e já está recolhido ao xadrêz a dos´posição da Justiça Pública.

6/04/2013 19:24

 

O cabo da Polícia Militar da Paraíba, Lúcio Edísio de Negreiros Silva, de 36 anos, foi preso na tarde dessa sexta-feira (5), durante uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar, na cidade de Campina Grande. Ele é acusado de liderar uma quadrilha que explodia bancos em várias cidades paraibanas.

Na casa do policial foram apreendidas sete armas, sendo uma submetralhadora e duas espingardas calibre 12, cinco coletes, oito bananas de dinamites, grampos, capuzes, aparelhos celulares, além da quantia de R$ 5 mil e uma arma de brinquedo. O acusado prestou depoimento ao delegado Henri Fábio, de Roubos e Furtos da cidade.

De acordo com o comandante da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, o cabo já estava sendo investigado pelo serviço de inteligência da PM e pela Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande. “Estamos cortando na própria carne. Qualquer desvio de conduta não será aceito de forma alguma pelo Comando da Polícia Militar. Vinte e um policiais já foram excluídos do quadro. Vários conceitos de disciplina e de justificação já foram abertos. Os conceitos se aplicam desde o soldado até o oficial”, afirmou o comandante da Polícia.

O cabo Lúcio Elísio foi encaminhado para a Central de Polícia de Campina Grande, onde foi autuado em flagrante, em vários artigos do código penal, por crime comum. O policial também vai responder medida administrativa aplicada pelo conselho de disciplina da Polícia Militar.

De acordo com o comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, Tenente Coronel Souza Neto, a quadrilha, a qual o suspeito integrava, se reuniu recentemente para planejar uma explosão neste fim de semana. A polícia acredita que o material apreendido, além de dois veículos e três motos, seria utilizado no ataque. “O cabo já estava sendo investigado há alguns meses. Mesmo em se tratando de um policial as investigações correram da mesma forma aplicada a um civil. Tivemos isonomia durante toda a ação”, disse o comandante do 2º Batalhão.

O policial militar vai ser encaminhado para um dos Batalhões da Polícia Militar, onde vai permanecer recolhido.

Da Redação (com Assessoria)