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PLANTÃO: Integrante de gangue é executado em João Pessoa

plantão policial, desta quinta-feira( 07 )

7/02/2013 23:08

plantão-policial-111

Diogo Vieira da Conceição, de 18 anos, foi assassinado com dois tiros na tarde desta quinta-feira (7), no bairro Costa e Silva, em João Pessoa. Segundo informações de populares, o jovem fazia parte de uma gangue, que teve integrantes detidos na última semana, quando estavam tentando tomar uma boca de fumo no bairro do Ernani Sátiro.

Diogo estava sentado na frente de casa, na Comunidade do Taipa, quando dois homens se aproximaram em uma motocicleta vermelha e efeturam o primeiro tiro na perna e o segundo na face da vítima.

O delegado Antônio Brainner, da Delegacia de Homicídios, esteve presente no local, fazendo o levantamento das informações para descobrir se o assassinato tem relação com as prisões da semana passada.

FOTO: Aguinaldo Mota

FOTO: Aguinaldo Mota

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Preso acusado de engravidar filha

Policiais da delegacia de Remígio, no Agreste paraibano, prenderam na tarde desta quinta-feira (7) o agricultor Josenildo Gonçalves da Silva, 36 anos, acusado de estuprar e engravidar a própria filha, de 12. A menina, que de acordo com as investigações, era abusada sexualmente há pelo menos quatro anos, está com 12 semanas de gestação.

De acordo com o delegado titular da cidade, Lamartine Lacerda, a tia da menina foi responsável por denunciar o fato à polícia, levada por confissões da vítima e relato de enjoos constantes. “A primeira providência foi solicitar ao Instituto de Polícia Científica (IPC) o exame de conjunção carnal, que foi confirmado. Hoje, cumprimos o mandado de prisão preventiva expedido pela juíza da comarca de Remígio, Ana Carmem Jordão. A ação policial aconteceu na residência do agressor, sítio Mata Redonda, zona rural do município”, contou a autoridade policial.

Durante depoimentos à polícia, Josenildo chegou a negar o crime, mas depois admitiu que manteve relações sexuais com a filha no mês de dezembro de 2012, dentro de casa. “No entanto, a menina conta que o primeiro abuso se deu quando ela tinha oito anos, em um matagal próximo à casa da família, quando o pai a chamou para colher jatobá”, revelou o delegado Lamartine.

Já a mãe da menina, que tem outros três filhos com o preso, duas meninas e um menino, contou à autoridade policial que tinha desconfianças sobre a violência sexual, mas era ameaçada de morte por Josenildo, que também jurava matar os outros integrantes da família.

“Com a prisão e encaminhamento de Josenildo à Cadeia Pública, afastamos o temor da casa. O procedimento agora é a conclusão do inquérito e a remessa à Justiça”, finalizou Lamartine Lacerda.

Preso acusado de engravidar filha

Policiais da delegacia de Remígio, no Agreste paraibano, prenderam na tarde desta quinta-feira (7) o agricultor Josenildo Gonçalves da Silva, 36 anos, acusado de estuprar e engravidar a própria filha, de 12. A menina, que de acordo com as investigações, era abusada sexualmente há pelo menos quatro anos, está com 12 semanas de gestação.

De acordo com o delegado titular da cidade, Lamartine Lacerda, a tia da menina foi responsável por denunciar o fato à polícia, levada por confissões da vítima e relato de enjoos constantes. “A primeira providência foi solicitar ao Instituto de Polícia Científica (IPC) o exame de conjunção carnal, que foi confirmado. Hoje, cumprimos o mandado de prisão preventiva expedido pela juíza da comarca de Remígio, Ana Carmem Jordão. A ação policial aconteceu na residência do agressor, sítio Mata Redonda, zona rural do município”, contou a autoridade policial.

Durante depoimentos à polícia, Josenildo chegou a negar o crime, mas depois admitiu que manteve relações sexuais com a filha no mês de dezembro de 2012, dentro de casa. “No entanto, a menina conta que o primeiro abuso se deu quando ela tinha oito anos, em um matagal próximo à casa da família, quando o pai a chamou para colher jatobá”, revelou o delegado Lamartine.

Já a mãe da menina, que tem outros três filhos com o preso, duas meninas e um menino, contou à autoridade policial que tinha desconfianças sobre a violência sexual, mas era ameaçada de morte por Josenildo, que também jurava matar os outros integrantes da família.

“Com a prisão e encaminhamento de Josenildo à Cadeia Pública, afastamos o temor da casa. O procedimento agora é a conclusão do inquérito e a remessa à Justiça”, finalizou Lamartine Lacerda.