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Pelo menos duas pessoas já morreram por causa de campanha política na Paraíba

O primeiro caso de morte aconteceu recentemente na cidade de Dona Inês

21/09/2012 15:48

 

Damião Nunes foi assassinado depois de discutir com um policial sobre a política local (Crédito: catingueiraonline.com)

O dia das Eleições em todo o Estado da Paraíba se aproxima e estão se acirrando a cada dia com agressões verbais, físicas e até mortes. De acordo com levantamento feito pela reportagem do Portal WSCOM, pelo menos duas pessoas já morreram por causa de discussões políticas que evoluíram para uma briga, chegando a morte.

O primeiro caso aconteceu recentemente na cidade de Dona Inês, Brejo paraibano, onde dois homens discutiram por causa de política quando bebiam em um bar e um deles, identificado por “Gerson” matou com um golpe de faca um homem que defendia a candidatura contrária a sua.

Na cidade de Olho D’água, no Sertão paraibano, outra discussão política acabou no assassinato de Damião Nunes Feitosa e o suspeito é o policial militar Inaclécio Bruno de Albuquerque

Em Catingueira, grupos rivais se encontraram as margens da BR-361, e iniciaram uma série de xingamentos que quase termina em tragédia, o que não ocorreu devido à intervenção de uma guarnição da Polícia Militar, que estava próxima ao local e conseguiu acalmar os ânimos.

A maior preocupação das autoridades está concentrada em Campina Grande e nas cidades do Sertão paraibano onde as provocações, agressões e até mesmo destruição de material de propaganda de adversários estão se registrando.

A assessoria de comunicação da Secretaria da Segurança e Defesa Social informou que em todas as cidades paraibanas as polícias Militar, Civil e o Corpo de Bombeiros já estão à disposição da Justiça Eleitoral para apoiá-la em qualquer ocorrência relacionada ao pleito de 2012.

Segundo o secretário da Segurança e da Defesa Social (Seds), Cláudio Lima, onde houver demanda, haverá reforço policial, a ser destacado com antecedência de 8 ou 10 dias antes das eleições.

A Segurança Pública do Estado, informou a assessoria, para esse período terá o seguinte efetivo: 7 mil policiais militares, pelo menos 1.300 policiais civis, 1300 bombeiros militares incluindo os que atualmente trabalham em funções administrativas.

 

Wscom