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Ricardo afirma que Cássio anda desequilibrado e teve “chiliques”

Ricardo, ao falar do assunto, foi ácido nas considerações em relação a Cássio Cunha Lima

23/03/2015 15:01

 

7Y7KL-1O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), comentou hoje as críticas feitas pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB) a seu governo e a consideração de que o socialista estaria no comando da Assembleia Legislativa, onde seu aliado, Adriano Galdino (PSB) foi eleito presidente. O tucano ainda considerou estranha a nomeação do advogado João Alves Júnior, filho do presidente do TRE paraibano, para a procuradoria jurídica da Casa Epitácio Pessoa. Para Cássio, a nomeação colocaria sob suspeição a isenção do tribunal.

 

“Eu vejo com mais um ato de desequilíbrio. É evidente que o senador anda desequilibrado. Não há a menor dúvida. Ele não assimilou que é tão mortal quanto qualquer outro. Que qualquer um de nós pode ganhar ou perder. Ele foi criado em berço de ouro, nunca teve que trabalhar. Nunca teve que colocar a mão na massa, nem que ralar. Ganhou tudo de mão beijada. Teve seus chiliques quando achou que devia ter. Tratava as pessoas mal… e não se recuperou de uma escolha que não foi feita por mim. Eu não tenho poder de fazer a escolha que o povo fez e me colocou para governar o Estado porque percebeu que o Estado estava sendo governado de uma forma mais honesta e correta”, disse o chefe do executivo estadual.

 

As declarações de Ricardo Coutinho foram dadas durante a entrega do Espaço Sócio Terapêutico do Lar da Providência, uma das Instituições de Longa Permanência para Idosos (Ilpis) beneficiadas pelo Programa Acolher. O novo ambiente do Lar da Providência conta com piscina coberta e aquecida com energia solar, banheiros e um equipamento para que os idosos que não têm como entrar na água possam ter acesso aos exercícios.

 

A respeito das instituições, ele disse que seu antecessor e ex-aliado só a visitava em momentos de festa.

 

“Ele teve seis anos e seis meses e nunca olhou para as instituições de longa permanência de idosos. No máximo vinha aqui numa feira para poder barganhar meia dúzia de votos e ir embora. Nunca olhou para o essencial na vida das pessoas. E quando o povo me escolheu, ele talvez não tenha se recuperado do choque da realidade e tem feito coisas reprováveis. Não tenho tempo para ficar perdendo com o senador. Ele, como não gosta de trabalhar, vou deixar que continue falando e eu continuarei trabalhando. E a cada mentira que ele falar, eu responderei com a verdade do esforço e do trabalho”.

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